Golpe é… Golpe! – Brasil descumprirá decisão da ONU em favor de Lula. E aí?

A decisão da ONU hoje significa que, mesmo antes de se pronunciar sobre se há ou não perseguição a Lula pelo Judiciário brasileiro, o Comitê reconhece que haverá prejuízo irreparável caso o ex-Presidente seja impedido de concorrer até que o mérito seja decidido. Mal comparando, é uma espécie de decisão “liminar”.
Trata-se de uma importante vitória. Mas que é eminentemente moral, e (portanto) política, dada a ausência de mecanismo de execução. Em vista disso, é na arena da política que pode – e deve – ser explorada:
– ” O mundo reconhece que Lula é perseguido! E, para perseguir Lula, o Judiciário brasileiro, parte do Golpe, passa por cima até de decisão da ONU!”
Mais do que nunca, em consequência do pronunciamento da ONU, o PT tem a obrigação – política – de casar discurso e ação. Tratar o que, acertadamente, chama de Golpe como… Golpe. E levar às últimas consequências a (até aqui apenas…) palavra de ordem “eleição sem Lula é fraude”.
A verdade é que a decisão da ONU não afeta, muito, a linha de ação do Golpe. Apenas aumenta, um tantinho, o preço em desgaste de imagem que eles terão que pagar. E, certamente, estarão dispostos. Afinal, Golpe é… Golpe. No entanto, sobre as cabeças dos conspiradores do Plano B, ela cai como uma B’omba. Viva!

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Plano B: há estratégia? Ou é a capitulação exigida pelo Golpe?

Não ganhamos nada e perdemos tudo ao continuar adiando – como vimos fazendo até aqui – um enfrentamento incontornável com o Judiciário.
Se é para perder, em ambos os casos, que seja pelo menor número de gols. Tática do empate.
Mas não… esse “Deus proverá” continuará sendo o álibi para quem não quer lutar (por “n” razões, inclusive a cooptação, mas não apenas) e/ ou acha que vai sobreviver à continuação do expurgo do PT.
Com Plano B não só deixamos entrar a goleada como concordamos com a amputação das nossas pernas.
Que militantes rasos já tenham esquecido os padrões de tudo o que aconteceu até 2 semanas atrás – afinal, é Golpe ou não é? – e já tenham entrado no frenesi de “Fla-Flu” eleitoral, entre vermelhos e azuis, eu compreendo. E condoo-me até. Imaginar uma “eleição”, totalmente controlada pelo Golpe, em que o Golpe sairia derrotado…
Mas numa discussão estratégica, em que se tenta ultrapassar as armadilhas dos (reconfortantes) vieses cognitivos, não há como não reconhecer que o Plano B é a capitulação que o Golpe há muito esperava.

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A (falsa!) “subida de Alckmin” nas “pesquisas”: Duplo Expresso acerta de novo!

De tão previsíveis as jogadas do Golpe, está ficando repetitivo registrar o papel de Cassandra que vem sendo exercido pelo Duplo Expresso até aqui.
Dissemos ainda em julho: “veremos, como em TODAS as eleições desde 2002, os institutos de pesquisa (do esquema) relatarem uma alegada ‘disparada na reta final’ do candidato tucano nas últimas semanas antes do primeiro turno, que vai casar, ‘providencialmente’, com a dianteira – ‘surpreendente’ – que o candidato do PSDB ‘vai abrir’ – i.e., na apuração – com relação ao ‘terceiro colocado’ (entre aspas mesmo)”.
Pois adivinhem?
Desta vez, como o salto a “ser dado” por Alckmin é grande demais e a eleição mais curta, os defraudadores resolveram começar a tal “subida” ainda antes do início do – “redentor” (sic) – horário eleitoral gratuito (o álibi a que os “analistas” sempre recorrem para explica-la).
Registrem: no dia de ontem foi dada a largada da fraude 2018. E nas páginas da Veja!
Mas e o PT, hein? Que papel desempenhará em toda essa farsa?

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Haddad contraria PT e adota discurso da direita sobre Venezuela. Sobre os EUA? Nada diz

Impressiona a falta de traquejo político – e até de sagacidade – daquele que almeja substituir (não outro que…) Lula (!) como o candidato do PT à Presidência da República. A quantidade de tiros no pé disparados em pouco mais de 1 semana por Fernando Haddad, o “FH” desta geração, é fabulosa. Imaginemos o que ocorreria numa campanha em plena marcha, com escalada da tensão.
Na redução que o “globalismo progressista” promove da política a uma oposição entre (pós-) “modernos” e “reacionários”, o conflito capital vs. trabalho, fundamental desde sempre no ideário de esquerda, passa a um segundo plano. Mais que isso, suprime-se o outro eixo definidor no mapeamento (geo-) político: o conflito, dentro da lógica de “império”, entre os interesses do centro e da periferia do capitalismo.
Quando perguntado sobre se a Venezuela e a Nicarágua não seriam “ditaduras”, Fernando Haddad tenta ensaiar um murismo. Acaba, contudo, entregando-se e dizendo, por exemplo, que o “regime” (sic) venezuelano, com uma “sociedade conflagrada” (sic), não seria uma democracia. Repete ainda a asneira plantada pelos EUA de que a Nicarágua viveria uma “guerra civil”. Isso quando, na realidade, tenta-se uma nova “primavera”: o pequeno país centro-americano é a bola da vez nas operações de desestabilização patrocinadas pelos EUA.

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Exclusivo: “Mercado”, lá fora, não dá Lula como morto!

O Duplo Expresso é, e seguirá sendo, “Lula de A a Z”; “Lula até as últimas consequências”. Para o Duplo Expresso, não se troca de palavra de ordem como se troca de roupa íntima usada, de um dia para o outro. Portanto, eleição sem Lula é – e continuará sendo – fraude.
Mais do que por Lula, por quem temos enorme respeito e gratidão, mantemos a nossa palavra pensando no Brasil. O país – e os seus pobres – têm na sua única liderança popular a sua, também única, esperança de derrotar o Golpe. Seja na sua vertente mais ostensiva (Globo/ Judiciário/ direita/ EUA/ Finança), seja na sua vertente intra-PT.
O Duplo Expresso é Lula. Se de todo impossível, defendemos uma anti-candidatura. Uma que chame a farsa pelo que ela é – fraude –, adotando uma tática de empate.
Em ambos os casos, defendemos que se promova uma totalização paralela à do TSE, baseada nos boletins em papel emitidos por cada urna eletrônica. Exatamente como fez Brizola no RJ em 1982.

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Freud cruel: traído pelo inconsciente, Haddad revela alma tucana. Ato “falho”?

Solícito, num gesto de gentileza “PTucana” que só a USP explica, concordou em gravar a primeira peça a ser usada como spot de TV pela campanha de Geraldo Alckmin (!): um atestado da honestidade do (suposto) “adversário” (!)
Pior: traído pelo inconsciente, Haddad revela, num lapso, o tucaninho que bate asas todo fagueiro dentro do seu coração.
Freud explica!

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Plano B’ola nas costas: como BTG Pactual, Eduardo Cunha e doleiro Dario Messer entram na campanha por Haddad

Mais uma vez preparamos um condensado do Programa Duplo Expresso de hoje. Nele tratamos das desastradas – e desastrosas – declarações que Fernando Haddad deu ontem à Finança, na sede do Banco BTG Pactual. Teve de correr depois à imprensa (amiga) para tentar apagar o incêndio. Mas já era tarde: a declaração de que poderia apoiar “sem preconceitos” Alckmin num segundo turno contra Bolsonaro já se espalhara pelas redes. Inclusive petistas.
Mais que isso, num gesto de gentileza “PTucana” que só a USP explica, concordou em gravar a primeira peça a ser usada como spot de TV pela campanha de Geraldo Alckmin (!): um atestado da honestidade do (suposto) “adversário” (!)
Mas há um link a mais entre os articuladores do Plano B dentro do PT e o mesmo banco BTG Pactual, devidamente explorado neste programa…

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Duplo Expresso 9/ago/2018

Destaques:
– O sociólogo, escritor e analista internacional Lejeune Mirhan comenta: “O papel do Egito na geopolítica do Mundo Árabe – Parte II”
– O Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães comenta atualidade política do Brasil e do mundo.
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Making of: como Haddad – e o Golpe – deram o bote em Lula e nas bases do PT

O Duplo Expresso avisou…
(há 6 meses!)
Nossa primeira publicação – e, sem muita surpresa, da internet brasileira – alertando para as movimentações de uma conspiração para impor o Plano B “de fora para dentro” do PT foi publicado em 3/fev/2018. Naquele texto, curto, relatávamos o que ouvíramos de fontes bem situadas na direção do partido.
Três semanas depois, trazíamos análise mais elaborada das movimentações. E, no final do novo artigo, mostrávamos a farsa que tentava repetir uma tragédia: um subprojeto de Emmanuel Macron tupiniquim, mesmo que sem a articulação e o talento – inegáveis – do original.
Tratamos, dias depois, do futuro (distópico) de um PT – já sem Lula – sob Haddad. Publicaríamos, então, “‘Meninos, eu vi’: síntese Macron/ Hollande, Haddad matará PT como dupla matou PS”.
Parabéns, conspiradores do Plano B (e do Golpe). Ou, como se diz em francês, chapeau!
Ah, como é dura a síndrome de Cassandra…

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Como uma luva: Haddad, “Manu” e o lugar do identitarismo na estratégia do Golpe

Quem acompanha o nosso trabalho há mais tempo sabe a atenção que vimos dando à relação simbiótica entre as franjas radicalizadas do chamado “identitarismo” – movimentos monotemáticos representativos das minorias (LGBTs, mulheres, negros, pessoas com deficiência) – e a extrema-direita midiática, estilo MBL. Um não brilha sem o contraste do outro. E, juntos, dominam a parada das “descoladas” hashtags. Não é só na física que os opostos se atraem.
Mais que isso, ambos os lados muitas vezes contam com o apoio de patronos e/ ou plataformas de comunicação (igualmente) americanos: do lado do “globalismo descolado”, George Soros. Do do conservadorismo “politicamente incorreto”, os irmãos Koch. E, assim, a tática da pinça – manipulando a resultante do debate público com o controle dos polos opostos – se fecha.
Tão ocupados temos estado expondo os últimos desdobramentos da conspiração do “Plano B”, que agora chega ao seu clímax, que nem tínhamos atentado para o papel que essa pauta tão cara ao Duplo Expresso pode desempenhar no enredo do Golpe. Se não for obra do acaso, é do arco da velha. E, no final, tudo se encaixaria como uma luva.

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Ética, política e a sedução do “Plano B”: o dia em que o Duplo Expresso disse não estar à venda

Gênio político deliciosamente desbocado na intimidade, o Presidente Lula conseguiu compor um verdadeiro tratado de política de dar inveja a gregos clássicos e italianos renascentistas: “companheira fulana, política é a gente saber quando pode meter na bunda do outro e quando é a gente quem tem que levar a piroc…da”.
A traição no PT ao indivíduo Lula e à obra do Lulismo é, mais que imoral para a axiologia do indivíduo, imoral mesmo diante da ética política mais maquiavélica: a do próprio Maquiavel. Sem nenhuma virtù, esses traidores rifam o bem comum, da sociedade, por trinta moedas de prata. Mais que abstencionistas, tornam-se agora coautores, indispensáveis, do Golpe. Ao se venderem receberam, com superfaturamento que certamente hão de conhecer, muito mais do que valiam.
Já nós, do Duplo Expresso, seguimos fora dessa feira livre. Meses atrás, quando provocávamos danos à estratégia do Plano B desnudando-lhe a traição, fomos procurados por emissário de um certo líder petista, idolatrado pela militância. Esse, que publica sob pseudônimo em outros blogs, oferecia de tornar-se fonte do Duplo Expresso, com acesso a informações exclusivas.
O preço?

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Plano B: a degola de Lula combinada por “amigos” com o STF (e o fim do Brasil)

EM SÍNTESE:
(1) Advogados da vítima trocando notinhas com os algozes na Folha de S. Paulo, para plantar álibis recíprocos…
(2) Deputados do PT que acertam com Sergio Moro e Eduardo Cunha a exclusão de depoimento que ajudaria Lula de Relatório de CPMI…
(3) Fernando Haddad a ponto de ser sagrado Plano B. Isso, com a sua derrota para Geraldo Alckmin já estando acertada. Tendo como álibi, inclusive, a sua debilidade política. E, como garantidor, a fraude na totalização dos votos.
Diante de tudo isso que vai acima, podem esperar tudo do Duplo Expresso…
– … menos compactuar com essa farsa!
Pior:
– Para horror dos conspiradores, dentro e fora do Brasil, seguiremos aqui dizendo quem é quem.

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Brasil: a pior elite do mundo tem a ‘esquerda’ que pediu a Deus

Sem medo de cara feia, dada a gravidade da hora, ousamos criticar a adesão de um partido de trabalhadores à onda global de precarização do trabalho, com a criação pelo mesmo de nova modalidade de terceirização: a da greve de fome (!)
Animados pelo depoimento de uma monja nesta semana, editamos vídeo irrefutável contendo, além do mesmo, as palavras de Gleisi Hoffmann, João Pedro Stédile e de Lula. Prova, de forma definitiva, a existência de um círculo de traidores dentro do PT. No qual brilha, quase sem rival, o laranja podre do partido, José Eduardo Martins Cardozo.
Por fim, abordamos a promiscuidade entre golpistas e goleados na Corte brasiliense. Essa que desmoraliza, de forma contundente, a narrativa de que “foi Golpe”.
Mais do que isso, ao final da semana acabamos por nos perguntar se todos esses elementos – terceirização da luta; traição; e promiscuidade entre golpistas e “golpeados” – e ainda outros de igual calibre, como o caráter suprapartidário da máfia que frauda votações no Brasil, não constituem justamente aquilo que já nos permite antever o papel que essa mesma “esquerda” anseia desempenhar na grande fraude de 2018.

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Haddad, nu, leva Lula à forca: “problema é jurídico. Não político. Sou advogado” (!)

Mostrando toda a sua inabilidade política (e até ausência de sagacidade), Haddad deixa escapar, em poucas palavras, a estratégia – até aqui muito bem-sucedida – daqueles que, junto com o Golpe (i.e., a sua facção mais ostensiva), tramaram a degola de Lula de dentro do PT:
– O tal “PT jurídico” (apud Prof. Luiz Moreira).
Aquele de José Eduardo Cardozo e… C.I.A.
Pois eis Haddad, e o PT jurídico, tirando a própria roupa – e mostrando as vergonhas – em público ontem…

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Fraude: Bolsonaro já vendeu vaga no segundo turno a Alckmin?

Hipótese: Alckmin contrataria Bolsonaro como “cavalo paraguaio” deliberado. Um candidato bomba-relógio, com detonação já programada na largada. Faria um “esquenta” galvanizando o anti-petismo durante a campanha, apenas para, nas últimas semanas, entrega-lo de bandeja para Geraldo Alckmin.
Nesse caso, três tipos de fraude (retro) alimentar-se-iam:
(1) A partir de determinado momento, Bolsonaro daria tiro no pé atrás de tiro no pé;
(2) Os institutos de pesquisa – i.e., os do esquema – calibrariam as “margens” com que trabalham para acentuar uma tal “tendência de desidratação” de Bolsonaro; e
(3) Na abertura das urnas, a infame “totalização” – secreta – revelaria, pela quinta vez consecutiva desde 2002 (!), uma “surpreendente” (sic) “disparada na reta final” do candidato do PSDB.
P.S.: Resta saber que papel o PT desempenhará nessa farsa. Resta saber se o “com STF, com TUDO” de Jucá também incluirá o partido, segundo relatos (não contestados) satisfeito com a derrota no segundo turno (também já acertada?), que seria o suficiente para garantir a sua “hegemonia na esquerda”. E na “oposição” (?)… parlamentar.

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Promiscuidade brasiliense: PT rifará Lula para entrar no “com STF, com TUDO” do Jucá?

Resta saber que papel o PT desempenhará nessa farsa. Resta saber se o “com STF, com TUDO” de Jucá também incluirá o partido, segundo relatos (não contestados) satisfeito com a derrota no segundo turno (também já acertada?), que seria o suficiente para garantir a sua “hegemonia na esquerda”. E na “oposição” (?)… parlamentar. De onde poderia esperar, calmamente, o Golpe fazer todo o trabalho sujo de destruição da soberania nacional e de inviabilização definitiva de um projeto de desenvolvimento autônomo, com a desnacionalização completa das riquezas naturais, a consolidação da reprimarização da economia e o fim dos direitos sociais.

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Viva! Defesa ouve Duplo Expresso e impede golpe (de misericórdia) do STF em Lula

O Duplo Expresso nunca patenteia as ideias aqui veiculadas. Ao contrário: fica extremamente contente com o fato de os advogados de Lula, incluindo Cristiano Zanin e Eugênio Aragão, terem demonstrado a humildade necessária para remediar um equívoco. Ainda mais um que geraria consequências tão graves para a luta, que é coletiva, da brasilidade.
Numa barbeiragem, a defesa tinha usado (i) o fato de Lula pretender ser candidato nas próximas eleições como fundamento (ii) do pedido para sua soltura imediata, em caráter liminar. A proximidade da eleição era aludida para caracterizar “urgência”, com perigo de dano irreparável (Lula não ser eleito) caso houvesse demora (com Lula não podendo fazer campanha).
Ora, era tudo que o STF pedira a Deus! A oportunidade de se pronunciar – já na semana que vem – numa “questão prejudicial”, sobre se Lula pode ou não… ser candidato!
Ou seja, ainda antes do registro da candidatura, no dia 15!
Com isso, dariam um duro golpe no moral das bases. E, ademais, respaldariam – antecipadamente – o previsível veto do TSE ao registro da candidatura de Lula, posto que dessa decisão caberia recurso ao mesmo… STF. Sim, justamente a corte que já deixaria claro previamente, dessa maneira, que o indeferiria lá na frente.
Antes tarde do que nunca!

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Duplo Expresso 3/ago/2018

Destaques:
– O antropólogo João de Athayde comenta: “Evidências de Demônios nas Costas Brasileiras”
– O politólogo e analista internacional Eduardo J. Vior fala sobre: “Somos alvo de uma disputa entre norte-americanos e europeus”
– A Economista, doutora em Políticas Públicas e mestre em Planejamento e Desenvolvimento Econômico Ceci Juruá comenta: “Dívida pública: quem paga a conta”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Marília Arraes vs. Plano B (de Bancos): o PT renunciou ao lulismo? (vídeo)

O lulismo está ameaçado por um programa de governo – o programa Haddad – que: (i) prevê, tacitamente, a desnacionalização de ainda mais setores da economia, com “concessões” e “parcerias público-privadas” (apud Haddad), que, com a falência das empreiteiras nacionais, só poderão ser disputadas por estrangeiros; (ii) rege-se pela busca de mais “abertura de mercado” (apud Rui Falcão); (iii) contempla a queima das reservas internacionais para “pagamento da dívida pública” à Finança (apud Haddad) e não para investimentos produtivos (como no pré-sal) que reativassem a economia. Haddad, professor do INSPER, instituto e think tank da alta finança paulistana, diz mesmo a que veio.

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Duplo Expresso 2/ago/2018

Destaques:
– O sociólogo, escritor e analista internacional Lejeune Mirhan comenta: “O papel do Egito na geopolítica do Mundo Árabe”
– O Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães comenta a atualidade política do Brasil e do mundo.
– Fabíola Latino Antezana, diretora do Sindicato dos Urbanitários no Distrito Federal (STIU-DF) fala sobre: “Sem recesso para a luta. Em defesa da Eletrobras”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Vídeo-bomba: o passo a passo da traição a Lula – e ao Brasil – dentro do PT

Depoimentos de Gleisi Hoffmann, João Pedro Stedile, Monja Coen e… Luis Inácio Lula da Silva. Mais extrato do programa Duplo Expresso de 1/ago/2018.

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Duplo Expresso 31/jul/2018

Destaques:
– A coordenadora da Associação Auditoria Cidadã da Dívida, Maria Lúcia Fattorelli, e o especialista em Minas e Energia, PhD em Engenharia na área do petróleo, Paulo César Ribeiro Lima comentam: “SBPC – Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – quer auditoria da dívida”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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“Fake news” – plantada – de “Lula no Tribunal da Haia”: Golpe está passeando na Europa?

Como não acreditamos em coincidências “fortuitas” numa guerra (ainda mais híbrida), além de tudo tão precisas como no caso presente, cremos que as seguidas perguntas dos espectadores nas últimas semanas sobre uma suposta iniciativa de levar o caso Lula a um tal “tribunal na Haia” tenham tudo a ver com a casca de banana que foi jogada para que HispanTV e TeleSur escorregassem e dessem essa enorme barriga.
Quem terá plantado essa “informação”, falsa, nesses veículos, tão importantes e atuantes na desmoralização internacional do Golpe no Brasil?
Quais os seus objetivos?
O Duplo Expresso traz as hipóteses.

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Duplo Expresso 30/jul/2018

Destaques:
– O arquiteto e comentarista de Design e Empatia Carlos Krebs comenta: “O mundo na bolha de plástico”
– O Cientista do Estado e correspondente do Duplo Expresso em Caracas, Caio Clímaco fala sobre o IV Congresso do PSUV e a Marcha Campesina.
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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“Lagartixa”: PT está disposto a, sem Lula, jogar para perder?

O PT não vai boicotar a eleição. Não vai abrir mão de reforçar o “13” na TV na campanha de Presidente. Ainda mais quando tem toda essa boa-vontade/ frustração associada à “marca” por causa do martírio de Lula. Revelador da lógica dominante é estrategistas do partido reconhecerem que a expectativa é chegar ao segundo turno com o Plano B para então… perder (!)
Acham isso bom o suficiente por garantir, i.e., segundo eles, a primazia do PT nas esquerdas e na futura oposição. Misto de cretinismo parlamentar e politicagem fisiológica, para preservação de gabinetes. O tal “ocupar espaços” na adversidade.
Não existe “referendo revogatório” 1 década depois!
A não ser que a lógica seja justamente essa: deixar “eles” (?) fazerem toda a maldade e, aí, chegar ao poder na ressaca. Mas, convenientemente, a partir daí apenas podendo fazer “mudança” cosmética, dado o estágio de consolidação da maldade.
O PT viraria algo como o PS chileno pós-Pinochet?

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Análise: Facebook grita “MBL” e (patos?) vermelhos cavam a própria cova

*Atualizado 29/jul/2018 – 11:20*
No caso do MBL, o Facebook alega, vejam só, “uso de nome falso”.
E o militante de esquerda que está no Brasil? O nacionalista? Aquele que, temendo retaliações, prudentemente protege a si – e aos seus – por detrás de um pseudônimo?
Que poderá ele fazer quando o Facebook expuser sua identidade a traficantes e assassinos (incidentalmente com mandato e/ ou disputando cargos eletivos)?
Que poderá ele fazer quando o “tribunal” – privado e obscuro – de um monopólio americano próximo às NSA da vida fechar sua conta porque usa “nome falso” (sic)?
Poderá “recorrer ao Judiciário (nota: o Judiciário da Lava Jato!), como em qualquer outra quebra de contrato” – como sugere o (“globalista” e entusiasta das redes sociais americanas) Sakamoto?
Aproveita-se certo reflexo pavloviano, na sua modalidade “vermelho” vs. “azul”. Grita-se: “MBL… MBL… MBL…”!
E patos vermelhos, cegados pela rivalidade, correm para o despenhadeiro (pior: com sorriso nos lábios!).

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Duplo Expresso 25/jul/2018

Destaques:
– A arquiteta, mestra em Engenharia Civil e doutoranda em Administração de Empresas Patrícia Vauquier comenta: “Caso Benalla: o que realmente está em jogo”
– O jornalista José Augusto Ribeiro e o advogado Samuel Gomes falam sobre: “Lula, petróleo e soberania”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Exclusivo: Aeronáutica impediu entrega da Embraer a estrangeiros

Ao ser notificado sobre tal negociação, já com contrato – assinado – de compra pelos estrangeiros das ações antes detidas pelos controladores brasileiros, o Comando da Aeronáutica insurge-se. E faz gestões – em total sigilo, levantado apenas agora com o presente vazamento – para impedir que tal negócio se realize. Há registro, inclusive, de como o Comandante enquadrou o Ministro da “Defesa” (?) e o Presidente entreguista.
A História, até aqui oculta, mostra como os brigadeiros nacionalistas lograram tal êxito.
Apresentamos – com exclusividade – as provas documentais do veto do Comandante à desnacionalização da Embraer.

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