Duplo Expresso 16/jan/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no Programa Duplo Expresso desta quarta-feira, 16/01, os seguintes destaques:
– O especialista em Minas e Energia, PhD em Engenharia na área do petróleo Paulo César Ribeiro Lima comenta: “As primeiras medidas do novo ministro das Minas e Energia”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 15/jan/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no Programa Duplo Expresso desta terça-feira, 15/01, os seguintes destaques:
– A arquiteta e PhD em Administração de Empresas Patrícia Vauquier comenta: “Coletes Amarelos além da teoria: a conspiração real”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Congo Democrático – “É melhor Jair se acostumando”

Neste vídeo, Paulo Gamba comenta o resultado das eleições no Congo Democrático. Antes que você pense que esse assunto não lhe diz respeito, recomendamos que avalie bem se o Brasil está mais parecido com os países nórdicos, como a nossa “esquerda” insiste em querer debater, ou se caminha a passos largos para ser um novo Congo.

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Duplo Expresso de Domingo 13/jan/2019

Hoje, domingo 13/01/19, às 18 horas de Brasília, Wellington Calasans e Romulus Maya recebem duas das comentaristas da página para o primeiro programa do ano: 1) a coordenadora da Associação Auditoria Cidadã da Dívida, Maria Lúcia Fattorelli e 2) A comentarista de assuntos jurídicos, Maria Eduarda Freire.

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“Gente como a gente”: como capitão fracassado virou “mito” popular

É patente que há uma produção com evidente intento de potencializar uma aparente faceta “gente como a gente” de Bolsonaro. Entender esse fenômeno é necessário pois o atual presidente tem ocupado o vácuo de liderança carismática, que cresce a cada dia que Lula passa isolado na prisão. Não se trata, obviamente, de uma simples substituição, até porque estão alocados como antagonistas no cenário político, o que torna a questão ainda mais intrigante, tendo em vista que uma parcela considerável de eleitores que votaria em Lula, até meados de setembro, ajudou eleger seu opositor quarenta e poucos dias depois.

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O Brasil na Contramão das Políticas de Segurança Pública do Mundo – Uma bomba de retardo que irá explodir no colo da sociedade

Os principais entraves para uma política de segurança pública verdadeiramente eficaz no país são provenientes de uma mídia monopolista que desinforma e incita permanentemente o ódio aberto aos marginalizados, legislações equivocadas, como a lei antidrogas, e uma cultura jurídica antiliberal e encarceradora. Podemos perceber essa ineficiência através do discurso do recém empossado ministro da Justiça e Segurança Pública, ex-juiz Sérgio Moro, no qual ele fala sobre tornar lei a prisão em segunda instância, instituir o plea bargain, que foi a principal causa do encarceramento em massa nos EUA, pregando também o fim da progressão de regime para membros do que ele chama “organizações criminosas”, destituição de direitos das pessoas presas, entre outras.

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Lula sabia de tudo! Quem interrompeu aquele projeto?

Diante da inquestionável necessidade de trazer aquela fala para a atual situação em que está o ex-presidente, proponho aqui, através de perguntas, trocar impressões com o nosso público e tentar compreender o que houve. O ideal seria perguntar diretamente ao ex-presidente Lula, nessa época, faltando um ano para terminar seu segundo mandato, sobre o que ele já sabia nessa época em relação aos “Piratas do Pré –sal” (nome que ele supostamente dá a países que estariam interessados em nos tirar essa riqueza, ele fala em tom de brincadeira)?

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Marighella – O Filme

O jornalista Moisés Mendes apresenta o filme de estreia de Wagner Moura na direção – Marighella –, recentemente selecionado para exibição no Festival de Berlim em fevereiro próximo. O lançamento no circuito comercial brasileiro está previsto para a segunda semana de abril. Será que o regime atual permitirá esta “ousadia”? Será que aquele pessoal ávido por pautas conservadoras e identitárias de museus irá aos cinemas? Teremos bilheteiros e lanterninhas de coturnos, à espreita de algum guerrilheiro urbano?

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Poder, Governo, Informação | Parte 1 de 3

Pedro Pinho inicia uma pequena série de artigos tratando da tríade tácita entre quem ordena, quem faz e quem fornece a ilusão necessária para que isso funcione. Neste primeiro, ele trata do Poder – essa coisa abstrata que vende-se como algo que emana do povo, mas que, na verdade, apenas faz uso dele. Umas poucas famílias, agora em um enorme banquete corporativo autofágico, fazendo uso da população para ampliar sua dominação econômica. Sua arma? A dívida! Assim, o abstrato “mercado” alimenta a roleta de um cassino onde as fichas somos nós…

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Klimahouse 2019

O Klimahouse Expo é um evento de 4 dias, entre 23 e 26 de janeiro de 2019 no Messe Bozen em Bolzano, Itália – uma cidade bilíngue no coração do Sul do Tirol e da Europa Central. Trata-se de um evento voltado ao setor da remediação[1] e eficiência energética na construção, funcionando como uma plataforma para promoção de produtos e serviços com este enfoque. É uma oportunidade imperdível aos interessados nas tendências e inovações neste setor.
Esta é a principal feira italiana de construções mais sustentáveis, e a edição deste ano oferecerá um programa de informações abrangentes, incluindo dois congressos – Smart Cities e Smart Materials & Smart Buildings –, workshops e visitas guiadas a prédios energeticamente eficientes.

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Análise: os (des-) caminhos da esquerda em 2019 e a avenida aberta para Bolsonaro

Não interessa a Bolsonaro ou a quem o levou ao poder uma “Noite de São Bartolomeu”, um expurgo do PT. Basta a inviabilização em eleição majoritária. O antipetismo é hoje um piso político – e eleitoral – dos maiores, senão o maior. Para que abrir mão disso, zerando o jogo? E permitindo a formação de uma nova oposição, sem rejeição tão alta? Em política não há vácuo…
Bolsonaro – e os que o levaram até lá – e o PT (o “sem voto”, de SP) tendem a continuar se escolhendo reciprocamente como adversários político-midiáticos, tentando impedir o surgimento – ou pelo menos a clarificação – da verdadeira polarização atual, no Brasil e no mundo: soberanismo nacionalista (de esquerda ou de direita) vs. Globalismo financista do (zero vírgula) 1% transnacional contra o 99,9% – global. Terão sucesso Bolsonaro e “PT sem voto” nesse mascaramento – a dois – da realidade histórica?
O problema da direção do PT (sem voto) é querer fazer do partido o substituto do PSDB como sucursal Clintoniana no Brasil;
A centro-esquerda como um todo ainda está em fase de negação e coloca-se, do ponto de vista histórico, no campo reacionário, dos que querem fazer voltar o ponteiro do relógio da história (para o ciclo 1988-2012).

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Bolsonaro faz com mentiras a “doutrinação” que o PT evitou fazer com verdades para “controlar facilmente a boiada”

Aqueles que hoje criticam Bolsonaro por utilizar as redes sociais para a propagação de “Fake News” devem fazer uma autocrítica. Se houver honestidade na própria crítica, verão que a “doutrinação” que Bolsonaro faz hoje com mentiras, o PT deixou de fazer “com verdades”, pois apostou na alienação política das pessoas como uma ferramenta de “manutenção e controle da boiada vermelha”.

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Mourão, a meritocracia tamanho família e a herança escravocrata

Mourão engana os incautos. Se tivesse um pouco de honestidade intelectual, falaria com mais propriedade que a nossa verdadeira herança é escravocrata. Foi essa a herança que moldou as nossas instituições, origem do ódio ao pobre. O mais grave no discurso retrógrado do ex-general, e vice-presidente, Mourão é a total incoerência entre aquilo que discursa sobre a meritocracia e a completa ausência de autocrítica neste caso do próprio filho.

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Vamos cantar para “espantar os males” da política

Você está preparado pra receber tudo calado?
Este é o preço: “Quem não ouve conselho, ouve: coitado”
É o que resta pela sua omissão
Fingiu lutar, mas agiu como um perfeito alienado
Agora é jurar amor pela pátria que resta
Como se estivesse num presídio, vida dura de condenado
Vai ter liberdade de assistir Faustão
E ainda dizer que está “antenado”

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A infame Lava Jato agora como política penal

O juiz “combatente do crime” é a expressão máxima desse autoritarismo contínuo. A “Justiça Policial” brasileira se assemelha à justiça da Alemanha Nazista, onde os juízes nazistas declaravam que seriam “duros com o crime” e que “os prisioneiros não estariam em situação melhor que os desempregados alemães”. Ora, se o juiz existe para prender é prescindível a existência da figura do próprio juiz, basta a polícia. A subordinação do processo penal a esfera política do poder punitivo é a instauração do Estado Policial que vitima todos os dias a população pobre brasileira nos nossos presídios ilegais, população esta, que nunca conheceu o processo como proteção da cidadania contra o arbítrio Estatal, garantido na Constituição.

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A crise brasileira se aprofunda

Em sua coluna em Tiempo Argentino, Eduardo Jorge Vior apresenta uma opinião bem clara sobre os primeiros passos de Jair Bolsonaro como presidente brasileiro: apesar de acenar com um país mais moderno e liberal, conduz a população na direção do nosso primeiro período pós Império – a República Oligárquica. Esprimido entre tecnocratas ultra-liberais, pastores evangélicos pró-Israel e militares conservadores, há um conflito expresso entre o discurso que pretende e o realismo possível.

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Bolsonaro – Entre o mito e a realidade (Parte I)

Bolsonaro acreditou ser possível se sustentar nos 58% de votos para tentar dominar as rédeas da situação, mas as coisas não são simples para quem, como é o caso de Bolsonaro, para se eleger vendeu a alma a dois demônios, Paulo Guedes (o “Chicago boys”, ultraliberal) e à ala militar entreguista, ultraliberal representada pelo seu vice, ex-General, Mourão. Mourão, inclusive, afirmou em recente entrevista que estaria montando um “Dream Team”, com pessoas de diversas áreas, economia, diplomacia, etc. Seriam talvez os “Brazilian Boys”. No Chile sabemos como tudo terminou. No Brasil pode ser muito pior.

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99%, UNÍ-VOS! – “Déficit Fiscal há 35 anos”? Conta outra!

A mídia corporativa não perde tempo e já propaga a mesma lenga-lenga de sempre para fazer o joguinho de quem lhe compra o espaço (não o publicitário, mas o de conteúdo mesmo): Se não promovermos o ajuste fiscal agora, de forma gradual, ele virá logo ali na frente, como um tratamento de choque… O pensamento liberal tem sempre a justificativa perfeita para que o aperto do torniquete, ao invés de estancar o sangramento, provoque a drenagem do nosso fluxo econômico diretamente para os donos das cartas no sistema financeiro. No Brasil, desde o acordo com o FMI em 1983, a banca paga e recebe. Sempre em dobro, sempre em dia, sempre às custas dos 99%.

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Ministro Dias Toffoli – Uma alma subordinada ao senhor da vez

Qual a indagação que os dirigentes e ex-integrantes dos governos petistas poderão fazer quanto ao atual comportamento do ministro Tofolli? Esta alma subordinada ao senhor da vez é o fruto de uma escolha sob crescente pressão do próprio PT para ocupar com “gente aliada” a Corte que julgaria o “Escândalo do Mensalão”. Fruto que nasce dessa semente só poderia dar nisso…

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O estanho “sincericídio” (sic) de Bolsonaro – e a esquerda “bobinha”

Bolsonaro, estranhamente, “deixou escapar” que o General Vilas Boas “tem responsabilidade por ele estar ali”. Ora, Bolsonaro sabe que o General não teria como desmentir.
E a parte da esquerda ingênua/ mal-intencionada resolve dar crédito, pelo valor de face, a Bolsonaro como fonte confiável, “historiográfica”, não mais que de repente. Quando convém, some o discurso de “fake news”, “ele fala qualquer coisa”, “diz e depois desdiz”.
No entanto, tal “inconfidência” (sic) não bate com nenhuma das informações prévias acerca da relação entre ambos. Na verdade, parece que Bolsonaro quis vender pra dentro das Forças Armadas (FFAA) – e também para fora – que ele foi uma escolha da – e operacionalizada pela – instituição Exército. E não por um grupo dentro dele (que de qualquer forma não foi impedido de agir mesmo). Quis se ungir “unanimidade”.
Interessante notar que tal leitura não deixa de convir para alguns: reforça a narrativa “nós vs. eles” entre esquerda e FFAA. O que beneficia Bolsonaro, permitindo que ele siga mascarando medidas realmente antinacionais com um discurso falsamente dicotômico, mofado, vindo da Guerra Fria/ Regime Militar. Note-se que isso não deixa de fortalecer o discurso da ala da esquerda anti-FFAA, seus antípodas necessários.

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Da toga à carapuça de político – Moro precisa explicar ao povo o que quer fazer

O ministro terá de convocar uma nova Constituinte para remover a presunção de inocência do condenado até o trânsito em julgado.  Será que o o ex-juiz – agora ministro da justiça – pretende convocar uma nova Constituinte? Moro pareceu decidido a lutar por isso, pois no seu discurso de posse também falou que “pretende-se deixar mais claro na lei, como já decidiu diversas vezes o Plenário do Supremo Tribunal Federal, que, no processo criminal, a regra deve ser a da execução da condenação criminal após o julgamento da segunda instância”. Ora, Moro! O STF não recebeu voto do povo. Pare de fingir não saber que a sua imposição é um crime, pega mal para um “ministro da justiça”.

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O “socialismo” do Brasil e a “Revolução Azul e Rosa”

Enquanto estudo publicado no início do ano passado pela organização não-governamental britânica Oxfam mostra que cinco bilionários brasileiros concentram patrimônio equivalente à renda da metade mais pobre da população do Brasil, Bolsonaro e “Progressistas” debatem um socialismo que não passa de mais um tapa na cara dos brasileiros.

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A Petrobras e a Próxima Crise

Olhar a perspectiva histórica a partir de crises econômicas insufladas pela banca permitirá que se anteveja o que vem pela frente, no Brasil e no mundo. Pedro Augusto Pinho apresenta o atual momento como de ebulição controlada, onde distintas chaves serão acionadas conforme a conveniência econômica. Tomando como base as crises do petróleo ao longo da segunda metade do século XX, é demonstrada a passagem do poder econômico do sistema geopolítico para o sistema financeiro apátrida. O mesmo sistema sedento pelo Pré-sal e que força a inviabilização da Petrobras como player mundial na áea de energia. Agora, já finalizando a segunda década do século XXI, ele mostra os reflexos da última série de crises: consolidação do poder da banca e extensão da sua dominação ao mundo da comunicação, da política, do psicossocial e de diversos governos nacionais.

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O Saco de Pedras

Você nunca procurou saber onde está realmente? E por que coisas estranhas acontecem ao seu redor? Onde nós estamos? As coisas existem mesmo ou tudo não passa de uma ilusão? Seriam um simulacro de algo distante? Algo tipo o que acontece no filme “Matrix”? A história que conto aqui para vocês não é uma de ficção de terror como costumo fazer nos meus quadrinhos. Para minha alegria atual (e meu pavor em outra época), aconteceu de verdade. Tão real quanto o som que sai do teclado desse notebook. Afinal, o que é o real? Pode algo se desmaterializar ou sumir na sua frente? Alguns amigos não acreditam em Deus, espíritos, outras dimensões, mundo invisível. Problema deles! Eu não tenho motivos para duvidar.

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