(Paulo) ūüĆ∂PimentaūüĆ∂ no rabo dele mesmo: quem ri por √ļltimo?

Publicado 28/jan/2019 – 15:12
Atualizado 29/jan/2019 – 21:00

  • A verdade chegou primeiro no Duplo Expresso – de novo! Avisamos que o Deputado Paulo Pimenta, inexplicavelmente reconduzido √† Lideran√ßa do PT na C√Ęmara, tinha o rabo preso. Que era, por isso, mais um ref√©m da Juristocracia.
  • Da√≠ o acordo que celebrou com a Lava Jato, junto com Wadih Damous, para trair Lula. Fingia defend√™-lo, mas enterrava qualquer iniciativa que pudesse, de fato, ajudar a desmascarar Sergio Moro.
  • Agora, um ano depois ‚Äď quando o farsante j√° perdeu a utilidade para o Golpe ‚Äď, seus “esquema$” come√ßam a vir √† tona. Anotem: √© s√≥ o come√ßo…
  • Atualiza√ß√£o 21:00e por que agora?

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Do G1:

Primo de Paulo Pimenta acusa o deputado de operar esquema de fraude na fronteira do RS

M√©dico veterin√°rio Ant√īnio M√°rio Pimenta, o Ma√≠co, diz que o deputado federal era operador de um sistema que lesou produtores rurais da cidade de S√£o Borja em pelo menos R$ 12 milh√Ķes. Parlamentar nega as acusa√ß√Ķes.

Vídeo:

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Coment√°rio – do perfil de Romulus Maya no Facebook:

ūüĆ∂PIMENTA, PAULO: NO RABO DELE MESMO!ūüĆ∂
A verdade chegou primeiro no
Duplo Expresso – DE NOVO!
Avisamos que Paulo Pimenta tinha rabo preso. Que era mais um refém da Juristocracia. Daí o acordo que celebrou com a Lava Jato, junto com Wadih Damous, para trair Lula. Fingia defendê-lo, mas enterrava qualquer iniciativa que pudesse, de fato, ajudar a desmascarar a Lava Jato.
N√≥s do Duplo Expresso avisamos o PR√ďPRIO LULA, inclusive. Como os “expressonautas” bem sabem, fomos a maior v√≠tima da parceria Pimenta/ Moro.
(Ver provas no artigo “O elo entre Eduardo Cunha, Paulo Pimenta, Wadih Damous e Luis Nassif: xeque do Duplo Expresso” – link: https://duploexpresso.com/?p=101872)
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Pois agora, com Lula j√° preso e com o “parceiro” Moro no Minist√©rio da Justi√ßa!, o canastr√£o Pimenta e suas simula√ß√Ķes perderam a utilidade para o Golpe. Da√≠ come√ßam a vazar suas estripulias… hmmm… “comerciais”, digamos.
Anotem: muito pouco, ainda!
Para terem uma ideia: fontes no RS relatam que essa tal companhia “arrozeira” de Pimenta, que – como visto no v√≠deo – armazenava nos seus silos e exportava apenas vento, serviria em realidade para esquentar dinheiro frio de coisa muuuito mais cabeluda…
ūüí£
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No matéria no link abaixo, apenas a ponta do iceberg, com o próprio PRIMO de Paulo Pimenta abrindo o jogo, em vídeo:
Na hora de pagar o pato, n√£o quis mais ser o “Queiroz” do seu primo.
“DJ Paul Pepper” perdeu o laranja!
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Em suma: entendeu agora por que o Golpe foi – e continua sendo – um passeio no parque?
A suposta “resist√™ncia” est√° cheia de ref√©ns de dossi√™s, resultando em infiltra√ß√£o e coopta√ß√£o nas nossas fileiras!
Em tempo: Paulo Pimenta segue sendo l√≠der do PT na C√Ęmara (!)
Rabo preso coletivo??
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P.S.: A “Central do Plano B” (ou Brasil 171), que todo dia estampa o DJ na sua capa ($$$), com ele repercutindo e comentando at√© bordado de ponto de cruz, desta vez sumiu com ele do site. rs
Minha gente, t√° tudo dominado.
Rabos presos recíprocos!
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P.P.S.: A prova do pudim: se Pimenta, de fato, incomodasse a Lava Jato com a sua “atua√ß√£o” em favor de Lula (com duplo sentido mesmo), n√£o teriam pautado esse julgamento no STF no ano passado?
E impedido ele de disputar a eleição com a Ficha Limpa?
Lembrem: √© “com STF, com tudo”…
Esse “embargo de gaveta” dado pelo STF – de 10 anos! – √© mais batom na cueca do DJ: operador do Golpe dentro do PT!
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Coment√°rio de Marc Nt, jurista de esquerda do RS: “A ZH-RBS n√£o √© a melhor fonte para nada. Mas o rep√≥rter dessa mat√©ria se especializou em mat√©rias investigavas de corrup√ß√£o….todas com algum grau de sensacionalismo mas nenhuma com aus√™ncia de provas suficientes. Mais de um processo criminal ou por improbidade foi iniciado com base em reportagens dele e todas resultaram em condena√ß√Ķes corretas. Ele tem boas fontes na √°rea policial pelo que se diz por aqui”.
Outra fonte no RS, tamb√©m do meio jur√≠dico – e que j√° passou inclusive den√ļncias ao rep√≥rter em quest√£o -, confirma o relato de Marc NT sobre a seriedade do seu trabalho, em √°udio enviado ao Duplo Expresso.

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ATUALIZA√á√ÉO 21:00: mais algumas rea√ß√Ķes (na se√ß√£o de coment√°rios), que v√£o ao ponto

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Jo√£o de Paiva Andrade
E o Duplo Expresso, mais uma vez, mostra por que está muuuito à frente dos demais blogs, que se dizem progressistas. Não dá para acreditar em toda essa história do ZH-RBS/Globo, mas que o deputado Paulo Pimenta está enrolado e comprometido com esquemas nebulosos, ah, isso está claro como o sol do meio dia. A depuração foi iniciada.
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Romulus
Rapaz, e se o “arroz fantasma tipo exporta√ß√£o” for s√≥ pra justificar contabilmente o ingresso de d√≥lares frios? S√≥ a lavanderia de dinheiro sujo, oriundo de atividade criminosa? Se esse jornalista quiser, ele pode ir atr√°s e encontrar coisa MUITO mais cabeluda. O “core business” do DJ. Mas ele tem que correr. Tem mais gente indo atr√°s… rs
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Tiago¬†O problema √© que ao desencavar os podres dele, sempre v√£o tratar de relacion√°-lo ao Lula. At√© quando cai, ele prejudica o Lula. Ali√°s, por que resolveram abat√™-lo neste momento? Mais uma gentileza da Globo aos Bolsonaros, tal como a reportagem sobre a “namorada secreta” do Carluxo?
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Romulus
(1) Com Lula preso, Bolsonaro eleito e Moro na Esplanada, Paulo Pimenta perdeu a serventia como simulador e operador do Golpe dentro do PT. Perdeu a blindagem;
(2) Mais importante: Plano B Рo episódio se insere na briga interna dentro do PT entre os que querem manter Gleisi na presidência e os que querem colocar Haddad imediatamente nela, já o anunciando inclusive como o candidato do partido pra 2022.
Muita gente no PT, especialmente no RS, sabe h√° muito das “estripulias” de Pimenta. √Č bastante coisa. E pesada.
Além disso, ele fez muitos inimigos no seu caminho. Vários nos procuraram, voluntariamente, para contar o que sabem inclusive.
Era s√≥ quest√£o de timing: (A) surgir algu√©m que queria ouvir as den√ļncias e apurar; e (B) Pimenta perder a serventia √† Juristocracia e, portanto, a blindagem. Parece que a hora chegou.

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Mat√©ria, na forma escrita, com a den√ļncia do primo do “DJ”, tamb√©m no G1:

Primo de Paulo Pimenta acusa o deputado de operar esquema de fraude na fronteira do RS

M√©dico veterin√°rio Ant√īnio M√°rio Pimenta, o Ma√≠co, diz que o deputado federal era operador de um sistema que lesou produtores rurais da cidade de S√£o Borja em pelo menos R$ 12 milh√Ķes. Parlamentar nega as acusa√ß√Ķes.

Por Giovani Grizotti, RBS TV

28/01/2019 07h52  Atualizado há 5 horas

Primo de Paulo Pimenta acusa o deputado de operar esquema de fraude na fronteira do RS
Primo de Paulo Pimenta acusa o deputado de operar esquema de fraude na fronteira do RS
Bom Dia Rio Grande

Primo de Paulo Pimenta acusa o deputado de operar esquema de fraude na fronteira do RS

O primo do deputado federal Paulo Pimenta (PT) acusou o parlamentar de operar um esquema de fraude na fronteira do Rio Grande do Sul. Em entrevista √†¬†RBS TV,¬†o m√©dico veterin√°rio Ant√īnio M√°rio Pimenta, o Ma√≠co, diz que o deputado era operador de um sistema que lesou produtores rurais da cidade de S√£o Borja em pelo menos R$ 12 milh√Ķes.

Arrozeiros do município alegam ter sofrido o golpe após vender a produção para uma arrozeira. Entregaram os cereais, mas não receberam o pagamento.

O agropecuarista Odon Motta dos Santos foi atr√°s do administrador da empresa, o veterin√°rio Ant√īnio M√°rio Pimenta e ouviu que o verdadeiro dono era o primo de Ma√≠co, o deputado federal Paulo Pimenta, l√≠der do PT na C√Ęmara.

“Eu vasculhei Rio Grande, vasculhei Porto Alegre, vasculhei tudo que √© parte que eu podia. Pedi ajuda, e o arroz n√£o apareceu, simpelsmente sumiu. Se eu nao vendi e sumiu isso, √© puro m√©rito do roubo”, diz o agripecuarista.

“Eu sou de uma leva de uns seis ou mais que perdemos de 7 a 10 mil sacos de arroz. E teve dois ou tr√™s que levaram preju√≠zo de 90 mil sacos, outro de 150 mil sacos”, afirma um dos agropecuaristas afetados, que preferiu n√£o se identificar.

Pimenta √© investigado por estelionato no Supremo Tribunal Federal desde 2012. Parecer da Procuradoria Geral da Rep√ļblica afirma existir “ind√≠cios que apontam para o deputado federal como o verdadeiro propriet√°rio da arrozeira, ou, ao menos, como quem mantenha com a citada empresa algum grau de vincula√ß√£o que o fa√ßa tamb√©m respons√°vel pelas fraudes noticiadas”.

Localizado pela¬†RBS TV¬†na cidade de S√£o Francisco de Assis, Ma√≠co admitiu liga√ß√Ķes do primo com a empresa. Disse ter assumido a arrozeira ao ser convencido pelo deputado de que seria um bom neg√≥cio, j√° que a empresa rec√©m teria realizado uma negocia√ß√£o de arroz avaliada em R$ 8 milh√Ķes, o que demonstraria um boa situa√ß√£o financeira do neg√≥cio.

“De fato, era um neg√≥cio fant√°stico, um neg√≥cio de 200 mil sacos de arroz, pegando uma empresa capitalizada. √Č praticamente um ano inteiro sem ter que comprar arroz”, afirma Ma√≠co.

O primo diz que o parlamentar seria o “operador” de um esquema do qual tamb√©m fariam parte um advogado e lobista de Bras√≠lia e o ex-diretor de Infraestrutura do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Hideraldo Caron, afilhado pol√≠tico de Pimenta, que deixou o governo Dilma em 2011 por suspeitas de corrup√ß√£o. Ma√≠co diz que participou de uma reuni√£o com ambos.

Ma√≠co: “Foi explicado (na reuni√£o) como seria a opera√ß√£o da empresa, que o neg√≥cio era bom, estava andando. At√© eu acreditei”.

Rep√≥rter: “Isso levava o senhor a crer que o dono do dinheiro era Caron?”

Ma√≠co: “√Č, porque prestava conta para ele”.

No entanto, o neg√≥cio supostamente lucrativo virou frustra√ß√£o. O primo do deputado descobriu que a carga de R$ 8 milh√Ķes de arroz n√£o existia. E, ao checar a autenticidade de laudos usados para atestar a quantidade e qualidade do cereal, descobriu que os pap√©is eram falsos. Alertada por Ma√≠co, a empresa certificadora, a Clacereais, com sede em Pelotas, denunciou o caso √† Pol√≠cia Federal em 2009.

“Vimos que os documentos n√£o eram leg√≠timos e que tinha sido furtado documento interno da empresa, com falsifica√ß√£o dos resultados que at√© n√£o condizem que as especifica√ß√Ķes t√©cnicas do produto em quest√£o”, afirma o dono da Clacereais, Edemundo Rodrigues Garcia.

O inqu√©rito ainda n√£o esclareceu o que estaria por tr√°s da negocia√ß√£o do arroz, se o dinheiro de fato, existiu, e qual a origem. Depois da entrevista √† reportagem, o primo do deputado Paulo Pimenta prestou depoimento √† Pol√≠cia Federal. O relato deve ser encaminhado ao Supremo, para ser anexado ao inqu√©rito no qual o parlamentar j√° teve o sigilo banc√°rio quebrado. Decis√£o do STF publicada no m√™s passado imp√īs uma dupla derrota ao deputado: al√©m de negar o arquivamento da investiga√ß√£o, os ministros decidiram remeter o processo √† Justi√ßa Federal de Uruguaiana, contrariando pedido de sua defesa.

Remessas de dinheiro a posto de gasolina

Apesar das dificuldades em tocar o negócio, Maíco diz que, algumas vezes, a arrozeira chegou a dar lucro. E que fez transferências bancárias e depósitos em dinheiro na conta de um posto de gasolina que pertence ao deputado, que fica na Zona Norte de Porto Alegre. Avaliado em R$ 485 mil, a empresa aparece na relação de bens de Paulo Pimenta, declarada à Justiça Eleitoral. Em 2014, fez doação de R$ 15 mil para a campanha do petista.

“Ele [deputado]¬†pediu para fazer umas remessas, n√£o sei se ligada a ele, para um posto de gasolina em Porto Alegre. Umas tr√™s ou quatro remessas, talvez mais, faz muito tempo, no valor de R$ 30 mil, R$ 40 mil, na √©poca”, recorda Ma√≠co.

Ele conta que as remessas eram feitas de forma fracionada, sempre em pequenas quantias, por orienta√ß√£o do deputado. O veterin√°rio diz que n√£o teve inten√ß√£o de enganar os produtores. Ele admite, no entanto, que houve m√° gest√£o e que as opera√ß√Ķes da empresa se transformaram em uma esp√©cie de “pir√Ęmide”, na qual novas transa√ß√Ķes eram feitas para cobrir rombos anteriores.

“Quando tu est√°s no neg√≥cio, tu n√£o est√°s pensando, tu n√£o faz de s√£ consci√™ncia, tentando dar golpe. Caso contr√°rio, nem estava aqui, tentando reverter o preju√≠zo”, afirma.

Maíco diz que foi orientado pelo primo a deixar a cidade de São Borja após o calote. Mas decidiu permanecer no município. Mudou-se apenas há poucos meses, para cuidar das terras da família em São Francisco de Assis.

“S√≥ do meu pr√≥prio bolso j√° perdi pra mais de R$ 300 mil, R$ 400 mil entre [a√ß√Ķes] trabalhistas e coisa que foram pagas. Eu paguei [algumas d√≠vidas] vendendo gado, eu sou produtor, minha origem √© dentro de uma cooperativa, eu sou veterin√°rio de forma√ß√£o, eu sei onde √© que arde”, afirma.

O deputado Paulo Pimenta negou todas as acusa√ß√Ķes. “Esse assunto n√£o me diz respeito, n√£o existe nada no processo que me vincule a essas den√ļncias, essa investiga√ß√£o tem mais de 10 anos. N√≥s temos certeza da nossa absoluta inoc√™ncia nesse processo, da manipula√ß√£o que est√° sendo feita envolvendo o meu nome e o nome de outras pessoas. E ningu√©m mais do que eu quer que esse processo seja conclu√≠do o mais rapidamente poss√≠vel”, afirma.

A reportagem tentou entrar em contato com o Hideraldo Caron, mas n√£o o encontrou.

Primo do deputado federal Paulo Pimenta (PT), o m√©dico veterin√°rio Ant√īnio M√°rio Pimenta, diz que o deputado era operador de um sistema que lesou produtores rurais da cidade de S√£o Borja ‚ÄĒ Foto: Giovani Grizotti/RBS TV
Primo do deputado federal Paulo Pimenta (PT), o m√©dico veterin√°rio Ant√īnio M√°rio Pimenta, diz que o deputado era operador de um sistema que lesou produtores rurais da cidade de S√£o Borja ‚ÄĒ Foto: Giovani Grizotti/RBS TV

Arrozeiros do munic√≠pio alegam ter sofrido o golpe ap√≥s vender a produ√ß√£o para uma arrozeira. ‚ÄĒ Foto: Reprodu√ß√£o/RBS TV
Arrozeiros do munic√≠pio alegam ter sofrido o golpe ap√≥s vender a produ√ß√£o para uma arrozeira. ‚ÄĒ Foto: Reprodu√ß√£o/RBS TV

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P.S.: testemunhando o rabo preso de Paulo Pimenta e Wadih Damous, em vídeo:

 

 

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Em tempo:

Xeque-mate do Duplo Expresso: o elo entre Eduardo Cunha, Paulo Pimenta, Wadih Damous e Luis Nassif

Publicado 31/dez/2018 – 16:03
Atualizado 2/jan/2019 – 13:55

Parte II (de II)

  • Tudo come√ßou quando, no final de 2017, Wellington Calasans e Romulus Maya abordaram com bastante ceticismo um pequeno ‚Äúartigo‚ÄĚ de Luis Nassif publicado com toda a discri√ß√£o (sem qualquer destaque em seu site) em que esse refor√ßava algo que ambos os apresentadores sabiam ‚Äď e provaram (com documentos e imagens) ‚Äď ser mentira: Eduardo Cunha estaria, naquele momento, ‚Äúpreso‚ÄĚ em Curitiba. Mais que isso, ‚Äúhumilhado e ofendido‚ÄĚ, n√£o mandaria mais nada na pol√≠tica brasileira (segundo Nassif!).
  • Foi justamente diante de press√Ķes ‚Äď vindas de onde menos esper√°vamos! ‚Äď para que n√£o mais abord√°ssemos o tema da ‚Äúpris√£o‚ÄĚ (fake) de Eduardo Cunha ‚Äď e tamb√©m o ‚ÄúCaixinha unificado suprapartid√°rio da ALERJ‚ÄĚ ‚Äď que Wellington Calasans e Romulus Maya, um par de semanas depois, criaram p√°gina pr√≥pria: este Duplo Expresso. Com total independ√™ncia e aus√™ncia de rabo preso.
  • E, nessa mesma pegada, que venha 2019! Estamos todos juntos, na mesma trincheira. E j√° sabemos quem, nela, est√° na realidade trabalhando para o outro lado. Pelo menos para isso valeu 2018, n√£o √© mesmo?

(link para a Parte I: Documento da ONU sepulta Luis Nassif: o caso Duplo Expresso/ Romulus Maya” – 24/dez/2018)

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(1) O Início

Tudo come√ßou quando, no antigo programa ‚ÄúExpresso da Manh√£‚ÄĚ (ainda hospedado na p√°gina do blog O Cafezinho), Wellington Calasans e Romulus Maya abordaram com bastante ceticismo um pequeno ‚Äúartigo‚ÄĚ de Luis Nassif publicado com toda a discri√ß√£o (sem qualquer destaque em seu site) em que se refor√ßava algo que ambos os apresentadores sabiam ‚Äď e provaram (com documentos e imagens) ‚Äď ser mentira: Eduardo Cunha estaria, naquele momento, ‚Äúpreso‚ÄĚ. Mais que isso, um certo ‚Äúrelato an√īnimo‚ÄĚ, ali ‚Äútranscrito‚ÄĚ por Nassif, dava conta de que Cunha, o homem que tem dossi√™s sobre tudo e sobre todos em Bras√≠lia, agora ‚Äúhumilhado e ofendido‚ÄĚ, passaria seus dias a limpar latrinas, expiando seus pecados.

РAh, e também a entoar salmos bíblicos, não esqueçamos!

O estranho ‚Äúartigo‚ÄĚ tinha o prop√≥sito, explicitado l√° pelo final, de afirmar que Eduardo Cunha n√£o mandaria mais nada na pol√≠tica brasileira, ao contr√°rio do que afirmou Romulus Maya em artigo de grande repercuss√£o, de apenas 3 dias antes.

  • Duplo Expresso:

 

  • Luis Nassif (& Eduardo Cunha):

 

– Notar: ‚Äúpress√£o‚ÄĚ, diz a tag do ‚Äúartigo‚ÄĚ de Nassif.
Pedido se socorro?
Senha para os mais atentos?

O pr√≥prio Luis Nassif registrara no seu site, menos de 3 meses antes, condena√ß√£o que sofrera no Tribunal de Justi√ßa do Rio de Janeiro – onde urubu voa de costas, diga-se ‚Äď por alegados ‚Äúdanos morais‚ÄĚ impingidos ao mesmo Eduardo Cunha.

De se notar a pegada ir√īnica ‚Äď justa ‚Äď n√£o apenas no texto mas tamb√©m na pr√≥pria ilustra√ß√£o feita por Nassif para o post, em completo contraste com o que o pr√≥prio afirmaria, pela boca de ‚Äúum an√īnimo‚ÄĚ, semanas depois:

(…)

 

Montagem com Eduardo Cunha de “freirinha”?

 

Deve ter sido da√≠ que saiu, semanas depois, a ideia de Cunha ‚Äúentoando salmos b√≠blicos por entre uma latrina e outra‚ÄĚ. O inconsciente traiu Nassif?

Diante de tudo isso, Wellington Calasans e Romulus Maya somaram dois e dois e aventaram, ainda como hip√≥tese, em artigo e em seu programa, a ideia de que a publica√ß√£o ‚Äď posterior ‚Äď de Nassif refor√ßando o √°libi de um Eduardo Cunha ‚Äúpio‚ÄĚ, ‚Äúsem qualquer brio‚ÄĚ (ou poder!), ‚Äúpreso exemplar‚ÄĚ, pudesse ser fruto de press√Ķes de Cunha e de seus parceiros no Judici√°rio:

 

 

Diante do nosso alerta, solid√°rio!, o ‚Äújornalista‚ÄĚ, ficou irado. Resolveu apelar. E ‚Äúcarteirar‚ÄĚ. N√£o apenas colocando na boca dos apresentadores uma mentira sua, uma suposta ‚Äúamea√ßa de morte‚ÄĚ ‚Äď nunca mencionada por n√≥s ‚Äď, mas tamb√©m pressionando seus pares de ‚ÄúBlogosfera (dita) Progressista‚ÄĚ para que nos proscrevessem:

 

O recurso a Jos√© Dirceu, expondo indiv√≠duo ent√£o na mira priorit√°ria da meganhagem, para que assumisse ‚Äď a posteriori ‚Äď a paternidade da hagiografia do ‚ÄúSanto Cunha Lava-Latrinas‚ÄĚ √© cap√≠tulo √† parte. Exatamente naquele dia Dirceu retornava, de carro, a Bras√≠lia vindo de Curitiba, para onde se dirigira para que fosse trocada a bateria da sua tornozeleira eletr√īnica. Alcan√ßado no celular do assessor que o acompanhava, Dirceu, que de nada sabia, tomou ci√™ncia ‚Äď atrav√©s de n√£o outro que o pr√≥prio Romulus Maya ‚Äď de que seu nome fora jogado por Luis Nassif numa fogueira, bastante midiatizada.

Ap√≥s o relato do que se passava, Dirceu encontrou-se em uma sinuca de bico: ao mesmo tempo em que n√£o fora mesmo o autor da tal ‚Äúhagiografia‚ÄĚ relatada por Nassif, n√£o queria trocar com esse o ‚Äúfavor‚ÄĚ de exp√ī-lo. Ainda mais como mentiroso. Afinal, ambos t√™m rela√ß√Ķes h√° d√©cadas.

Chegando a Bras√≠lia, havia recado em casa para que Dirceu retornasse liga√ß√£o de Nassif assim que poss√≠vel. Nela, o ‚Äújornalista‚ÄĚ apelou para as d√©cadas de amizade, pedindo n√£o apenas para que Dirceu (i) se afastasse daqueles que viriam a criar, um par de semanas depois, o Duplo Expresso; mas tamb√©m para que o ex-Ministro (ii) assumisse, mesmo, a paternidade da rid√≠cula ‚Äúhagiografia de Santo Cunha limpa-bosta‚ÄĚ.

Com rela√ß√£o ao √ļltimo pedido, n√£o havia como Dirceu cumpri-lo. Nem que quisesse. Nassif chegara tarde: ao longo de todo aquele dia mensagens e √°udios, em abund√Ęncia, foram trocados entre, de um lado, Dirceu e seu assessor e, do outro, Romulus Maya. Como corol√°rio dessa conversa ‚Äď e da sinuca de bico em que Nassif colocara Dirceu ‚Äď chegou-se √† reda√ß√£o de uma nota conjunta. Nota essa que, para bom entendedor, √© tratado:

(do min. 1:22:54, j√° marcado no link abaixo, ao min. 1:26:22)

 

Procurado ontem, Jos√© Dirceu estava em tr√Ęnsito. A comunica√ß√£o com a assessoria era intermitente, com quedas sucessivas de sinal.
Portanto, ele sequer sabia do envolvimento do seu nome no notici√°rio.
Na verdade, quem passou a citação em questão fui eu (Romulus Maya)!
Segundo a assessoria que o acompanhava, Dirceu, mantendo a discrição habitual, preferiu não se pronunciar oficialmente. Defende que o momento é de união entre os canais de comunicação da resistência.
O que foi relatado fora dessa diretriz, não repetirei sem autorização expressa.
Respeito o sigilo de fonte.
E entendo, evidentemente, as circunst√Ęncias por que passa Dirceu diante do Estado de exce√ß√£o.
Dirceu é um troféu para a meganhagem.
Um alvo f√°cil a quem se pode recorrer quando em dificuldades perante a opini√£o p√ļblica, como no presente.

 

Era tamanha a mentira do ‚Äúcaneta‚ÄĚ que o advogado Rubens Rodrigues Francisco, comentarista daquele programa, visitou diversos pres√≠dios e provou ‚Äď com documentos e imagens ‚Äď que Nassif mentira ao afirmar que Cunha estaria preso em Curitiba. O ex-deputado estava, h√° tempos, inc√≥gnito. E em Bras√≠lia. Pior: com comportamento nada ‚Äúexemplar‚ÄĚ, em nada condizente com a narrativa de um homem ‚Äúpio‚ÄĚ, sem qualquer resqu√≠cio de brio ou poder. Algu√©m “insignificante”, como tentava pintar Nassif:

 

Ora, conforme decis√£o ‚Äď colegiada ‚Äď do STF, reproduzida no artigo de Rubens, tanto os Ministros que a assinam como tamb√©m a PGR reconheciam n√£o apenas que (i) Eduardo Cunha estava ent√£o em algum lugar ‚Äď at√© hoje n√£o determinado ‚Äď de Bras√≠lia; como (ii) mantinha sua influ√™ncia na pol√≠tica nacional.

Se n√£o bastassem os documentos e imagens¬†reunidos, jornalista do Grupo Globo foi ao twitter contar que o rei estava nu. Ou melhor ‚Äď que estava solto e clandestino em Bras√≠lia (onde Dirceu n√£o ficou preso, mas sim no Paran√°):

 

Mais: al√©m de pronunciamento da Procuradoria Geral da Rep√ļblica e de uma Turma do STF reconhecer por escrito n√£o apenas que (i) Eduardo Cunha estava em Bras√≠lia ‚Äď e n√£o “em Curitiba” conforme o “relato” de Nassif ‚Äď e que (ii) seguia, sim, mandando e desmandando na pol√≠tica nacional ‚Äď mais uma vez em contraste com a “narrativa” Nassif/ Cunha ‚Äď, sequer prontu√°rio com o hist√≥rico de Cunha enquanto “detento” existe! Quando o requisitamos, fomos informados de que ‚Äúseria preparado‚ÄĚ (?!). I.e., depois do nosso pedido (!)

  • Pedido do Duplo Expresso, junto ao Prov√≠timas, do in√≠cio de 2017, ao Departamento de Controle e Cust√≥dia de Presos de Bras√≠lia pelo prontu√°rio do “detento” Eduardo Cunha:

https://www.duploexpresso.com/wp-content/uploads/2018/02/word-image.jpeg

 

Piada pronta: prontu√°rio, com entradas corriqueiras de cada movimenta√ß√£o de um detento, n√£o ‚Äúse prepara‚ÄĚ retroativamente: ou ‚Äď j√°¬†‚Äď existe ou n√£o¬†existe!

*

(2) Um padrão? O reforço da tese de aluguel de pena por Luis Nassif: o caso de Gilmar Mendes

Meses antes, Luis Nassif publicara outro texto ‚Äúenigm√°tico‚ÄĚ, tamb√©m com recados cifrados dirigidos a ‚Äúbons entendedores‚ÄĚ. Sabendo o que hoje sabemos, torna-se quase certo o objetivo de trocar uma publica√ß√£o que fora pedida por Gilmar Mendes pelo perd√£o de indeniza√ß√Ķes devidas por Luis Nassif ao Ministro do STF. Uma m√£o lavaria a outra. Vejamos:

‚ÄúDica‚ÄĚ (!) a Gilmar Mendes:

Prezado Ministro Gilmar Mendes,
desculpe pelo ‚Äúprezado‚ÄĚ, mas depois de tr√™s processos que me move, j√° me sinto quase √≠ntimo de V. Exa.
Tomo a liberdade de, sem que me fosse pedido, dar-lhe alguns conselhos. E nem pretendo descontar das condena√ß√Ķes que, por sua influ√™ncia, certamente os tribunais ¬†superiores me aplicar√£o, at√© que o caso chegue ao Supremo e eu possa ser defendido pelo campe√£o do garantismo, Ministro Gilmar Mendes.
Discuss√Ķes jur√≠dicas s√£o complexas. N√£o s√£o pau pau, pedra pedra, como nas partidas de futebol. E quando o tema s√£o os limites do poder jurisdicional e o controle dos atos administrativos, a discuss√£o √© mais complexa ainda. N√£o h√° uma f√≥rmula que resolva, como uma m√°gica de cabe√ßa-de-planilha, mas um conjunto de princ√≠pios que necessitam ser interpretados. E neles cabem interpreta√ß√Ķes variadas, raz√£o pela qual o STF (Supremo Tribunal Federal) n√£o foi substitu√≠do, ainda, por um bigdata.
(…)
N√£o √© rid√≠culo um jornalista, sem forma√ß√£o jur√≠dica, se prestar a dar li√ß√Ķes de direito a um Ministro do Supremo? Tenho certeza que √©. Por isso o texto acima n√£o tem nenhuma inten√ß√£o jur√≠dica, apenas um sentido pedag√≥gico, para mostrar como jornalistas abordam temas especializados. No meu caso, me baseei em uma simp√°tica conversa no caf√© da manh√£.
(…)
Não dá, nem em nome da amizade mais desinteressada (!), um jornalista se apresentar como alto especialista em direito, assumindo ideias que são obviamente transmitidas por Gilmar Mendes e exercitá-las de maneira taxativa, fuzilando outros Ministros, adversários de Gilmar Mendes, e defendendo políticos aliados de Gilmar Mendes.
(…)
Um abraço. De nada.

 

Contexto:

*

(3) Grito de independência: surge o Duplo Expresso, em janeiro de 2018

Foi justamente diante de press√Ķes para que Wellington Calasans e Romulus Maya n√£o mais abordassem o tema da ‚Äúpris√£o‚ÄĚ (fake) de Eduardo Cunha ‚Äď e tamb√©m o ‚ÄúCaixinha unificado suprapartid√°rio da ALERJ‚ÄĚ ‚Äď que ambos, um par de semanas depois, criaram p√°gina pr√≥pria: este Duplo Expresso. Com total independ√™ncia e aus√™ncia de rabo preso.

Logo chegou o primeiro malandro, Paulo Pimenta:

 

Seguiu-se liga√ß√£o telef√īnica em que o Deputado insistiu em saber como Romulus Maya chegara √† informa√ß√£o de que houvera um acordo entre Sergio Moro e Eduardo Cunha¬†‚Äste mais ele e Wadih Damous, o que fora omitido no texto publicado¬†‚Ästpara a exclus√£o de Tacla Dur√°n do Relat√≥rio da CPMI da JBS.

Evidentemente, Romulus Maya desconversou.

N√£o √© ‚Äúinusitado‚ÄĚ?

Um (i) representante do povo, ainda por cima com (ii) formação de jornalista, tentando levantar o sigilo de fonte?

Na sequ√™ncia chegou o segundo, Wadih Damous, mais malandro ainda que Pimenta, usando interposta pessoa para diminuir o grau de exposi√ß√£o. Como o pr√≥prio Miguel do Ros√°rio declinou, em artigo, do sigilo quanto √† sua identifica√ß√£o como o mensageiro do ‚Äúenrolado‚ÄĚ Wadih Damous, n√£o h√° mais necessidades de tarja:

  • ‚ÄúPris√£o‚ÄĚ fake de Eduardo Cunha – mensagem de Wadih Damous, via Miguel do Ros√°rio:

 

  • “Caixinha da ALERJ” – √°udio de Miguel do Ros√°rio, mais uma vez – certamente – passando recado de Damous:

(tem mais de onde vieram esse print e esse √°udio. Mas, como um deles envolve terceira pessoa ainda preservada ‚Äď alucinada gritando ao fundo ‚Äď, prefiro guardar por ora)

Quanta “previd√™ncia” jornal√≠stica! Imagino o tipo de ‚Äúdocumento‚ÄĚ que Wadih e Ros√°rio exigiam para a publica√ß√£o dessas importantes den√ļncias. Isso, na imin√™ncia de Lula ser preso pelo mesmo Sergio Moro (!)

РAta lavrada em cartório do pacto?

– Com as firmas de Eduardo Cunha, Sergio Moro, Paulo Pimenta e Wadih Damous reconhecidas?

– A aven√ßa dos termos da trai√ß√£o a Lula e o que os dois ‚Äúpetistas‚ÄĚ (?) receberiam em troca?

– Os recibos, assinados, dos pagamentos do “Caixinha” aos deputados da ALERJ?

РE também a deputados FEDERAIS (opa!) do Rio de Janeiro?

Ora, por favor…

S√≥ trabalhamos com fontes seguras, s√©rias. Nunca demos um tiro n’√°gua aqui. E n√£o foi diferente dessa vez. No Duplo Expresso, a verdade chegou primeiro: um ano antes. N√£o apenas com rela√ß√£o √† situa√ß√£o ‚Äúprisional‚ÄĚ (sic) de Eduardo Cunha, mas tamb√©m com rela√ß√£o ao Caixinha da ALERJ. Se o ‚Äúenrolado‚ÄĚ Wadih Damous queria ‚Äúdocumentos‚ÄĚ, o COAF chegou agora para ajudar ‚Äď ainda que apenas um ano depois do Duplo Expresso.

E, convenientemente, com (i) Lula já preso; (ii) Bolsonaro já eleito; e (iii) o corrupto Sergio Moro ocupando o Ministério da Justiça (!)

Chave “Elis√Ęngela”¬†‚Äď a “Queiroz” do PT do Rio de Janeiro (de Wadih Damous):

Ei, você que está compartilhando as tags #OndeEstáQueiroz e #FalaQueiroz:
-Cuidado porque, daqui a pouco, quem chega √© a *Elis√Ęngela*!
Não sabe quem é?
Pois é.
Informe-se.
Assessora na ALERJ – do PT.
Movimentou 22 vezes mais: R$ 26,5 milh√Ķes!
Nós explicamos, ainda em 2017:
– O “Caixinha” na ALERJ √© unificado. E SUPRA-partid√°rio.
РCuidado com o próprio rabo, macaco!
*
Links sobre o “Caixinha”, exposto h√° mais de ano no Duplo Expresso.
De novo, unificado e su-pra-par-ti-d√°-rio:
*
Bem antes de (i) denunciarmos a “pris√£o” – fake – de Eduardo Cunha (com documentos) em dezembro de 2017 (https://www.ocafezinho.com/2017/12/21/seguindo-as-pistas-da-prisao-de-eduardo-cunha-o-caminho-da-verdade/); e de (ii) publicarmos o documento que prova crime de Sergio Moro em fevereiro de 2018 (https://duploexpresso.com/?p=89657), foi uma publica√ß√£o de Romulus Maya¬†relatando esse “Caixinha”, ainda em novembro de 2017, que nos trouxe (inadvertidamente!) a inimizade, perp√©tua, do Suplente – feito Deputado – Wadih Damous.
(…)
*
Mat√©ria do Jornal O Dia (RJ) – que voc√™ *n√£o* ver√° repercutida na “Blogosfera (dita) progressista” (tamb√©m com o seu rabo preso – ver https://duploexpresso.com/?p=101640):
 
“Quem √© Elis√Ęngela Barbiere?
√Č assessora Especial de T√©cnica Parlamentar lotada no gabinete do presidente em exerc√≠cio da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Andr√© Ceciliano (PT), que disputa novamente o posto de comandante da Casa.

[D.E.: OPA! “Disputa novamente o comando da ALERJ”. Ou seja, disputa a administra√ß√£o do “Caixinha”!]

 

Segundo o Coaf, quatro funcion√°rios de Ceciliano movimentaram em contas banc√°rias R$ 49,31 milh√Ķes, o maior valor na Alerj.
Consideradas suspeitas, as a√ß√Ķes est√£o sendo investigadas. Pois bem. Elis√Ęngela fez transa√ß√Ķes em uma conta do Banco Ita√ļ, em Paracambi, de R$ 26.510.942,00, entre 2011 e 2017.

Como e por que uma assessora, com salário líquido de R$ 5.124,62, movimentou tanto dinheiro?
Sem explicação
Ceciliano n√£o deixou Elis√Ęngela se explicar sobre a fortuna. Informou que sua assessora s√≥ falaria ao Minist√©rio P√ļblico. “O Coaf descreve que foram (movimenta√ß√Ķes) entre CNPJs, uma vez que ela tem participa√ß√£o societ√°ria numa empresa”, disse ele.

[D.E.: e voc√™ a√≠ ridicularizando a “venda de carros usados” do Queiroz, n√£o foi?]

 

(…)
Incompatível

O Coaf informa que Elis√Ęngela fez 138 saques, em dinheiro vivo, de R$ 980 mil. Mais: em 2016, ANO ELEITORAL, fez transa√ß√Ķes de R$ 2 milh√Ķes.
[D.E.: opa! Lembram do principal prop√≥sito do “Caixinha”, conforme relatamos ainda em 2017??
Financiar elei√ß√Ķes.
Se o parlamentar fazia isso, ‚Äúpela causa‚ÄĚ, ou se embolsava para si mesmo ia do ju√≠zo individual de cada um]

 

“A movimenta√ß√£o financeira em conta n√£o foi considerada compat√≠vel”, escreveu o √≥rg√£o.
Depósitos

Outros R$ 483,5 mil “correspondem a dep√≥sitos em esp√©cie, realizados nos caixas eletr√īnicos e terminais de caixa das ag√™ncias na cidade do Rio de Janeiro”, diz o Coaf.
(…)”
(…)

*

Emo√ß√£o incontida: a rea√ß√£o de algu√©m surpreendido com o alcance da infiltra√ß√£o do Golpe na (suposta) “esquerda”:
 

*

Em seu √ļltimo post do ano de 2017, Miguel do Ros√°rio¬†‚Äď sem avisar, antes ou depois, Romulus Maya ou Wellington Calasans¬†‚Äď paga um “√≥bulo” e conclui o texto com retrata√ß√£o a Luis Nassif, fazendo men√ß√£o ao epis√≥dio Eduardo Cunha:

Aproveito a ocasi√£o para me retratar, enquanto editor do Cafezinho, em favor de um amigo dileto deste blog, o jornalista Luis Nassif. Um colaborador nosso, que tamb√©m j√° perdoei por suas palavras, manifestou-se, por um exagero ret√≥rico, de maneira injusta em rela√ß√£o a Nassif. Tudo por causa de um choque de narrativas relativas a Eduardo Cunha. Cunha, de fato, √© tratado com uma estranha defer√™ncia pela m√≠dia e pelo sistema de justi√ßa. Ele √© tratado pela m√≠dia como todos os presos deveriam ser tratados, com dignidade. Enquanto Sergio Moro permitiu que presos em Curitiba se tornassem como que animais de zool√≥gico, e fossem observados por atores e produtores do filme da Lava Jato (o que prova que a lei N√ÉO √© para todos), enquanto Sergio Cabral, Rosinha Garotinho, Marcelo Odebrecht s√£o expostos √† execra√ß√£o p√ļblica, Eduardo Cunha √© protegido, a ponto de alguns levantarem at√© mesmo suspeitas se estaria realmente preso. Entretanto, isso √© outra hist√≥ria. N√≥s, internautas que comp√Ķem, a meu ver, o n√ļcleo duro e em expans√£o de resist√™ncia democr√°tica, devemos cuidar para nos mantermos unidos, fraternais e solid√°rios uns com os outros. Pe√ßo, ent√£o, desculpas a Nassif pelas palavras de nosso colaborador e reitero o respeito e admira√ß√£o que tenho por seu trabalho.

 

Alertados sobre tal “passagem” por membro da Comunidade Duplo Expresso, mantivemos o que dissemos:

 

Ato cont√≠nuo, come√ßamos os trabalhos – em meio ao R√©veillon! ‚Äď para a cria√ß√£o de um novo site, sem “√≥bulos” a pagar a quem quer que fosse. E sem rabo$ preso$ com ningu√©m:

*

(4) Segunda rodada: a tentativa de erradica√ß√£o em virtude do ‚Äúdocumento-bomba do Duplo Expresso‚ÄĚ

Menos de dois meses depois, com o site do Duplo Expresso j√° no ar, recebemos, depois de muito correr atr√°s, e ‚Äď mais importante ‚Äď publicamos, documento que compromete de forma inapel√°vel o esquema Sergio Moro. Comprova, documentalmente, o crime de fraude processual praticado por Moro contra o ex-Presidente Lula, cuja defesa √© impedida, de maneira fraudulenta ‚Äď justamente conforme atesta esse documento ‚Äď de arrolar o ex-advogado da Odebrecht Rodrigo Tacla Dur√°n como testemunha.

 

Como n√£o poderia deixar de ser, conclamamos os deputados federais¬†petistas Paulo Pimenta, Paulo Teixeira e Wadih Damous ‚Äď que monopolizavam a defesa de Lula no Congresso ‚Äď, a explorarem o potencial explosivo de tal documento. Explorar politicamente, √© √≥bvio, posto que o Judici√°rio estava todo comprometido. Mas eis que ali, naquele nosso clamor, teve in√≠cio uma das mais perversas e criminosas persegui√ß√Ķes contra a nossa p√°gina, √†s pessoas dos dois editores e, por extens√£o, a toda a equipe.

O ‚ÄúDJ Paul Pepper‚ÄĚ ‚Äď alcunha dada por n√≥s a Paulo Pimenta, deputado de fraca atua√ß√£o pol√≠tica concreta, para al√©m de lives de Facebook, difus√£o de hashtags e coopta√ß√£o de blogueiros ‚Äúcamarada$‚ÄĚ‚Äď usou toda a m√°quina do PT, exigindo o compartilhamento de conte√ļdo onde ele e o parceiro Wadih Damous afirmavam que os editores do Duplo Expresso eram ‚Äúinfiltrados‚ÄĚ, ‚Äúnovos Cabos Anselmo‚ÄĚ, etc. Tudo para desviar o foco sobre o documento que poderia ter ajudado a salvar Lula.

 

Por √≥bvio, tamb√©m enviamos o documento para outros pol√≠ticos. E tamb√©m sindicalistas, l√≠deres de movimentos sociais, jornalistas, etc. Entretanto, prevaleceu o ‚Äúrabo-presismo‚ÄĚ dos ‚Äúcompanheiros‚ÄĚ: todos ref√©ns de todos. O cartel se fechou contra n√≥s ‚Äď e tamb√©m o documento.

E Lula, esse, ficou fechado onde est√°.

Contudo, como tal rabo preso, coletivo, √© grande mas n√£o universal, a forma desproporcional como fomos atacados chamou a aten√ß√£o de diversos intelectuais, pol√≠ticos e militantes. Sobretudo para o que realmente importava: o documento que incriminava Sergio Moro. O desvio de foco com acusa√ß√Ķes bizarras de que √©ramos agentes da extinta KGB e da CIA (o DJ Paul Pepper nunca leu nada sobre Guerra Fria?) virou piada nas redes sociais.

Eis, por exemplo, mensagem sem nenhum senso de rid√≠culo enviada ‚Äď de pr√≥prio punho ‚Äď para todos os contatos do ‚ÄúDJ‚ÄĚ em Bras√≠lia e grupos do PT no Whatsapp Brasil afora (3/mar/2018):

 

S√≥ mesmo o desespero ‚Äď p√©ssimo conselheiro ‚Äď para levar algu√©m a indicar ‚Äúv√≠nculo com a CIA‚ÄĚ de um programa que tem como comentarista, todas as quintas-feiras, o Embaixador Samuel Pinheiro Guimar√£es (!)

Mas, mais do que isso, DJ Paul Pepper e Wadih Damous parecem, no epis√≥dio, ter cometido outro crime, n√£o √© mesmo? Afinal, prevaricaram ao tomarem conhecimento de t√£o grave den√ļncia¬†‚Äď internacional, vejam!¬†‚Äď envolvendo ‚Äúriscos‚ÄĚ para a seguran√ßa de tr√™s bravos Senadores da Rep√ļblica e n√£o terem feito nada. Sequer denunciaram √† PGR!

Que nada: tal ‚Äúgrave den√ļncia‚ÄĚ ficou apenas em corrente de WhatsApp mesmo…

Diante de tamanha desmoralização, partiu-se então para o aluguel de canetas de blogueiros.

Depois das fracassadas tentativas de promover uma briga entre Wellington Calasans e Romulus Maya (com diversas liga√ß√Ķes telef√īnicas falando mal de um ao outro), foi iniciada a sequ√™ncia de publica√ß√Ķes com fortes agress√Ķes contra a reputa√ß√£o dos editores desta p√°gina. Blogueiros dependentes de verbas de certos pol√≠ticos do PT com mandato perderam totalmente o pudor: chegaram a fazer v√≠deos ao vivo para difamar esta p√°gina e nossa equipe. A f√≥rmula estava fadada ao fracasso. Esqueciam que Lula era maior do que o PT. E que a (suposta) ‚Äúdefesa‚ÄĚ ‚Äď pol√≠tica ‚Äď dele ficara nua com a tentativa de enterrar o documento por n√≥s apresentado.

Pol√≠ticos de todos os partidos passaram a ser assediados por uma ‚Äútropa de choque‚ÄĚ ligada aos ‚ÄúTr√™s Lobinhos‚ÄĚ ‚Äď Pimenta, Damous e Teixeira ‚Äď, aqueles que mais lucravam (em termos de destaque em ano eleitoral) com o calv√°rio do ex-presidente Lula. Nos bastidores de Bras√≠lia, abordagens eram feitas para que ningu√©m participasse dos programas matinais do Duplo Expresso.

No entanto, mais uma vez fracassou o plano de manterem-nos isolados. Para piorar, o nosso time foi reforçado por pessoas sérias que sabiam que estávamos com a verdade.

Com o aumento das chamas, era preciso salvar os couros besuntados de Paulo Pimenta, Paulo Teixeira e Wadih Damous. Nossa press√£o impedia que essas figuras fizessem as suas ‚Äúlives engana√ß√£o‚ÄĚ, com musiquinhas e leitura de not√≠cias que apenas repercutiam a narrativa dos advers√°rios, enquanto Lula era conduzido com tapinhas nas costas e abra√ßos para o corredor da morte.

Foi a√≠ que surgiu a primeira ideia: um texto inflamado, ao mesmo tempo (i) atacando o Duplo Expresso; e (ii) louvando a atua√ß√£o dos ‚ÄúTr√™s Lobinhos‚ÄĚ, assinado pelo atual Conselheiro da Rep√ļblica ‚Äď de Michel Temer!¬†(onde chegou com o apoio de Paulo Pimenta!) ‚Äď, ex-comentarista do Duplo Expresso e ex-Ministro da Justi√ßa da ‚Äúhonesta‚ÄĚ Dilma Housseff, Eug√™nio Arag√£o:

 

O mesmo que, poucos dias antes, atestara ‚Äď ao vivo ‚Äď a import√Ęncia ‚Äď pol√≠tica ‚Äď do documento que public√°ramos:

 

O novo ataque n√£o nos matou, fortaleceu-nos!

(confira nossa reveladora resposta √† “virada de casaca” de Eug√™nio Arag√£o¬†aqui)

 

Surgiu ent√£o a ‚Äúbala de prata‚ÄĚ dos ‚ÄúTr√™s Lobinhos‚ÄĚ: alugar a caneta de Luis Nassif. O ‚Äújornalista‚ÄĚ n√£o se fez de rogado: acrescentou mentiras a uma r√°pida pesquisa no LinkedIn, feita dias antes pela trupe do DJ Paul Pepper (pesquisando os dados de Romulus Maya com IPs direto de Bras√≠lia e Porto Alegre – batom na cueca!), e assinou.

Pior: com zero “investiga√ß√£o” – Luis Nassif sempre conheceu a identidade de Romulus Maya (“Romulo Brillo”). Entre outras coisas, como trocas de email e de mensagens eletr√īnicas diretos entre ambos (ver prints), Nassif era “simplesmente” contato de Romulus no LinkedIn! Sempre teve acesso, portanto, a toda a sua trajet√≥ria profissional e acad√™mica – irrepreens√≠vel:¬†Romulo Brillo¬†(nome¬†‚Äď antes¬†‚Äď protegido pelo acordo de pseud√īnimo violado por Nassif), √© advogado formado na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ); P√≥s-graduado em Direito do Com√©rcio Internacional pela UERJ, Mestre em Direito Internacional e Integra√ß√£o Econ√īmica pela UERJ; Mestre em Direito Internacional Econ√īmico pela Universidade de Barcelona (LL.M.); Doutorando em Direito Internacional na Universidade de Berna, na Su√≠√ßa.

 

Ato cont√≠nuo, Nassif assinou o “dossi√™” (fajuto) enviado pelo “DJ” com a mesma caneta por meio da qual afirmara, meses antes, que Cunha era um ‚Äúpreso bem-comportado e insignificante em Curitiba‚ÄĚ (sic). Mais que qualquer outra coisa, o tal ‚Äúdossi√™‚ÄĚ contra Romulus Maya √© atestado de que Nassif n√£o tem escr√ļpulos: passou por cima de acordo para a preserva√ß√£o, por meio do uso de pseud√īnimo, do nome real de antigo colaborador do seu blog.

 

Chocou seus pr√≥prios leitores, inclusive. Muitos deles censurados na se√ß√£o de coment√°rios do “dossi√™” fajuto, como vemos em mais este print:

*

(5) O Fim

Diante de tamanha canalhice, n√£o havia como n√£o concluir esta Parte II resgatando o documento ‚Äď da ONU! ‚Äď que desmascara e sepulta, de forma definitiva, Luis Nassif, o alugador de canetas da “Blogosfera (dita) progre$$ista”:

 

Eis e-mail enviado h√° poucos dias por Timothy Sullivan, funcion√°rio das Na√ß√Ķes Unidas em Genebra encarregado de comunica√ß√£o e rela√ß√Ķes exteriores do seu bra√ßo econ√īmico, a UNCTAD (Confer√™ncia das Na√ß√Ķes Unidas sobre Com√©rcio e Desenvolvimento):

 

Para aqueles que não podem ler o original, em inglês, segue tradução livre do email acima, enviado do endereço funcional de Timothy Sullivan na ONU. Os grifos são nossos:

Fui contatado pelo Sr. Romulo S. Brillo (‚ÄúRomulus Maya‚ÄĚ, no pseud√īnimo de militante pol√≠tico) no in√≠cio deste ano, em mar√ßo, a respeito de uma acusa√ß√£o que havia surgido na imprensa brasileira em que se dizia que ele foi para Angola em 2011 para atuar como lobista da trading Trafigura, com o objetivo de corromper funcion√°rios do governo angolano visando aos contratos de fornecimento de petr√≥leo daquele pa√≠s para mercados estrangeiros.

Falo portugu√™s e assim pude ler o artigo em quest√£o, que o Sr. Brillo me enviou, intitulado ‚ÄúO estranho caso do advogado internacional que virou blogueiro‚ÄĚ, de 5 de mar√ßo de 2018 (link: https://jornalggn.com.br/noticia/o-estranho-caso-do-advogado-internacional-que-virou-blogueiro), de autoria do Sr. Luis Nassif.

Trabalhando no escrit√≥rio de Genebra da Confer√™ncia das Na√ß√Ķes Unidas sobre Com√©rcio e Desenvolvimento (UNCTAD) e, estando naquele momento diretamente envolvido no projeto que levou √† visita do Sr. Brillo a Angola de 18 a 21 de julho de 2011, fiquei chocado com as acusa√ß√Ķes feitas pelo Sr. Nassif contra o Sr. Brillo.

O Sr. Brillo foi contratado pelas Na√ß√Ķes Unidas para viajar para Angola como parte de um programa de capacita√ß√£o do TrainForTrade de longa data (anos de dura√ß√£o), para ministrar workshop dirigido a autoridades governamentais de pa√≠ses africanos de l√≠ngua portuguesa sobre a negocia√ß√£o de tratados internacionais de investimento e preven√ß√£o de lit√≠gios internacionais.

 

 

 

O programa e a miss√£o do Sr. Brillo foram organizados pela UNCTAD e financiados por fundos de desenvolvimento da Uni√£o Europeia, sem envolvimento de qualquer empresa privada em geral ou da Trafigura em particular.

Voltando a ser contatado pelo Sr. Brillo semanas atr√°s, sugeri que ele solicitasse uma c√≥pia do contrato de consultoria firmado entre ele e as Na√ß√Ķes Unidas em 2011 para a miss√£o em quest√£o, anexada √† presente mensagem.

Espero que esta mensagem e o documento em anexo possam ajudar a p√īr fim a tais acusa√ß√Ķes mentirosas contra o Sr. Brillo.

Cumprimentos,
Timothy Sullivan

 

*

√Ä ‚ÄúBlogosfera (dita) Progressista‚ÄĚ, fundamental (como visto) para o seeding e o firehosing do ‚Äúmaterial‚ÄĚ fabricado por Luis Nassif (a mando de Paulo Pimenta), desafiamos ‚Äď uma vez mais ‚Äď a nos concederem direito de resposta. Que publiquem os documentos acima, da ONU. Nominalmente (entre outros):

– Luis Nassif/ GGN
– Miguel do Ros√°rio/ Cafezinho
– Kiko Nogueira/ DCM
– Site do Partido dos Trabalhadores
– Paulo Pimenta
– Wadih Damous
– Leonardo Attuch/ Brasil 247
РLuiz Carlos Azenha/ Conceição Oliveira/ Viomundo
РRenato Rovai (Professor de Comunicação!)/ Revista Fórum
– Cynara Menezes/ Socialista Morena
РPragmatismo Político
– Emir Sader
– Breno Altman
РEugênio Aragão
– Marcia Tiburi
– Di√°rio da Causa Oper√°ria
– Osvaldo Bertolino
– Fernando Horta
– Luiz M√ľller

Quem tem medo da verdade?

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P.S.: O Duplo Expresso aproveita a oportunidade para desejar um bom 2019 para cada “expressonauta”. Sigamos adiante. N√£o ser√° f√°cil. Haver√° que lutar. Mas estamos todos juntos, na mesma trincheira. E j√° sabemos quem, nela, est√° na realidade trabalhando para o outro lado. Pelo menos para isso valeu 2018.
Virão mais ataques em nossa direção, é certo. Mas todos de festim. Afinal, não haveria como termos mantido nossa independência até aqui, sob cerrado tiroteio, se tivéssemos rabo preso.
Ao contrário, isso é com eles: tão presos são os seus rabos que não passa nem sinal de wi-fi!

 

Feliz 2019!
(na medida do possível)
#LulaLivre #LulaVIVO

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P.P.S.: link para a Parte I: Documento da ONU sepulta Luis Nassif: o caso Duplo Expresso/ Romulus Maya” – 24/dez/2018

 

 

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Romulus Maya

Advogado internacionalista. 10 anos exilado do Brasil. Conta na SU√ć√áA, sim, mas n√£o numerada e sem numer√°rio! Co-apresentador do @duploexpresso e blogueiro.