Explosivo: a viagem – secreta – de Dilma à Rússia, em meio à “#VazaJato”!

Publicado 17/jun/2019 – 5:29
Atualizado 17/jun/2019 – 17:45 – C.Q.D.: depois de um dia para pensar, site “O Antagonista” faz “contenção de danos” (ver final) e publica material, cujo cronograma furamos. Contudo, de maneira mais esquisita ainda, tiveram acesso a foto exclusiva, que não está no site da Duma. Quem é a fonte do Antagonista? Dilma? O que Gleisi tem a dizer?;
Atualizado 18/jun/2019 – 19:40 – segundo relato de jornalista, agora Dilma foi à… China! E, de novo, de forma “discreta”.

Este é, sem sombra de dúvida, o momento mais grave em que eu, Romulus Maya, me dirijo a você, leitor, na qualidade de editor do Duplo Expresso.

Tivemos acesso, no meio desta semana, à informação — de alto potencial explosivo — de que Dilma Rousseff acaba de fazer uma visita — secreta! — à Rússia, há cerca de dez dias.

Sim, é isso mesmo: a ex-Presidente da República — pelo PT… — esteve secretamente em Moscou entre os dias 4 e 5 de junho. Ou seja, “casualmente” 5 dias antes de Glenn Greenwald publicar a bomba semiótica “#VazaJato”. E, com ela, sequestrar o noticiário político — à esquerda e à direita — no Brasil, com repercussões para além de nossas fronteiras.

Prepare-se para grandes surpresas. E circunstâncias muito suspeitas.

Explosivo: a viagem – secreta – de Dilma à Rússia, em meio à “#VazaJato”!

Por Romulus Maya, para o Duplo Expresso

Este é, sem sombra de dúvida, o momento mais grave em que me dirijo a você, leitor, na qualidade de editor do Duplo Expresso. Tivemos acesso, no meio desta semana, à informação de que Dilma Rousseff, acompanhada de Gleisi Roffmann, fez uma visita — secreta — à Rússia há cerca de dez dias. Quer dizer, quase secreta. Ambas estiveram em Moscou entre os dias 4 e 5 de junho. Ou seja, “casualmente” 5 dias antes de Glenn Greenwald publicar a bomba semiótica “#VazaJato”. E, com ela, sequestrar o noticiário político — à esquerda e à direita — no Brasil.

“Coincidentemente”, a extrema-direita ora usa todos os seus recursos — no subterrâneo mas também na superfície — para associar a “#VazaJato”, justamente, aos russos. Desde o dia seguinte à publicação do Intercept, canais da extrema-direita martelam a versão da atuação de um suposto “hacker russo” contra os membros da Lava Jato. Já no dia seguinte, Globo e Sergio Moro oficializam a manobra:

 

Lá na Rússia, ambas – Dilma e Gleisi – encontraram-se com quatro deputados da Câmara Baixa, a Duma, razão pela qual logramos obter – depois de dica quentíssima de fonte no país – os únicos registros fotográficos dessa visita “oculta”.

Estranhamente, nos perfis no Twitter das duas não há qualquer menção à viagem. Ou fotos, claro. Ao contrário, durante esses dois dias abundam publicações sobre política brasileira e fotos do país, como se as duas nele estivessem, na mais absoluta normalidade:

 

Por que o segredo?

 

Tão esquisito quanto, no site do Partido dos Trabalhadores não há qualquer menção a essa viagem — conjunta — de nada menos que a ex-Chefe de Estado — petista… — e mais a Presidente nacional da sigla:

 

Novamente, por que o segredo?

A imprensa brasileira tampouco tomou conhecimento desse “discreto” deslocamento. Não há qualquer resultado no Google quando se faz buscas a respeito.

Enfatizo, mais uma vez: trata-se, simplesmente, de uma viagem conjunta (ainda que brevíssima) de uma ex-Chefe de Estado, juntamente com a Presidente do maior partido de oposição do país.

Aumentando o interesse jornalístico, ambas foram à Rússia justamente no momento em que a tensão entre Moscou e Washington atinge grau máximo.

Isso não seria notícia?

Por que as respectivas assessorias ocultaram-na dos jornalistas brasileiros?

Para além delas, as próprias Dilma e Gleisi não consideraram como algo digno de divulgação em suas redes sociais?

Ou mesmo no site do Partido?

Ora, se era tão desimportante, a ponto de ser ignorado (ou ocultado?), por que pegar longos voos para ficar menos de 24h em solo russo?

Sim, porque devem ter passado mais tempo em avião indo e voltando!

Tampouco a imprensa russa noticiou a visita. O motivo, conforme viemos a saber, parece ser simples: o Ministério das Relações Exteriores russo não só não tomou nota da viagem como não tem ideia de o que as duas foram fazer lá. Checamos em Moscou, com a ajuda de Pepe Escobar. Tratou-se ao que parece em sondagem preliminar de pedido unilateral vindo de Dilma – com os necessários meses de antecedência usualmente requeridos pela Duma para o agendamento.

Ou seja, em vista disso, tal viagem – “desimportante” a ponto de ser ocultada! – foi necessariamente articulada com meses de antecedência.

Tudo isso para que as duas, Dilma e Gleisi, pudessem se reunir – por brevíssimo intervalo de tempo – tão somente com o líder de uma – reduzida – bancada parlamentar. Não da do partido de Vladimir Putin, o nacionalista “Rússia Unida”, que detém portentoso 75% dos assentos na Casa, mas sim do Partido Comunista russo, que detém mísero 9%:

 

Com que propósito, portanto, foram lá Dilma e Gleisi?

E por que segredo absoluto em torno desse deslocamento, ora exposto aqui no Duplo Expresso com exclusividade?

Curioso, leitor?

Pois eis aí – raríssimo – registro de que as duas – Dilma e Gleisi – estiveram, mesmo, em Moscou, diretamente do site oficial da Duma. Felizmente, também disponível em versão em inglês, para além do russo:

 

 

Tradução (de conteúdo mais que banal):

Liderança da bancada do Partido Comunista reuniu-se com uma delegação do Partido dos Trabalhadores do Brasil

Durante a reunião, foram discutidos assuntos de cooperação interestatal, interparlamentar e interpartidária entre os dois países.

4 de junho de 2019, 19:33

[Nota D.E.: ou seja, a exatos 5 dias do “VazaJato”!]

Em 4 de junho de 2019, o primeiro vice-presidente da Duma, Ivan Melnikov, e o chefe da bancada do Partido Comunista na Duma, Gennady Zyuganov, receberam a liderança do Partido dos Trabalhadores brasileiro, chefiada pela ex-presidente da República Federativa do Brasil, Dilma Rousseff.

Durante a reunião, foram discutidos assuntos de cooperação interestatal, interparlamentar e interpartidária entre os dois países.

Notou-se que o Brasil continua sendo o parceiro russo mais importante tanto no continente latino-americano quanto no sistema de política externa em geral.

Na reunião, ressaltou-se que Rússia e Brasil precisam manter “a atitude positiva que se desenvolveu entre dois países durante o período em que o Partido dos Trabalhadores esteve no poder”. “Honraremos nossas boas relações com [o ex-presidente do Brasil, o fundador do partido] Lula da Silva e você, Sra. Rousseff. Como presidente, você veio ao nosso país e assinou muitos documentos importantes sobre cooperação em várias esferas”, disse Ivan Melnikov.

As partes manifestaram-se a favor de um maior desenvolvimento integral da cooperação e interação entre a Rússia e o Brasil em bases bilaterais e multilaterais, particularmente no formato dos BRICS. A delegação russa era composta por Dmitrii Novikov, Primeiro Vice-Presidente da Comissão de Assuntos Internacionais, e Maksim Shchablykin, membro da Duma, Coordenador do Grupo Parlamentar de Relações com o Parlamento do Brasil. A delegação brasileira incluiu Gleisi Hoffmann, presidente do Partido dos Trabalhadores do Brasil, secretária-geral do Partido e secretária do Partido em Assuntos Internacionais.

E só.

Uma viagem, mais que banal, sem qualquer pauta. Para além, é claro, das (vazias) cortesias do protocolo aí registradas.

Ora, e por que as duas esconderam esse deslocamento?

Qual era o seu objetivo lá exatamente?

Bem, diante da conspiração em curso no Brasil – que o Duplo Expresso vem expondo infelizmente mais uma vez isolado – para consolidar na sociedade uma fake “narrativa” de que haveria um “ataque híbrido – russo – ao Brasil”, com direito inclusive a “ação espetacular de hackers”, vindo em socorro da sua “cabeça de ponte, vermelha e corrupta, apeada do poder pela Lava Jato (o PT)”, ficamos com hipótese bastante perturbadora:

– E se Dilma Rousseff pediu – meses atrás – esse encontro apenas pela photo opp, como se diz em inglês?

Ou seja, apenas para que houvesse registro fotográfico de que a ex-Chefe de Estado – notem, do PT… – e mais a Presidente nacional do Partido estiveram na Rússia, com “comunistas”!, poucos dias antes da bomba semiótica, ultra-midiatizada, “#VazaJato” estourar?

Justo essa que se tentam associar, de todas as formas, a uma “ação russa contra a Lava Jato e o Governo Bolsonaro”?

Infelizmente na modalidade “espectro total”, típica da guerra híbrida,  com todos os meios de comunicação de massa, sejam os tradicionais ou os digitais (incluindo redes sociais), os de direita ou de “esquerda”, reforçando uma mesma narrativa, apenas trocando o seu sinal (multiplicando por menos um) para customiza-la para o seu público cativo:

— “Bom” ou “ruim”, fica ao gosto do freguês, de toda forma “foram os russos” (!)

(a esse propósito, ver aqui lista de “incríveis coincidências” apontando “casualmente” para a Rússia nos últimos dias, vindas ou da Lava Jato ou dos militares no Governo Bolsonaro)

Admitamos:

— Nem se Dilma quisesse poderia ajudar mais a extrema-direita a “provar” que “Putin ataca o Brasil em socorro dos corruptos do PT” se o lavajatismo/ bolsonarismo viesse a divulgar — com grande estardalhaço (espectro total de novo?) — a “descoberta” dessa visita secreta nas próximas semanas, não é mesmo?

Aliás, qual seria o cronograma para essa “descoberta”?

Notem: como ensinam os manuais de guerra híbrida, antes da solução de “ordem” para o “caos” (criado deliberadamente) com um “reboot” autoritário, cumpre preparar o terreno criando uma espiral de sincronicidades que apontam para um mesmo alvo. Até chegar-se ao clímax.

Por hipótese, esse clímax poderia advir justamente da “revelação” da visita – secreta – de Dilma “pedindo que potência estrangeira agredisse a Nação Brasileira”?

(sim, os generais-ideólogos sempre grafam “Nação Brasileira” com maiúsculas mesmo)

“Para tentar, atacando a valorosa Lava Jato, salvar os corruptos que esses mesmos russos antes cooptaram no país? Ou seja, a esquerda? Aqueles que, antes da ‘salvação nacionalista (sic) com Bolsonaro’, estavam a entregar à Nação (bis) a russos e chineses, também eles todos corruptos? Que, para piorar ainda mais, sequer partilham dos nossos valores ocidentais”?

Pois apenas imagine, leitor, a legitimação do discurso do “inimigo interno” que isso geraria. Primeiramente, constituiria o passo necessário para fechar o regime; o “clímax catártico” a fechar um “período de grave comoção popular”, trazendo finalmente “nexo de causalidade” que “o explica”. Depois de algo como, p.e., “caos” produzido por um hipotético “ataque de hackers russos” à transmissão de energia no Brasil, derrubando o linhão de Itaipu. Ou seja, apenas num “click”, 70% do país sem energia elétrica. Consequências: para além da falta de luz, também de água – bombeada –, transportes, comunicação, comida refrigerada, hospitais, etc.

Aliás, vimos recentemente o poder disruptivo dessa verdadeira calamidade pública na vizinha Venezuela, não é mesmo?

Também ela sabotada!

(justo a Venezuela…)

Pois “os gringos” já têm, portanto, até as partituras prontas: só basta o maestro dar o sinal à orquestra!

A contraparte local também: o Clube “gaúcho” do GSI está prestes a completar o arcabouço “jurídico” (?) do fechamento do regime, com uma série de decretos (editados desde dezembro até os últimos dias) concentrando quase todo o poder de polícia do Estado nas suas mãos:

III. Os militares e os lobistas de Washington no Planalto, de Temer a Bolsonaro

Avançando no tempo, chegamos a 2018/ 2019, com a chegada – i.e., a oficial – dos militares ao poder. Já tínhamos, antes, o General Etchegoyen como eminência parda sob (na verdade, “sobre”) Michel Temer. Aliás, consta que o “sumido” Etchegoyen – profundamente ligado ao lobby anglo-sionista no Brasil desde há muito – seguiria exercendo poder no GSI, apesar da presença – figurativa, imaginem – do histriônico General Heleno. Esse não seria mais do que uma “Rainha da Inglaterra”. Sem, é claro, o seu bom senso ou postura. Etchegoyen manteria a sua influência no GSI por meio de homem – seu – que lá ficou, ainda no posto de Secretário-Executivo: o (discretíssimo) General Valério Stumpf.

Adivinhem? “Ligadíssimo a Washington” – relatam fontes no Exército.

Segundo esses relatos, quem mandaria de verdade no Governo Bolsonaro, hoje, seria essa dupla das sombras, anglo-sionista: Etchegoyen/ Stumpf. E ela estaria a tocar a criação – de papel passado, inclusive – de um “Deep State brasileiro”, para controlar de forma perene o poder político. Isso é facilmente aferível, pois o GSI – dos dois – passou a concentrar nos últimos meses controle sobre:

(i) toda a inteligência (arapongagem?) do Estado, por meio do Decreto 9.527, de 15/out/2018;

(ii) nomeações para todos os cargos em comissão do Executivo (incluindo universidades, lembram?), por meio do Decreto 9.794, de 14/mai/2019; e

(iii) política externa e de defesa, por meio do Decreto 9.819, de 3/jun/2019 último. Ou seja, apenas 10 dias atrás!

Notem bem: até Sergio Moro responde, nesse escopo, ao todo-poderoso GSI, pois esse preside uma tal “Câmara de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Conselho de Governo”. Sua competência inclui – expressamente – “cooperações internacionais”. Ou seja, mesmo as conversas de Moro com os americanos do DoJ (Departamento de Justiça) – na qualidade de Ministro da Justiça/ “autoridade central” designada nos tratados de cooperação judiciária internacional – tem agora de passar pelo… GSI.

Não de Heleno, mas de Etchegoyen/ Stumpf.

Novamente: ambos “ligadíssimos a Washington”!

Para além disso, fechando o cerco, o Clube dos Generais “gaúchos” do GSI – que inclui ainda, para além de Etchegoyen, Stumpf e Heleno, Villas Boas e talvez até Mourão – acaba de se blindar legalmente de qualquer responsabilidade com:

(iv) o Decreto 9.830, de 10/jun/2019, que em seu artigo 12 diz que agentes públicos, para além do nexo de causalidade, só poderiam ser responsabilizados caso haja prova “fática” de dolo. O que limita muito o alcance, já que dolo é circunstância psicológica.

É aleatória essa sequência de decretos, acima?

Foram feitos da noite para o dia?

Evidente que não: o “Clube do GSI”, protótipo de “Deep State à brasileira” está deixando pronto, pouco a pouco, o arcabouço “legal” (?) e administrativo para a hipótese de fechamento do regime. Venha ele a ser mais ou menos explícito.

 

Imagine, depois de dias de um caos sem eletricidade, vir a ser revelada a foto que “prova” que “o terrível e corrupto PT ordenou – ou melhor, comprou com o dinheiro da corrupção na Petrobras – aquele vil ataque à Nação Brasileira (tris)”?

Por isso, informados há alguns dias sobre essa visita (oculta) de Dilma e Gleisi à Rússia, em data mais que conveniente (i.e., para a marcha da conspiração), ora “vazamos” aqui o registro da mesma, antecipadamente. Decisão editorial grave, que nos valerá ainda mais ataques, fazemos isso para “furar” a pauta deles. Trata-se da única maneira de tentar evitar tal exploração, justamente desmoralizando-a com a sua divulgação antecipada. É o que, aqui, tentamos fazer portanto. Na vontade, precisamente, de que essa nossa “profecia” venha a frustrar a si mesma. O exato oposto da “profecia autorrealizável”: trata-se da “profecia que se inviabiliza”.

Bem, nesse tocante, não tenhamos lá tanta certeza. Afinal, vimos cantando a bola do “hacker russo” desde segunda-feira de manhã. Sabíamos que isso viria. Ao longo da semana, nós do Duplo Expresso conseguimos, inclusive, atrapalhar os planos com a confirmação por nós obtida de que Sergio Moro e Rede Globo fabricaram fake news ao vender que a plataforma – “russa” – Telegram havia sido “hackeada”, sugerindo inclusive que “a mando de Putin”. Tudo isso para “atacar a Lava Jato”, em “socorro do PT”.

Felizmente, viralizamos naquele dia e conseguimos desmontar a farsa:

 

 

No entanto, tratava-se de investimento de meses nessa narrativa. Estava tudo pré-programado. Tiveram de desistir da versão preferencial de “ataque de Putin à plataforma Telegram” – queimada por nós – mas seguiram para a seguinte, de “ataque diretamente aos celulares de Moro, Dallagnol e C.I.A.”

Pois nós recebemos a informação sobre a viagem oculta de Dilma durante esta semana. E levamos vários dias checando com fontes russas – com intermediação de Pepe Escobar – de forma a confirmar que essa estranha visita foi articulada à mais que completa revelia do Governo Russo. Na verdade, até hoje o Ministério das Relações Exteriores não tem a menor noção de o que as duas tinham ido fazer lá.

Contudo, por nossa iniciativa (via Pepe), os russos já foram alertados para a grande possibilidade de o país ter sido alvo de uma “pegadinha”. Tudo para fazer da Rússia o bode expiatório do fechamento do regime no Brasil.

(mais sobre isso aqui)

Quanto a Dilma, somam-se os indícios de que em algum momento da sua trajetória – notem: há controvérsias sobre o momento exato – provavelmente tenha sido cooptada pelos EUA. Possivelmente através, de um lado, de chantagens e ameaças e, do outro, da promessa de proteção caso aderisse.

O que poderiam ter oferecido? Não ser presa na Lava Jato talvez?

Bem, até aqui não lhe rendeu nenhuma dor de cabeça maior o roubo colossal na compra da Refinaria de Pasadena, aprovado por Dilma na qualidade de Presidente do Conselho de Administração da Petrobras, deliberadamente ou não. Afinal, isso pouco importa para o padrão Lava Jato, não é mesmo?

Bem, ao menos com Lula…

Certo?

Forçoso reconhecer: a hipótese de cooptação de Dilma pelos EUA através de ameaças não é sequer original.

Atentos e muito bem informados (como certifica Pepe Escobar), os iranianos da HispanTV, depois de Dilma negar – por duas vezes – em entrevista à – russa! – RT em 2016 que houvesse participação americana no golpe, cravaram que ela estaria sob ameaça, em programa especial que levaram ao ar:

 

 

Aqui, a negativa de Dilma à RT. O repórter insiste na pergunta por saber que Dilma mentia na resposta (obviamente, veio de casa com a informação verdadeira):

Min. 9:45 – “este processo é eminentemente brasileiro”.
Min. 12:07 – “repito que não há interferência externa como causa principal ou secundária”.

 

 

Para além disso, em meados do ano passado Wellington Calasans — como relatou diversas vezes no Programa Duplo Expresso — encontrou-se com funcionário sênior do setor de inteligência de um certo país africano lusófono, aliado estratégico, histórico, dos russos. Em pleno 2018, Wellington perguntava ao mesmo quem poderia ser o “Lenin Moreno brasileiro”. Depois de um sorriso sarcástico, a fonte disparou: “pois devias preocupar-te mais com quem será o próximo ‘Dilmo’ Rousseff da América Latina. Ora, ela tem precedência: veio bem antes de Moreno. E entregou ao Império muito mais do que o equatoriano poderia. Na verdade, um país-continente. E mais o principal: a cabeça de Lula, coisa que Moreno não logrou fazer com Rafael Correa”.

Aliás, a fonte recomendou a Calasans que recuperasse o primeiro discurso de Dilma enquanto Presidente (2011) na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas. Ali, ela faz entusiasmada defesa das instituições de Bretton Woods, o FMI e o Banco Mundial. Pois os africanos da lusofonia bem vieram a conhecer o significado daquelas palavras. Segundo a fonte, durante seu mandato Dilma usou todo o peso político, econômico e diplomático do Brasil na região para fazer pesado lobby (quase chantagem) em favor das pautas do “Consenso de Washington”, para dobrá-los justamente ao ditames vindos da capital americana, do FMI e do Banco Mundial.

Discurso:

“Não haverá retomada da confiança e do crescimento enquanto não intensificarem os esforços de coordenação entre os países integrantes da ONU e as demais instituições multilaterais, como o G20, o Fundo Monetário, o Banco Mundial e outros organismos”.

Os africanos da lusofonia bem sabem no que isso deu…

*

Nota D.E.: Há ainda muitas outras coisas que viemos a ouvir sobre uma alegada atuação de Dilma não contra mas, de maneira dissimulada, a favor do Golpe.

 

E, principalmente, para que Lula terminasse preso e inelegível. Incluindo o planejamento, por ela e por José Eduardo Cardozo – e não Moro! –, da sua condução coercitiva, em março de 2016 (o plano logístico teria saído do Planalto! Não de Curitiba!). Temos relatos — registrados — de mais de uma fonte com acesso ainda corrente a Lula afirmando — com imensa revolta — tal versão dos fatos. Se vierem, aqui tem café no bule…

Outro ponto: o famoso grampo na conversa de ambos, Lula e Dilma, não teria sido feito por Sergio Moro mas gravado – ambientalmente – no Planalto. Daí a ligeireza na divulgação: seria “flagrante” armado; Lula teria caído em armadilha de Dilma/ Cardozo. Os dois, ato contínuo, teriam passado aquele áudio a Moro e à Globo. Tudo isso para matar a nomeação de Lula à Casa Civil, a que Dilma fora forçada, contra a sua vontade, por pressão do PT.

Ouvindo aquele áudio, reparem que:

(i) há gravação da voz da secretária ambientalmente, mesmo antes de a chamada se completar, algo impossível em escuta judicial (pela operadora telefônica); e que…

(ii) Dilma imprime à sua fala um tom louche, suspeito, malicioso, com relação ao infame documento portado pelo tal “Bessias”. Lula, o pobre, sequer entende direito o que ela queria dizer com aquele papo tão esquisito. Também pudera…

Veja por si:

 

 

Antes, a mesma coisa, no dia da condução coercitiva:

 

À falta de tempo, nossa ideia era escrever, durante esta segunda-feira, um dossiê completo. Ainda mais porque, justo neste fim de semana, coincidentemente Paulo Henrique Amorim e Leandro Barrocal, na Revista Carta Capital, resolveram se somar a este Duplo Expresso e romperam (ainda que timidamente) o silêncio imposto no “PIGuinho vermelho” a respeito da possível cooptação de Dilma pelos EUA:

 

 

Bem, antes tarde do que nunca.

Mas…

Reconheçamos: “a verdade chegou primeiro” aqui no Duplo Expresso, não é mesmo?

*

Em tempo:

  • Dilma (discurso de posse): a mãe da Lava Jato e da subjugação da política pela “meritocracia” concursada — que colocou Lula na cadeia. “Não vai ficar pedra sobre pedra”, lembra?

 

  • Ceticismo do Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, que serviu sob Lula, quanto à narrativa de que Dilma participou da luta armada na Ditadura, ironizando versão de “tortura bárbara” a uma “mocinha”:

    “Você sabe que nada disso (participação na luta armada de Dilma) existiu, não é? Era pessoa muito jovem que resolveu participar de movimento, sofreu, ‘deve ter sido torturada, torturador não está aqui para livrar a cara de ninguém. Vai livrar a cara de uma mocinha? Uma estudante?’ (ironia) ‘Luta armada’, porra? (…) Duvido muito. Se houvesse documentos (provando sua participação na luta armada) já tinha sido mostrado. Duvido”.

*

Apesar do nosso planejamento editorial, fomos forçados a antecipar esta publicação – ao preço de mais uma noite em claro – em vista da detonação pela extrema-direita da nova fase na operação de massificação da narrativa de “ataque russo”. No meio da tarde deste domingo, mostrando abundância de recursos, meios da extrema-direita fizeram viralizar uma fake “denúncia”, um fake “vazamento”, “revelando” a identidade do “hacker russo contratado por Glenn Greenwald”. E até mesmo um tipo de “contrato de prestação de serviços”, com o respectivo pagamento “via offshores”, transitando justamente por…. Rússia & China!

Bingo!

Sim, é fake…

Mas que importa isso na atual quadra, onde perversamente se casaram bolhas algorítmicas e vieses cognitivos, para acabar de vez com a relevância da verdade factual?

Portentosa, a operação criou um perfil no Twitter no domingo para tal divulgação. Em menos de 4 horas esse foi de zero a mais de 30 mil seguidores. Ou seja, esquema pesado de robôs atuando. Comprovadamente, inclusive:

 

Eis print das publicações, já deletadas. “Misterioso” (#SQN), o próprio perfil disse que expiraria depois de 5h no ar. E assim fez:

 

Apenas o pontapé inicial. Eis a sequência, com jornalista do site de extrema-direita “Terça Livre” que, como bom mentiroso, usa a mistura de um bando de mentiras com algumas verdades:

 

Falam em “Pierre Omidyar”, o bilionário do eBay e do PayPal (e muuuito mais), como a força por trás de Greenwald, dirigindo as suas ações – ok!

Logo para, depois, colocar charge com Greenwald sendo amamentado por… Vladimir Putin (!)

 

Ora, Pierre Omidyar é justamente um dos principais patrocinadores do golpe russofóbico, fascista, na Ucrânia de anos atrás! Aquele que levou ao conflito, ainda não resolvido, com a Rússia! Como deixa claro Pepe Escobar, para além de qualquer dúvida, Omidyar é Deep State – americano – na veia!

Especial atenção ao minuto 1:27:40, sobre esse golpe na Ucrânia, financiado por Omidyar:

 

Ou seja, nunca alguém ligado aos russos entregaria qualquer vazamento que fosse para Greenwald ou o Intercept!

Esse (auto!) “vazamento” vem do outro lado: dos americanos/ a própria Lava Jato!

Justamente para possibilitar a operação de fechamento do regime no Brasil. É cilada, especialidade de Greenwald, conhecido limited hangout, ou seja, pegadinha da inteligência americana:

Email enviado a mim por Pepe Escobar, lido ao vivo durante o Duplo Expresso na semana passada. Esse havia dirigido mensagem dois dias antes à fundadora e editora-chefe do site newsbud.com, Sibel Edmonds, perguntando sobre o que moveria Greenwald, cuja trajetória ela conhece. Sibel foi vazadora (whistleblower) do FBI. Alguém, ao seu tempo, como Edward Snowden e Chelsea Manning.

Traduzindo:

Pepe Escobar: Leitores me enviaram uma excelente reportagem que você escreveu anos atrás sobre (o bilionário Pierre) Omidyar e (Glenn) Greenwald. Você considera Greenwald uma “pegadinha da inteligência americana” típica (alguém empregado para iludir o público com vazamentos de menor importância para esconder o principal)? Ou algo mais sinistro? O Intercept acabou de publicar uma história enorme – um vazamento – sobre toda a conspiração para colocar Lula na cadeia. Mas há muita coisa que não faz sentido com relação ao cui bono (quem sai beneficiado).

Sibel Edmonds: Com Greenwald, sempre foi sobre servir a quem oferecesse mais dinheiro.
Por volta de 2008-2010, ele recebeu grana dos Democratas para manipular a opinião pública sobre o (projeto de lei) “Privilégio dos Segredos de Estado” e fazer soar como se fosse ser utilizado apenas contra “árabes suspeitos de terrorismo”. Fez isso apenas para que essa legislação, discutida no Congresso, ganhasse apoio na sociedade. No entanto, essa Lei vem sendo utilizada contra nacionais dos EUA que venham a vazar informações que envolvam (temas ligados à) “Segurança Nacional”, como eu.
Esse cara mais tarde foi puxar o saco dos Libertários (na linha Steve Bannon, irmão Koch, ou seja, o outro extremo político) e ganhou uma grana desse campo por alguns anos.
Aí ele ganhou na mega-sena com o show envolvendo Snowden & (o bilionário Pierre) Omidyar.
Você não está diante de um indivíduo que tenha convicções fortes ou qualquer ideologia política específica; ou mesmo caráter. E, para completar, ele tem muitos esqueletos no armário, objetos de chantagem, indo desde [______] a casos de [______] no passado… esses esqueletos vêm sendo utilizados para manobrá-lo.

 

E mais: quem pensa que Moro “vai cair com certeza” está estourando champagne cedo demais, como bem registrou o Estadão neste domingo:

 

*

Cobrança, pública, aos responsáveis:

 

 

*

Resta, contudo, uma grande dúvida: qual o papel de Gleisi Hoffmann na articulação dessa provável viagem-cilada, “secreta”?

Tenho de confessar que sempre nutri enorme simpatia pela ex-Senadora e atual deputada paranaense. Tive a oportunidade de falar com a mesma diversas vezes. E, inclusive, honrou-nos concedendo a nossa primeira entrevistada do ano de 2018.

(antes de sermos proscritos pelo PT por…
… sabermos demais!)

Durante a campanha, como a mais fiel a Lula, diversas vezes mereceu artigos deste Duplo Expresso louvando a sua resistência diante do assalto do PT Jurídico para impor Fernando Haddad no lugar do ex-Presidente.

Gostaria, portanto, de crer que Gleisi foi outra vítima da cilada mais que provável de Dilma Rousseff. I.e., para além dos russos, feitos bodes expiatórios.

Bem, cabe a Gleisi – ainda mais na qualidade de Presidente nacional do PT, sobre o qual recairia a acusação de ter “contratado o ataque à Nação” – vir a público explicar o motivo da viagem e, mais que isso, a razão da sua estranhíssima ocultação.

Quer dizer, ocultação até aqui. Isso porque – não sem gravidade – este Duplo Expresso expõe-se novamente (inclusive em nível físico(**)) e ousa furar, pela segunda vez nesta semana, o planejamento estratégico do “reboot” autoritário ora tocado por (i) militares no Governo; (ii) Lava Jato; e (iii) o Deep State americano, por trás – e acima – de todos esses.

Espero, sinceramente, que Gleisi não venha a nos decepcionar.

Quanto a Dilma, dela não espero nada.

Quer dizer, nada de bom.

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PS: as — “comprometedoras” — fotos que, provavelmente, são a verdadeira razão da viagem-cilada; as photo opps:

Meeting of First Deputy Chairman of the State Duma Ivan Melnikov and delegation of the Workers' Party of Brazil

First Deputy Chairman of the State Duma Ivan Melnikov and leader of CPRF faction Gennady Zyuganov

Meeting of First Deputy Chairman of the State Duma Ivan Melnikov and delegation of the Workers' Party of Brazil

Meeting of First Deputy Chairman of the State Duma Ivan Melnikov and delegation of the Workers' Party of Brazil

Meeting of First Deputy Chairman of the State Duma Ivan Melnikov and delegation of the Workers' Party of Brazil

Meeting of First Deputy Chairman of the State Duma Ivan Melnikov and delegation of the Workers' Party of Brazil

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P.P.S.: Bis — Glenn Greenwald: para além da grana de Omidyar, seria também refém da CIA por — graves — crimes cometidos no passado, acobertados — até aqui — pela Agência?

Email enviado a mim por Pepe Escobar, lido ao vivo durante o Duplo Expresso na semana passada. Esse havia dirigido mensagem dois dias antes à fundadora e editora-chefe do site newsbud.com, Sibel Edmonds, perguntando sobre o que moveria Greenwald, cuja trajetória ela conhece. Sibel foi vazadora (whistleblower) do FBI. Alguém, ao seu tempo, como Edward Snowden e Chelsea Manning.

Traduzindo:

Pepe Escobar: Leitores me enviaram uma excelente reportagem que você escreveu anos atrás sobre (o bilionário Pierre) Omidyar e (Glenn) Greenwald. Você considera Greenwald uma “pegadinha da inteligência americana” típica (alguém empregado para iludir o público com vazamentos de menor importância para esconder o principal)? Ou algo mais sinistro? O Intercept acabou de publicar uma história enorme – um vazamento – sobre toda a conspiração para colocar Lula na cadeia. Mas há muita coisa que não faz sentido com relação ao cui bono (quem sai beneficiado).

Sibel Edmonds: Com Greenwald, sempre foi sobre servir a quem oferecesse mais dinheiro.
Por volta de 2008-2010, ele recebeu grana dos Democratas para manipular a opinião pública sobre o (projeto de lei) “Privilégio dos Segredos de Estado” e fazer soar como se fosse ser utilizado apenas contra “árabes suspeitos de terrorismo”. Fez isso apenas para que essa legislação, discutida no Congresso, ganhasse apoio na sociedade. No entanto, essa Lei vem sendo utilizada contra nacionais dos EUA que venham a vazar informações que envolvam (temas ligados à) “Segurança Nacional”, como eu.
Esse cara mais tarde foi puxar o saco dos Libertários (na linha Steve Bannon, irmão Koch, ou seja, o outro extremo político) e ganhou uma grana desse campo por alguns anos.
Aí ele ganhou na mega-sena com o show envolvendo Snowden & (o bilionário Pierre) Omidyar.
Você não está diante de um indivíduo que tenha convicções fortes ou qualquer ideologia política específica; ou mesmo caráter. E, para completar, ele tem muitos esqueletos no armário, objetos de chantagem, indo desde [______] a casos de [______] no passado… esses esqueletos vêm sendo utilizados para manobrá-lo.

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P.P.P.S.: rapidinhas “circunstanciais” — “tratamentos” não isonômicos e posturas opostas do Império:

 

 

Versus…

 

Literalmente dar seu coração nas mãos do Império…

E lá passar um mês… hmmm… “estudando”…

Imagine se Hugo Chaves ou mesmo Cristina Kirchner poderiam arriscar algo do gênero…

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Versus…

 

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P.P.P.S.: reação, ao vivo, no Duplo Expresso diante da detonação da segunda fase do bombardeio com “ataque russo”:

Bem, resta ver se bombardeio esse, ainda, em “espectro total”, não é verdade?

Ficamos, então, por conta de o que fará, a partir de agora, o “PIGuinho vermelho”.

(que, primo pobre que é, partilha de todos os vícios do PIG original, de onde afinal saiu.
A “grande diferença” que oferece é pegar a — mesma — pauta do PIG e…
… multiplicar por menos um!)

Qual é a desses caras?

Eles que entram em pool para nos atacar, fazendo — deliberadamente ou não — o serviço sujo do Golpe?

É apenas limitação analítica desses “tiozões”?

Ou estão rolando “verdinhas” do Tio Sam/ Omidyar também para o lado deles?

(para além, é claro, do usual jabá — em Reais — de políticos)

A eles de responder!

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(**) Como revelei nesta semana no Duplo Expresso, já tenho dois boletins de ocorrência aqui na Suíça por coisas, digamos, “esquisitas”. Ambos encaminhados, pelos policiais, ao Serviço Especial (ou Secreto). Numa dessas oportunidades, simplesmente entraram em minha casa no breve período em que fui pagar contas e fazer compras no supermercado. Coisa de duas horas, apenas.

É, portanto, digna de indigentes intelectuais desqualificações como “é fácil falar aí da Suíça; venha para cá lutar”.

Ora, existe avião.

E, também, black operation da CIA.

Certo?

Veja o tamanho do que está em jogo, os meses de planejamento minucioso desse cronograma (transnacional), e os danos que apenas um indivíduo, com limitadíssimos recursos, conseguiu provocar nessa operação de ataque “híbrido”.

I.e., apenas nesta semana!

Primeiro:

 

E agora:

Meeting of First Deputy Chairman of the State Duma Ivan Melnikov and delegation of the Workers' Party of Brazil

 

Bom, para o bem e para o mal (mais para o mal do que para o bem) sou kamikaze. E orgulhoso ao extremo. Se é para cair, que seja atirando. Alea jacta est.

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Finalmente, a equipe do Duplo Expresso sofreu várias baixas nos últimos dias. Natural: não são todos os que podem arriscar pagar o preço supremo. Ainda mais com filhos menores. No meu caso, na hipótese de “sancionamento” — está amarrado em nome de Jesus! — , que ao menos cuidem para mim das cachorrinhas. São adoráveis!

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Atualização (1): “Cassandra” é maldição — divina — e não dom. Pena que não sou de jogatina…

 

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Ah, e para o caso de voltarem — para tentar desqualificar este artigo — com o “dossiê fajuto” comprado por Paulo Pimenta a Luiz Nassif:

 

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Atualização (2): debate do artigo hoje, com Felipe Quintas e Rubem Gonzalez

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Atualização (3): C.Q.D.! Depois de um dia para pensar, site “O Antagonista” resolve sair para “contenção de danos”

E publica o material, cujo cronograma furamos.

Contudo, de maneira mais esquisita ainda, tiveram acesso a foto exclusiva, que não está no site da Duma.

Quem é a fonte do Antagonista?

Dilma?

O que Gleisi tem a dizer sobre isso?

 

 

 

De costas, como se fora tirada por um fortuito “turista”. Um que, certamente, só procurou o Antagonista no dia de hoje, sabe…

Deve ser um preocupado “expressonauta de direita”, certamente…

Ora, ora, como queríamos demonstrar: estava tudo armado!

E houve quem questionasse a conveniência editorial de furar esse planejamento deles, dizendo que “entregávamos ouro a bandidos”.

Minha gente, Dilma (minha suspeita) já teria entregado toda uma Serra Pelada!

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Enviado pelo Whatsapp:

Reação:

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Atualização 19/jun/2019: outra cilada; outro furo do D.E.

Detalhe: a matéria original do Antagonista não trazia a última frase, o álibi “a dupla também foi flagrada por brasileiros passeando pela cidade” (sic). Essa foi acrescentada meia hora depois, em edição que ficou registrada nos metadados da publicação:

 

Palpite: vendo que publicaram mais do “dossiê” que tinham do que deveriam, trataram de jogar uma boia salva-vidas para Dilma Rousseff.

Aliás, o blog acaba de receber a informação — de um dos jornalistas citados neste artigo (não direi qual) — de que, sem estardalhaço, Dilma embarcou na última sexta-feira — antes, portanto, desta publicação — para a…

— … China!

Estranhamente, mais uma vez uma viagem com toda a “discrição”. Nada no site do PT, nada nos seus perfis nas redes sociais:

 

 

Bem, além do russo, espero que alguém tenha traduzido este artigo também para o mandarim…

Título?

— “Cilada!”

Quais seriam as outras paradas de Dilma neste período chave?

Cuba, Venezuela, Irã, Síria e Coreia do Norte?

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Atualização 10/set/2019 – ver também:

Casa caiu! Detalhada a traição de Dilma

 

 

 

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Romulus Maya

Advogado internacionalista. 10 anos exilado do Brasil. Conta na SUÍÇA, sim, mas não numerada e sem numerário! Co-apresentador do @duploexpresso e blogueiro.