Mourão, a meritocracia tamanho família e a herança escravocrata

Mourão engana os incautos. Se tivesse um pouco de honestidade intelectual, falaria com mais propriedade que a nossa verdadeira herança é escravocrata. Foi essa a herança que moldou as nossas instituições, origem do ódio ao pobre. O mais grave no discurso retrógrado do ex-general, e vice-presidente, Mourão é a total incoerência entre aquilo que discursa sobre a meritocracia e a completa ausência de autocrítica neste caso do próprio filho.

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Vamos cantar para “espantar os males” da política

Você está preparado pra receber tudo calado?
Este é o preço: “Quem não ouve conselho, ouve: coitado”
É o que resta pela sua omissão
Fingiu lutar, mas agiu como um perfeito alienado
Agora é jurar amor pela pátria que resta
Como se estivesse num presídio, vida dura de condenado
Vai ter liberdade de assistir Faustão
E ainda dizer que está “antenado”

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A infame Lava Jato agora como política penal

O juiz “combatente do crime” é a expressão máxima desse autoritarismo contínuo. A “Justiça Policial” brasileira se assemelha à justiça da Alemanha Nazista, onde os juízes nazistas declaravam que seriam “duros com o crime” e que “os prisioneiros não estariam em situação melhor que os desempregados alemães”. Ora, se o juiz existe para prender é prescindível a existência da figura do próprio juiz, basta a polícia. A subordinação do processo penal a esfera política do poder punitivo é a instauração do Estado Policial que vitima todos os dias a população pobre brasileira nos nossos presídios ilegais, população esta, que nunca conheceu o processo como proteção da cidadania contra o arbítrio Estatal, garantido na Constituição.

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A crise brasileira se aprofunda

Em sua coluna em Tiempo Argentino, Eduardo Jorge Vior apresenta uma opinião bem clara sobre os primeiros passos de Jair Bolsonaro como presidente brasileiro: apesar de acenar com um país mais moderno e liberal, conduz a população na direção do nosso primeiro período pós Império – a República Oligárquica. Esprimido entre tecnocratas ultra-liberais, pastores evangélicos pró-Israel e militares conservadores, há um conflito expresso entre o discurso que pretende e o realismo possível.

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Bolsonaro – Entre o mito e a realidade (Parte I)

Bolsonaro acreditou ser possível se sustentar nos 58% de votos para tentar dominar as rédeas da situação, mas as coisas não são simples para quem, como é o caso de Bolsonaro, para se eleger vendeu a alma a dois demônios, Paulo Guedes (o “Chicago boys”, ultraliberal) e à ala militar entreguista, ultraliberal representada pelo seu vice, ex-General, Mourão. Mourão, inclusive, afirmou em recente entrevista que estaria montando um “Dream Team”, com pessoas de diversas áreas, economia, diplomacia, etc. Seriam talvez os “Brazilian Boys”. No Chile sabemos como tudo terminou. No Brasil pode ser muito pior.

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99%, UNÍ-VOS! – “Déficit Fiscal há 35 anos”? Conta outra!

A mídia corporativa não perde tempo e já propaga a mesma lenga-lenga de sempre para fazer o joguinho de quem lhe compra o espaço (não o publicitário, mas o de conteúdo mesmo): Se não promovermos o ajuste fiscal agora, de forma gradual, ele virá logo ali na frente, como um tratamento de choque… O pensamento liberal tem sempre a justificativa perfeita para que o aperto do torniquete, ao invés de estancar o sangramento, provoque a drenagem do nosso fluxo econômico diretamente para os donos das cartas no sistema financeiro. No Brasil, desde o acordo com o FMI em 1983, a banca paga e recebe. Sempre em dobro, sempre em dia, sempre às custas dos 99%.

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Ministro Dias Toffoli – Uma alma subordinada ao senhor da vez

Qual a indagação que os dirigentes e ex-integrantes dos governos petistas poderão fazer quanto ao atual comportamento do ministro Tofolli? Esta alma subordinada ao senhor da vez é o fruto de uma escolha sob crescente pressão do próprio PT para ocupar com “gente aliada” a Corte que julgaria o “Escândalo do Mensalão”. Fruto que nasce dessa semente só poderia dar nisso…

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O estanho “sincericídio” (sic) de Bolsonaro – e a esquerda “bobinha”

Bolsonaro, estranhamente, “deixou escapar” que o General Vilas Boas “tem responsabilidade por ele estar ali”. Ora, Bolsonaro sabe que o General não teria como desmentir.
E a parte da esquerda ingênua/ mal-intencionada resolve dar crédito, pelo valor de face, a Bolsonaro como fonte confiável, “historiográfica”, não mais que de repente. Quando convém, some o discurso de “fake news”, “ele fala qualquer coisa”, “diz e depois desdiz”.
No entanto, tal “inconfidência” (sic) não bate com nenhuma das informações prévias acerca da relação entre ambos. Na verdade, parece que Bolsonaro quis vender pra dentro das Forças Armadas (FFAA) – e também para fora – que ele foi uma escolha da – e operacionalizada pela – instituição Exército. E não por um grupo dentro dele (que de qualquer forma não foi impedido de agir mesmo). Quis se ungir “unanimidade”.
Interessante notar que tal leitura não deixa de convir para alguns: reforça a narrativa “nós vs. eles” entre esquerda e FFAA. O que beneficia Bolsonaro, permitindo que ele siga mascarando medidas realmente antinacionais com um discurso falsamente dicotômico, mofado, vindo da Guerra Fria/ Regime Militar. Note-se que isso não deixa de fortalecer o discurso da ala da esquerda anti-FFAA, seus antípodas necessários.

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Da toga à carapuça de político – Moro precisa explicar ao povo o que quer fazer

O ministro terá de convocar uma nova Constituinte para remover a presunção de inocência do condenado até o trânsito em julgado.  Será que o o ex-juiz – agora ministro da justiça – pretende convocar uma nova Constituinte? Moro pareceu decidido a lutar por isso, pois no seu discurso de posse também falou que “pretende-se deixar mais claro na lei, como já decidiu diversas vezes o Plenário do Supremo Tribunal Federal, que, no processo criminal, a regra deve ser a da execução da condenação criminal após o julgamento da segunda instância”. Ora, Moro! O STF não recebeu voto do povo. Pare de fingir não saber que a sua imposição é um crime, pega mal para um “ministro da justiça”.

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O “socialismo” do Brasil e a “Revolução Azul e Rosa”

Enquanto estudo publicado no início do ano passado pela organização não-governamental britânica Oxfam mostra que cinco bilionários brasileiros concentram patrimônio equivalente à renda da metade mais pobre da população do Brasil, Bolsonaro e “Progressistas” debatem um socialismo que não passa de mais um tapa na cara dos brasileiros.

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A Petrobras e a Próxima Crise

Olhar a perspectiva histórica a partir de crises econômicas insufladas pela banca permitirá que se anteveja o que vem pela frente, no Brasil e no mundo. Pedro Augusto Pinho apresenta o atual momento como de ebulição controlada, onde distintas chaves serão acionadas conforme a conveniência econômica. Tomando como base as crises do petróleo ao longo da segunda metade do século XX, é demonstrada a passagem do poder econômico do sistema geopolítico para o sistema financeiro apátrida. O mesmo sistema sedento pelo Pré-sal e que força a inviabilização da Petrobras como player mundial na áea de energia. Agora, já finalizando a segunda década do século XXI, ele mostra os reflexos da última série de crises: consolidação do poder da banca e extensão da sua dominação ao mundo da comunicação, da política, do psicossocial e de diversos governos nacionais.

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O Saco de Pedras

Você nunca procurou saber onde está realmente? E por que coisas estranhas acontecem ao seu redor? Onde nós estamos? As coisas existem mesmo ou tudo não passa de uma ilusão? Seriam um simulacro de algo distante? Algo tipo o que acontece no filme “Matrix”? A história que conto aqui para vocês não é uma de ficção de terror como costumo fazer nos meus quadrinhos. Para minha alegria atual (e meu pavor em outra época), aconteceu de verdade. Tão real quanto o som que sai do teclado desse notebook. Afinal, o que é o real? Pode algo se desmaterializar ou sumir na sua frente? Alguns amigos não acreditam em Deus, espíritos, outras dimensões, mundo invisível. Problema deles! Eu não tenho motivos para duvidar.

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O elo entre Eduardo Cunha, Paulo Pimenta, Wadih Damous e Luis Nassif: xeque do Duplo Expresso

– Tudo começou quando, no final de 2017, Wellington Calasans e Romulus Maya abordaram com bastante ceticismo um pequeno “artigo” de Luis Nassif publicado com toda a discrição (sem qualquer destaque em seu site) em que esse reforçava algo que ambos os apresentadores sabiam – e provaram (com documentos e imagens) – ser mentira: Eduardo Cunha estaria, naquele momento, “preso” em Curitiba. Mais que isso, “humilhado e ofendido”, não mandaria mais nada na política brasileira (segundo Nassif!).
– Foi justamente diante de pressões – vindas de onde menos esperávamos! – para que não mais abordássemos o tema da “prisão” (fake) de Eduardo Cunha – e também o “Caixinha unificado suprapartidário da ALERJ” – que Wellington Calasans e Romulus Maya, um par de semanas depois, criaram página própria: este Duplo Expresso. Com total independência e ausência de rabo preso.
– E, nessa mesma pegada, que venha 2019! Estamos todos juntos, na mesma trincheira. E já sabemos quem, nela, está na realidade trabalhando para o outro lado. Pelo menos para isso valeu 2018, não é mesmo?

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Documento da ONU sepulta Luis Nassif: o caso Duplo Expresso/ Romulus Maya

– Agora é de papel passado: Luis Nassif é o rei das fake news no Brasil. E quem é que diz isso? “Apenas” a ONU!
– Ao longo de meses o Duplo Expresso foi a Genebra, Lisboa e Luanda para desmontar uma das mais vis tentativas de assassinato de reputação da história do jornalismo brasileiro na era digital: aquela dirigida por Luis Nassif – a mando de Paulo Pimenta – contra Romulus Maya, editor do Duplo Expresso.
– Começamos pelo final, apoteótico: o pronunciamento, por escrito, de funcionário das Nações Unidas em Genebra encarregado de comunicação e relações exteriores chamando Luis Nassif do que ele é, um mentiroso, caluniador.
– Na sequência rememoramos como chegamos até aqui. E contextualizamos o episódio Luis Nassif/ Romulo Brillo – nome de batismo por trás do pseudônimo “Romulus Maya” – no roteiro que nos levará, em breve, ao ano 4 do Golpe no Brasil.
– Aprenda, Luis Nassif: dossiê se faz com documento. Se for da ONU, melhor ainda!

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Bolsorão Temer Rousseff da Silva – O Frankenstein brasileiro que “toca o terror” contra o povo

Quando falamos sobre terrorismo, devemos lembrar que o PT no governo Dilma também deixou mais um presente para Jair Bolsonaro e seu governo civil-militar: apesar do Brasil já contar com instrumentos legais para punir atos terroristas, o governo Dilma sancionou em 2016 a Lei Antiterrorismo na esteira da realização das Olimpíadas no país. O objetivo original era supostamente conter os Black Blocs presentes em diversas manifestações na época.

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“Micaretas vermelhas” e a “Esquerda Ibrahim Sued”: continua em 2019?

Filho fotografava para depois ganhar prêmio…
– … e mamãe Carol Proner, advogada, participava da farsa no Sindicado, mentindo para Lula e induzindo-o ao erro de se entregar.
– Mamãe também ganhou prêmio: vendeu livro, fez alpinismo jurídico-social, com caravana de divulgação e tudo. Com isso virou “alguém na fila do pão”, e assim pôde conquistar o título-ostentação de “namorada do Chico”.
Todos ganharam…
“Todos?
E Lula?

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Íntegra da entrevista de Piero Leirner ao Le Monde Diplomatique Brasil

A série de perguntas a seguir realizou-se no âmbito de uma reportagem maior do Le Monde Diplomatique Brasil para uma matéria na edição de dezembro, que trata da já não-tão-nova-assim estratégia do “firehose of falsehood”, ou “mangueira de falsidades”. Expressão que foi consagrada para, de grosso modo, tratar desse fenômeno de campanhas eleitorais baseadas em fakes, etc. Além dos pontos próximos e distantes entre “firehosing” e “guerra híbrida”, Piero Leirner discorre sobre os modelos de comunicação de Trump e Bolsonaro, da futura institucionalização dos discursos dissonantes da cúpula bolsonarista, no uso do WhatsApp e sobre a eventual falência desse modelo caso o governo brasileiro não apresente os resultados esperados.

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Mourão, o pigmeu tupiniquim com complexo de Deus

Mourão (Morurinho) é um gigante para falar de quem tem como refém, mas é do próprio tamanho (um pigmeu) quando não fala da corrupção dos bancos, dos juros, da sonegação de impostos ou da auditoria cidadã da dívida. No sentido oposto, tenta convencer de que tudo de ruim está no Estado. O mesmo Estado que deu e dá aos militares brasileiros uma condição que poucos militares do planeta possuem. Para fazer o quê? Entregar as nossas riquezas e escravizar o nosso povo?

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Duplo Expresso: antes ser “ingênuo” a ser “sabido” (com rabo preso!)

Exatamente um ano atrás – no programa de 20 de dezembro de 2017 – nossa “ingenuidade”, como bem classificou o Marc Nt, ficava evidente.
“Inocentes”, fomos fortemente surpreendidos, ao ponto do choque, com a constatação do tamanho da infiltração do Golpe na (suposta) “esquerda” brasileira.
“Dissonância cognitiva” e “vieses (ou defeitos) cognitivos”, em especial viés de confirmação, viés de representatividade, viés de otimismo e viés retroativo (hindsight bias). Junte isso às bolhas algorítmicas das redes sociais, ao comportamento de manada e ao anonimato na rede e…
– … sente no chão e chore.
Ou então…

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“Fake-ada”: documentário desmonta, definitivamente, farsa de Bolsonaro

Eis documentário que desmonta – inapelavelmente – a farsa da “fake-ada”. Nada de novo para os membros da Comunidade Duplo Expresso, o único veículo fora do acerto entre PIG (Partido da Imprensa Golpista) e “Blogosfera (dita) progressista” para, atuando mais uma vez em “pinça”, tentar sepultar qualquer questionamento sobre o episódio, taxando de “teoria da conspiração”. Sim, “teoria da conspiração”… termo esse criado, justamente, por não outra que a própria CIA (!), nos anos 60, para encobrir, com diversionismo, não a “teoria” mas a prática da conspiração – como nos ensinaram os grandes Moniz Bandeira e Samuel Pinheiro Guimarães.

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PT garantirá que caso Queiroz não dê em nada. Insólito? Entenda

Ei, você que está compartilhando as tags #OndeEstáQueiroz e #FalaQueiroz:
-Cuidado porque, daqui a pouco, quem chega é a *Elisângela*!
Não sabe quem é?
Pois é.
Informe-se.
Assessora na ALERJ – do PT.
Movimentou 22 vezes mais: R$ 26,5 milhões!
*
Em suma: o caso “Queiroz” não dará em nada.
Isso porque não pode dar em nada.
E quem vai garantir que não dará em nada é, entre todos os outros, o próprio PT.

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O que Mao diria dos Coletes Amarelos

Slavoj Žižek acredita que o movimento francês dos Coletes Amarelos expõe um problema no coração da política de hoje. Excessiva adesão/aderência à “opinião” popular e insuficientes inovação e ideias frescas. Qualquer rápido exame do imbróglio já deixa ver claramente que fomos apanhados em múltiplas lutas sociais. A tensão entre o establishment liberal e o novo populismo, a luta da ecologia, os esforços em apoio ao feminismo e à libertação sexual, mais as batalhas religiosas e étnicas e o desejo por direitos humanos universais. Para não mencionar que tentamos resistir contra o controle digital sobre a vida de cada um. Assim sendo, como por juntas todas essas lutas, sem simploriamente privilegiar uma delas como a “verdadeira” prioridade? Porque esse equilíbrio nos dá a chave para todas as outras lutas.

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Os Três Lobinhos

Se você já debulhou o peru, empanturrou-se de sarrabulho e farofa de banana, prometeu pela enésima vez que nunca mais vai morder um pedaço de panetone com frutas cristalizadas, e ainda não conseguiu entender direito de onde saiu essa ideia de enfiar passas de uvas em tudo quanto é prato na ceia de Natal, então você está pronto! Markuns desembrulha e entrega para você um texto parodiando os lobos guerreiros da maior representação partidária do espectro… espera aí… “espectro” [na Física, este engenheiro das letras diria ser uma representação das amplitudes ou intensidades – vulgo “energia” – dos componentes ondulatórios de um sistema quando discriminadas uma das outras em função de suas respectivas frequências, mas, no caso em questão, é a imagem fantasmagórica mesmo] progressista do apocalipse zumbi brasileiro. Feliz Natal!

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Duplo Expresso Canino

Em tempos de tanto vira-latismo na política brasileira, o Duplo Expresso chegou mostrando os dentes. Wellington Cão-lasans e Romulus Chiuamaya passaram o ano inteiro de 2018 ouvindo atentamente o que se latia por aí e, principalmente, ainda muito mais atentos aquilo que não era latido… Não foi por falta de técnica, carisma e conhecimento que nossa esquerda a-destra-da deixou passar voando por cima de suas cabeças orelhudas o filé mignon para romper com o atual regime: Lulau da Silvau! Ao invés de protegê-lo em uma casinha estrangeira dentro de Brasília, como uivavam esses dois, o PTj convenceu a todos que seria mais legal enviá-lo ao canil de Kurityba. Aí, depois de uma campanha política fracassada, vamos todos lamber feridas e revezar corridas atrás dos próprios rabos e das rodas de tanques…

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99%, UNÍ-VOS! V – Onde se lê…

O texto em questão baseia-se no recente programa do Duplo Expresso em que Wellington Calasans relembra a luta dos islandeses em 2008! Apesar de ser um país relativamente pequeno e com uma população diminuta, a Islândia deu um magnânimo exemplo de consciência cidadã, mostrando a importância da luta por ideais. Por isso o esforço efetivo dos 1% em esquecê-la e apagá-la da memória mundial. Pois então, lembra-se mais uma vez que essa série “99%, UNÍ-VOS!” tem como metodologia o DESENVOLVIMENTISMO. O mesmo que está por trás do “Cinturão da Seda” que tanto tem assustado o enfraquecido “hegemon liberal”. Infelizmente, esta fera anciã ainda mantém garras afiadas e poder destrutivo…

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Terra Sem Lei – Juiz do STF é massacrado porque ousou respeitar a Constituição

A decisão de Marco Aurélio Mello sequer poderia ter sido questionada. Mas estamos no Brasil. Nesse país todo absurdo é tratado com naturalidade. O simples cumprimento da Constituição é motivo de reunião especial das Forças Armadas, entrevista coletiva da Força Tarefa – Lava Jato, de horas de blá blá blá de especialistas em banalização da justiça e da Constituição, etc.

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Guerra híbrida no Brasil é a novidade de 1940

Como exemplos de movimentos típicos de uma guerra híbrida na América do Sul e no Brasil podemos citar: inflação, crise cambial, dívida pública, dominação dos meios de comunicação, desnacionalização dos meios que constituem condições gerais da produção de mercadorias, lobbies atuantes no Congresso Nacional e nas assembleias regionais. E muitos outros.

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Nildo Ouriques fala sobre México e López Obrador

López Obrador foi eleito pelo Movimento Regeneración Nacional – Morena com uma carga avassaladora de votos. Ele assume o país postulando o essencial: “Não roubar! Não mentir! Não trair!”. Depois de suplantar duas gigantescas fraudes eleitorais, ele ascende ao poder sempre encabeçando o protesto popular. Sempre à frente, exercendo o que há de mais verdadeiro na Democracia: a capacidade de condução da vontade de uma sociedade através da criatividade, imaginação e tenacidade do seu povo. Que México será esse que apresenta um líder lastreado pela história e que afirma que o país viverá seu quarto grande ciclo transformador?

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