99%, UNÍ-VOS! III – Os Dez Anos da Crise de 2008

Não se deixe levar pelas sucessivas mensagens veiculadas na mídia corporativa sobre a nobreza do austerícidio praticado pelo Ocidente. Isso serve apenas para que nós – os 99% – continuemos a engordar aquele 1% sob um discurso de que o baixo crescimento é parte de um “novo normal  secular” depois de passados dez anos da crise global de 2008. Nada disso! Vamos romper essas ideias olhando o formato de desenvolvimento impulsionado e conduzido pela mão estatal no Oriente, e como isso tem produzido resultados muito mais relevantes do que aqueles observados nos meridianos de cá da esfera terrestre.

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Guerras comerciais dos EUA contra a China: o que realmente está em disputa

A bizarra e em ininterrupta escalada “guerra comercial” que Washington move contra os chineses nada tem a ver com equilibrar superávits comerciais. E parece que, agora, os chineses já concluíram também nessa direção. Tudo ali tem a ver com assalto frontal contra a estratégia chinesa de se autoconverter em país líder, de economia avançada, autoconfiante, em pés de igualdade, no campo da tecnologia com o ocidente e, possivelmente, ainda mais avançada. Essa é basicamente a meta da estratégia nacional econômica de Xi Jinping, Made in China: 2025.
Os EUA como superpotência mundial dominante de modo algum poderiam permitir que as coisas andassem como os chineses planejam.

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Exclusivo: a escala e a duração da infiltração no PT (de Lula!)

Live especial levada ao ar nesta tarde, com informações exclusivas sobre a ascensão “meteórica” da corrente “Mensagem ao Partido” dentro do PT, em prejuízo da de Lula, popular e sindical (CNB). Dá-se na base da tática “pedagógica” do porrete combinado com a cenoura: de um lado, garantia de perseguição do Judiciário a quem não adere; e, do outro, financiamento abundante para quem, ao contrário, adere.

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PCO, Duplo Expresso e Nocaute explicam lugar de Haddad na traição a Lula dentro do PT

“Plano B”: quem armou a cama de gato política e jurídica para Lula?
Resposta: a tendência “Mensagem ao Partido” dentro do PT.
Análise de Rui Costa Pimenta, do PCO, Romulus Maya, do Duplo Expresso, e José Arbex, do Nocaute. Além de depoimentos reveladores de Gleisi Hoffmann, João Pedro Stédile e do próprio Lula.
Da tal facção “Mensagem ao Partido” fazem parte (i) José Eduardo Cardozo, o laranja podre do PT; (ii) Tarso Genro, algoz da tendência de Lula dentro do PT, atual CNB, durante o “Mensalão”; (iii) o Dep. Paulo Teixeira, que nada fez pela defesa – real – de Lula no Congresso (assim como tampouco o fizeram os Deps. Paulo Pimenta e Wadih Damous); e (iv) o próprio Fernando Haddad (!), até outro dia.

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UE caiu na armadilha de Washington, para a guerra comercial anti-China


Embora muitos na União Europeia (UE) tenham respirado aliviados ante o aparente sucesso das recentes conversações sobre tarifas comerciais entre Juncker, presidente da Comissão da UE, e o governo Trump, na realidade parece que Washington conseguiu arrastar ardilosamente a UE, especialmente a Alemanha, a fechar a porta contra qualquer possível colaboração com a China para o desenvolvimento comercial e econômico.
Apesar de haver problemas com a política econômica da China, os recentes desenvolvimentos sugerem que se criou algum consenso na UE para dar as costas aos monumentais potenciais do espaço econômico eurasiano com centro na China, a favor de uma aliança com EUA e com o Japão – ambos países hostis ao desenvolvimento da China. É desdobramento que pode ferir gravemente o desenvolvimento da economia da UE.

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Terremoto na Turquia pode mudar o mundo?

A aproximação recente da Turquia em relação à Rússia é a verdadeira causa do fim do guarda chuva de proteção financeira que protegeu a Turquia por décadas de ataques cambiais e em especial Erdogan. Erdogan prometeu não recuar, e, ao contrário, fortalecer os laços com a Rússia, China e Irã.
Quem vencerá essa queda de braço?

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Haddad contraria PT e adota discurso da direita sobre Venezuela. Sobre os EUA? Nada diz

Impressiona a falta de traquejo político – e até de sagacidade – daquele que almeja substituir (não outro que…) Lula (!) como o candidato do PT à Presidência da República. A quantidade de tiros no pé disparados em pouco mais de 1 semana por Fernando Haddad, o “FH” desta geração, é fabulosa. Imaginemos o que ocorreria numa campanha em plena marcha, com escalada da tensão.
Na redução que o “globalismo progressista” promove da política a uma oposição entre (pós-) “modernos” e “reacionários”, o conflito capital vs. trabalho, fundamental desde sempre no ideário de esquerda, passa a um segundo plano. Mais que isso, suprime-se o outro eixo definidor no mapeamento (geo-) político: o conflito, dentro da lógica de “império”, entre os interesses do centro e da periferia do capitalismo.
Quando perguntado sobre se a Venezuela e a Nicarágua não seriam “ditaduras”, Fernando Haddad tenta ensaiar um murismo. Acaba, contudo, entregando-se e dizendo, por exemplo, que o “regime” (sic) venezuelano, com uma “sociedade conflagrada” (sic), não seria uma democracia. Repete ainda a asneira plantada pelos EUA de que a Nicarágua viveria uma “guerra civil”. Isso quando, na realidade, tenta-se uma nova “primavera”: o pequeno país centro-americano é a bola da vez nas operações de desestabilização patrocinadas pelos EUA.

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Incógnito “Mr. Dodge”: Raquel, a PGR, vive com “espião que veio do frio”?

A única foto disponível do Sr. Dodge encontra-se no site da instituição em que tem a sua ocupação… hmmm… “mais ostensiva”, digamos…
Trata-se da Escola das Nações, em Brasília. Entidade que educa – numa filosofia “globalista” – filhos de altas autoridades da República. Do quilate, por exemplo, de Michelzinho e Jucá-zinho.
É inusitado que alguém com o invejável currículo de Bradley, com graduação em tecnologia da informação (!) e mestrado em administração em Harvard, com “emprego ostensivo” numa escola que atende à elite do centro do poder no país, casado, como sabemos, com alguém com salário elevadíssimo, ainda tenha necessidade de fazer bico como “professor particular de inglês”.
(de VIPs!)
Hmmm… será para poder exercitar o seu – auto-atribuído – talento em “comunicação inter-cultural”? Com VIPs da República??

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Mercado vs. Lula vs. Bolsonaro: sinais trocando?

É possível que a Folha finalmente tenha detectado que o antes “espantalho de Lula” chamado Bolsonaro agora tem o interesse direto da Casa Branca. Podemos suspeitar também que para a Finança Internacional é interessante esse tipo de gente governando em pontos localizados, assim cada Macron que aparece por aí se torna uma espécie de miragem de esquerda, sem sê-lo. Trata-se de controlar criando frações, estratégia tão antiga quanto aquela dos imperadores romanos que dividiam o senado de propósito. Está cada vez mais claro que Trump agora vê no Brasil uma possibilidade de ter um espelho, o que não é pouca coisa. De maneira bastante sutil, o embaixador chinês deu o sinal para que o povo acorde por aqui. Talvez a Folha tenha começado.

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Exclusivo! Importante quadro aposentado envia texto após publicação do Duplo Expresso sobre “morte de Moro”

Nenhum estrangeiro que tenha sido cooptado pela CIA ficou vivo até hoje para contar sua história. As mortes estranhas, nas formas mais variadas se contam às centenas. Arquivos vivos são evitados e passados à condição de inativos por meio de atropelamentos, acidentes de trânsito, envenenamentos, infecções mortais, etc.
A agencia não sanciona (termo técnico para eliminação física, segundo Carlos Costa, ex-chefe do FBI no Brasil numa entrevista à Carta Capital em 2002) apenas seus contratados, é bem verdade. 
Líderes e presidentes rebeldes aos seus comandos também são assassinados, inclusive estando no cargo, principalmente por meio de “acidentes” de aviação, tais como Omar Torrijos do Panamá, Jaime Roldós do Equador, Lech Kaczynski da Polônia; Francisco Sá Carneiro de Portugal, Dag Hammasjold, secretário geral da ONU, Enrico Mattei, ministro do petróleo da Itália (atingido por um míssil), Samora Machel de Moçambique, Zia Ul Aki do Paquistão, entre muitos outros.

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EUA: O mito da neutralidade da Suprema Corte 

Há nos EUA mito poderoso e persistente, que foi afinal detonado quando a Suprema Corte encerrou os trabalhos no final de 2017. Falo do mito segundo o qual haveria marcada separação entre a lei e a política, ou, pelo menos, que a lei poderia conter as escolhas políticas.
O mito da lei foi bem descrito por um autor do século 19, Alexis DeTocqueville, que escreveu em Democracy in America: “Pode-se dizer que absolutamente não há questão política nos EUA, que, mais cedo ou mais tarde, não seja convertida em questão judicial.” A frase captura dois aspectos do mito da lei.



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A grande disputa geopolítica do século XXI: mobilidade, meio ambiente e inteligência artificial – Parte 4

Ninguém jamais ousou imaginar que o governo americano um dia estatizaria a General Motors – GM, como fez em 2009, qualquer que fosse a crise. Primeiramente, porque a GM foi durante a maior parte do século XX a maior empresa do mundo e orgulho do capitalismo americano. A gigante já passou incólume por muitas crises incluindo a grande depressão dos anos 30. Segundo, porque os EUA sempre foram os grandes defensores da livre iniciativa, das privatizações e combateram as estatizações em todo o mundo. Jamais alguém imaginou que o governo americano iria controlar uma empresa industrial. Isso é um abalo absolutamente inusitado em nossas crenças sobre economia e política.
Deixando de lado a questão ideológica, faz-se necessário avaliar o motivo dessa medida tão inesperada.

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Começam hoje 50 anos de guerra de tarifas?

Muito mais que primeiro tiro à meia-noite de hoje do que pode converter-se em terrível guerra comercial, a queda de braços de tarifas entre EUA e China deve ser vista no contexto de grande virada no Grande Quadro geopolítico e econômico.


O jogo de passar adiante as culpas, e todos os tipos de cenários de especulação de como pode evoluir a disputa de tarifas, são questões periféricas. O alvo crucialmente decisivo do que hoje se inicia não é algum “livre comércio” que seria disfuncional; o alvo é o projeto “Made in China 2025” – a China autoconfigurada como usina geradora de alta tecnologia equivalente, ou mesmo superando EUA e UE.



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A grande disputa geopolítica do século XXI: mobilidade, meio ambiente e inteligência artificial – Parte 3

O contínuo aumento consumo de combustíveis fósseis em razão da adoção do modelo fordista-petroleiro americano pela maior parte do mundo em desenvolvimento está levando à perda de prestígio desse modelo e ao crescente investimento em tecnologias e infraestrutura alternativa a ele.
Essa alternativa já foi escolhida: é a mobilidade elétrica com trens e carros elétricos e a substituição do carvão e o óleo combustível por tecnologias de conservação de energia e fontes mais limpas de produção de eletricidade como gás natural, energia eólica e solar.

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Globo tenta anular militares nacionalistas contra o desmonte neoliberal de Tio Sam

A Globo, porta voz do império americano, faz qualquer coisa para desgastar militares nacionalistas contrários ao desmonte neoliberal que o governo Temer, fantoche de Washington, promove de forma acelerada.
De repente, a família Marinho se empenha desesperadamente em criminalizar, especialmente o governo Geisel(1974-1979), que incomodou muito os Estados Unidos, com seu nacionalismo econômico.

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Drama das sanções anti-Irã e a OPEP-plus 

É possível que a história já tenha conhecido mais estranhos parceiros de cama geopolítica. Mas no mundo atual da OPEP-plus, as regras do jogo já são controladas de facto pela Arábia Saudita, usina de produção de petróleo da OPEP, em uníssono com a Rússia, non-OPEP.


Pode acontecer até de a Rússia unir-se à OPEP como membro associado. Una-se ou não, já há uma cláusula chave no acordo bilateral Riad-Moscou, que estipula que, agora, a nova regra para elevar ou reduzir a produção de petróleo são as intervenções conjuntas. Alguns dos principais membros da OPEP não estão exatamente muito felizes.

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Em defesa de dar um jeito na Suprema Corte* 

Com a Suprema Corte na 3ª-feira confirmando a decisão de Trump de banir muçulmanos (Suprema Corte EUA, SCOTUS); na 4ª-feira atacando os sindicatos de funcionários públicos; e com o anúncio feito pelo juiz Anthony Kennedy, de que se aposenta, é tempo de trazer outra vez para o topo da agenda uma ideia marginal: ‘superlotar’ a Suprema Corte. 


O apoio da maioria conservadora ao trumpismo e sua obcecada oposição a qualquer projeto progressista implica que, na atual formação, a Suprema Corte funcionará como barreira que bloqueará qualquer agenda de qualquer presidente e Congresso que tenham qualquer tendência de esquerda, mesmo que levíssima. Esse tipo de barreira tem de ser enfrentada e confrontada com firmeza.



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Guerra comercial China x EUA se intensifica na sucessão presidencial brasileira

O governo chinês tem que alimentar mais de 2 bilhões de habitantes e precisa de fontes seguras de abastecimento.
Ficar na mão dos americanos, para os chineses, nem pensar.
Por isso, joga com vara de dois bicos:
1 – pressiona o agronegócio e o setor mineral a apoiar eleições livres para todos, para ter amigo disputando eleição e
2 – amplia outros mercados, como na África, de onde os chineses possam comprar, pagando metade do frete, relativamente, ao Brasil etc.
O recado chinês chegou aos políticos conservadores do Centro Oeste brasileiro: de que lado vocês estão?

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O que vai tirar Lula da prisão

A pressão política chinesa que iniciou com a taxação dos frangos e agora deve avançar para o setor de minérios tem revelado o tamanho da burrada de “dormir com o inimigo”, praticada pelos empresários que ganhavam com a China e optaram por apoiar quem quer vê-los pelas costas: os EUA.

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Metais sexy: peça que faltava no quebra-cabeça coreano

Tudo sugere que o xis da questão no abraço que o governo Trump oferece a Kim Jong-un tenha tudo a ver com um dos maiores depósitos de terras raras (ing. rare earth elements, REEs) do mundo, a apenas 150km ao norte de Pyongyang que vale, parece, vários bilhões de EUA-dólares.



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União Europeia pode ser parceira da Rússia? 

Nesse momento, ante o comportamento insano de Trump, que acintosamente afasta praticamente todos os líderes europeus, é a hora perfeita para acrescentar um empurrão russo ao “tranco” dos EUA, e ajudar a trazer a UE para mais perto da Rússia. Ao renomear “liberais” russos (eufemismo para designar os russos aderidos a OMC-Banco Mundial-FMI e assemelhados), Putin dá à Rússia ares capazes de atrair, na medida do possível, a UE.
Pessoalmente, não acredito que a UE, dadas as condições certas, possa vir a ser parceira dos russos. Adiante, tento expor as razões desse meu ceticismo.

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Putin bem que avisou (há dez anos)

Não se pode culpar o presidente russo Vladimir Putin, por saborear um momento ‘eu-avisei’. Putin realmente avisou líderes europeus de que a briga geral em que estão eles todos metidos de um lado, contra os EUA, de outro lado, é o que sempre acontece quando alguém se curva com demasiado servilismo às ambições hegemonistas dos EUA.
Semana passada, durante sua maratona de Perguntas e Respostas por televisão, com cidadãos russos, Putin fez referência às tarifas comerciais sem precedentes que o presidente Trump está aplicando aos estados europeus.



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Por que Índia ignora sanções dos EUA e une-se ao Irã

Prestem toda a atenção ao que a ministra de Relações Exteriores da Índia Sushma Swaraj, disse depois de se reunir com o ministro de Relações Exteriores do Irã Javad Zarif, no início dessa semana, em Nova Delhi:

”Nossa política exterior não é feita sob pressão de outros países (…) Reconhecemos as sanções da ONU e não reconhecemos sanções específicas por países. Tampouco observamos sanções norte-americanas em outras ocasiões.”

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Geopolítica de petróleo e gás:
 Aproxima-se uma tempestade de petróleo. 
Rússia, sauditas e Irã têm todas as cartas

Rússia e Arábia Saudita estão em debate profundo sobre aumentar a produção de petróleo OPEP e não OPEP em 1 milhão de barris/dia para compensar a queda drástica na produção na Venezuela além de possíveis reduções depois que as novas sanções dos EUA contra o Irã entrarem em vigência em novembro.



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Diário do Irã:
 Preparando-se para guerra econômica total

No instante em que se põe o pé nas ruas de Mashhad, se é envolto pelo ar perfumado de açafrão, uma brisa leve que vem da montanha: ali se está no coração da Antiga Rota da Seda e da Nova Iniciativa Cinturão e Estrada (ICE).


Para leste, a fronteira afegã esta apenas a três horas de distância por uma excelente estrada. Para norte, a fronteira do Turcomenistão está a menos de quatro horas. A noroeste, o Mar Cáspio. Ao sul o Oceano Índico e o porto de Chabahar, entrada para a versão indiana das Rotas da Seda. A ferrovia Teerã-Mashhad está sendo construída pelos chineses.



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Qual o verdadeiro interesse dos EUA com a “desnuclearização” da Coreia do Norte?

Há aqui uma verdade que não pode ser escamoteada: os EUA querem ter o monopólio das armas nucleares e com isso poder dominar o mundo usando meios de persuasão com os seus aliados, nomeadamente UE, Israel e Arábia Saudita. Esses meios de persuasão têm a ver com embargos econômicos, tornando insustentável as economias dos “países alvo” de forma a pararem o desenvolvimento do programa nuclear.

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“Depois da movimentação de Trump, cada um faz seu próprio jogo”

Ao cumprir, na terça-feira passada, sua promessa eleitoral de retirar os Estados Unidos do acordo nuclear com o Irã assinado em 2015, o Presidente Donald Trump apostou que, durante o período até a conclusão de um novo pacto, as relações de força no Oriente Médio se manteriam equilibradas, mas não imaginou que o vácuo deixado por Washington seria imediatamente preenchido por outros atores do drama regional.

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Mário Maéstri – Ofensiva Imperialista Mundial e Golpe Institucional no Brasil

No Brasil, a operação golpista foi longa e cuidadosamente planejada pelas centenas de analistas de órgãos estadunidenses como a CIA, NSA, Departamento de Estado, etc.. Implementada através de “revolução de veludo” contra a “corrupção petista”, o golpe teve como instrumentos fundamentais a Justiça e o Parlamento, já totalmente nas mãos do conservadorismo. Para tal, foi necessário a aprovação ou adaptação às suas necessidades de leis e instrumentos jurídicos

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A farsa da Lava Jato com o doleiro Dario Me$$er: o Duplo Expresso avisou!

Atualizado em 3/mai/2018 – 21:21
Sim, o Duplo Expresso avisou… e desde 2016. Culminando na publicação do artigo “Sergio Moro & Dario Messer, o doleiro: o elo ‘perdido’ – e explosivo – ligando Lava Jato e Bane$tado”, em 7/jan/2018.
– Moro/ Bretas/ EUA visam não apenas a se blindarem contra a possibilidade de traições – no governo Temer/ PMDB/ PSDB, no STF/ STJ, na Globo, na Avenida Paulista e… no “PT JUDICIÁRIO” (e no “PT com rabo preso”) – como também a garantir a consecução do seu objetivo político maior nos processos – leia-se “delenda Lula, delenda PT ” – quando os recursos começam a chegar a Brasília (onde passa a haver choques com o STF e o STJ).
(mais: “delenda bois de piranha no PSDB/ PMDB/ ‘Centrão'”)
– Bônus: Moro e Bretas (e EUA) podem ainda estar fartos da chantagem de Eduardo Cunha – e associados. Resolveram então desarmá-los, controlando a fonte primária do dossiê “Banestado”. O custo de imagem da blindagem a Cunha – uma cortesia do Duplo Expresso – pode ter se tornado caro demais. Pegam os ácidos limões que o Duplo Expresso atirou (Cunha & Messer) – até aqui com exclusividade (por que será?) – e fazem uma limonada.
(será “limodada suíça”?)
– Se alguém ainda acreditava no sucesso dos recursos de Lula em Brasília e colocava aí (ingenuamente) as suas fichas na luta contra o Golpe…
– Precisa desenhar, Lula? Precisa desenhar, (ala não-traíra do) PT? Precisa desenhar, bois de piranha da direita? Então a gente desenha…

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