Para entender o rolo – viral – do dia: Telegram/ Moro/ Intercept (& Duplo Expresso)

Publicado 11/jun/2019 – 19:25
Atualizado 12/jun/2019 – 5:10 – o artigo chegou à Rússia (final); e as indiretas de Glenn Greenwald

Por Romulus Maya, para o Duplo Expresso

No programa Duplo Expresso desta manhã tratamos, junto ao analista internacional Pepe Escobar e ao antropólogo Piero Leirner, da pauta do momento: o escândalo “#VazaJato”. Esse que vem sendo administrado pelo jornalista Glenn Greenwald, do “Intercept”. No entanto, aqui preferimos privilegiar, uma vez mais, as perguntas que não costumam ser feitas por aí:

– Cui bono? A quem beneficia?

– Quem estará por trás desse material? Com quais objetivos?

– O que nos indicaria, a esse respeito, o passado recente e o remoto?

– Quais os desdobramentos possíveis, para o Brasil e para o mundo, dessa pauta? Que paralelos traçar com eventos semelhantes em outros países?

Quem nos acompanha há mais tempo já está bastante acostumado com esses ângulos de análise. De qualquer forma, recomendamos fortemente a você, leitor, que assista à integralidade da discussão e avalie as hipóteses ali levantadas, bem como o histórico das partes envolvidas: Sergio Moro (& #DarioMesser) e Glenn Greenwald/ Intercept (Pierre Omydiar), abordados respectivamente por Romulus Maya e Pepe Escobar.

Na análise, trabalhamos um pouco mais a hipótese levantada ainda ontem aqui no site, de forma pioneira: a de que o acesso do Intercept a conversas de membros da Lava Jato poderia resultar de um vazamento de alguém de dentro (quem?) da Lava Jato, em vez da versão promovida pela própria (e pela Globo) de que seria fruto do “ataque de um hacker”.

Curiosamente, apesar das graves implicações transfronteiriças das ilações vindas de canais da Lava Jato de que haveria por trás de tudo “hackers russos”, Glenn Greenwald segue cultivando uma “dubiedade silente” quanto à origem dos documentos. Convenientemente, alega “anonimato” da fonte (diferente de “sigilo de fonte”, notem) e “ignorância” quanto aos meios com que a mesma teria obtido acesso ao material. Assim, dado o seu histórico com Edward Snowden, que hoje vive na… Rússia, alimenta (deliberadamente ou não) a mística – delirante mas de consequências perigosas – de “espiões vindos do frio” para um “ataque de quarta geração” contra o Governo Bolsonaro e a Lava Jato. Ou seja: parte de uma “‘guerra híbrida’ movida pela Rússia/ esquerda local contra a Nação Brasileira”.

Sim, os proponentes dessa “piração” (mal-intencionada) escrevem “Nação Brasileira” em maiúsculas mesmo…

(embora não revelem nenhum apreço real pela mesma.
Muito pelo contrário…)

Montados (em parte) no silêncio “misterioso” de Glenn, Globo e Sergio Moro – mais uma vez em dobradinha (ou seria jogo triplo?) – trataram de oficializar hoje pela manhã o que veículos “B” da Lava Jato já antecipavam ainda ontem: a narrativa de que o aplicativo “Telegram” – russo, ora! – “não seria seguro”, sugerindo que esse “teria sido hackeado”. Fica subentendido, em tudo isso, um “envolvimento direto do governo russo”.

Diante dessa armação latente, ainda antes de Globo e Sergio Moro saírem a campo nesta manhã, o Duplo Expresso mostrou o que os demais jornalistas brasileiros deveriam estar fazendo: apuração. Em vez de ficarmos girando nossos pescoços para (apenas) acompanhar – e repercutir (passivamente) – a “bola de tênis” ser passada de um lado para o outro da quadra, ora da raquete de Glenn Greenwald, ora da de Sergio Moro, num grande espetáculo, fomos diretamente ao Telegram.

O resultado?

O furo que hoje viralizou no Brasil.

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O programa:

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Textos complementares citados (aqueles que são proibidos nos demais sites!):

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O furo do Duplo Expresso que… viralizou!

 

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No UOL:

O aplicativo de mensagens Telegram disse hoje que não há evidências de que seu sistema tenha sido hackeado ao comentar o caso envolvendo o ex-juiz federal e ministro da Justiça, Sergio Moro, e de integrantes da força-tarefa do MPF (Ministério Público Federal) na Operação Lava Jato no Paraná.

Conversas entre Moro e procuradores foram divulgadas no último domingo (9) pelo site “The Intercept Brasil”. Os diálogos foram feitos no Telegram. O site diz que as mensagens foram repassadas por uma fonte.

Em resposta a uma pergunta feita por um brasileiro no Twitter, que questionou se o aplicativo foi hackeado, a conta do Telegram no microblog disse em inglês que “não há evidência de nenhuma invasão”. “É mais provável que tenha sido malware [um tipo de vírus] ou alguém que não esteja usando uma senha de verificação em duas etapas”.

Nesta terça, Moro usou sua página no Twitter e indicou acreditar que sua conta no Telegram havia sido hackeada. Ele disse que, “além de juízes e procuradores, jornalistas também tiveram celulares hackeados pelo mesmo grupo criminoso”.

Moro nega ter dado orientação a procuradores da Lava Jato e diz que o fato grave é a invasão criminosa de celulares. “Ali, basta ler o que se tem lá [para ver que não há orientação]… o fato grave é a invasão criminosa dos celulares dos procuradores. E está havendo muito sensacionalismo em torno dessas supostas mensagens.”

A Lava Jato também declarou acreditar que mensagens tenham sido hackeadas. Com a invasão, teriam sido clonados aparelhos celulares e contas em aplicativos de comunicação instantânea, o que resultou no vazamento de mensagens trocadas entre procuradores. Em nota, a força-tarefa comentou que o “modo de agir agressivo, sorrateiro e dissimulado do criminoso é um dos pontos de atenção da investigação”.

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Sobre o tuíte de Moro, repercutindo a armação com a Globo

Até aqui, silêncio dos “paladinos”…

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Saímos também no Canaltech e… (misericórdia!) até no Anta-gonista:

(supostamente o próximo alvo de Greenwald)

 

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Globo – capítulo à parte

Primeiro tempo: endosso à fake news fabricada com a Lava Jato (e alimentada com a “dubiedade silente” de Glenn Greenwald/ Intercept!)

RIO E SÃO PAULO — Plataforma da qual foram extraídas mensagens entre o ministro da Justiça, Sergio Moro, e procuradores da força-tarefa da Lava-Jato, o Telegram foi lançado em 2013 por idealização de Pavel Durov, o mesmo criador do “Vkontakte”, rede social russa que se assemelha ao Facebook. O discurso de proteção à privacidade dos usuários fez com que o aplicativo ganhasse popularidade na Rússia, cujo governo tentou restringir seu acesso seguidas vezes, pressionando o idealizador a fornecer as “chaves” dos códigos de criptografia. Embora o governo russo tenha bloqueado oficialmente o acesso ao aplicativo no país em abril do ano passado, usuários — incluindo aliados do presidente Vladimir Putin — seguem conseguindo enviar mensagens até hoje.

No último mês, Durov usou seu canal no próprio Telegram para divulgar um texto, de sua autoria, em que argumenta que o rival WhatsApp “nunca será seguro” e sugere que o serviço rival pode ser porta de entrada para “programas espiões” (ou “spywares”) nos celulares de usuários.

Durov, que se recusou a ceder códigos criptográficos para o governo russo e se exilou do país, anunciou em entrevistas nos últimos anos que ele e sua equipe do Telegram foram alvos de ataques hackers coordenados pelo FBI, a agência federal do governo dos EUA. Recentemente, Durov anunciou que tentaria passar todo o mês de junho sem ingerir alimentos sólidos e apenas consumindo água, em uma tentativa de “trazer novas grandes ideias para o Telegram durante o jejum” e assim “beneficiar todos os milhões de usuários”.

Embora o Telegram tenha ganhado popularidade como um serviço com criptografia “de ponta a ponta” — que impediria o rastreamento, por exemplo, da origem das mensagens e de seu conteúdo —, pesquisadores apontam que outros aplicativos, como o próprio WhatsApp, oferecem atualmente mais proteção aos dados dos usuários. O aplicativo russo de mensagens tem brechas de segurança que tornam seu conteúdo vulnerável à ação de terceiros, na avaliação de pesquisadores ouvidos pelo GLOBO.

As conversas entre Moro e o coordenador da Lava-Jato Deltan Dallagnol, assim como diálogos entre procuradores da força-tarefa, foram divulgadas pelo portal “The Intercept Brasil” no domingo. A reportagem afirma que o conteúdo foi repassado por uma “fonte anônima”, antes de Moro denunciar uma tentativa de ataque de um hacker, na última semana. Os dois negam irregularidades e denunciam invasão ilegal de suas comunicações.

Fábio Malini, pesquisador do Laboratório de estudos sobre Imagem e Cibercultura (Labic) da Universidade Federal do Espírito Santo, lembra que o Telegram se notabilizou por alardear o uso de criptografia ponta a ponta antes de sua implementação pelo WhatsApp. Malini aponta, porém, que o WhatsApp adotou a tecnologia nos anos seguintes através de um acordo com os criadores do aplicativo Signal, cuja proteção à privacidade de dados dos usuários é considerada referência no mundo digital.

— O Telegram não revela detalhadamente como sua criptografia é feita, o que gera dúvidas na comunidade mais técnica. Hoje, se o Estado quer obter conversas privadas de um usuário, ele não consegue pelo WhatsApp. No Telegram, não se sabe — compara Malini.

Pablo Ortellado, professor da USP e coordenador do Monitor de Debate Político no Meio Digital, lembra que a criptografia ponta a ponta não está disponível para conversas em grupo no Telegram. Parte do conteúdo das conversas divulgadas pelo site “The Intercept Brasil” ocorreram em grupos que reuniam procuradores integrantes da Lava-Jato.

— A mensagem é criptografada na origem e descriptografada no destino. Você pode interceptá-la no fim, e não no meio do caminho. Nesse caso, um “espião” só precisaria ter acesso a um dos telefones que compõem a lista — afirma Ortellado.

Alto nível de segurança opcional

Embora seja considerado um aplicativo seguro para troca de mensagens, o Telegram tem uma opção que o torna menos confiável que o WhatsApp. Os dois aplicativos usam a criptografia de ponta a ponta, mas, no Telegram, essa função é opcional.

— Na criptografia ponta a ponta, se alguém interceptar essa conversa, vai pegar a mensagem criptografada, que é indecifrável. Quando a mensagem chega no dispositivo do receptor, a informação é descriptografada por meio de uma chave e a pessoa consegue ler. Apenas quem envia e quem recebe a mensagem conseguem ter acesso a ela — diz Alessandra Gomes, do InternetLab, centro de pesquisa independente em direito e tecnologia.

O Telegram dá a opção de habilitar ou desabilitar a criptografia de ponta a ponta e destruição de mensagens por meio da opção “chat secreto”. Por padrão essa opção não fica marcada para permitir que os usuários acessem suas conversas de vários dispositivos sem depender do celular. Caso o aparelho telefônico esteja sem bateria ou fora do alcance, um usuário do Telegram pode acessar suas conversas de um computador, por exemplo, e conversar normalmente. Isso não é permitido pelo Whatsapp, cujo acesso depende do funcionamento de um celular.

— Toda tecnologia da informação é uma questão de equilibrar conveniência com segurança. O Telegram tem um sistema criptografado, que é o chat secreto e que continua sendo muito seguro, mas não é o padrão do aplicativo  — afirma Rodrigo Ghedin, editor do Manual do Usuário, blog de tecnologia com foco na privacidade digital.

Quando um desenvolvedor coloca um software na praça, diz Ghedin, ele tem que colocar como configurações padrões aquelas que serão usadas pela maioria das pessoas. Para ele, ao colocar a criptografia de ponta a ponta como opção, a empresa toma uma escolha de tornar esse recurso restrito a uma fatia mínima da base de usuários que se interessa e sabe fazer essa configuração em seu próprio aplicativo.

É possível que essa tenha sido a forma de vazamento das mensagens trocadas entre os integrantes da Lava Jato, de acordo com os especialistas. Há, no entanto, uma possibilidade de vazamento interno, de contatos e do círculo de confiança dos procuradores.

— É importante lembrar que a criptografia ponta a ponta não é uma panaceia — diz Ghedin. — Como o nome diz, as duas pontas têm acesso (às mensagens). E se uma das pontas resolve vazar uma conversa, meu amigo, não tem o que vá garantir a privacidade desse diálogo.

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Segundo tempo: depois de o Duplo Expresso melar a armação

RIO – O aplicativo Telegram , plataforma onde ocorreram as conversas vazadas entre o ministro da Justiça Sergio Moro e procuradores da força-tarefa da Lava-Jato, negou nesta terça-feira ter sido alvo de ataque de um hacker. Questionado por internautas através de seu perfil oficial no Twitter, o Telegram garantiu que os conteúdos trocados entre Moro e o coordenador da Lava-Jato Deltan Dallagnol não foram obtidos através de uma quebra dos códigos de segurança do aplicativo.

Para os responsáveis pelo aplicativo, as hipóteses mais prováveis para o vazamento da conversa são a atuação de um vírus no aparelho de celular de algum dos envolvidos na conversa, ou brechas causadas por falta de cuidado dos próprios usuários.

“É mais provável que o dispositivo tenha sido tomado por um malware (vírus) enviado por terceiros – ou um código de login subtraído para uma conta que não usa senha de acesso. Nós recomendamos a adoção de uma senha de verificação em duas etapas, para casos em que alguém tenha razões para temer por suas carreiras ou pelo governo”, escreveu o Telegram em resposta ao questionamento de um internauta.

 

[Nota D.E.: De “um internauta” (rs), sem link ou tuite incorporado. Para esconder o Duplo Expresso.
Eita, medo, hein, Globo/ Bernardo Mello!
Aí, de maneira trucada, colocam outro tuite, que não teve grande repercussão, como se fosse o aludido acima. Ou seja, outro que nada tem a ver com o texto que eles próprios apresentaram (a resposta ao D.E.)]

 

As hipóteses citadas pelo Telegram também foram levantadas por pesquisadores ouvidos pelo GLOBO. Rose Marie Santini, coordenadora do Laboratório de Estudo de Redes (Netlab) da Escola de Comunicação da UFRJ, avaliou que o conteúdo das mensagens trocadas no aplicativo podem ser visualizados caso um vírus seja instalado no celular do usuário, sem que necessariamente represente um hackeamento do próprio Telegram.

Em suas dicas de segurança, o Telegram sugere a adoção de uma senha para regular o acesso a conversas arquivadas. A versão padrão do aplicativo exige apenas um código, enviado via SMS para o celular do usuário, para que as mensagens sejam acessadas em um dispositivo diferente – por exemplo, um computador ou um tablet.

Fábio Malini, pesquisador do Laboratório de estudos sobre Imagem e Cibercultura (Labic) da Universidade Federal do Espírito Santo, afirma que não há relato de falhas que tenham permitido vazamentos massivos de dados de usuários do Telegram. Para o pesquisador, eventuais brechas de segurança passam também por cuidados dos usuários.

– Há vazamentos que ocorrem por situações absolutamente triviais. O usuário abre o aplicativo em diversas plataformas e não se recorda. No WhatsApp, eu dependo da presença do celular para abrir o aplicativo no computador, por exemplo. Se eu abrir o Telegram em um dispositivo e esquecer de desabilitar, outra pessoa pode acessar todas as minhas mensagens – pontuou Malini.

Cerco do governo russo

O Telegram sugere também o uso de chats secretos para usuários que desejam mais proteção às conversas. Nesta opção – que também não vem habilitada nas configurações padrão do aplicativo -, as mensagens são autodestruídas em determinados intervalos de tempo e só podem ser acessadas através do celular dos dois participantes da conversa.

Idealizado pelo russo Pavel Durov, o mesmo criador do “Vkontakte”, rede social russa que se assemelha ao Facebook, o Telegram começou a ganhar popularidade em 2013 com um discurso de proteção à privacidade dos usuários. O governo da Rússia tentou restringir seu acesso seguidas vezes, pressionando o Durov a fornecer as “chaves” dos códigos de criptografia ponta a ponta – que impedem, por exemplo, a identificação do conteúdo e da origem das mensagens.

Especialistas, no entanto, apontam que outros aplicativos, como o próprio WhatsApp, oferecem atualmente mais proteção aos dados dos usuários . O aplicativo russo de mensagens teria brechas de segurança que tornam seu conteúdo vulnerável à ação de terceiros, na avaliação dos pesquisadores.

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Globo, ainda

 

 

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O desafio ao “paladino anti-Moro” (?) Glenn Greenwald

 

 

 

Até aqui, mais silêncio (eloquente?) dos “paladinos”…

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Links relevantes, caso Glenn Greenwald esteja realmente interessado em desmascarar Sergio Moro. E falar de #DarioMesser/ #Banestado

(para além de fazer “telecatch” para o Fantástico)

Exclusivo: áudio bomba – das entranhas da Odebrecht – detona de vez a Lava Jato!

Sergio Moro & Dario Messer, o doleiro: o elo “perdido” – e explosivo – ligando Lava Jato e Bane$tado

Incógnito “Mr. Dodge”: Raquel, a PGR, vive com “espião que veio do frio”?

O elo entre Eduardo Cunha, Paulo Pimenta, Wadih Damous e Luis Nassif: xeque do Duplo Expresso

Geopolítica da droga, os EUA e os golpes na América Latina

Exclusivo: desmascarando o golpe da vaquinha “do Lula” (sic)

Lava Jato: a prova do crime (e da traição) 

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P.S.: a cara de pau/ vergonha alheia do BR 171, para tentar esconder o Duplo Expresso hoje:

 

WORLD EXCLUSIVE BRAZILGATE DEVELOPMENT – THE BREAKDOWN

If you check my previous post you will see it’s a post shared from the account of my friend Romulus Maya. I tried to share it directly on my account and Facebook said “there was a problem”. Well, the whole story is about the now official version by the Bolsonaro gang, Minister of “Justice” Moro and their minions – that Moro’s Telegram messages on his phone were hacked.

That’s a lie. Telegram answered an inquiry by Romulus and said there was NO hack. I asked RT and Sputnik about it as well, but with no response so far – I had to explain the details of the story and its importance, but they probably didn’t understood the gravity; the Russian government is being accused ONCE AGAIN of staging a conspiracy.

Telegram’s response is clear. NO hack. Brazilgate is just like Russiagate: a LEAK.

 

E daí…

 

“Quero saber é do Dario Messer, 171…”

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P.P.S.: ainda sobre Glenn Greenwald, o Intercept e Pierre Omydiar, não deixar de conferir também:

A intrigante transmutação de Glenn Greenwald: de “falcão” anti-socialista a “pombo” “primeiro-marido” do PSOL

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Atualização 21:18: o artigo, mais uma vez, chegou à Rússia

(o outro que chegou, antes, foi: Urgente: EUA planejam derrubar avião brasileiro e culpar Venezuela?)

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Atualização 12/jun/2019 (1): o gume adicional da faca Greenwald/ Moro – o cavalo de Tróia das “provas ilícitas” para a esquerda

Da seção de comentários:

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Atualização 12/jun/2019 (2): as indiretas – de Twitter – de Glenn Greenwald

‪Indireta de Twitter do Glenn Greenwald (print), q ñ cita o Duplo Expresso p/ñ nos divulgar (ainda mais rs).

 

‪Criticamos a sua “ambiguidade silente” permitindo q o “outro lado” (?) – incluindo Globo e Moro – alimentassem a narrativa fake de “envolvimento de hackers russos”.‬
Glenn diz que duvida de que tenhamos certeza de que a fonte dele é de dentro da Lava Jato. Evidente: colocamos a todo momento como hipótese.
‪Mas oq tem a dizer Greenwald sobre as colocações contundentes de Pepe Escobar sobre Pierre Omydiar, o bilionário por trás do Intercept, e o affair Snowden?‬
Ali há, sim, certeza, seu Glenn…
Nesse ponto, mais “ambiguidade silente”. 😉
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De qualquer forma, fizemos o nosso trabalho. Greenwald sentiu a pressão. Passou o dia tentando alimentar o álibi pra ter enfiado o grosso dos documentos no seu “CU-rador” (print).

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Romulus Maya

Advogado internacionalista. 10 anos exilado do Brasil. Conta na SUÍÇA, sim, mas não numerada e sem numerário! Co-apresentador do @duploexpresso e blogueiro.