Zanin driblou a “Ditadura da Toga” brasileira e tirou com a ONU a lona do circo eleitoral

Se dentro do Brasil os resultados foram todos negativos, o advogado de Lula, Cristiano Zanin, e a sua equipe foram vacinados e deram o troco. Com um processo cirúrgico na ONU, a estratégia de jogar a questão eleitoral como um “dano irreparável” foi o xeque-mate no Regime Temer.

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A decisão da ONU sobre Lula, a confusão Democracia x Eleições e como usar a nova arma

O certo é que a confusão que alguns políticos medíocres da esquerda permitiram ser criada foi por não terem separado a luta por democracia da campanha eleitoral. Antes a frouxidão era escondida ao não separarem a luta jurídica da luta política. Agora não têm mais como enganar o povo com live no Facebook ou papéis na mão “denunciando” o que todo o mundo já sabe. Vão ter que dizer se estão com Lula e o povo ou se querem legitimar o golpe com o famigerado “Plano B”.

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Lula nasceu para vencer! Decisão da ONU detona inimigos internos e externos

A política é maravilhosa por isso: sempre há o imponderável! E a “bola da vez” é a “sinuca de bico” que a ONU deu no Regime Temer e os seus tentáculos: Ditadura da Toga, Globo, políticos vendidos e instituições cooptadas pela CIA e pelo mercado financeiro. Ao decretar que “Lula é preso político”, a ONU tirou a lona deste circo eleitoral que estava montado para fazer o povo de palhaço.

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Golpe é… Golpe! – Brasil descumprirá decisão da ONU em favor de Lula. E aí?

A decisão da ONU hoje significa que, mesmo antes de se pronunciar sobre se há ou não perseguição a Lula pelo Judiciário brasileiro, o Comitê reconhece que haverá prejuízo irreparável caso o ex-Presidente seja impedido de concorrer até que o mérito seja decidido. Mal comparando, é uma espécie de decisão “liminar”.
Trata-se de uma importante vitória. Mas que é eminentemente moral, e (portanto) política, dada a ausência de mecanismo de execução. Em vista disso, é na arena da política que pode – e deve – ser explorada:
– ” O mundo reconhece que Lula é perseguido! E, para perseguir Lula, o Judiciário brasileiro, parte do Golpe, passa por cima até de decisão da ONU!”
Mais do que nunca, em consequência do pronunciamento da ONU, o PT tem a obrigação – política – de casar discurso e ação. Tratar o que, acertadamente, chama de Golpe como… Golpe. E levar às últimas consequências a (até aqui apenas…) palavra de ordem “eleição sem Lula é fraude”.
A verdade é que a decisão da ONU não afeta, muito, a linha de ação do Golpe. Apenas aumenta, um tantinho, o preço em desgaste de imagem que eles terão que pagar. E, certamente, estarão dispostos. Afinal, Golpe é… Golpe. No entanto, sobre as cabeças dos conspiradores do Plano B, ela cai como uma B’omba. Viva!

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Duplo Expresso 17/ago/2018

Destaques:
– O politólogo e analista internacional Eduardo Vior fala sobre a viagem de Jim Mattis, chefe do Pentágono, ao Brasil e a Argentina.
– A Economista, doutora em Políticas Públicas e mestre em Planejamento e Desenvolvimento Econômico Ceci Juruá comenta: “2016 – Colapso institucional que abriu caminho para o golpe”– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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A roleta russa da justiça brasileira – Lula entra na fase “matar ou morrer”

O que ainda nos causa perplexidade é ver que depois de todos essas violações de direitos e garantias fundamentais perpetradas contra o ex-presidente Lula, depois do sequestro do 8 de Julho, ainda tem pessoas que acreditam que deixarão Lula ser candidato sem que haja uma reação popular. Estamos diante de um grande e sofisticado golpe, que instrumentaliza o judiciário para dar uma impressão de legalidade.

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Plano B: há estratégia? Ou é a capitulação exigida pelo Golpe?

Não ganhamos nada e perdemos tudo ao continuar adiando – como vimos fazendo até aqui – um enfrentamento incontornável com o Judiciário.
Se é para perder, em ambos os casos, que seja pelo menor número de gols. Tática do empate.
Mas não… esse “Deus proverá” continuará sendo o álibi para quem não quer lutar (por “n” razões, inclusive a cooptação, mas não apenas) e/ ou acha que vai sobreviver à continuação do expurgo do PT.
Com Plano B não só deixamos entrar a goleada como concordamos com a amputação das nossas pernas.
Que militantes rasos já tenham esquecido os padrões de tudo o que aconteceu até 2 semanas atrás – afinal, é Golpe ou não é? – e já tenham entrado no frenesi de “Fla-Flu” eleitoral, entre vermelhos e azuis, eu compreendo. E condoo-me até. Imaginar uma “eleição”, totalmente controlada pelo Golpe, em que o Golpe sairia derrotado…
Mas numa discussão estratégica, em que se tenta ultrapassar as armadilhas dos (reconfortantes) vieses cognitivos, não há como não reconhecer que o Plano B é a capitulação que o Golpe há muito esperava.

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UE caiu na armadilha de Washington, para a guerra comercial anti-China


Embora muitos na União Europeia (UE) tenham respirado aliviados ante o aparente sucesso das recentes conversações sobre tarifas comerciais entre Juncker, presidente da Comissão da UE, e o governo Trump, na realidade parece que Washington conseguiu arrastar ardilosamente a UE, especialmente a Alemanha, a fechar a porta contra qualquer possível colaboração com a China para o desenvolvimento comercial e econômico.
Apesar de haver problemas com a política econômica da China, os recentes desenvolvimentos sugerem que se criou algum consenso na UE para dar as costas aos monumentais potenciais do espaço econômico eurasiano com centro na China, a favor de uma aliança com EUA e com o Japão – ambos países hostis ao desenvolvimento da China. É desdobramento que pode ferir gravemente o desenvolvimento da economia da UE.

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Duplo Expresso 16/ago/2018

Destaques:
– O sociólogo, escritor e analista internacional Lejeune Mirhan comenta: “O significado do Iraque na geopolítica do Oriente Médio”
– O Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães comenta a atualidade política do Brasil e do mundo.– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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O papel do Egito na geopolítica do Oriente Médio

O Egito é o maior país árabe – arabizado na verdade – de todo o Oriente Médio. Jogou grande papel nas décadas de 1950 e 1960, quando sob o comando do lendário Gamal Abdel Nasser, considerado o maior líder dos povos árabes. Foi do Egito a única – e breve – experiência de unificação de países árabes, quando da existência da República Árabe Unida. Pretende-se com este artigo abordar a história recente desse grande país, de seu canal estratégico do Suez. O artigo abordará uma das mais importantes guerras movidas por Israel contra um país árabe, que foi a Guerra dos Seis Dias de 1967. Por fim, serão tratados temas da política do Egito pós-2011, quando a ditadura Mubarak foi posta abaixo. Para onde vai o Egito na atualidade? É o que se pretende tratar na sua conclusão.

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A Reorganização do Estado Brasileiro (Parte IV)

Em conhecida e respeitada obra: “Cidadania, Classe Social e Status” (Zahar) o sociólogo britânico Thomas H. Marshall (1893-1981) divide cidadania pelos “direitos conquistados”: os civis – a liberdade em face do Estado, no século XVIII –, os políticos – a participação na formação e decisão do Estado, no século XIX, com o voto – e os sociais – que chegam com as reivindicações do século XX, principalmente após a vitória comunista em 1918. Mas peca pela ausência da compreensão sistêmica. A soma de direitos conquistados não forma o todo do direito cidadão.

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Terremoto na Turquia pode mudar o mundo?

A aproximação recente da Turquia em relação à Rússia é a verdadeira causa do fim do guarda chuva de proteção financeira que protegeu a Turquia por décadas de ataques cambiais e em especial Erdogan. Erdogan prometeu não recuar, e, ao contrário, fortalecer os laços com a Rússia, China e Irã.
Quem vencerá essa queda de braço?

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Pense e dance, pense, pense e dance

As pessoas não são pilhas para estarem polarizadas. Conheça um pouco sobre a piezoeletricidade, e imagine o quanto a direita bitolada e a esquerda cirandeira deixam de produzir em energia com suas manifestações. Entre o tantan e o tunt-tunt, temos muito a discutir combinando razão e emoção. Pense e dance, mas pense!

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Duplo Expresso 15/ago/2018

Destaques:
– O advogado e pré-candidato a Deputado Federal pelo PDT-PR Samuel Gomes comenta: “A invasão da justiça na política – Como resgatar a soberania popular”
– A arquiteta, mestra em Engenharia Civil e doutoranda em Administração de Empresas Patrícia Vauquier fala sobre: “Lições da eleição de Macron para o Brasil de 2018”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Para não viver enlutado, lute!

A formação da consciência política se dá como consequência de um exaustivo e necessário apreço pelos antigos valores característicos de uma sociedade sadia. Por mais que pareçam démodé esses valores são inseparáveis do real militante de esquerda (aqui a palavra “real” se dá em oposição ao militante da “Esquerda Plim Plim”). A construção dessa consciência é, em grande parte, a mais eficiente profilaxia no combate à doença da “frouxidão pós-moderna”.

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Colapso da lira turca atravessará o Mediterrâneo

No instante em que Erdogan deu-se conta de que entrara como bode expiatório na narrativa do fracasso de EUA e Israel na Síria, pôs-se a procurar rota de fuga. Na procura, acabou chegando ao lado errado da política exterior dos EUA.


A Turquia é a joia da coroa da OTAN. É a segunda maior força em solo da OTAN. Controla o acesso ao Mar Negro e à Terra do Meio do mundo. 


E Erdogan quer unir-se aos (B)RICS. Comprar petróleo iraniano, gás russo, poder nuclear e defesas antimísseis.


Tudo isso é não-não-e-não.


Por isso os EUA estão empurrando a Turquia para a hiperinflação.



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A (falsa!) “subida de Alckmin” nas “pesquisas”: Duplo Expresso acerta de novo!

De tão previsíveis as jogadas do Golpe, está ficando repetitivo registrar o papel de Cassandra que vem sendo exercido pelo Duplo Expresso até aqui.
Dissemos ainda em julho: “veremos, como em TODAS as eleições desde 2002, os institutos de pesquisa (do esquema) relatarem uma alegada ‘disparada na reta final’ do candidato tucano nas últimas semanas antes do primeiro turno, que vai casar, ‘providencialmente’, com a dianteira – ‘surpreendente’ – que o candidato do PSDB ‘vai abrir’ – i.e., na apuração – com relação ao ‘terceiro colocado’ (entre aspas mesmo)”.
Pois adivinhem?
Desta vez, como o salto a “ser dado” por Alckmin é grande demais e a eleição mais curta, os defraudadores resolveram começar a tal “subida” ainda antes do início do – “redentor” (sic) – horário eleitoral gratuito (o álibi a que os “analistas” sempre recorrem para explica-la).
Registrem: no dia de ontem foi dada a largada da fraude 2018. E nas páginas da Veja!
Mas e o PT, hein? Que papel desempenhará em toda essa farsa?

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Ditadura da Toga – Quem vai convocar o povo brasileiro?

Esse judiciário brasileiro, encabeçado pelas senhoras Carmem Lúcia e a procuradoria representada pela senhora Raquel Dodge, acredita estar acima do bem e do mal, acima da lei, da constituição e dos brasileiros. Esses aloprados tomaram o lugar da política através do discurso demagogo de combate à corrupção. Para enganar os incautos, se colocaram como um poder paralelo, no qual podem fazer o que bem entendem. Nada ou ninguém pode detê-los! Nada ou ninguém regula as suas tarefas ou pode puni-los! Eles são julgados entre si, num completo ciclo de promiscuidade.

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Haddad contraria PT e adota discurso da direita sobre Venezuela. Sobre os EUA? Nada diz

Impressiona a falta de traquejo político – e até de sagacidade – daquele que almeja substituir (não outro que…) Lula (!) como o candidato do PT à Presidência da República. A quantidade de tiros no pé disparados em pouco mais de 1 semana por Fernando Haddad, o “FH” desta geração, é fabulosa. Imaginemos o que ocorreria numa campanha em plena marcha, com escalada da tensão.
Na redução que o “globalismo progressista” promove da política a uma oposição entre (pós-) “modernos” e “reacionários”, o conflito capital vs. trabalho, fundamental desde sempre no ideário de esquerda, passa a um segundo plano. Mais que isso, suprime-se o outro eixo definidor no mapeamento (geo-) político: o conflito, dentro da lógica de “império”, entre os interesses do centro e da periferia do capitalismo.
Quando perguntado sobre se a Venezuela e a Nicarágua não seriam “ditaduras”, Fernando Haddad tenta ensaiar um murismo. Acaba, contudo, entregando-se e dizendo, por exemplo, que o “regime” (sic) venezuelano, com uma “sociedade conflagrada” (sic), não seria uma democracia. Repete ainda a asneira plantada pelos EUA de que a Nicarágua viveria uma “guerra civil”. Isso quando, na realidade, tenta-se uma nova “primavera”: o pequeno país centro-americano é a bola da vez nas operações de desestabilização patrocinadas pelos EUA.

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Duplo Expresso 14/ago/2018

Destaques:
– O especialista em Minas e Energia, PhD em Engenharia na área do petróleo, Paulo César Ribeiro Lima comenta: “Pré-sal: Regime Temer também erra. Ainda podemos reverter”
– O doutor em Economia Gustavo Galvão fala sobre: “Crise econômica da Turquia”
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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Eleições no Brasil de 1945 a 2018: o comportamento do eleitorado

Pretendo apresentar informações e dados eleitorais relativos às 11 eleições presidenciais ocorridas no Brasil desde 1945 (esta será a 12ª eleição), tais como: eleitores inscritos (aptos a votar), abstenções, votos dados em branco ou anulados, votos válidos e a votação nominal dos vencedores nesses pleitos. Voltarei a abordar um conceito que venho chamado de “índice ABN” (abstenções, brancos e nulos), que são os votos “jogados fora”, ou desperdiçados ou, como dizem alguns autores “votos de alienação eleitoral”. Por fim, introduzo um conceito novo no Brasil, mas muito falado em outros países, que é a chamada representatividade do(a) eleito(a), ou seja, uma comparação de sua votação direta com o total de inscritos. E as conclusões com relação à representatividade dos e das eleitas são estarrecedoras.

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O genocídio de uma população inteira e a “Guerra às Drogas” como pano de fundo

No vídeo de hoje, Maria Eduarda Freire, expõe o pretexto da “Guerra às Drogas” para uma política de Estado de Extermínio através da associação de determinadas drogas tornadas ilícitas a grupos sociais, os marginalizados, os inimigos dessa guerra.
Maria Eduarda fala da necessidade da legalização e consequente regulação e controle da produção, do comércio e do consumo de todas as drogas, para que se ponha fim à essa política penal que pune apenas a ponta mais frágil do tráfico e está completamente fadada ao fracasso.
Confira o vídeo!

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Regime Temer perde a lanterna nas profundezas do pré-sal, mas a luz ainda existe

A Lei nº 12.276/2010 autorizou a União a ceder onerosamente à Petrobras o exercício das atividades de pesquisa e lavra de petróleo e gás natural em áreas não concedidas localizadas no Pré-sal. A estatal tem a titularidade dos volumes de petróleo e gás cedidos pela União, sendo o exercício das atividades de pesquisa e lavra realizado apenas pela Petrobras, por sua exclusiva conta e risco, nos termos do Contrato de Cessão Onerosa.
O Projeto de Lei – PL nº 8.939, de 2017, de autoria do Deputado José Carlos Aleluia, que deu origem ao PLC nº 78, de 2018, em tramitação no Senado Federal, modifica a Lei nº 12.276/2010 e permite que a Petrobras negocie e transfira a titularidade desse Contrato, desde que seja preservada uma participação de, no mínimo, 30%.

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Exclusivo: “Mercado”, lá fora, não dá Lula como morto!

O Duplo Expresso é, e seguirá sendo, “Lula de A a Z”; “Lula até as últimas consequências”. Para o Duplo Expresso, não se troca de palavra de ordem como se troca de roupa íntima usada, de um dia para o outro. Portanto, eleição sem Lula é – e continuará sendo – fraude.
Mais do que por Lula, por quem temos enorme respeito e gratidão, mantemos a nossa palavra pensando no Brasil. O país – e os seus pobres – têm na sua única liderança popular a sua, também única, esperança de derrotar o Golpe. Seja na sua vertente mais ostensiva (Globo/ Judiciário/ direita/ EUA/ Finança), seja na sua vertente intra-PT.
O Duplo Expresso é Lula. Se de todo impossível, defendemos uma anti-candidatura. Uma que chame a farsa pelo que ela é – fraude –, adotando uma tática de empate.
Em ambos os casos, defendemos que se promova uma totalização paralela à do TSE, baseada nos boletins em papel emitidos por cada urna eletrônica. Exatamente como fez Brizola no RJ em 1982.

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Félix Fischer e a conspiração contra o nordestino Lula

O ex-presidente Lula, que se encontra preso e incomunicável em Curitiba, enfrenta um verdadeiro paredão de juízes como Moro, Gebran, Felix Fisher e Edson Fachin. Esses “magistrados” cometem todas as ilegalidades e firulas jurídicas para manter Lula encarcerado e psicologicamente torturado, sem provas, cerceando todos os seus direitos e garantias fundamentais, para mantê-lo longe das eleições de 2018.
Em menos de um mês o ex-presidente Lula teve os seus quatro recursos negados pela “câmara de gás” (enquanto juristas seguem escrevendo livrinhos e evitando ações mais efetivas) de Felix Fischer que é sustentada com dinheiro do contribuinte. Pagamos para manter juízes nitidamente fascistas, que servem aos interesses estranhos às leis. Juízes visivelmente ocupados com a defesa das próprias tramóias, conchavos, acordos e principalmente interesses internacionais e que, para isso, rejeitam a justiça e o direito, cerceando a liberdade de um inocente, um preso político. São esses juízes que aumentam os próprios salários em 16%, enquanto milhares de brasileiros morrem de fome e milhões voltaram à miséria.

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Uma visão cirúrgica sobre Haddad

Leonardo Lobo levanta mais um interessante debate no seu quadro “Até um cego vê!”. Neste vídeo o apresentador faz uma análise sobre a presença de Haddad como o vice de Lula, mas que é visível a tentativa de se firmar na “titularidade” da chapa.

Lobo, com olhos bem abertos e visão cirúrgica, denuncia a situação de Lula: um preso político. Além disso, destaca a total diferença entre Haddad e Lula neste forçado objetivo de impor a candidatura do autointitulado intelectual.

Confira o vídeo e amplie o debate em torno deste importante tema.

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