Casa caiu: Polícia Suíça investigará Dario Messer, Daniel Dantas e Kroll por ataques ao Duplo Expresso — as provas!

Caro Inspetor da Polícia da Suíça,
Estou plenamente ciente, é claro, do fato de que não faz parte das tradições das jurisdições romano-germânicas continentais uma parte/ advogado realizar “discovery” e recolher provas ele mesmo. Como advogado e acadêmico brasileiro que prosseguiu seus estudos jurídicos e econômicos de pós-graduação na Europa Continental, estou plenamente ciente disso. Mas os tempos são desesperados. O Brasil, o meu país natal, não pode esperar mais. Como os senhores devem estar acompanhando no noticiário, a Amazônia está queimando, centenas de milhares de pessoas estão morrendo de Covid-19 e a riqueza do povo, tanto a natural como as empresas e autarquias do Estado, está sendo oferecida aos “banksters”. Ou “formais”, como Daniel Dantas (duas vezes preso no passado), Naji Nahas (também preso mais de uma vez), André Esteves (também preso, “apenas” uma vez até agora), ou “informais”, como o “doleiro dos doleiros”, Dario Messer – agora (supostamente) em prisão domiciliar. Outras figuras-chave no mercado negro do dólar e no mundo da lavagem transnacional de dinheiro são…

(…)

Podem compreender melhor a que tipo de pessoas me refiro, e que interesses barra-pesada contrariamos com nosso trabalho, ao ler uma das melhores matérias de autoria de Pepe Escobar: “#BanestadoLeaks: o escândalo de lavagem de dinheiro no Brasil dos infernos”, de 23 de julho de 2020, para a qual tenho orgulho de ter contribuído reunindo inteligência durante anos e anos. O roubo dos recursos naturais e dos ativos do Estado brasileiro segue um plano de longo prazo, previsto sob um chamado “Umbrella Deal” (“Acordo Guarda-Chuva”), assinado, entre outros, por Daniel Dantas, pelo ex-ministro Roberto Mangabeira Unger (também Professor em Harvard e alguém que diversas fontes dizem ser um ativo da inteligência dos EUA) e o então CEO do Citigroup, em 1992, na sede do banco, em Nova York. Fernando Henrique Cardoso era então Ministro das Relações Exteriores. E tornou-se Presidente dois anos depois, sob quem a execução do “Umbrella Deal” foi muito acelerada.

(…)

PS: percebe, Deputado Glauber Braga, como se casa discurso – “lacrador” ou não – com ação?
Percebe como podemos fazer a escolha, na vida, de “operar” nossos predicados, atributos pessoais, relacionais, acadêmicos e de imagem — e ainda nossa saúde, física e mental, ao limite — EM FAVOR da causa (desesperada!) de salvação nacional do Brasil?
E não… contra a mesma?
Ainda que de forma incidental, ingênua, fisiológica e/ ou dissimulada?
Um dos momentos mais abjetos – por farsesco – da política brasileira recente, talvez o maior desde o “Deus tenha misericórdia desta Nação” proferido justamente pelo “gangster” (!) Eduardo Cunha, tenha sido…

(…)

Bem, talvez depois do “Senador Coca-cola”, que nunca escondeu o que é (certo?), terminamos nós com um… “Deputado Pepsi” da Serra (!) — Pepsi-ZERO, ainda por cima…

 

 

Casa caiu: Polícia Suíça investigará Dario Messer, Daniel Dantas e Kroll por ataques ao Duplo Expresso — as provas!

Por Romulus Maya, para o Duplo Expresso – e PELO BRASIL!

E-mail enviado nesta manhã, de Berna, Suíça:

(…)

 

Tradução do conteúdo integral da mensagem:

Prezados Senhores,

Notar: o presente e-mail é endereçado a:

(A) Telestream, empresa de tecnologia de Silicon Valley, desenvolvedora do programa “Wirecast”, e provedora de suporte técnico para a mesma. Trata-se de uma empresa americana com sede e com o seu principal local de negócios na Califórnia;

(B) Restream.io, serviço de retreaming contratado por mim, Romulus Maya/ Duplo Expresso, para (1) receber o sinal enviado de minha casa, em Berna, Suíça, usando o Wirecast (codificador); e, em seguida, (2) replicá-lo para cinco plataformas de mídia social diferentes (YouTube, Facebook, Periscope/ Twitter, Twitch, Vk). Restream é uma empresa americana, com seu principal local de negócios na Ucrânia;

(C) Swisscom, o provedor de conexão e segurança da Internet contratado por mim para que eu tenha acesso à rede, estabilidade e banda larga para, entre outras coisas, estar conectado, a todo tempo, durante nossas transmissões ao vivo para sua rede de modo que (A) Wirecast, no meu computador, seja capaz de enviar o sinal que capta e codifica para (B) Restream.io;

(D) Departamento de Polícia de Berna, Suíça, encarregado de investigar as – duas classes distintas de ataques – cibernéticos e de outra natureza – de que somos alvo visando (1) nossas transmissões ao vivo; (2) nosso site (duploexpresso.com), hospedado pelo provedor one.com, na Dinamarca; e (3) ameaças físicas e morais contra mim.

(E) O próprio one.com, que, como mencionado, abriga nosso site, na Dinamarca; e, finalmente,

(F) Pepe Escobar, analista geopolítico experiente e correspondente internacionalmente reconhecido. Escobar devia falar durante o nosso último programa, antes de esse ser derrubado por tais ciber-ataques, na sexta-feira passada.

Rogo que confiram os DOIS vídeos do YouTube listados abaixo. Eles deveriam ser apenas UM – caso não tivéssemos sido desconectados do Restream por cerca de 5 minutos. Mais uma vez: apesar de ter acesso constante à Internet naquele momento (como comprovado, sem que reste qualquer sombra de dúvida, pelos logs DHCP fornecidos pela Swisscom como parte de sua investigação interna – aos quais já me foi concedido acesso):

Vídeo No. 1: atenção ao final “abrupto”:

 

Vídeo No. 2: atenção aos minutos iniciais, em que explico aos nossos espectadores o que tinha acabado de ocorrer (em português)

 

Notar: mesmo antes de entrarmos no ar, já esperávamos tais ataques. E tomamos todas as salvaguardas possíveis.

Conferir também este terceiro vídeo, gravado no início de sexta-feira, cerca de 6h antes da hora programada para transmitirmos ao vivo naquele dia. Este é em inglês, pois foi gravado com o único propósito de servir como prova na atual investigação da Polícia Suíça/ Swisscom:

 

Naquele dia, sexta-feira, 25 de setembro, um técnico – excepcional – da Swisscom estava monitorando nosso acesso à rede das 9:00h CET até terminar o seu expediente do trabalho, por volta das 18:00h CET. Nessa qualidade, o técnico testemunhou – e reverteu – a minha desconexão da rede da Swisscom, que durou de cerca de 9:45 até cerca de 10:30 da manhã CET (como mostrado em logs de emparelhamento (“Pairing logs”) devidamente colhidos e fornecidos tanto à Polícia como a mim pela Swisscom). Íamos entrar ao vivo às 15h, conforme anunciado, e eu simplesmente não tinha acesso à Internet cinco horas antes do início da nossa transmissão. A Swisscom já identificou uma ocorrência bastante “bizarra” em sua rede que poderia ter levado a isso. No entanto, é tão complexa que até agora – três dias depois – a Swisscom ainda não foi capaz de corrigi-la totalmente. Os vários logs reunidos nesse dia pelo (excepcional) técnico certamente vão lançar luzes sobre mais essa questão.

Mais tarde naquele dia, o técnico também monitorou o status de nossa conexão à rede durante a transmissão – de 5h. O técnico é competente e esforçado. Por isso, ao contrário do que tinha acontecido de manhã, desta vez, à tarde, durante a nossa transmissão de cerca de 5h, nunca perdemos a conexão à internet. Isso é evidenciado e bem documentado, sem que reste qualquer sombra de dúvida, por detalhados logs DHCP que cobrem a sexta-feira passada, que também devem ser entregues pela Swisscom ao Departamento de Polícia de Berna ainda hoje (mal posso esperar!). Eu já os recebi.

Apesar disso, em alguma parte do caminho, o Wirecast – e APENAS o Wirecast no meu computador – já não conseguia mais se conectar ao Restream. Como resultado disso, a transmissão foi encerrada automaticamente pelo Restream após alguns segundos e, mais tarde, uma “nova” transmissão, em um novo link, foi também automaticamente gerada.

Por quê? – pode perguntar-se qualquer um dos Senhores.

Ora, para que a nossa audiência ao vivo naquele momento, de cerca de 2,5 mil indivíduos, que estava subindo (nós alcançamos mais de 5 mil às vezes), fosse reduzida a zero, reiniciando tudo de novo.

Mas fica pior: o link que passamos precioso tempo compartilhando durante a manhã nas redes sociais – junto com as dezenas de milhares de seguidores que temos – era o primeiro. Não o segundo, que nunca deveria ter existido. Milhares de telespectadores simplesmente não sabiam como nos encontrar de volta – mesmo que desconfiassem de que iríamos voltar depois de um “final” tão abrupto no “primeiro” vídeo. Esses dois aspectos constituem a lógica subjacente a tais ataques – na minha opinião. Algo que a investigação policial pode esclarecer melhor, evidentemente.

Note-se que, desde o dia anterior, esperávamos tais ataques. Portanto, influenciadores digitais, candidatos de destaque nas próximas eleições no Brasil (como Gabriel Cassiano) e aquele que – aos meus olhos – é o mais respeitável político do Brasil vivo, o duas vezes Senador da República e três vezes Governador de Estado Roberto Requião, publicamente pediu, no Twitter, que a nossa transmissão não fosse derrubada no dia seguinte. Ver este tuite do ex-Senador, do alto de seus 82 anos de idade!

 

Estudiosos, dentro e fora do Brasil, também vieram em socorro. No link abaixo, o apoio vem de todo um departamento da Universidade de Lausanne. O vídeo está em alemão – e não em francês – contudo:

 

Como pode ser visto a partir da troca de emails abaixo, vários relatórios de crash foram enviados para o Telestream ao longo da semana passada. Até agora, não recebi a mais remota explicação para o que tem acontecido durante as nossas transmissões ao vivo, quando elas são derrubadas de supetão, na mão grande.

Além de escrever este e-mail, estou indo hoje, pessoalmente – isto é, apesar do Covid-19! – à sede da Polícia em Berna, em frente ao Parlamento Federal Suíço, na Bundesplatz, para apresentar mais uma queixa. E formalizar tudo o que vai acima. Peço, mais uma vez, uma investigação minuciosa. E o oferecimento de denúncia mais tarde pelo Ministério Público, claro.

Ao dirigir este email a todas as partes envolvidas nesta farsa absoluta, espero estar a ajudar a acelerar os esforços de investigação da Polícia suíça – e da Swisscom. Contornando os entraves da burocracia. E também incentivando uma maior eficiência nas investigações internas dentro do Telestream e do Restream – nos EUA e na Ucrânia. Afinal, cada um de vocês sabe como chegar ao outro agora.

Estou plenamente ciente, é claro, do fato de que não faz parte das tradições das jurisdições romano-germânicas continentais uma parte/ advogado realizar “discovery” e recolher provas ele mesmo. Como advogado e acadêmico brasileiro que prosseguiu seus estudos jurídicos e econômicos de pós-graduação na Europa Continental, estou plenamente ciente disso. Mas os tempos são desesperados. O Brasil, o meu país natal, não pode esperar mais. Como os senhores devem estar acompanhando no noticiário, a Amazônia está queimando, centenas de milhares de pessoas estão morrendo de Covid-19 e a riqueza do povo, tanto a natural como as empresas e autarquias do Estado, está sendo oferecida aos “banksters”. Ou “formais”, como Daniel Dantas (duas vezes preso no passado), Naji Nahas (também preso mais de uma vez), André Esteves (também preso, “apenas” uma vez até agora), ou “informais”, como o “doleiro dos doleiros”, Dario Messer – agora (supostamente) em prisão domiciliar. Outras figuras-chave no mercado negro do dólar e no mundo da lavagem transnacional de dinheiro são Silvio Roberto Anspach, Lucio Bolonha Funaro, Marco Matalon e Alberto Youssef, por exemplo.

Podem compreender melhor a que tipo de pessoas me refiro, e que interesses barra-pesada contrariamos com nosso trabalho, ao ler uma das melhores matérias de autoria de Pepe Escobar: “#BanestadoLeaks: o escândalo de lavagem de dinheiro no Brasil dos infernos“, de 23 de julho de 2020, para a qual tenho orgulho de ter contribuído reunindo inteligência durante anos e anos.

O roubo dos recursos naturais e dos ativos do Estado brasileiro segue um plano de longo prazo, previsto sob um chamado “Umbrella Deal” (“Acordo Guarda-Chuva”), assinado, entre outros, por Daniel Dantas, pelo ex-ministro Roberto Mangabeira Unger (também Professor em Harvard e alguém que diversas fontes dizem ser um ativo da inteligência dos EUA) e o então CEO do Citigroup, em 1992, na sede do banco, em Nova York. Fernando Henrique Cardoso era então Ministro das Relações Exteriores. E tornou-se Presidente dois anos depois, sob quem a execução do “Umbrella Deal” foi muito acelerada.

Só posso ficar na expectativa de que fazer muito mais do que aquilo que se espera, em geral, de uma vítima comum numa investigação criminal possa trazer inspiração e ímpeto aos destinatários desta mensagem de e-mail, para que todos trabalhem em conjunto de uma forma um pouco mais acelerada. Só posso manter a esperança, cá comigo. Mais uma vez: o Brasil, e seu povo, não podem mais esperar.

Para ajudar no processo, atualizações sobre esta investigação estão sendo compartilhadas em todas as mídias sociais. A esse respeito, gostaria de chamar a atenção para quem deve ser considerado, possivelmente, um dos principais suspeitos, de acordo com as melhores fontes que se poderia ter neste caso: a empresa de espionagem transnacional Kroll Inc., conhecida por trabalhar para pessoas como Daniel Dantas desde a década de 1990, como amplamente documentado nas Operações “Chacal” e “Satiagraha” realizadas pela Polícia Federal Brasileira, sob o ex-Delegado de Polícia Federal – e ex-Deputado – Protógenes Pinheiro de Queiroz.

Atentar para a coincidência: por enfrentar, a seu turno, tais criminosos do colarinho branco transnacionais barra-pesada, a vida do Dr. Queiroz está sob risco desde então (como, aparentemente, é o meu caso também) e, por essa razão, a ele foi concedido asilo político aqui na Suíça, em 2016. Atualmente ele mora em um local não revelado fornecido pelo Estado suíço, vivendo de um auxílio muito modesto destinado a asilados, já que lhe foi sonegada a aposentadoria como parte da perseguição de que ainda hoje Queiroz é objeto. Além de uma absurda ordem de prisão no Brasil.

Na esperança de obter uma resposta da Kroll Inc. sobre se ela estaria realmente envolvida nos ataques ao Duplo Expresso e a mim mesmo, como pessoa natural, contratada ou não por gente “notória” como Daniel Dantas e Dario Messer – e quem quer que esteja acima deles no organograma –, marquei o perfil no twitter da Kroll no post abaixo, juntamente com a Polícia de Berna, o Telestream e o Restream. Mais uma vez, espero que isso tudo possa acelerar as investigações/ processo penal:

“@Wirecast @Telestream / @Restreamio / @PoliceBern devem encontrar uma explicação conjunta para o porquê de o primeiro “repentinamente” perder a capacidade de se conectar com o segundo sempre que o @duploexpresso estiver no ar cobrindo questões geopolíticas sensíveis.
Fontes muito bem informadas suspeitam que seja trabalho dea@KrollWire!”

 

 

 

Anseio pelo retorno de cada um de vocês. O mais breve possível. Repito: o Brasil e seu povo não podem mais esperar.

Atenciosamente,

Romulo S. Brillo, advogado internacionalista e acadêmico
Linkedin: https://www.linkedin.com/in/romulo-brillo-romulus-maya-02b91058/
Academia.edu: https://unibe-ch.academia.edu/RomuloBrillo

Também conhecido por “Romulus Maya
Jornalista, ativista e Editor-chefe do Duplo Expresso
https://duploexpresso.com/

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PS: o conteúdo desta mensagem também será postado nas redes sociais, marcando as contas no Twitter das entidades acima referidas. Uma espécie de pressão digital “republicana”. Ou “constrangimento online”, se preferir.

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PPS: percebe, Deputado Glauber Braga, como se casa discurso – “lacrador” ou não – com ação?
Percebe como podemos fazer a escolha, na vida, de “operar” nossos predicados, atributos pessoais, relacionais, acadêmicos e de imagem — e ainda nossa saúde, física e mental — EM FAVOR da causa (desesperada!) de salvação nacional do Brasil?
E não… contra a mesma?
Ainda que de forma incidental, ingênua, fisiológica e/ ou dissimulada?
Um dos momentos mais abjetos – pelo farsesco – da política brasileira recente, talvez o maior desde o “Deus tenha misericórdia desta Nação” proferido justamente pelo “gangster” (!) Eduardo Cunha, tenha sido esse Deputado – que tem a minha idade – “operar” o monopólio que titulariza das prerrogativas de um parlamentar – das quais o pedido de abertura dos documentos do Banestado carecia – para me chantagear, ao vivo e em cores. Sabedor de que TUDO faço pela causa do Brasil, condicionou acionar as prerrogativas QUE O POVO LHE OUTORGOU apenas caso eu o deixasse me caluniar no programa que conduzo, sem direito a réplica.
Em movimento quase impossível para mim, diante da minha notória “personalidade forte”, cedi. I.e., a essa chantagem. Ao vivo! Está lá: as lives, tais quais os prints e diamantes, são eternas!

Eis um dos 5 ou 6 (!) registros da fórmula da extorsão. “Operação” – ao vivo – de prerrogativas que são do povo – e não do Deputado em questão. Creio que seja a terceira. Veja também as demais — se tiver estômago:

 

De novo: tudo pela causa…
E de que adiantou?
O Deputado não entregou a contrapartida – que aproveitaria ao BRASIL (e não a mim, pessoalmente!):

(1) Ficou devendo um Requerimento reformulado, que não fosse INEPTO como o primeiro, formulado por ele (o foi propositalmente? Já não sei…) diante da pressão montante do Duplo Expresso nas redes:

 

Pressão à qual cedeu, sim, Deputado. Dirigente do PSOL, que tem o seu respeito, inclusive, disse a mim que o Sr. cedeu porque o nosso programa é muito visto no RJ, a sua base eleitoral, sabe…

Cedeu, sim…

Mas…

— .. depois de DOIS MESES E MEIO se fazendo de morto! De novo, a “inconveniência” de um “Expressonauta”, marcando em cima:

 

“Demorei para ler porque… eh… hmm…”
rs!

 

(2) Ficou devendo a coleta de assinaturas de outros Parlamentares (como, p.e., a sua própria namorada, talvez??). E divulgar a iniciativa com o espaço que seu mandato tem. Articular, aglutinar, tematizar em lives, botar a assessoria (!) para trabalhar nisso… cadê??

“Oops! I did it again!” (apud Britney Spears)

 

Como se vê acima, não é apenas o grande Roberto Requião e esse “lacrador alfa das montanhas” que “não deixam o dito pelo não dito”, não…

Pois é justamente daí, dessa percepção de que, no D.E., quem bate leva, que vem a chantagem, naquele dia. Ou seja, para me calar e poder “lacrar”. Foi esperto, até… usou o meu maior ponto fraco: colocar a causa do Brasil à frente de mim mesmo. Sempre.

Que nível…

 

(3) Ficou devendo a interpelação oficial ao Ministro do STF — e PRESIDENTE DO TSE! — Luis Roberto Barroso, sobre a origem dos USD 2.5 milhões de dólares que esse evadiu ilegalmente no mega-esquema das CC5, nos anos 1990.

 

Que dizer diante desse fiasco?

De tanta bravata “lacradora”?

Bem, talvez depois do “Senador Coca-cola”, que nunca escondeu o que é (certo?), terminamos nós com um… “Deputado Pepsi”! Direto da Serra Fluminese!

Pepsi-ZERO, ainda por cima…

Voilà a ordem de grandeza do “Telecatch”!

E aí?

Glauber vai colocar “o interesse público” à frente da reprodução do seu mandato?

Abrirá mão de ser carregado para Brasília com os votos da Praça São Salvador?

Não seus, que não atinge o quociente eleitoral, mas de Marcelo Freixo?

Sempre há tempo para “fazer auto-crítica quanto ao método, companheiro”, não é mesmo?

Portanto…

Topa vir ao D.E., nesta sexta-feira — pico de audiência —, para falar do Requerimento, de Barroso, de Messer, de Dantas e da Kroll?

E de quem está acima de todos esses… “operadores”?

Falar dos “Usual Suspects“?
(apud Escobar)

Aliás, pedra de toque: a Kroll seria capaz de derrubar as suas lives, Deputado?

Não me consta que o Sr. venha enfrentando problemas nesse campo…

Mas se o Sr. quiser começar a incomodar o Imperialismo, e temer esse tipo de retaliação — certa para quem faz algo eficaz! —, passo para o Sr. o Whatsapp do Nabil, da Swisscom, ok?

Ah, poxa…

Esqueci!

Não tem como: o Sr. me BLOQUEOU no Whatsapp… logo depois que falei das nomeações no seu Gabinete, naquele dia…

Ui!

Aprenda Deputado: quem fala o que quer ouve o que não quer.

A sua chantagem expirou: o Sr. não entregou o combinado.

Não a mim, mas ao Brasil.

Que tal uma guinada na sexta?

Como o Sr. sabe — e “operou” então — EU sempre coloco a causa, desesperada, de salvação nacional do BRASIL acima de TUDO…

E o Sr., Deputado Glauber Braga?

Coca-cola e Pepsi é tudo a mesma coisa, afinal…

Tudo… Imperialismo!

PANO RÁPIDO
(apud PHA — RIP)

*

*

*

Hora do “online shaming”: TODOS os envolvidos, citados acima, marcados no Twitter!

Vai deixar eles fingirem que não estão sabendo?? Retuite, curta e comente embaixo, marcando cada um!

*

Risos!

*

*

Solidariedade: Requião, Milton Temer e… mamãe! (rs)

*

*

*

In English:

Fear among money lounering mafiosi: Switzerland to investigate black market dollar king, banker and espionage firm Kroll

E-mail sent earlier today, from Bern, Switzerland:

 

Full text:

Dear Sirs,

NB – This email is addressed to:

(A) Telestream, the developer of application “Wirecast”, and provider of technical support for it. An American company headquartered and with its main place of business in California;

(B) Restream.io, the restreaming service that was hired by me, Romulus Maya/ Duplo Expresso, to (1) receive the signal sent from my house, in Bern, Switzerland, using Wirecast (encoder); and then (2) replicate it to five different social media platforms (YouTube, Facebook, Periscope/ Twitter, Twitch, Vk). Restream is an American company, with its main place of business in the Ukraine;

(C) Swisscom, the Internet connection – and security – provider hired by me so that I have network access, stability and bandwidth to, among other thing, be connected, at all times, during our live streams to their network so that (A) Wirecast, in my computer, is able to send over the signal it generates and encodes to (B) Restream.io;

(D) Bern Police Department, in charge of investigating the – two separate – classes of cyber (and otherwise) attacks we are the object of, targeting (1) our live streams; (2) our website (duploexpresso.com), hosted by provider one.com in Denmark; and (3) physical and moral threats directed at me.

(E) one.com itself, which as aforementioned hosts our website, in Denmark; and finally

(F) Pepe Escobar, seasoned and internationally acclaimed geopolitical analyst and correspondent. Escobar was to speak during our latest show to be brought down by such cyber-attacks, last Friday.

Please refer to the TWO YouTube videos linked below. They were supposed to be JUST ONE – had we not been disconnected from Restream for some 5 minutes. Again: DESPITE having full Internet access at the time (as evidenced, beyond any doubt by the DHCP logs produced by Swisscom as part of its internal investigation – to which I was granted access already):

Video No. 1: mind the “abrupt” ending:

 

Video No. 2: mind the initial minutes, in which I explain to our viewers what had just happened (in Portuguese)

 

NB: even before we went on air, we already expected such attacks. And took the countermeasures that we could.

Refer to this video, recorded early Friday, some 6h BEFORE we were scheduled to broadcast live. This one is in English, for it was recorded with the sole purpose of serving as evidence in the current Police/ Swisscom investigation:

 

That day, Friday, September 25, an – exceptional – technician with Swisscom was monitoring our network access from 9am CET up until when he left work that day, around 18h CET. In this capacity, the technician witnessed – and reverted – my disconnection from Swisscom Network from somewhere around 9:45am up until around 10:30am (as shown in duly registered Pairing logs provided both to the Police and myself by Swisscom). We were to go live at 15h. And I simply had no Internet access at all five hours prior to the scheduled start of our broadcast. Swisscom already identified a quite “bizarre” occurrence in its network that might have led to this. However, it is so complex that up until now – three days after –, Swisscom has not been able to fully remedy it yet. The several logs gathered that day by the (exceptional) technician will certainly shed more light upon this.

Later that day, the technician also monitored our network connection status during the – 5h – stream. The technician is competent and hardworking. Therefore, unlike what had happened in the morning, this time around, in the afternoon, during our roughly 5h stream, we NEVER lost internet connection. This is evidenced and well documented, beyond any doubt, by thorough DHCP logs covering last Friday, which are also to be handed over by Swisscom to the Bern Police Department – and myself – today.

(oh, can’t wait!)

Despite that, somewhere down the road, Wirecast – and Wirecast only in my computer – could no longer connect itself to Restream. As a result, the stream was shut down by Restream after a few seconds and, later, a “new” one was automatically started.

Why? – one might ask.

So that our live viewership of around 2.5 thousand individuals that day, which was going up (we reach more than 5k at times), was bluntly brought down to zero, restarting everything all over again.

But it gets worse: the link that we spent crucial time sharing on social media – along with the tens of thousands of followers we have – was the FIRST one. Not the SECOND, which should never have existed. Thousands of viewers simply did not know how to find us back – even if they believed we were to return after such an abrupt “ending” of the “first” video. These two aspects constitute the rationale behind these attacks – in my view. Something the Police investigation can further detail, of course.

Note that, since the day before, we were expecting such attacks. Therefore, digital influencers, prominent candidates in the upcoming Brazilian elections (such as Gabriel Cassiano) and – in my eyes- the most respectful living politician in Brazil, two-time Federal Senator and three-time State Governor Roberto Requião, publicly urged, on Twitter, Telestream/ Wirecast to ensure that our stream would not be brought down the following day. Refer to this twitter post by the 82-year-old former Senator:

 

Scholars, in and outside Brazil, also came in rescue. In the link below, support comes from a whole department of the University of Lausanne. The video is in German – and not French – though:

 

As you can see from the email exchange below, SEVERAL cash reports have been sent to Telestream over the past week. So far, I have not received the faintest explanation for what has been happening during our live streams, when they are suddenly brought down.

On top of writing this email, I’m heading today, in person – that is, despite Covid-19! – to the Police Headquarters in Bern, opposite the Swiss Federal Parliament, in Bundesplatz, to file yet another complaint. And formalize everything that goes above. Requesting, yet again, a thorough investigation. And criminal prosecution – of course.

By addressing in this email EVERY party involved in this absolute charade I’m hoping that I might be helping expedite the investigative efforts on the part of the Swiss Police – and Swisscom. Cutting the “red tape”. And also incentivize more efficiency in internal investigations within Telestream and Restream – in the US and the Ukraine, that is. Now, each of you knows how to reach the other, after all.

I am well aware of the fact that it is not in civil law jurisdictions’ traditions for a party/ lawyer to conduct “discovery” and gather evidence himself. As a lawyer from Brazil that pursued my postgraduate studies in Continental Europe, I’m fully aware of that. But times are desperate. Brazil, my home country, can no longer wait. As you gentlemen must be following on the news, the Amazon is burning, hundreds of thousands of persons are dying of Covid-19 and the people’s wealth, both natural and State entities, is being given away to “banksters”. Either “formal” ones, like Daniel Dantas (twice arrested in the past), Naji Nahas (also arrested more than once), André Esteves (also arrested, “only” once so far), or “informal” ones, like black market dollar king Dario Messer – now (allegedly) serving under house arrest. You can get a hold of the type of people I am referring to reading one of Pepe Escobar’s best pieces: “Brazil’s money laundering scandal from hell”, dated July 23, 2020, to which I am proud to have contributed gathering intelligence.

I can only hope that doing way beyond what is to be expected of the average victim in a criminal investigation might bring inspiration and impetus to the addressees to this email message, so that they all work together in a little more expedited fashion. One can only hope. Again: Brazil, and its people, can no longer wait.

So as to help out the process, updates on this investigation are being shared all over social media. In this regard, I should draw your attention to who is to be considered possibly as one of the main suspects, according to the BEST source one could ask for in this case: transnational espionage firm Kroll Inc., known to work for the likes of Daniel Dantas since the 1990s, as well documented in Operations “Chacal” and “Satiagraha” carried out by the Brazilian Federal Police under former Police Superintendent – and Congressman – Protogenes Pinheiro de Queiroz.

Mind the coincidence: for standing up to such transnational white-collar criminals, Mr. Queiroz’s life is under threat (as apparently is also mine) and, for that reason, he was granted political asylum here in Switzerland back in 2016. He currently lives in an undisclosed location provided by the Swiss State, living off a very modest asylum grant, as he was stripped of his retirement pension as part of the persecution he is still the object of to this day.

Hoping to get an answer from Kroll Inc. if it is indeed involved in the attacks to Duplo Expresso and myself in my private capacity, hired or not by the likes of Daniel Dantas and Dario Messer (and whoever is above them in the organogram), I marked their twitter profile in the post below, along with Bern Police, Telestream and Restream. Again, I hope this can expedite the investigations/ criminal proceedings:

“ -@Wirecast @Telestream/@Restreamio/@PoliceBern must find a joint explanation for why the former “suddenly” loses capacity to connect with the latter whenever @duploexpresso is on air covering sensitive geopolitics matters.

 

 

Looking forward to hearing back from each one of you. As soon as possible. I reemphasize: Brazil and its people can no longer wait.

All the best,

Romulo S. Brillo, trained international lawyer and scholar
Linkedin: https://www.linkedin.com/in/romulo-brillo-romulus-maya-02b91058/

Academia.edu: https://unibe-ch.academia.edu/RomuloBrillo

a.k.a “Romulus Maya

Journalist, activist and Editor-in-chief at Duplo Expresso

https://duploexpresso.com/

PS: the contents of this message shall also be posted on social media, marking the Twitter accounts of the entities referred to above. A sort of digital “republican” peer pressure. Or “online shaming”, if you will.

 

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Romulus Maya

Advogado internacionalista. 12 anos exilado do Brasil. Conta na SUÍÇA, sim, mas não numerada e sem numerário! Ativista, jornalista e Editor-chefe do @duploexpresso.

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