O filme de terror nas ruas das cidades

Pessoas em situação de rua são um atestado da nossa culpa. São uma faca que roda na nossa carne para lembrarmos que somos omissos. São os frutos do nosso descaso e da nossa transferência de responsabilidades para terceiros.

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“Semi-aberto” (#SQN): um novo golpe em Lula?

– E se o General Mourão tiver plantado que “era só Lula recorrer que a progressão para o regime semi-aberto seria aceita”? Na modalidade José Eduardo Cardozo: “já está tudo acertado no STF, relaxe”?
– Isso ajudaria a explicar o cavalo de pau de Lula em apenas 24h, desautorizando publicamente seus próprios advogados? E via… entrevista a jornalista? Desta vez plenamente divulgada pela Globo?
– Sombra, espelhos, fumaça. Essa história está muito esquisita. Toda essa movimentação de pessoas cuja “boa vontade” com relação a Lula é, no mínimo, suspeita (nas FFAA e no “PT Jurídico”). Não se surpreendam se, em algum momento, esse recurso se revelar um tiro pela culatra. “Tiro pela culatra”, sim, mas necessário. Exatamente como o foi a retirada da legenda para que Lula não mais concorresse não pelo Judiciário, mas pelo próprio PT (contra “liminar” da ONU, inclusive). Olha a tal da “abordagem indireta” da Guerra Híbrida aí de novo, minha gente…

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Video #5 – Wellington Calasans conversa com o comentarista político chileno Victor Musa

O recente episódio, tentativa de golpe, com direito a bando de traidores fardados foi levado a sério por alguns. Seria realmente cômico se tudo isso não fosse uma tragédia construída a cada passo ridículo como este. A Venezuela tem petróleo e ouro demais para que os piratas do planeta permitam que aquele país exista como uma democracia.

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Aprenda tudo sobre “macrocriminalidade”. Palestrantes com experiência prática

Sabemos todos que palestras e seminários têm sido usados para a lavagem de dinheiro. Eu gostaria muito que apenas pela via da ironia fosse possível fazer o povo brasileiro despertar sobre os riscos que essas figuras nefastas causam ao nosso país e ao povo brasileiro. A Lava Jato e alguns tentáculos do Ministério Público e da Polícia Federal formam hoje o maior esquema de corrupção do mundo.

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Fiasco em Caracas: a pegadinha de Putin & Maduro nos EUA

– Pepe Escobar confirma a pegadinha que Putin e Maduro deram nos EUA: “No alvo (o texto). A inteligência da Rússia tinha tudo mapeado. Confirmado por algumas das minhas melhores fontes no GRU. Vocês estão fazendo um puta trabalho (no Duplo Expresso)”.
– Poxa, os EUA acharam que só eles sabiam brincar de Guerra Híbrida?

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A entrevista (e a verdade): Lula entrega-se pela segunda vez. E o Brasil?

– Diante da ausência geral de colhões, vamos lá nós do Duplo Expresso ficarmos “mal na foto”. De novo. Verdades inconvenientes. Ainda que impopulares.
– Sim, este texto é uma porrada. Não só para ler mas também para escrever, acreditem. Serve apenas para quem ousa enfrentar, na medida do possível, os seus vieses cognitivos. Realidade obriga. E o tempo urge.
– A pergunta – e a resposta – mais relevantes de toda a entrevista, garanto, é aquela em que Lula, feito refém, diz temer pelos seus filhos.
Pano rápido.

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Extra! – Haddad ganha as eleições! (na Espanha…)

Ao chegar à liderança de um PSOE humilhado nas urnas, Pedro Sánchez falava que “não é político mas sim professor universitário” (!). Chega à liderança do Partido Socialista Obreiro Espanhol na onda de demonização da política, surfando-a. E também depois, é claro, da queima geral da cúpula do partido, que traiu as suas bases e afundou o país na austeridade no governo Zapatero (poodle da Troika).
Conclusão: nessa “rave” comemorativa de hoje da esquerda (festiva) brasileira – que está, no geral, matando cachorro a grito -, fica patente mais uma vez a ignorância sobre temas internacionais.

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Bolsonaro e Guedes enganam caminhoneiros e tentam o desmonte sem freio com todos os brasileiros na boleia

Os caminhoneiros que tanto reclamaram (com razão) da postura pelega de sindicatos e centrais sindicais, agora são enganados pelos “representantes” (seja lá o que isso possa ser) que vendem como “excelente negociação” uma armadilha para enganar trouxa: tabela do frete vinculada ao preço do óleo diesel.

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Debate: Desconstruir Bolsonaro é politizar o cidadão enganado

Dentro da minha proposta de promover o debate, fiz as devidas provocações numa entrevista que considero útil para este propósito, respeitando o contraditório, para que possamos ampliar este debate tão necessário sobre a política do nosso país. A filósofa Marcia Cavalcante fala neste vídeo sobre o dicionário “Desbolsonário de bolso”. São 50 páginas que tentam desconstruir os verbetes recentes que ocupam o tempo das pessoas com insanidades que ganharam força inicialmente nas redes sociais, mas depois ocuparam todos os espaços de debate.

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Nacionalismo é o caminho da unidade nacional e reconstrução pós-guerra híbrida

O elo para acabar com a estratégia do entretenimento da “direita” e da “esquerda”, aquela bobagem da “civilização contra a barbárie”, é o nacionalismo. O eleitor arrependido de Bolsonaro ou o militante de esquerda que está cansado das micaretas e cirandas precisam dialogar sem intermediários. Precisamos construir um autêntico movimento nacionalista (sem xenofobia), capaz de colocar o Brasil dos (e para os) Brasileiros acima de todos os outros interesses. Temos um país rico e estamos a testemunhar uma rendição que inclui as Forças Armadas na condição vergonhosa de “porteiro de puteiro”. Precisamos resgatar o Brasil e construir uma sociedade consciente das suas responsabilidades em relação ao próprio futuro e ao futuro do nosso país.

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Exclusivo: Governo age – ocultamente – pela demissão de Paulo Guedes (olho na “Guerra Híbrida”!)

– Muitos festejaram a acachapante “derrota” do governo com a aprovação da PEC que estabelece o orçamento impositivo na Câmara dos Deputados – sob Rodrigo Maia. Nunca se ouviu falar de tamanha “derrota” de um governo. Ainda mais com menos de três meses de ascensão ao poder. Até mesmo Dilma, no vale da impopularidade, na votação do impeachment teve lá por volta de 100 deputados. Pois Bolsonaro tem hoje apenas 3 (depois dobrados para 6)? 49 deputados do seu partido, o PSL, que votaram a favor da PEC – incluindo o “Bolso-filho 03”! -, estariam na oposição? Ou há algo mais aí?
– O fato – e aqui a informação exclusiva que sustenta este texto – é que o governo não mexeu uma palha para impedir a aprovação do orçamento impositivo – “pauta bomba” – na Câmara. Da mesma forma, nada está a fazer para impedir uma nova “derrota”, desta vez no Senado.

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O futuro sem dor

O projeto musical do Duplo Expresso segue com mais uma composição de Wellington Calasans musicada por Leonardo Lobo. A maneira inconsequente como os conteúdos produzidos pela Rede Globo têm sido compartilhados por tantas pessoas, inclusive aquelas que são simpáticas ao campo progressista da política, motivou esta reflexão. Desta vez um pop/rock com elementos árabes e também nordestinos fazem a base dos arranjos musicais. Aumente o volume e compartilhe.

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Análise: “paz armada” entre STF e Lava Jato à vista? – Temer, Moreira Franco, Eduardo Cunha e Paulo Preto

É possível que o principal desdobramento na política brasileira das últimas semanas – o enfrentamento da Lava Jato pelo Supremo – venha a ser descontinuado a partir de um dado momento. Conversando, todos se entendem, não é mesmo? Vejamos se o preço chega a 2.5 bi ou se rola um desconto…

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Bolsonaro, OMC, OCDE e o fim do Brasil: tirem essa gente do Executivo urgente!

– Os EUA sacaram a sede por validação – principalmente em nível internacional – que acomete Bolsonaro e aproveitaram para meter uma faca – histórica!
– É o fim de uma política externa na área do comércio – referência em nível internacional – de décadas, que perpassou militares, redemocratização, FHC e Lula. Ou seja, de Estado!
– A pior elite do mundo – míope -, a “industrial” (existe?) e a agrária, talvez ainda não conheça as consequências de sair do Sistema Geral de Preferências (restrito a países em desenvolvimento) para as nossas exportações. É muito pior que “embaixada em Jerusalém”!
– “Perde-perde”: se o Brasil já pode adotar o que julgar ser conveniente na qualidade de observador da OCDE, para que dar as calças para entrar na mesma? A não ser que o objetivo seja, justamente, deixar certos orifícios já devidamente expostos… perpetuamente, no caso (“lock-in effect”).

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Partido da Lava Jato quer a cabeça de Gilmar Mendes

Como o seu projeto já foi rechaçado por diversos renomados juristas e é também alvo de críticas de ministros do STF, como Marco Aurélio Melo e Gilmar Mendes, Moro agora quer degolar os opositores no STF. O primeiro juiz afirmou “o ‘Projeto Anticrime’ de Moro não irá melhorar os índices de criminalidade”, enquanto Moro também viu o seu projeto reprovado pelo segundo ministro que considerou como “coisa de cretino” a proposta defendida por Moro.

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Revolução democrática para vencermos a guerra híbrida

Os primeiros efeitos visíveis da guerra híbrida contra o Brasil, com maior intensidade dos ataques nos últimos quinze anos, nos permitem refletir sobre os caminhos a seguir. Como os objetivos maiores dos piratas das nossas riquezas ainda não estão consumados na sua totalidade, mas já sabemos quem são eles e o que querem, chega o momento de convocarmos os brasileiros (dentro e fora do país) e também cidadãos com empatia com o nosso povo e preocupados com os rumos da nação para que possamos vencer esta guerra.

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(Paulo) ?Pimenta? no rabo dele mesmo: quem ri por último?

A verdade chegou primeiro no Duplo Expresso – de novo! Avisamos que o Deputado Paulo Pimenta, inexplicavelmente reconduzido à Liderança do PT na Câmara, tinha o rabo preso. Que era, por isso, mais um refém da Juristocracia.
Daí o acordo que celebrou com a Lava Jato, junto com Wadih Damous, para trair Lula. Fingia defendê-lo, mas enterrava qualquer iniciativa que pudesse, de fato, ajudar a desmascarar Sergio Moro.
Agora, um ano depois – quando o farsante já perdeu a utilidade para o Golpe –, seus “esquema$” começam a vir à tona. Anotem: é só o começo…

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Mourão e a revelação do enigmático “Grande Acordo Nacional”

É revoltante que tentem viabilizar como estadista um candidato a Pinochet (com direito a Paulo Guedes e “Brazilian Boys’’) que recentemente afirmou que “Uma Constituição não precisa ser feita por eleitos pelo povo”. O, ainda, vice de Jair Bolsonaro disse que a elaboração da última Constituição brasileira, de 1988, por parlamentares eleitos, “foi um erro”, e defendeu que a nova Carta deveria ser criada por “grandes juristas e constitucionalistas”. Democracia sem povo? É isso que significa ser um estadista?

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O Brasil na Contramão das Políticas de Segurança Pública do Mundo – Uma bomba de retardo que irá explodir no colo da sociedade

Os principais entraves para uma política de segurança pública verdadeiramente eficaz no país são provenientes de uma mídia monopolista que desinforma e incita permanentemente o ódio aberto aos marginalizados, legislações equivocadas, como a lei antidrogas, e uma cultura jurídica antiliberal e encarceradora. Podemos perceber essa ineficiência através do discurso do recém empossado ministro da Justiça e Segurança Pública, ex-juiz Sérgio Moro, no qual ele fala sobre tornar lei a prisão em segunda instância, instituir o plea bargain, que foi a principal causa do encarceramento em massa nos EUA, pregando também o fim da progressão de regime para membros do que ele chama “organizações criminosas”, destituição de direitos das pessoas presas, entre outras.

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Lula sabia de tudo! Quem interrompeu aquele projeto?

Diante da inquestionável necessidade de trazer aquela fala para a atual situação em que está o ex-presidente, proponho aqui, através de perguntas, trocar impressões com o nosso público e tentar compreender o que houve. O ideal seria perguntar diretamente ao ex-presidente Lula, nessa época, faltando um ano para terminar seu segundo mandato, sobre o que ele já sabia nessa época em relação aos “Piratas do Pré –sal” (nome que ele supostamente dá a países que estariam interessados em nos tirar essa riqueza, ele fala em tom de brincadeira)?

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Análise: os (des-) caminhos da esquerda em 2019 e a avenida aberta para Bolsonaro

Não interessa a Bolsonaro ou a quem o levou ao poder uma “Noite de São Bartolomeu”, um expurgo do PT. Basta a inviabilização em eleição majoritária. O antipetismo é hoje um piso político – e eleitoral – dos maiores, senão o maior. Para que abrir mão disso, zerando o jogo? E permitindo a formação de uma nova oposição, sem rejeição tão alta? Em política não há vácuo…
Bolsonaro – e os que o levaram até lá – e o PT (o “sem voto”, de SP) tendem a continuar se escolhendo reciprocamente como adversários político-midiáticos, tentando impedir o surgimento – ou pelo menos a clarificação – da verdadeira polarização atual, no Brasil e no mundo: soberanismo nacionalista (de esquerda ou de direita) vs. Globalismo financista do (zero vírgula) 1% transnacional contra o 99,9% – global. Terão sucesso Bolsonaro e “PT sem voto” nesse mascaramento – a dois – da realidade histórica?
O problema da direção do PT (sem voto) é querer fazer do partido o substituto do PSDB como sucursal Clintoniana no Brasil;
A centro-esquerda como um todo ainda está em fase de negação e coloca-se, do ponto de vista histórico, no campo reacionário, dos que querem fazer voltar o ponteiro do relógio da história (para o ciclo 1988-2012).

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Bolsonaro faz com mentiras a “doutrinação” que o PT evitou fazer com verdades para “controlar facilmente a boiada”

Aqueles que hoje criticam Bolsonaro por utilizar as redes sociais para a propagação de “Fake News” devem fazer uma autocrítica. Se houver honestidade na própria crítica, verão que a “doutrinação” que Bolsonaro faz hoje com mentiras, o PT deixou de fazer “com verdades”, pois apostou na alienação política das pessoas como uma ferramenta de “manutenção e controle da boiada vermelha”.

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Mourão, a meritocracia tamanho família e a herança escravocrata

Mourão engana os incautos. Se tivesse um pouco de honestidade intelectual, falaria com mais propriedade que a nossa verdadeira herança é escravocrata. Foi essa a herança que moldou as nossas instituições, origem do ódio ao pobre. O mais grave no discurso retrógrado do ex-general, e vice-presidente, Mourão é a total incoerência entre aquilo que discursa sobre a meritocracia e a completa ausência de autocrítica neste caso do próprio filho.

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A infame Lava Jato agora como política penal

O juiz “combatente do crime” é a expressão máxima desse autoritarismo contínuo. A “Justiça Policial” brasileira se assemelha à justiça da Alemanha Nazista, onde os juízes nazistas declaravam que seriam “duros com o crime” e que “os prisioneiros não estariam em situação melhor que os desempregados alemães”. Ora, se o juiz existe para prender é prescindível a existência da figura do próprio juiz, basta a polícia. A subordinação do processo penal a esfera política do poder punitivo é a instauração do Estado Policial que vitima todos os dias a população pobre brasileira nos nossos presídios ilegais, população esta, que nunca conheceu o processo como proteção da cidadania contra o arbítrio Estatal, garantido na Constituição.

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Bolsonaro – Entre o mito e a realidade (Parte I)

Bolsonaro acreditou ser possível se sustentar nos 58% de votos para tentar dominar as rédeas da situação, mas as coisas não são simples para quem, como é o caso de Bolsonaro, para se eleger vendeu a alma a dois demônios, Paulo Guedes (o “Chicago boys”, ultraliberal) e à ala militar entreguista, ultraliberal representada pelo seu vice, ex-General, Mourão. Mourão, inclusive, afirmou em recente entrevista que estaria montando um “Dream Team”, com pessoas de diversas áreas, economia, diplomacia, etc. Seriam talvez os “Brazilian Boys”. No Chile sabemos como tudo terminou. No Brasil pode ser muito pior.

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Ministro Dias Toffoli – Uma alma subordinada ao senhor da vez

Qual a indagação que os dirigentes e ex-integrantes dos governos petistas poderão fazer quanto ao atual comportamento do ministro Tofolli? Esta alma subordinada ao senhor da vez é o fruto de uma escolha sob crescente pressão do próprio PT para ocupar com “gente aliada” a Corte que julgaria o “Escândalo do Mensalão”. Fruto que nasce dessa semente só poderia dar nisso…

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O estanho “sincericídio” (sic) de Bolsonaro – e a esquerda “bobinha”

Bolsonaro, estranhamente, “deixou escapar” que o General Vilas Boas “tem responsabilidade por ele estar ali”. Ora, Bolsonaro sabe que o General não teria como desmentir.
E a parte da esquerda ingênua/ mal-intencionada resolve dar crédito, pelo valor de face, a Bolsonaro como fonte confiável, “historiográfica”, não mais que de repente. Quando convém, some o discurso de “fake news”, “ele fala qualquer coisa”, “diz e depois desdiz”.
No entanto, tal “inconfidência” (sic) não bate com nenhuma das informações prévias acerca da relação entre ambos. Na verdade, parece que Bolsonaro quis vender pra dentro das Forças Armadas (FFAA) – e também para fora – que ele foi uma escolha da – e operacionalizada pela – instituição Exército. E não por um grupo dentro dele (que de qualquer forma não foi impedido de agir mesmo). Quis se ungir “unanimidade”.
Interessante notar que tal leitura não deixa de convir para alguns: reforça a narrativa “nós vs. eles” entre esquerda e FFAA. O que beneficia Bolsonaro, permitindo que ele siga mascarando medidas realmente antinacionais com um discurso falsamente dicotômico, mofado, vindo da Guerra Fria/ Regime Militar. Note-se que isso não deixa de fortalecer o discurso da ala da esquerda anti-FFAA, seus antípodas necessários.

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Da toga à carapuça de político – Moro precisa explicar ao povo o que quer fazer

O ministro terá de convocar uma nova Constituinte para remover a presunção de inocência do condenado até o trânsito em julgado.  Será que o o ex-juiz – agora ministro da justiça – pretende convocar uma nova Constituinte? Moro pareceu decidido a lutar por isso, pois no seu discurso de posse também falou que “pretende-se deixar mais claro na lei, como já decidiu diversas vezes o Plenário do Supremo Tribunal Federal, que, no processo criminal, a regra deve ser a da execução da condenação criminal após o julgamento da segunda instância”. Ora, Moro! O STF não recebeu voto do povo. Pare de fingir não saber que a sua imposição é um crime, pega mal para um “ministro da justiça”.

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O “socialismo” do Brasil e a “Revolução Azul e Rosa”

Enquanto estudo publicado no início do ano passado pela organização não-governamental britânica Oxfam mostra que cinco bilionários brasileiros concentram patrimônio equivalente à renda da metade mais pobre da população do Brasil, Bolsonaro e “Progressistas” debatem um socialismo que não passa de mais um tapa na cara dos brasileiros.

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