União Europeia pode ser parceira da Rússia? 

Nesse momento, ante o comportamento insano de Trump, que acintosamente afasta praticamente todos os líderes europeus, é a hora perfeita para acrescentar um empurrão russo ao “tranco” dos EUA, e ajudar a trazer a UE para mais perto da Rússia. Ao renomear “liberais” russos (eufemismo para designar os russos aderidos a OMC-Banco Mundial-FMI e assemelhados), Putin dá à Rússia ares capazes de atrair, na medida do possível, a UE.
Pessoalmente, não acredito que a UE, dadas as condições certas, possa vir a ser parceira dos russos. Adiante, tento expor as razões desse meu ceticismo.

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O papel da jurisdição constitucional na consolidação do Brasil como colônia dos EUA

No governo, o petismo jurídico tratou de consolidar essa dominação, com a promulgação de legislações que culminaram com a prisão do Presidente Lula.
Desse modo, estão equivocadas tanto as considerações que pleiteiam o retorno ao constitucionalismo inaugurado em 1988, quanto os que propugnam, com as operações existentes com o golpe à Dilma Rousseff, pela existência de estado de exceção.

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“Maio de 1968”: a primeira “Primavera”… made in CIA?

– Terá sido o “Maio de 1968” em Paris – aquele do “é proibido proibir”… o que derrubou o General de Gaulle… – (em parte) impulsionado pelos EUA? Teria ele sido a primeira “Primavera”? A primeira “revolução colorida” da estudantada… made in CIA?
– Fatos: (1) De Gaulle tinha TIRADO França da OTAN; (2) visitado a URSS; e (3) gritado “vive le Québec libre!” no quintal dos EUA (Canadá).
– Mais: sabemos agora – como fato histórico – que a CIA bancava quase toda a intelectualidade de esquerda francesa? Especialmente a crítica do Partido Comunista Francês? E os filósofos “pós-modernos”? Aqueles cujos “filhos” e “netos” intelectuais (bastardos?) hoje tanto dificultam a unidade da esquerda com o “identitarismo” radical?
– Com direito a depoimento de quem estava lá, na “Paris que queimava”!

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Eurásia dilacerada entre guerra e paz

Dois encontros – o aperto de mãos transfronteiras que sacudiu o mundo, entre Kim e Moon em Panmunjom, e o passeio cordial de Xi e Modi junto ao lago em Wuhan – podem ter deixado a impressão de que a integração da Eurásia estaria começando a andar por trilha mais suave.


Não, nada disso. Tudo é outra vez confronto: e no centro, como se podia prever, está o acordo nuclear iraniano, real, efetivo, que funciona, o Plano de Ação Conjunto Global (ing. Joint Comprehensive Plan of Action, JCPOA).



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Mário Maéstri – Ofensiva Imperialista Mundial e Golpe Institucional no Brasil

No Brasil, a operação golpista foi longa e cuidadosamente planejada pelas centenas de analistas de órgãos estadunidenses como a CIA, NSA, Departamento de Estado, etc.. Implementada através de “revolução de veludo” contra a “corrupção petista”, o golpe teve como instrumentos fundamentais a Justiça e o Parlamento, já totalmente nas mãos do conservadorismo. Para tal, foi necessário a aprovação ou adaptação às suas necessidades de leis e instrumentos jurídicos

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“Divide et impera” – Divide e conquista

Não se sabe ao certo se ele usou a expressão, mas sabe-se que ele a colocou em prática, explorando a divisão entre as cidades-estados gregas até levá-las à derrota. De lá prá cá, muitos outros governantes utilizaram e praticaram a estratégia do “Divide e conquista”.

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Temer – mais Lula – e o inimigo (comum) a neutralizar: Barroso!

O – verdadeiro – alvo: Barroso tenta fazer Temer refém, através da prisão de seus dois operadores, para virar votos no STF em favor da prisão de Lula. O inimigo de Barroso é a política. Toda ela. Pouco se lhe dá – no longo prazo – se oligárquica ou popular, sujinha ou cheirosa. O projeto é a substituição da democracia, o governo da maioria, pela “noocracia à brasileira”, o governo de um triunvirato não eleito: finança internacional (mais Deep State americano), cartel midiático brasileiro e, como operadores de campo, os “juristocratas”.

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Criptomoedas e hegemonia do dólar: confiança ou poder industrial?

Por Gustavo Galvão, para o Duplo Expresso
(economista do BNDES com especialização em moedas/ assessor parlamentar)
Esmagar países pequenos e inofensivos como Venezuela é apenas uma demonstração patética da tentativa do valentão da rua esconder sua incapacidade em dobrar seu novo desafiante que está se formando com o Pacto de Xangai e o “atrevimento” dos BRICS.

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NA FRANÇA, EX-PRESIDENTE DO EQUADOR DISSECA GOLPES MIDIÁTICO-JUDICIAIS NA AMÉRICA LATINA – TUDO À SOMBRA DA ASA DA “ÁGUIA” AO NORTE

Publicado 29/08/2017 – 9:22 Atualizado 29 e 30/8/2017 – 11:52 Com: – Mais repercussão do “boilivarianismo” na França. – Vídeos

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