Seita, ligada à CIA, para a que trabalha marido de Raquel Dodge: Baha’i

  • Extrato do Duplo Expresso de hoje, com comentário do Prof. Lejeune Mirhan, analista de política internacional especializado em Oriente Médio.

    Extrato do Duplo Expresso de hoje. Integralidade aqui.

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Por Romulus Maya, para o Duplo Expresso
Publicado 19/jul/2018 – 17:23
Atualizado 20/jul/2018 – 8:34

  • A única foto disponível do Sr. Dodge encontra-se no site da instituição em que tem a sua ocupação… hmmm… “mais ostensiva”, digamos…
  • Trata-se da Escola das Nações, em Brasília. Entidade que educa – numa filosofia “globalista” – filhos de altas autoridades da República. Do quilate, por exemplo, de Michelzinho e Jucá-zinho.
  • É inusitado que alguém com o invejável currículo de Bradley, com graduação em tecnologia da informação (!) e mestrado em administração em Harvard, com “emprego ostensivo” numa escola que atende à elite do centro do poder no país, casado, como sabemos, com alguém com salário elevadíssimo, ainda tenha necessidade de fazer bico como “professor particular de inglês”.
    (de VIPs!)
  • Hmmm… será para poder exercitar o seu – auto-atribuído – talento em “comunicação inter-cultural”? Com VIPs da República??

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Desde o ano passado apontávamos aqui no Duplo Expresso o “inusitado” de o marido (americano) de uma alta autoridade brasileira, a Procuradora Geral da República Raquel Dodge, ser completamente invisível. Sua imagem não aparece em pesquisas no Google em nenhuma parte do mundo.

No fim de semana o parceiro Wellington Calasans chegou, inclusive, a dedicar um artigo a essa estranha “ausência”:

 

Na volta do programa diário, nesta semana, lançamos até campanha: as três primeiras pessoas a mandarem uma selfie com Bradley Jay Dodge ganham…

– … canecas do programa!

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Mas…

… nada!

(ainda…)

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A única foto “disponível” (entre aspas mesmo, como verão a seguir) do Sr. Dodge encontra-se no site da instituição em que tem a sua ocupação… hmmm… mais ostensiva, digamos… o seu cover, digo, o seu day job:

 

Trata-se da Escola das Nações, em Brasília. Entidade que educa – numa filosofia “globalista” – filhos de altas autoridades da República. Do quilate, por exemplo, de Michelzinho e Jucá-zinho. Curiosamente, o fato de tratar-se de uma escola confessional do credo Bahá-í, fé exótica e hermética, que foge à tradição abraâmica, fundada apenas no final do Séc. XIX, extremamente minoritária no Brasil e no mundo (apenas com, alegadamente, 7 milhões de fiéis), cuja sede fica em Israel, não parece diminuir em nada a atratividade desse estabelecimento educacional, situado justamente no centro do poder brasileiro. E isso, mesmo num país majoritariamente cristão.

Coloquei aspas na “disponibilidade” da foto de Bradley Dodge dois parágrafos atrás porque a foto acima, a única, é quase impossível de ser encontrada. Não aparece nos resultados de buscas no Google pelo seu nome.

Está salva, inclusive, num formato menos comum de arquivos de imagem, criado pelo próprio Google (“Google’s WebP”):

 

O que é mais curioso ainda é que nem fazendo uma engenharia reversa, mandando o Google fazer buscas a partir da (única) foto de “Brad”, chega-se ao site da escola, onde o arquivo está salvo. Em vez disso, o Google sugere tratar-se possivelmente de um “homem de negócios”, oferecendo como resultado uma série de fotos – aleatórias – de indivíduos do sexo masculino engravatados:

 

Pois hoje um espectador do Duplo Expresso conseguiu um achado: econtrou o perfil de Bradley Dodge, ou melhor, de um certo “Bradley D.”, no LinkedIn.

Sem foto, é claro:

 

Note-se a qualidade do CV: graduação em tecnologia da informação (não diz em qual instituição) e mestrado em administração, em Harvard:

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(Harvard…
Hmmm…
Terá Bradley Dodge feito cursos com… Roberto Mangabeira Unger?
???)

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Pois parece inusitado que alguém com esse invejável currículo, com day job numa escola que atende à elite do centro do poder no país, casado, como sabemos, com alguém com salário elevadíssimo, ainda tenha necessidade de fazer bico como “professor particular de inglês”:

(de VIPs!)

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Hmmm…

Será para poder exercitar o seu – auto-atribuído – talento em “comunicação inter-cultural”?

Com VIPs da República?

Hmmm…

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Bem relacionado, Brad pôde até plantar “notinha” em veículo da Globo, quando decidiu ficar mais discreto (ainda!):

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Como observei hoje no Twitter:

 


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Discretíssimo… mesmo!
Nesta semana, o Professor titular de Direito Público da UnB Marcelo Neves confessou, em participação no Duplo Expresso, nunca ter visto Raquel Dodge acompanhada do marido em nenhuma solenidade em Brasília:

(como registrado no texto, acima, a sede dos Bahá’í fica, na verdade, em Israel.
E não nos EUA, como dito no vídeo.
Se bem que…
– … faz muita diferença?
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De algum momento de terça-feira (quando o programa foi ao ar) para cá, o Google images passou a aceitar pesquisas com o formato “Google’s Web P”.
Coincidência, certamente 
?)

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P.S.: Esse Wellington “Kalasov” é uma figura!

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Romulus Maya

Advogado internacionalista. 10 anos exilado do Brasil. Conta na SUÍÇA, sim, mas não numerada e sem numerário! Co-apresentador do @duploexpresso e blogueiro.