“Guerra híbrida” (“do atraso”?): mais uma reação — no PT — ao D.E.

Precisamos muito falar de “guerra híbrida” no Brasil.
Quanto mais, melhor!
Mas não como “limited hangout”…
Uma tentativa de “fogo de encontro” para estancar questionamentos e hemorragia nas bases, cada vez mais ligadas em manipulações concertadas com o outro lado e “Telecatch”.
Assim, não vai ter jeito: o pessoal vai continuar vindo ao D.E., para saber o que REALMENTE acontece… rs

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A Era das Guerras Econômicas – origem, estrutura e razão no atual cenário global

A Escola de Guerra Econômica Francesa iniciada em meados de 1997, através da realização de estudos organizados por Henri Martre, concebe o atual cenário globalizado mundial como a Época ou Era da Guerra Econômica, muito antes do cenário atual de radicalização entre China e EUA que deixa isso patente. Ou seja, caracteriza o momento atual como de uma nova época em que a tensão entre um modelo que se vinha impondo de unipolaridade é tensionado com um atores de grande força econômica e militar de tal sorte que o atual cenário global deveria ser caracterizado estruturalmente como tempo de Guerra Econômica generalizada. 

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O satânico Projeto de Lei (PL) 1595/2019 – Como instaurar um regime de terror e medo no Brasil contemporâneo (parte 1)

Aqui vamos falar sobre um desses PLs, dos mais brutais e descarados: o PL 1595/2019. Isso porque falar dele mais uma vez faz sentido AGORA, NESTE MOMENTO (já estamos falando dele há um bom tempo, em diversas transmissões do DE e, mais especificamente, destrinchando-o em um DE de domingo, dia 20/10/2019).

Faz sentido falarmos urgentemente desse PL porque o seu autor, Major Vitor Hugo (deputado federal pelo PSL/GO) tuitou, no último dia 03 de janeiro de 2020, a informação de que está pressionando pela aprovação com urgência de seu satânico PL, dados os “recentes fatos internacionais” (em especial o ilegal, covarde e irresonsável assassinato, pelo imperialismo estadunidense, do general Qassem Suleimani, então chefe da Força Quds da Guarda Revolucionária iraniana).

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Mais do que um crime, uma desonra

O período Bolsonaro talvez fique registrado como aquele em que a corrupção, os desvios, as farsas foram tão longe que foi necessária a ruptura geral, a construção do nunca concluído Estado Nacional Brasileiro para termos um país e uma cidadania. Dizer com orgulho, parodiando o poema de Maiakovski: sou um cidadão brasileiro.

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A queda dum Anjo – A súbita mudança de Bento Albuquerque

Em outubro de 2017, o atual Ministro de Minas e Energia, o almirante de esquadra Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Junior – então diretor-geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha – concedeu entrevista à revista Carta Capital. O assunto era o Programa de Desenvolvimento de Submarinos da Marinha do Brasil (Prosub), do qual o principal empreendimento era a construção do submarino nuclear.

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A última razão do crime

As duas grandes guerras da primeira metade do século XX recolocaram este poder no outro lado do Atlântico e na proximidade dos Montes Urais. As finanças deixaram de dar as cartas e se subordinaram, por breves décadas, ao capital industrial, então indissociável do Estado-nação, à época comprometido com a compatibilização entre acumulação privada e cidadania.
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Militarismo em países dependentes e subdesenvolvidos

Essa mesma visão de desenvolvimento interno para países em desenvolvimento ou dependentes político e economicamente deveria ser base para gestar entre os mesmos objetivos que visassem a ampliação de sua soberania a frear processos de lobbies intervencionistas (políticos e de desenvolvimento). Também deveria impulsionar uma nova “consciência” entre setores civis e militares (o que dependeria da articulação de ambos setores), gestando uma visão nova de desenvolvimento nacional, industrial, de inteligência e soberania nacional. Esta não é nossa realidade atual.
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A Foreign Affairs e o retorno da (nunca abandonada) questão nacional

  Por Felipe Quintas   Os meios acadêmicos norte-americanos despertam para a atualidade e a importância da questão nacional.  

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Um projeto de Revolução Brasileira no pré-1964

Imagine-se um brasileiro comum, vivendo em pleno ano de 1962, tomando contato com o seguinte texto: Por que os ricos não fazem greve?, seguido do texto Quem pode fazer a revolução no Brasil? E, ainda: Quem dará o golpe no Brasil?. Ou então, imagine-se em pleno ano de 1963, tomando contato com o texto: Como seria o Brasil socialista?, seguido de Como atua o imperialismo ianque? e depois Como são feitas as greves no Brasil? ou Que são as Ligas Camponesas?. Ou também os seguintes temas: Por que existem analfabetos no Brasil?, A Igreja está com o povo?, Quem faz as leis no Brasil?, De que morre o nosso povo?.

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Argentina: à beira do tsunami social e político

O novo presidente da Argentina, Alberto Fernández (AF), anunciou com estardalhaço a “Lei de Solidariedade Social e Reativação Produtiva”.
Para enfrentar a pobreza, que já atingiu o 40% da população, AF pretende outorgar bolsas para alimentação, para os pobres com filhos, de 4.000 a 6.000 pesos, além de bônus para famílias com filhos, de 2.000 pesos.
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Ataque ao “Porta dos Fundos”: canastrice, false flags e psi-zumbis

A melhor descrição desse vídeo talvez venha da ironia do escritor Antonio Prata: “Sei que é ingenuidade minha, mas ainda aguardo a revelação de que o atentado do Porta dos Fundos era uma piada deles mesmos só para lança a piada mor: o vídeo dos integralistas carioquistas sotaquistas de neopentecostalistas avec monty python no úrtimo”.

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Para onde vai o Chile?

Mais de 200 mil pessoas permanecem diariamente em protestas permanentes. Existem milhares de ações que não são relatadas.
Embora a situação objetiva tenda a não ser animadora como uma perspectiva real de triunfo, a menos que ocorra um evento de desequilíbrio. Esta seria a entrada em cena em massa da classe trabalhadora.

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Narcoprimaveras, técnicas de guerra de comunicação e lawfare continental

Cada vez mais fica clara em toda a região a relação de operações similares de guerra de comunicação, desinformação, e operações de lawfare (o escândalo da Odebrecht foi operado em diversos países da região e atingiram distintas figuras políticas no continente).

Agora a guerra legal, lawfare, ampliam-se para além da perseguição de figuras centrais da esquerda local, como nos casos de Lula da Silva, Cristina de Kirchner e recentemente Evo Morales com apoio de organismos internacionais. Não é por acaso que o golpe boliviano ocorreu meses depois do governo boliviano apontar para um acordo de beneficiamento de lítio com participação conjunta de capital alemão e colaboração chinesa.

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Estado de que direito?

Que Estado podemos imaginar, dominado pela especulação, pela corrupção, pelas drogas, contrabandos e uma religião que divulga e pratica a teologia do enriquecimento, sem qualquer restrição ética ou moral?

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Solidariedade Incondicional com a República Democrática da Coréia

Sob a desculpa de dissociarem-se com o governo encabeçado por por Kim Jong-Un, esquerdista como Marcelo Freixo, David Miranda, Sâmia Bomfim, Fernanda Melchionna, Luciana Genro aderem à campanha imperialista e neo-colonialista pela destruição da RDC. Posam de vestais ultra-democratas para bajular o eleitorado de classe média e média-alta. No passado, essa“esquerda faz de conta” apoiou os fundamentalistas islâmicos no Afeganistão; a restauração capitalista na URSS, na Iugoslávia, nos Estados operários do Leste Europeu, etc., propondo lhe serem desagradáveis os seus líderes e regimes autoritário e burocráticos.

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Circo Voador celebrou Lula tutelado

Nesta última quarta-feira (18.12), ocorreu mais um evento Lula Livre. O evento se deu no Circo Voador, na cidade do Rio de Janeiro e teve como motivo o reencontro de Lula com setores partidários e de artistas após os 580 dias de prisão. A alegação de Lula para a leitura do discurso foi a de que se sentia mal, com problemas na garganta novamente. Na prática o que se percebeu foi um controle do PT de São Paulo e de setores ligados ao Instituto Lula, inclusive desautorizando a organização e a gestão do PT do Rio de Janeiro no evento.

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As Narcoprimaveras latino-americanas

Primeiro há que aclarar o que significam estas narco-primaveras. O conceito é decorrente da rearticulação das condições de dependência regional (extração de mais valia e transferência de riquezas de forma permanente para países imperialistas globais). E a mesma é resultante da articulação de estados ocos (em que a burocracia ou órgãos do estado deixam de atuar, sendo limitados, extintos ou agindo contra a lei) em estados que já eram falidos, ou incompletos (típicos de nações de terceiro mundo, em que o estado não ocupa todo o território e sociedade) e gera a possibilidade de consolidação de sistemas não legais e ilegais como forma de normatização e assimilados por setores burocráticos do estado.

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Último giro: como 2019 fecha na América Latina – D.E. 19/dez/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) Alejandro Acosta, editor do jornal Gazeta Revolucionária, comenta: “O aperto da crise mundial sobre a América Latina. Os últimos detalhes sobre Chile, Bolívia, Uruguai, Colombia e México”.
(iii) O historiador Mario Maestri comenta: “Solidariedade incondicional para com a República Democrática da Coréia (Coreia do Norte). E nada de beijinhos e afagos com o Líder Celestial (Kim Jong-Un)”.
(iv) A socióloga Angélica Lovatto finaliza o destaque ao conjunto de quatro autores – como casos exemplares – exilados pelo golpe de 1964 e que foram considerados hereges e malditos não só pela direita brasileira, mas pela própria esquerda liberal por meio da cumplicidade do silêncio ou desqualificação de suas obras. Nesta quinta-feira o tema será: “Trajetória de uma teoria no exílio: a importância de Theotonio dos Santos para a Teoria Marxista da Dependência”.

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Acordão: todos apoiam #EvangelistãoDoPó! – D.E. 18/dez/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política, hoje com ênfase na confirmação de que a “oposição”, candidata a “MDB da nova ditadura”, avaliza o acerto de Sergio Moro e do General Heleno para a “Pax do #EvangelistãoDoPó”. Termos: em troca de o PCC fazer cairem as taxas de homicídio – e também pagando o respectivo dízimo aos agentes “públicos” (?), é claro –, esse pode traficar à vontade. Mais: pode inclusive contar com agentes do Estado fazendo a sua segurança (!).  E também para fazer valer o seu monopólio no mercado da droga, interno e para a exportação, agindo (apenas) contra máfias rivais. É pra acabar!
(ii) O jornalista Beto Almeida, da Telesur, comenta: “O ressurgimento do nacionalismo-revolucionário na Argentina e no Mexico. Mais: o diálogo PT vs. Varguismo no Brasil”.
(iii) O jurista Luiz Moreira comenta a conjuntura política e jurídica do país: “o primeiro ano do governo Bolsonaro, os rumos da oposição, a Lava Jato do Rio de Janeiro investigando a Lava Jato de Curitiba, a – muito suspeita – queda na taxa de homicídios (fruto de acordo de Sergio Moro e dos Generais com o PCC)”.

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Os franceses voltam a se levantar

As enormes mobilizações nas ruas contra a reforma trabalhista, em 2015 e 2016, foram controladas pela retirada do projeto de Lei, que acabou passando posteriormente, por meio de um decreto, durante o governo de Emmanuelle Macron. O trator Macron, o filhote dos Rothschild, uma das 148 famílias que domina o mundo, parecia que iria passar por cima de tudo para reduzir o déficit fiscal do 2,2% do PIB para o 1,2%, com o objetivo de aumentar os repasses para os monopólios. Quando aumentou o preço dos combustíveis, veio uma surpresa: as enormes revoltas dos chamados coletes amarelos. Para controla-los, o governo Macron precisou aumentar o déficit público para o 3,2% do PIB; e situações similares aconteceram em vários países vizinhos ameaçados pelo contágio.

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Pepe Escobar & Piero Leirner: guerra híbrida global – D.E. 17/dez/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) O economista Nildo Ouriques comenta a hora decisiva no Brasil e na América Latina.
(iii) O antropólogo Piero Leirner, desde a semana passada ostentando — i.e., oficialmente — o título de “Mestre da Guerra Híbrida”, e o correspondente e analista internacional Pepe Escobar chegam para aclarar a conjuntura atual da grande disputa global. Teatros: Rússia, China, Irã, Síria, Europa, EUA, América Latina e… Brasil.

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Bomba: a prova do “Evangelistão do Pó”! O PCC já está no comando – D.E. de Domingo 15/dez/2019

Duplo Expresso de Domingo, com Romulus Maya, o penalista Fernando Nogueira e o especialista em ciber-segurança e tecnologia “Caos Soberano”. Já estamos na Pax do “Evangelistão do Pó”, celebrada pelo General Heleno, Sergio Moro e o… PCC. Depoimento — bomba — de deputado escancara o esquema de vez. No D.E., onde mais uma vez a verdade chegou primeiro, você o ouve. E cai para trás!

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Castilhos, Vargas, Brizola, Jango, Geisel

Há na História do Brasil um fenômeno curioso. Podemos distinguir apenas dois instantes em que os principais políticos nacionais foram efetivamente nacionalistas.
O primeiro, no alvorecer da independência, com a personalidade política, intelectual e científica de José Bonifácio de Andrada e Silva. Emblemático Patriarca da Independência. O segundo, curiosamente, reuniu um grupo de gaúchos com tendência ou formação positivista. São os que enumeramos no título do artigo. Três galgaram a Presidência do País, mas todos marcaram nossa História.

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