Golpe é… Golpe! – Brasil descumprirá decisão da ONU em favor de Lula. E aí?

A decisão da ONU hoje significa que, mesmo antes de se pronunciar sobre se há ou não perseguição a Lula pelo Judiciário brasileiro, o Comitê reconhece que haverá prejuízo irreparável caso o ex-Presidente seja impedido de concorrer até que o mérito seja decidido. Mal comparando, é uma espécie de decisão “liminar”.
Trata-se de uma importante vitória. Mas que é eminentemente moral, e (portanto) política, dada a ausência de mecanismo de execução. Em vista disso, é na arena da política que pode – e deve – ser explorada:
– ” O mundo reconhece que Lula é perseguido! E, para perseguir Lula, o Judiciário brasileiro, parte do Golpe, passa por cima até de decisão da ONU!”
Mais do que nunca, em consequência do pronunciamento da ONU, o PT tem a obrigação – política – de casar discurso e ação. Tratar o que, acertadamente, chama de Golpe como… Golpe. E levar às últimas consequências a (até aqui apenas…) palavra de ordem “eleição sem Lula é fraude”.
A verdade é que a decisão da ONU não afeta, muito, a linha de ação do Golpe. Apenas aumenta, um tantinho, o preço em desgaste de imagem que eles terão que pagar. E, certamente, estarão dispostos. Afinal, Golpe é… Golpe. No entanto, sobre as cabeças dos conspiradores do Plano B, ela cai como uma B’omba. Viva!

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Duplo Expresso 17/ago/2018

Destaques:
– O politólogo e analista internacional Eduardo Vior fala sobre a viagem de Jim Mattis, chefe do Pentágono, ao Brasil e a Argentina.
– A Economista, doutora em Políticas Públicas e mestre em Planejamento e Desenvolvimento Econômico Ceci Juruá comenta: “2016 – Colapso institucional que abriu caminho para o golpe”– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Plano B: há estratégia? Ou é a capitulação exigida pelo Golpe?

Não ganhamos nada e perdemos tudo ao continuar adiando – como vimos fazendo até aqui – um enfrentamento incontornável com o Judiciário.
Se é para perder, em ambos os casos, que seja pelo menor número de gols. Tática do empate.
Mas não… esse “Deus proverá” continuará sendo o álibi para quem não quer lutar (por “n” razões, inclusive a cooptação, mas não apenas) e/ ou acha que vai sobreviver à continuação do expurgo do PT.
Com Plano B não só deixamos entrar a goleada como concordamos com a amputação das nossas pernas.
Que militantes rasos já tenham esquecido os padrões de tudo o que aconteceu até 2 semanas atrás – afinal, é Golpe ou não é? – e já tenham entrado no frenesi de “Fla-Flu” eleitoral, entre vermelhos e azuis, eu compreendo. E condoo-me até. Imaginar uma “eleição”, totalmente controlada pelo Golpe, em que o Golpe sairia derrotado…
Mas numa discussão estratégica, em que se tenta ultrapassar as armadilhas dos (reconfortantes) vieses cognitivos, não há como não reconhecer que o Plano B é a capitulação que o Golpe há muito esperava.

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Duplo Expresso 16/ago/2018

Destaques:
– O sociólogo, escritor e analista internacional Lejeune Mirhan comenta: “O significado do Iraque na geopolítica do Oriente Médio”
– O Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães comenta a atualidade política do Brasil e do mundo.– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 15/ago/2018

Destaques:
– O advogado e pré-candidato a Deputado Federal pelo PDT-PR Samuel Gomes comenta: “A invasão da justiça na política – Como resgatar a soberania popular”
– A arquiteta, mestra em Engenharia Civil e doutoranda em Administração de Empresas Patrícia Vauquier fala sobre: “Lições da eleição de Macron para o Brasil de 2018”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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A (falsa!) “subida de Alckmin” nas “pesquisas”: Duplo Expresso acerta de novo!

De tão previsíveis as jogadas do Golpe, está ficando repetitivo registrar o papel de Cassandra que vem sendo exercido pelo Duplo Expresso até aqui.
Dissemos ainda em julho: “veremos, como em TODAS as eleições desde 2002, os institutos de pesquisa (do esquema) relatarem uma alegada ‘disparada na reta final’ do candidato tucano nas últimas semanas antes do primeiro turno, que vai casar, ‘providencialmente’, com a dianteira – ‘surpreendente’ – que o candidato do PSDB ‘vai abrir’ – i.e., na apuração – com relação ao ‘terceiro colocado’ (entre aspas mesmo)”.
Pois adivinhem?
Desta vez, como o salto a “ser dado” por Alckmin é grande demais e a eleição mais curta, os defraudadores resolveram começar a tal “subida” ainda antes do início do – “redentor” (sic) – horário eleitoral gratuito (o álibi a que os “analistas” sempre recorrem para explica-la).
Registrem: no dia de ontem foi dada a largada da fraude 2018. E nas páginas da Veja!
Mas e o PT, hein? Que papel desempenhará em toda essa farsa?

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Haddad contraria PT e adota discurso da direita sobre Venezuela. Sobre os EUA? Nada diz

Impressiona a falta de traquejo político – e até de sagacidade – daquele que almeja substituir (não outro que…) Lula (!) como o candidato do PT à Presidência da República. A quantidade de tiros no pé disparados em pouco mais de 1 semana por Fernando Haddad, o “FH” desta geração, é fabulosa. Imaginemos o que ocorreria numa campanha em plena marcha, com escalada da tensão.
Na redução que o “globalismo progressista” promove da política a uma oposição entre (pós-) “modernos” e “reacionários”, o conflito capital vs. trabalho, fundamental desde sempre no ideário de esquerda, passa a um segundo plano. Mais que isso, suprime-se o outro eixo definidor no mapeamento (geo-) político: o conflito, dentro da lógica de “império”, entre os interesses do centro e da periferia do capitalismo.
Quando perguntado sobre se a Venezuela e a Nicarágua não seriam “ditaduras”, Fernando Haddad tenta ensaiar um murismo. Acaba, contudo, entregando-se e dizendo, por exemplo, que o “regime” (sic) venezuelano, com uma “sociedade conflagrada” (sic), não seria uma democracia. Repete ainda a asneira plantada pelos EUA de que a Nicarágua viveria uma “guerra civil”. Isso quando, na realidade, tenta-se uma nova “primavera”: o pequeno país centro-americano é a bola da vez nas operações de desestabilização patrocinadas pelos EUA.

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Duplo Expresso 14/ago/2018

Destaques:
– O especialista em Minas e Energia, PhD em Engenharia na área do petróleo, Paulo César Ribeiro Lima comenta: “Pré-sal: Regime Temer também erra. Ainda podemos reverter”
– O doutor em Economia Gustavo Galvão fala sobre: “Crise econômica da Turquia”
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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Exclusivo: “Mercado”, lá fora, não dá Lula como morto!

O Duplo Expresso é, e seguirá sendo, “Lula de A a Z”; “Lula até as últimas consequências”. Para o Duplo Expresso, não se troca de palavra de ordem como se troca de roupa íntima usada, de um dia para o outro. Portanto, eleição sem Lula é – e continuará sendo – fraude.
Mais do que por Lula, por quem temos enorme respeito e gratidão, mantemos a nossa palavra pensando no Brasil. O país – e os seus pobres – têm na sua única liderança popular a sua, também única, esperança de derrotar o Golpe. Seja na sua vertente mais ostensiva (Globo/ Judiciário/ direita/ EUA/ Finança), seja na sua vertente intra-PT.
O Duplo Expresso é Lula. Se de todo impossível, defendemos uma anti-candidatura. Uma que chame a farsa pelo que ela é – fraude –, adotando uma tática de empate.
Em ambos os casos, defendemos que se promova uma totalização paralela à do TSE, baseada nos boletins em papel emitidos por cada urna eletrônica. Exatamente como fez Brizola no RJ em 1982.

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Freud cruel: traído pelo inconsciente, Haddad revela alma tucana. Ato “falho”?

Solícito, num gesto de gentileza “PTucana” que só a USP explica, concordou em gravar a primeira peça a ser usada como spot de TV pela campanha de Geraldo Alckmin (!): um atestado da honestidade do (suposto) “adversário” (!)
Pior: traído pelo inconsciente, Haddad revela, num lapso, o tucaninho que bate asas todo fagueiro dentro do seu coração.
Freud explica!

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Plano B’ola nas costas: como BTG Pactual, Eduardo Cunha e doleiro Dario Messer entram na campanha por Haddad

Mais uma vez preparamos um condensado do Programa Duplo Expresso de hoje. Nele tratamos das desastradas – e desastrosas – declarações que Fernando Haddad deu ontem à Finança, na sede do Banco BTG Pactual. Teve de correr depois à imprensa (amiga) para tentar apagar o incêndio. Mas já era tarde: a declaração de que poderia apoiar “sem preconceitos” Alckmin num segundo turno contra Bolsonaro já se espalhara pelas redes. Inclusive petistas.
Mais que isso, num gesto de gentileza “PTucana” que só a USP explica, concordou em gravar a primeira peça a ser usada como spot de TV pela campanha de Geraldo Alckmin (!): um atestado da honestidade do (suposto) “adversário” (!)
Mas há um link a mais entre os articuladores do Plano B dentro do PT e o mesmo banco BTG Pactual, devidamente explorado neste programa…

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Duplo Expresso 10/ago/2018

destaques:
– A graduanda em Direito e apresentadora do Direito ao Ponto Maria Eduarda Freire comenta: “O Estado de Exceção que estamos vivendo no Brasil”
– O Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães comenta atualidade política do Brasil e do mundo.
– O politólogo e analista internacional Eduardo Vior fala sobre: “Filhote da Lava Jato chega а Argentina e abre caminhos para empresas dos EUA”
– A Economista, doutora em Políticas Públicas e mestre em Planejamento e Desenvolvimento Econômico Ceci Juruá comenta: “2016 – Colapso institucional que abriu caminho para o golpe”
– Wellington Calasans, Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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Plano B: “(PT) sem Lula é fraude”

Condensado do Duplo Expresso de 9/ago/2018.
Bem sabemos que, na militância de redes sociais, troca-se de hashtag com a mesma frequência com que se muda a playlist de músicas no Spotify ou no Itunes. Contudo, a luta política no mundo real que se proponha a transformar a realidade não pode ser tão volúvel e inconstante. Por isso, por mais que o grupo que tomou as rédeas no PT após a rasteira – externa e interna – em Lula tente, ao menos o Duplo Expresso não abandonará o slogan e a hashtag #EleiçãoSemLulaÉfraude. Na verdade, propomos a reformulação que bem resume o Plano B: “(PT) sem Lula é fraude”.
Se preciso for, seremos mais realistas que o rei, mais papistas que o Papa e mais lulistas que o próprio Lula! Mais lulistas que Haddad et caterva certamente já somos.

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Duplo Expresso 9/ago/2018

Destaques:
– O sociólogo, escritor e analista internacional Lejeune Mirhan comenta: “O papel do Egito na geopolítica do Mundo Árabe – Parte II”
– O Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães comenta atualidade política do Brasil e do mundo.
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Método Lava Jato: (alegada) “indicação” de Haddad por Lula é tão espontânea quanto delação premiada

O programa de hoje ficou longo. Há, como sabemos, muito a denunciar no Brasil atual. Dada a gravidade da hora, e o dever de atingirmos quantas pessoas pudermos, preparamos um condensado de uma hora e meia com o que você precisa saber sobre a farsa do “Plano B”.

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Duplo Expresso 8/ago/2018

Destaques:
– O advogado e candidato a Deputado Federal pelo PDT/PR Samuel Gomes fala sobre a resistência contra a entrega do Pré-sal.
– O jurista Luiz Moreira comenta: “Uma agenda jurídica de desenvolvimento para o Brasil”
– A arquiteta e mestra em Engenharia Civil Patrícia Vauquier fala sobre: “O Brasil que dava certo e o golpe matou”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Making of: como Haddad – e o Golpe – deram o bote em Lula e nas bases do PT

O Duplo Expresso avisou…
(há 6 meses!)
Nossa primeira publicação – e, sem muita surpresa, da internet brasileira – alertando para as movimentações de uma conspiração para impor o Plano B “de fora para dentro” do PT foi publicado em 3/fev/2018. Naquele texto, curto, relatávamos o que ouvíramos de fontes bem situadas na direção do partido.
Três semanas depois, trazíamos análise mais elaborada das movimentações. E, no final do novo artigo, mostrávamos a farsa que tentava repetir uma tragédia: um subprojeto de Emmanuel Macron tupiniquim, mesmo que sem a articulação e o talento – inegáveis – do original.
Tratamos, dias depois, do futuro (distópico) de um PT – já sem Lula – sob Haddad. Publicaríamos, então, “‘Meninos, eu vi’: síntese Macron/ Hollande, Haddad matará PT como dupla matou PS”.
Parabéns, conspiradores do Plano B (e do Golpe). Ou, como se diz em francês, chapeau!
Ah, como é dura a síndrome de Cassandra…

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Como uma luva: Haddad, “Manu” e o lugar do identitarismo na estratégia do Golpe

Quem acompanha o nosso trabalho há mais tempo sabe a atenção que vimos dando à relação simbiótica entre as franjas radicalizadas do chamado “identitarismo” – movimentos monotemáticos representativos das minorias (LGBTs, mulheres, negros, pessoas com deficiência) – e a extrema-direita midiática, estilo MBL. Um não brilha sem o contraste do outro. E, juntos, dominam a parada das “descoladas” hashtags. Não é só na física que os opostos se atraem.
Mais que isso, ambos os lados muitas vezes contam com o apoio de patronos e/ ou plataformas de comunicação (igualmente) americanos: do lado do “globalismo descolado”, George Soros. Do do conservadorismo “politicamente incorreto”, os irmãos Koch. E, assim, a tática da pinça – manipulando a resultante do debate público com o controle dos polos opostos – se fecha.
Tão ocupados temos estado expondo os últimos desdobramentos da conspiração do “Plano B”, que agora chega ao seu clímax, que nem tínhamos atentado para o papel que essa pauta tão cara ao Duplo Expresso pode desempenhar no enredo do Golpe. Se não for obra do acaso, é do arco da velha. E, no final, tudo se encaixaria como uma luva.

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Plano B: por que Ciro não é opção em 2018

Mangabeira Unger é muito mais do que um agente da CIA. É um recrutador da inteligência dos EUA. E não é um recrutador, em Harvard, apenas para a “Brazilian desk”. Não há como postular a defesa do nacionalismo – com, p.e., a retomada do Pré-sal e da Embraer – e ter Mangabeira Unger como articulador chave no núcleo duro da candidatura. Além disso, iludido pelo canto de sereia do “Centrão”, sendo ele verdadeiramente de esquerda – ou não –, Ciro queimou todas as pontes com as bases do Lulismo (e.g., “Lula não é um preso político”). Como se crer viável com essa postura com o eleitorado anti-petista já dividido em (ao menos) duas – outras – candidaturas? Com eleitores “de centro”? Se encontrarem mais de dez na quadra atual, apresentem-me, por favor…

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Tudo o que você precisa saber sobre o descarte de Lula

O programa de hoje (integralidade aqui) ficou longo. Há, como sabemos, muito a denunciar no Brasil atual. Dada a gravidade da hora, e o dever de atingirmos quantas pessoas pudermos, preparamos um condensado de uma hora e meia com tudo o que você precisa saber sobre a farsa do “Plano B”. Para o Duplo Expresso, a hashtag #EleiçãoSemLulaÉfraude não será descartada por conveniência. Muito menos Lula, na cadeia.

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Ética, política e a sedução do “Plano B”: o dia em que o Duplo Expresso disse não estar à venda

Gênio político deliciosamente desbocado na intimidade, o Presidente Lula conseguiu compor um verdadeiro tratado de política de dar inveja a gregos clássicos e italianos renascentistas: “companheira fulana, política é a gente saber quando pode meter na bunda do outro e quando é a gente quem tem que levar a piroc…da”.
A traição no PT ao indivíduo Lula e à obra do Lulismo é, mais que imoral para a axiologia do indivíduo, imoral mesmo diante da ética política mais maquiavélica: a do próprio Maquiavel. Sem nenhuma virtù, esses traidores rifam o bem comum, da sociedade, por trinta moedas de prata. Mais que abstencionistas, tornam-se agora coautores, indispensáveis, do Golpe. Ao se venderem receberam, com superfaturamento que certamente hão de conhecer, muito mais do que valiam.
Já nós, do Duplo Expresso, seguimos fora dessa feira livre. Meses atrás, quando provocávamos danos à estratégia do Plano B desnudando-lhe a traição, fomos procurados por emissário de um certo líder petista, idolatrado pela militância. Esse, que publica sob pseudônimo em outros blogs, oferecia de tornar-se fonte do Duplo Expresso, com acesso a informações exclusivas.
O preço?

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Plano B: a degola de Lula combinada por “amigos” com o STF (e o fim do Brasil)

EM SÍNTESE:
(1) Advogados da vítima trocando notinhas com os algozes na Folha de S. Paulo, para plantar álibis recíprocos…
(2) Deputados do PT que acertam com Sergio Moro e Eduardo Cunha a exclusão de depoimento que ajudaria Lula de Relatório de CPMI…
(3) Fernando Haddad a ponto de ser sagrado Plano B. Isso, com a sua derrota para Geraldo Alckmin já estando acertada. Tendo como álibi, inclusive, a sua debilidade política. E, como garantidor, a fraude na totalização dos votos.
Diante de tudo isso que vai acima, podem esperar tudo do Duplo Expresso…
– … menos compactuar com essa farsa!
Pior:
– Para horror dos conspiradores, dentro e fora do Brasil, seguiremos aqui dizendo quem é quem.

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Duplo Expresso 6/ago/2018

Destaques:
– O arquiteto e comentarista de Design e Empatia Carlos Krebs comenta: “Compreendendo os rótulos ecológicos”
– O cientista do Estado e correspondente do Duplo Expresso em Caracas fala sobre o atentado ao Presidente Nicolás Maduro na Venezuela.
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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