Genocídio tupiniquim e o comportamento de indiferença e anestesia 

Época da eliminação. É possível pensar que passamos por um tempo assim: tempo de precariedade material, simbólica e nas relações humanas, seria melhor para entender o tema. Tratemos desse tema delicado para evitar que seus vestígios agora presentes se convertam em uma triste tragédia. Neste artigo apresenta-se a noção de genocídio como técnica social de construção, destruição e reorganização das relações sociais como base para o domínio político e para a constituição de novas formas de hegemonia e de organização do espaço de trabalho.
Não deixe de ler, debater e compartilhar.

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Crime e sua relação complementar com as atividades estatais – elementos históricos

Quando se considera a existência de ação e coordenação de setores de inteligência (obtenção de dados, investigação, avaliação de cenários e soluções) de outros países, ou de organizações internacionais, a colaborar com negócios ilícitos em nossa região, sobretudo em um cenário de submissão de nossa soberania e fragilização institucional no mesmo tempo em que se observa o avanço de facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho (por todo o país e sub região continental), há que se considerar que o narcotráfico regulado pelo Estado já foi, no passado, ferramenta utilizada pelo Reino Unido para equilibrar sua balança comercial frente a China. Em 1839 e entre 1856 e 1860, foi estabelecida uma política com duplo efeito e que fazia utilização do narcotráfico como ferramenta geopolítica de guerra para provocar tensões internas sem o controle dos governos, e ao mesmo tempo como ferramenta de pressão política e de comércio exterior.
Neste ensaio trataremos sobre o narcotráfico e sua relação complementar (inclusive oficialmente em alguns casos) com as atividades estatais , como também, casos históricos em que ele foi parte do manejo de ações de guerra econômica.

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Preparando o Estado para Soberania – História de Terror do Século XXI

“Hoje, à medida que a falência de nosso sistema financeiro atual se torna cada vez mais aparente, um número crescente de críticos ataca o que eles chamam de “transformação de nosso sistema financeiro em uma economia de cassino”. Muitos se opõem à recente farra de especulação financeira e aos excessos de globalização para o que eles professam ser o funcionamento “normal” dos mercados financeiros e da economia. Mas eles estão errados. A especulação, os saques econômicos e a disseminação do trabalho escravo são a natureza do Império e sua representação moderna no sistema britânico de livre comércio”.
Leia, debata, compartilhe.

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Exclusivo: o organograma do “Evangelistão do Pó” — do PCC a Bolsonaro

Desde junho, os — bem informados — gringos já tiraram da Bovespa mais de R$ 24 bilhões, enquanto jogadas mantêm artificialmente as cotações, como a brutal diferenças no tamanho do giro financeiro na desova (grande) e na recompra (bem menor). O que faz o cotação que forma o índice Bovespa é o preço de compra e de venda da ação. E não o volume que muda de mãos. Fácil, assim, mascarar a desova, com a manutenção dos preços (por ora). Fora isso, o desvio da classe média da renda fixa para a variável — com auxílio das “Betina da Empiricus” no Youtube — ajuda a manter esse “recorde de pontos da Bovespa” — enquanto os gringos vão, discretamente, embora. O problema é quando a música parar de tocar… aí as sardinhas, fritas, mais uma vez terão feito a festa dos tubarões.

Da frigideira para as chamas — É interessante considerar que as organizações criminosas mais poderosas na América Latina possuem organização complexa e descentralizada setorialmente, formalmente similar a operações de guerras não convencionais. O PCC, por exemplo, possui diferentes ‘sintonias’ (setores) descentralizados na execução (dos gravatas, de comunicação, de tráfico nas bocas, de logística), mas que respondem a um comando central verticalizado. É também bastante surpreendente verificar que nesse mesmo ano, o JP Morgan se viu implicado em uma situação bastante constrangedora: um flagrante de tráfico de drogas em um navio de sua propriedade. De “apenas” 1 bilhão de dólares em cocaína: 18 toneladas. Curiosamente, com poucos dias de diferença, deu-se a interceptação de droga dentro da comitiva presidencial de Bolsonaro, quando essa passava por território espanhol.

Tais elementos encontram relevância à medida em que se considere que um Estado fragilizado, como o brasileiro neste momento, pode gerar riscos de degeneração e infiltração de atividades fora de seu escopo normativo e constitucional, inclusive incorporando o crime organizado para fazer funcionar sua própria estrutura (legal e ilegal). Abaixo, gráfico detalha as dinâmicas de ações criminógenas incorporadas a atividades do sistema financeiro. Essa atuação dinamiza-se à medida em que o Estado se faça fragilizado em sua ação fiscalizadora. No cenário atual de crise institucional no país, e de vários indícios de fortalecimento e unificação de setores do crime organizado no Brasil, principalmente PCC e Comando Vermelho, parece ser mais que necessário que todos tenham entendimento desse processo.

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USA -China: a guerra está próxima?

Analistas internacionais propõem comumente o confronto USA versus China como choque de duas super-nações, com os mesmos objetivos, mas de regimes políticos opostos. As contradições se agudizariam devido à incapacidade-resistência da direção chinesa de abraçar práticas liberal-globalizadas gerais, na economia e na política. Criticam um dirigismo que sequer aboliu os planos quinquenais [o 13º abrange 2016-20]. Em geral, não se ressalta a essência distinta entre esse confronto e aquele que opôs, após a II Guerra, os USA e a URSS, país de economia planificada e nacionalizada, rico em matérias primas. URSS que jamais disputou mercados com os USA e perseguiu a impossível convivência entre ordens econômico-sociais em oposição visceral, já que o modo de produção capitalista necessita, por sua natureza, expandir suas fronteiras econômicas, sobretudo em sua fase imperialista.
Neste artigo Maestri apresenta um mapa geral do cenário global que pensa encontrar resolução nos próximos anos, não deixe de ler, compartilhar, debater em diversas redes sociais.

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Manual “secreto”: como a internet levou – e mantém – Bolsonaro no poder

A palavra chave aqui é desorientação e sobrecarga cognitiva. A sobrecarga se deve às característica da moderna sociedade da informação e seus múltiplos estímulos comunicacionais. A cesura se dá não propriamente pela ocultação definitiva de conteúdos relevantes mas por um bombardeio de saturação à atenção do indivíduo com conteúdos irrelevantes/ manipuladores. Some a isso um Bolsonaro “mitando” em contraponto a uma esquerda “lacrando” nas redes sociais em temas morais, a coleta, o processamento e o uso de big data para sequestrar — e moldar — o “debate” político e você tem parte da receita de bolo que explica o Brasil atual. E que nos possibilita pensar uma reação.

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“Bin Laden” de Niterói: uma hipótese… híbrida!

Poderia se tratar de um novo “Adélio”, traído no desfecho final, para — desta vez — queimar o arquivo. Afinal, outro “maluco” (apenas) “internado perpetuamente” pelo Judiciário — nesse caso — pegaria mal…
Sendo verdadeiro ou não o incidente, há uma grande operação de comunicação sendo tocada em cima, com direito a grade de programação sendo derrubada pela manhã em canais de TV.
Fosse o caso de conspiração, poderia se tratar não de um “sombra” (pária da comunidade de segurança) queimado — o sequestrador supostamente trabalhava como vigilante — , mas até mesmo de um P2 fazendo uma encenação.
Impressionam as “coincidências”.
Mas, para além disso, as contradições: flagramos a Globo mudando de versão. Com prints!
Confira.

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O “golpe militar”, o “sincericídio” — plantado — de Toffoli e o General tarado

Sobre a entrevista do Presidente do STF à Veja. Incrível que as “análises” limitem-se ou a reproduzir o texto ou, quando muito, sintetizar o seu conteúdo, comprando-o – e, mais importante, vendendo-o – pelo valor de face.
“Toffoli, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre evitaram tanques nas ruas em abril! Estamos à beira do golpe militar mesmo, Jesus!”
Sei…
Tem coisa melhor do que dar golpe militar…
– … sem mesmo dar?
É nesse registro que se encaixa também a farsa da “transferência de Lula para o Presídio de Tremembé”.
Palavras-Chave: caos controlado; abordagem indireta; espectro total; aproximações sucessivas; dissonância cognitiva; viés de confirmação.

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Game-over: técnicos destroem a farsa de Moro com o seu “Arara-hacker”

Algo está muito errado quando nenhum veículo brasileiro (fora o Duplo Expresso), seja ele de direita ou de “esquerda”, sai a campo para apurar, de forma independente, se a “estória” contada pela dupla Sergio Moro/ “Arara-hacker” faz sentido do ponto de vista estritamente técnico. Foi valendo-nos justamente dos aspectos técnicos que cravamos, ainda na quarta-feira, que aquilo tudo se tratava de uma grande farsa. Pois eis que temos de contar com uma voz do neocolonialismo europeu, o El País, para finalmente encontrar estampada nas páginas de um jornal a visão — totalmente cética — dos profissionais da área e dos pesquisadores de nossas melhores universidades.
Ali, ninguém dá 10 centavos pela novela de Gloria Perez, digo, de Sergio Moro, transmitida no horário nobre da Globo nesta semana.
“Algo está muito errado”, disse eu ali em cima?
Que nada: está é muito certo, ora!
É a “guerra híbrida”, estúpido!
Com direito Manuela Davila e tudo…
“Boa” notícia, contudo, sobre nossa denúncia (antes isolada) acerca da iminência do fechamento do regime com o “Patriot Act” tabajara: já fomos plagiados, digo, “divulgados”, por Luis Nassif…

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Exclusivo: a “deportação” de Glenn Greenwald e o “Patriot Act” tabajara

Jornalistas, deputados, ativistas… todo mundo caiu na fake news, plantada por Sergio Moro, de “deportação” (sic) iminente de Glenn Greenwald. Enquanto isso, providencialmente, nenhum desses fala sobre o projeto de “Patriot Act” tabajara, em tramitação na Câmara dos Deputados. O PL 2.418/2019 legaliza o monitoramento – em tempo real – pelo Exército de todas as conversas mantidas no Brasil por meio de aplicativos de troca instantânea de mensagens (emails, Whatsapp, Facebook, Instagram, Twitter, aplicativos para encontros amorosos…).
Sobre mais esse furo do Duplo Expresso, e a sua vinculação a Glenn Greenwald, diz Pepe Escobar: “vocês DETONARAM desmontando toda a farsa. Existe alguma outra desconstrução a esse nível no Brasil? O ‘limited hangout’ só poderia levar a um ‘Patriot Act’. Acertaram na mosca!”

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Exclusivo: Moro – e Greenwald – enterram “hacker”. E com destruição de “provas”!

O texto abaixo reflete, mais uma vez, postagens feitas há pouco por mim no twitter. Muitas novidades, no dia em que:
(i) Glenn Greenwald “assumiu” affair com o “hacker de Taubaté” (?!). Apenas para — meia hora depois! — (tentar) voltar atrás;
Notar: depois do que relevamos ontem, refutando – tecnica e inapelavelmente – a “narrativa” do “hacker de Araraquara”, Glenn empalmar tal “dubiedade”, tendendo discursivamente na verdade à confirmação (!) é, sim, sem tirar nem por, mentir. Pior: junto com Sergio Moro.
(ii) Moro, ciente dos furos na “estória” que vem apresentando desde terça-feira, corre para — segure-se na cadeira, leitor! — DESTRUIR (assumidamente!) todas as “provas”.
Confira, ainda, a série de C.Q.D.s coletados pelas “Cassandras” do D.E. em mais esta “rodada”.
Mas, muito mais importante do que isso, conheça o que provavelmente vem por aí: o fechamento — clandestino — do Regime.
Palavra de quem, até aqui, (infelizmente!) não tem errado uma…

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Exclusivo – como Dilma e os militares ultrapassaram a linha (no pré – e pós! – Golpe)

Não basta dizer que há antipetismo nas Forças Armadas, é preciso entender como esse viés ganhou “materialidade” e galvanizou o apoio dos militares ao projeto do Golpe.
Há, aí, uma boa pista para que se entenda por que, do ponto de vista militar, não se trata necessariamente de “entreguismo” o que ora está acontecendo (sob Temer e Bolsonaro) — mesmo que se discorde, frontalmente, dessa sua “interpretação” da realidade.

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Entre pombos e pavões – A “ameaça Russa” e o caso do jornalismo dourado

Enquanto a “mídia progressista” brasileira tapa os olhos, bocas e ouvidos sobre as ligações internacionalmente conhecidas entre o The Intercept e as organizações Pierre Omidyar, dizendo inclusive que essas ligações são “teorias da conspiração”, a “extrema e nova direita alternativa” aposta exatamente na ligação entre Omidyar e suas operações de desestabilização governamentais pelo mundo. Para essa direita, Omidyar é quem promove os grandes flancos de “guerra cultural” no mundo nos últimos anos. A ironia desse ponto é que essa “contra-informação” levantada pelas redes dessa direita midiática atrela as intervenções culturais das organizações Omidyar aos Russos! Sendo que, na verdade, as corporações Omidyar operam em conjunto com inúmeras instâncias da inteligência e contra inteligência norte americana (CIA, NSA, FBI).

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Explosivo: a viagem – secreta – de Dilma à Rússia, em meio à “#VazaJato”!

Este é, sem sombra de dúvida, o momento mais grave em que eu, Romulus Maya, me dirijo a você, leitor, na qualidade de editor do Duplo Expresso.
Tivemos acesso, no meio desta semana, à informação — de alto potencial explosivo — de que Dilma Rousseff acaba de fazer uma visita — secreta! — à Rússia, há cerca de dez dias.
Sim, é isso mesmo: a ex-Presidente da República — pelo PT… — esteve secretamente em Moscou entre os dias 4 e 5 de junho. Ou seja, “casualmente” 5 dias antes de Glenn Greenwald publicar a bomba semiótica “#VazaJato”. E, com ela, sequestrar o noticiário político — à esquerda e à direita — no Brasil, com repercussões para além de nossas fronteiras.
Prepare-se para grandes surpresas. E circunstâncias muito suspeitas.

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Exclusivo: militares usarão #VazaJato, Greenwald e “russos” para dar golpe?

Os militares usarão #VazaJato, Glenn Greenwald e os “russos” para dar o golpe no Brasil?
Com apoio dos EUA?
É por isso que estão usando Greenwald para queimar Sergio Moro?
Que papel os partidos de esquerda – e os veículos ligados aos mesmos – desempenham nessa farsa?
O de “idiotas úteis”?
Ou algo mais sinistro?
Aliás, para além do principal, o timing sincrônico dos ubíquos “agentes russos”, qual seria o evento detonador do “reboot”? Algo com a Venezuela? Uma nova “fake-ada”? Em Moro desta feita, talvez? Ou, um ataque em larga escala à infra-estrutura brasileira (e.g., derrubar Itaipu)? “Casualmente”, por exemplo, amanhã, no dia da “greve geral” – convocada pela esquerda? “Provando”, “em definitivo”, que a esquerda brasileira é, “sim”, a “cabeça de ponte” da “invasão russa ao Brasil”? Justificando o seu expurgo? Ou o catalisador seria um HC concedido a Lula pelo “corrupto” STF, causando “grave comoção social” de “cidadãos de bem” – devidamente plantados – Brasil afora? Enfim, os milicos têm um leque de opções à sua disposição.
Americanos, chineses e russos: para o bem e para o mal, o Brasil, sem sair do lugar, foi para o centro do mundo desde o último domingo. Briga de cachorro grande. Infelizmente, com prognóstico nada positivo.

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Para entender o rolo – viral – do dia: Telegram/ Moro/ Intercept (& Duplo Expresso)

Diante dessa armação latente, ainda antes de Globo e Sergio Moro saírem a campo nesta manhã, o Duplo Expresso mostrou o que os demais jornalistas brasileiros deveriam estar fazendo: apuração. Em vez de ficarmos girando nossos pescoços para (apenas) acompanhar – e repercutir (passivamente) – a “bola de tênis” ser passada de um lado para o outro da quadra, ora da raquete de Glenn Greenwald, ora da de Sergio Moro, num grande espetáculo, fomos diretamente ao Telegram.
O resultado?
O furo que hoje viralizou no Brasil.

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Duplo Expresso 06/jun/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no Programa Duplo Expresso desta quinta-feira, 06/06, os seguintes destaques:
– A doutora em Sociologia Thais Moya e o professsor de Processo Penal e de Direito Penal Fernando Nogueira Martins Jr. debatem: “O recurso para progressão de regime do presidente Lula”
– O veterano do petróleo e analista político Rubem Gonzalez comenta: “A esquina entre a segurança pública e a guerra híbrida”
Romulus Maya e Patrícia Vauquier fazem a análise da conjuntura política.

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Militares derrubarão Bolsonaro? Matando a charada

Mais ilustrações da dinâmica good cop/ bad cop (“bom policial/ mau policial”) encenada por situação e “oposição” – dentro do mesmo governo! – nesta semana.
O bobo da corte entretém as massas enquanto o rei – o real – passa incógnito e acerta-se com o carrasco no patíbulo.
Essa tática seria até brilhante…
– … se não dependesse, para o seu sucesso, da indigência intelectual de 9 entre 10.

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Urgente: EUA planejam derrubar avião brasileiro e culpar Venezuela?

Trata-se de um possível (falso) estopim para uma guerra – desgraçada – entre Brasil e Venezuela, cujo impacto iria muito além das fronteiras de ambos os países e da América do Sul, sacudindo a balança na delicada – e tensa – “paz armada” entre o Império Anglo-Sionista, decadente (e por isso mais agressivo) mas ainda hegemônico, e as potências eurasianas emergentes – Rússia e China à frente.
Ou seja, não são “apenas” vidas brasileiras colocadas em risco, mas o próprio planeta.

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Fiasco em Caracas: a pegadinha de Putin & Maduro nos EUA

– Pepe Escobar confirma a pegadinha que Putin e Maduro deram nos EUA: “No alvo (o texto). A inteligência da Rússia tinha tudo mapeado. Confirmado por algumas das minhas melhores fontes no GRU. Vocês estão fazendo um puta trabalho (no Duplo Expresso)”.
– Poxa, os EUA acharam que só eles sabiam brincar de Guerra Híbrida?

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Exclusivo: Governo age – ocultamente – pela demissão de Paulo Guedes (olho na “Guerra Híbrida”!)

– Muitos festejaram a acachapante “derrota” do governo com a aprovação da PEC que estabelece o orçamento impositivo na Câmara dos Deputados – sob Rodrigo Maia. Nunca se ouviu falar de tamanha “derrota” de um governo. Ainda mais com menos de três meses de ascensão ao poder. Até mesmo Dilma, no vale da impopularidade, na votação do impeachment teve lá por volta de 100 deputados. Pois Bolsonaro tem hoje apenas 3 (depois dobrados para 6)? 49 deputados do seu partido, o PSL, que votaram a favor da PEC – incluindo o “Bolso-filho 03”! -, estariam na oposição? Ou há algo mais aí?
– O fato – e aqui a informação exclusiva que sustenta este texto – é que o governo não mexeu uma palha para impedir a aprovação do orçamento impositivo – “pauta bomba” – na Câmara. Da mesma forma, nada está a fazer para impedir uma nova “derrota”, desta vez no Senado.

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Questionamentos sobre Militares no Brasil

Esta é a transcrição da fala de Piero Leirner no Duplo Expresso de 19/mar/2019. No programa, ele levanta inúmeros questionamentos surgidos a partir da viagem do Bolsonaro para os EUA. Baseado na série de declarações entreguistas realizadas por lá, ele parte do “onde querem chegar com isso?” Melhor dizendo, “onde a CIA quer chegar com isso?”

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Novos Alvos da Banca: Militares, Magistrados e Promotores

Vivemos a guerra híbrida do sistema financeiro internacional contra a humanidade. Os argumentos são envolvidos nas mais atraentes embalagens e se apresentam sempre a favor da banca, como abrevio este sistema demolidor.Pelas redes sociais foi divulgada a seguinte tabela de valores médios de aposentadorias, onde logo encontramos inconsistências, incoerências, além da anônima autoria. É o fake da banca em ação. Com que propósito?

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Duplo Expresso 12/mar/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no programa Duplo Expresso desta terça-feira, 12/03, os seguintes destaques:
– O presidente do Instituto de Estudos Latino Americanos Nildo Ouriques comenta: “Bolívia e Socialismo Andino”
– A socióloga Thais Moya fala sobre: “Derrota ao quadrado: Esquerda abraça o capeta ao defender jornalismo golpista”
– O antropólogo Piero Leirner acrescenta: “Derrota ao cubo: Esquerda perdida entre a Guerra Híbrida e a Lava-Jato”
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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Criminalização da LGBTfobia pelo STF

Thais Moya faz apontamentos sobre o julgamento da criminalização da LGBTfobia no STF com intuito de demonstrar as variáveis que atravessam a problemática, sem perder de vista o contexto político do Golpe. A partir da contradição entre os tempos da Política e da Teoria, e de como a sociedade absorve tais esferas, desenvolve-se o percurso que demonstra que, apesar da gravidade e urgência do combate a LGBTfobia, o mesmo não deve ser realizado inconstitucionalmente, e, pior, por meio do fortalecimento do já todo-poderoso Judiciário.

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Revolução democrática para vencermos a guerra híbrida

Os primeiros efeitos visíveis da guerra híbrida contra o Brasil, com maior intensidade dos ataques nos últimos quinze anos, nos permitem refletir sobre os caminhos a seguir. Como os objetivos maiores dos piratas das nossas riquezas ainda não estão consumados na sua totalidade, mas já sabemos quem são eles e o que querem, chega o momento de convocarmos os brasileiros (dentro e fora do país) e também cidadãos com empatia com o nosso povo e preocupados com os rumos da nação para que possamos vencer esta guerra.

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A Sagrada Ordem Social Brasileira

Doutrinariamente definiu-se que as diferenças sociais não são provocadas por ações políticas ou fruto da luta de classes, mas um ordenamento social sagrado, onde não se deve contestar; afinal “eu nasci assim; eu cresci assim; eu sou mesmo assim; vou ser sempre assim”.

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Íntegra da entrevista de Piero Leirner ao Le Monde Diplomatique Brasil

A série de perguntas a seguir realizou-se no âmbito de uma reportagem maior do Le Monde Diplomatique Brasil para uma matéria na edição de dezembro, que trata da já não-tão-nova-assim estratégia do “firehose of falsehood”, ou “mangueira de falsidades”. Expressão que foi consagrada para, de grosso modo, tratar desse fenômeno de campanhas eleitorais baseadas em fakes, etc. Além dos pontos próximos e distantes entre “firehosing” e “guerra híbrida”, Piero Leirner discorre sobre os modelos de comunicação de Trump e Bolsonaro, da futura institucionalização dos discursos dissonantes da cúpula bolsonarista, no uso do WhatsApp e sobre a eventual falência desse modelo caso o governo brasileiro não apresente os resultados esperados.

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Guerra híbrida no Brasil é a novidade de 1940

Como exemplos de movimentos típicos de uma guerra híbrida na América do Sul e no Brasil podemos citar: inflação, crise cambial, dívida pública, dominação dos meios de comunicação, desnacionalização dos meios que constituem condições gerais da produção de mercadorias, lobbies atuantes no Congresso Nacional e nas assembleias regionais. E muitos outros.

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O xeque de Cuba em Bolsonaro: A crise do Mais Médicos ameaça a agenda golpista

A partir do cancelamento da participação de Cuba no Programa Mais Médicos, desenvolve-se um caminho reflexivo por meio das problemáticas que levaram tanto a criação do programa, quanto ao desfecho citado. A reflexão intenta-se uma meta-análise por meio da constatação do contexto da guerra híbrida imposta ao Brasil e das suas táticas; por fim, propõe uma resistência que se liberta da condição reativa às emergências elaboradas pela agenda golpista que tem assolado os diretos sociais, políticos e civis dos brasileiros.

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