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PCO, Duplo Expresso e Nocaute explicam lugar de Haddad na traição a Lula dentro do PT
“Plano B”: quem armou a cama de gato política e jurídica para Lula?
Resposta: a tendência “Mensagem ao Partido” dentro do PT.
Análise de Rui Costa Pimenta, do PCO, Romulus Maya, do Duplo Expresso, e José Arbex, do Nocaute. Além de depoimentos reveladores de Gleisi Hoffmann, João Pedro Stédile e do próprio Lula.
Da tal facção “Mensagem ao Partido” fazem parte (i) José Eduardo Cardozo, o laranja podre do PT; (ii) Tarso Genro, algoz da tendência de Lula dentro do PT, atual CNB, durante o “Mensalão”; (iii) o Dep. Paulo Teixeira, que nada fez pela defesa – real – de Lula no Congresso (assim como tampouco o fizeram os Deps. Paulo Pimenta e Wadih Damous); e (iv) o próprio Fernando Haddad (!), até outro dia.
Alerta: Golpe ordena abate do Duplo Expresso via pena – alugada – de infiltrados
*Atualizado 25/ago/2018 – 20:33*
O Duplo Expresso continua atrapalhando os planos dos articuladores do Golpe no Brasil. Tanto os ostensivos quanto os dissimulados. Por isso, não é surpresa que tenhamos nos tornado, mais uma vez, alvo de uma blitzkrieg, coordenada, de membros destacados – e outros obscuros – daquilo que chamamos de “GloBosfera (pseudo-) progressista”. Toda ela devidamente embarcada na canoa do Plano B – de B’ola nas costas, evidentemente.
Fico a saber que funcionário da própria “Central do Plano B”, também conhecida como “Brasil 171” (ou “247”, se preferir), publicou há pouco em seu perfil no Facebook (ajudemos o rapaz a ficar mais conhecido) novo ataque contra nós. Esse, a se seguir a todo um dia de ataques por parte da – ex-Veja (!), ex-Folha, ex-… – Cynara Menezes. Sim, aquela “morena” que ganha a vida com a tarefa – inglória, convenhamos – de polarizar com MBLs e Bolsonaros da vida (sequestrando a pauta), surfando (sem nenhuma sinceridade) a onda identitárias na esquerda, com meta a atingir de “lacração” e “tabu quebrado” por semana.
Ao final, reproduzo os ataques de Cynara. Mas antes, reproduzo o grande divertimento que o funcionário do banqueiro – bandido – Daniel Dantas (apud Paulo Henrique Amorim) nos proporcionou nesta quente noite do verão alpino.
Carmen Lúcia responderá por mortes com greve de fome
A eventual morte desses brasileiros será responsabilidade exclusiva da Ministra Carmen Lúcia, que, na qualidade de Presidente do STF, está cedendo a chantagem que se vale até mesmo da ameaça de difusão de registros em imagem da sua orientação homossexual. Há outras alavancas a pressioná-la, como a aquisição subfaturada de uma mansão em Brasília das mãos de um bicheiro, bem como suspeita de venda de voto e de “pedidos de vista” (sem fim) em casos envolvendo bilhões.
Ler maisCarmen Lúcia, lésbica enrustida, mantém Brasil refém desse seu “segredo” (?)
Vamos libertar “Carminha” da chantagem? E de ter que ficar encenando esse álibi ridículo de “freirinha”, “assexuada”, para esconder aquilo de que ela gosta?
O Brasil – e Lula – não podem ficar reféns, dentro do armário da… Presidente do STF (!)
Quem sabe ainda não há tempo para ela se assumir uma “cantora da MPB”, hein?
Golpe vs. Haddad: destino de Lula – e do Brasil – estão selados?
Se o Plano B vier a ser um desastre, é bom que tenhamos em mente que esse trem parece já ter saído da estação. Ou assim quer fazer crer. Isso porque a entrevista ontem à noite de Fernando Haddad à TV Bandeirantes foi uma entrevista “normal”, de um candidato “normal”, que disputa eleições também “normais”. Tudo no melhor figurino “as instituições funcionam normalmente”. Tirando o primeiro bloco, em que se discute a substituição de Lula por Haddad e o destino do primeiro num governo do segundo (notem: o que ficou sem resposta!), nada mais ali daria a entender que o Brasil vive sob um Golpe. Seguiram-se exposições “programáticas”, no melhor estilo sabatina de candidato.
Se ao menos o tal “programa” refletisse um esboço de reação ao Golpe…
Que nada! Não surgiram, em momento algum, as palavras “Golpe”, “Pré-sal”, “EUA”, “Lava Jato”/ “invasão da política pelo Judiciário”.
Percebem como a medida acautelatória concedida pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU em favor de Lula veio a fazer marola num mar sobre o qual o rumo (do Golpe/ Plano B) já estava bem delineado?
A Petrobras, o setor petroquímico e a Braskem
Este artigo visa informar sobre fatos considerados relevantes ocorridos no setor petroquímico nacional, com destaque para a Petrobras e a Braskem.
A Petrobras Química S.A. – Petroquisa, a primeira subsidiária da Petrobras, nasceu em 1967 para articular o setor estatal e privado na implementação da indústria petroquímica brasileira. Para se ter uma ideia da importância deste momento, basta lembrar a presença dos produtos petroquímicos produzidos a partir de derivados do petróleo ou do gás natural no nosso cotidiano. É praticamente impossível existir uma atividade sem materiais como o plástico, o náilon e a borracha, produzidos a partir desses produtos. A Petroquisa marcou o início da história do setor petroquímico brasileiro.
Ler maisGuerra econômica contra o Irã é guerra contra a integração da Eurásia
A histeria reina suprema depois que a primeira rodada de sanções dos EUA entrou em vigência novamente contra o Irã, semana passada. São vários os cenários de guerra, mas mesmo assim o aspecto chave da guerra econômica lançada pelo governo Trump tem passado despercebido: o Irã é peça central num tabuleiro de xadrez muito maior.
A ofensiva de sanções dos EUA, lançada depois da retirada unilateral de Washington do acordo nuclear iraniano, tem de ser interpretada como um gambito para avançar no Novo Grande Jogo, em cujo centro estão a Nova Rota da Seda da China – o mais importante projeto de infraestrutura, pode-se dizer, do século 21 – e a integração da Eurásia.
As manobras do governo Trump dão prova de o quanto a Nova Rota da Seda da China, ou Iniciativa Cinturão e Estrada (ICE), ameaça o establishment norte-americano.
Duplo Expresso entrevista Rui Costa Pimenta
Entrevista com o Presidente Nacional do Partido da Causa Operária – Rui Costa Pimenta –, abordando diversos temas solicitados pela comunidade do Duplo Expresso. Em pouco mais de meia hora, RCP fala sobre o ciclo de palestras de luta contra o golpe realizado na Europa, futebol, situação política, mobilização popular, entre outros.
Ler maisDuplo Expresso 20/ago/2018
Destaques:
– O arquiteto e comentarista de Design e Empatia Carlos Krebs comenta a entrevista com Rui Costa Pimenta (PCO) em Copenhague na Dinamarca.
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.
ONU: tiro de Bolsonaro sai pela culatra. Lulistas agradecem: “Golpe é Golpe”!
Na sexta-feira avisamos, antes mesmo do Itamaraty, que a decisão da ONU seria descumprida pelo Golpe. Seguindo Gramsci, pessimistas na análise e otimistas na ação, dizíamos como o fato – que estava dado porque, afinal, “Golpe é Golpe” – deveria ser explorado na nossa luta política.
Não tenham dúvida: mais do que os agentes do Golpe (i.e., os ostensivos), quem mais se abalou com a decisão da ONU foram os conspiradores do “Plano B” dentro do PT. Como justificar agora a participação numa fraude, que até a ONU reconhece como tal, se não for para, tão somente, denunciá-la?
A fala de Bolsonaro de que “retirará o Brasil da ONU” acentua o contraste Golpe vs. ordem jurídica, seja ela nacional ou internacional. Aumentando o caráter de exceção do mesmo – de novo: Golpe é Golpe! – torna ainda mais difícil a tentativa dos defensores do “Plano B” dentro do PT de normalizar o descarte de Lula. E a participação “programática”, legitimadora, sob Fernando Haddad na Fraude Eleitoral 2018.
O tiro de Bolsonaro sai pela culatra: fortalece Lula e aqueles que o defendem “até as últimas consequências”. Obrigado!
Golpe é… Golpe! – Brasil descumprirá decisão da ONU em favor de Lula. E aí?
A decisão da ONU hoje significa que, mesmo antes de se pronunciar sobre se há ou não perseguição a Lula pelo Judiciário brasileiro, o Comitê reconhece que haverá prejuízo irreparável caso o ex-Presidente seja impedido de concorrer até que o mérito seja decidido. Mal comparando, é uma espécie de decisão “liminar”.
Trata-se de uma importante vitória. Mas que é eminentemente moral, e (portanto) política, dada a ausência de mecanismo de execução. Em vista disso, é na arena da política que pode – e deve – ser explorada:
– ” O mundo reconhece que Lula é perseguido! E, para perseguir Lula, o Judiciário brasileiro, parte do Golpe, passa por cima até de decisão da ONU!”
Mais do que nunca, em consequência do pronunciamento da ONU, o PT tem a obrigação – política – de casar discurso e ação. Tratar o que, acertadamente, chama de Golpe como… Golpe. E levar às últimas consequências a (até aqui apenas…) palavra de ordem “eleição sem Lula é fraude”.
A verdade é que a decisão da ONU não afeta, muito, a linha de ação do Golpe. Apenas aumenta, um tantinho, o preço em desgaste de imagem que eles terão que pagar. E, certamente, estarão dispostos. Afinal, Golpe é… Golpe. No entanto, sobre as cabeças dos conspiradores do Plano B, ela cai como uma B’omba. Viva!
Plano B: há estratégia? Ou é a capitulação exigida pelo Golpe?
Não ganhamos nada e perdemos tudo ao continuar adiando – como vimos fazendo até aqui – um enfrentamento incontornável com o Judiciário.
Se é para perder, em ambos os casos, que seja pelo menor número de gols. Tática do empate.
Mas não… esse “Deus proverá” continuará sendo o álibi para quem não quer lutar (por “n” razões, inclusive a cooptação, mas não apenas) e/ ou acha que vai sobreviver à continuação do expurgo do PT.
Com Plano B não só deixamos entrar a goleada como concordamos com a amputação das nossas pernas.
Que militantes rasos já tenham esquecido os padrões de tudo o que aconteceu até 2 semanas atrás – afinal, é Golpe ou não é? – e já tenham entrado no frenesi de “Fla-Flu” eleitoral, entre vermelhos e azuis, eu compreendo. E condoo-me até. Imaginar uma “eleição”, totalmente controlada pelo Golpe, em que o Golpe sairia derrotado…
Mas numa discussão estratégica, em que se tenta ultrapassar as armadilhas dos (reconfortantes) vieses cognitivos, não há como não reconhecer que o Plano B é a capitulação que o Golpe há muito esperava.
UE caiu na armadilha de Washington, para a guerra comercial anti-China
Embora muitos na União Europeia (UE) tenham respirado aliviados ante o aparente sucesso das recentes conversações sobre tarifas comerciais entre Juncker, presidente da Comissão da UE, e o governo Trump, na realidade parece que Washington conseguiu arrastar ardilosamente a UE, especialmente a Alemanha, a fechar a porta contra qualquer possível colaboração com a China para o desenvolvimento comercial e econômico.
Apesar de haver problemas com a política econômica da China, os recentes desenvolvimentos sugerem que se criou algum consenso na UE para dar as costas aos monumentais potenciais do espaço econômico eurasiano com centro na China, a favor de uma aliança com EUA e com o Japão – ambos países hostis ao desenvolvimento da China. É desdobramento que pode ferir gravemente o desenvolvimento da economia da UE.
Pense e dance, pense, pense e dance
As pessoas não são pilhas para estarem polarizadas. Conheça um pouco sobre a piezoeletricidade, e imagine o quanto a direita bitolada e a esquerda cirandeira deixam de produzir em energia com suas manifestações. Entre o tantan e o tunt-tunt, temos muito a discutir combinando razão e emoção. Pense e dance, mas pense!
Ler maisColapso da lira turca atravessará o Mediterrâneo
No instante em que Erdogan deu-se conta de que entrara como bode expiatório na narrativa do fracasso de EUA e Israel na Síria, pôs-se a procurar rota de fuga. Na procura, acabou chegando ao lado errado da política exterior dos EUA.
A Turquia é a joia da coroa da OTAN. É a segunda maior força em solo da OTAN. Controla o acesso ao Mar Negro e à Terra do Meio do mundo.
E Erdogan quer unir-se aos (B)RICS. Comprar petróleo iraniano, gás russo, poder nuclear e defesas antimísseis.
Tudo isso é não-não-e-não.
Por isso os EUA estão empurrando a Turquia para a hiperinflação.
A (falsa!) “subida de Alckmin” nas “pesquisas”: Duplo Expresso acerta de novo!
De tão previsíveis as jogadas do Golpe, está ficando repetitivo registrar o papel de Cassandra que vem sendo exercido pelo Duplo Expresso até aqui.
Dissemos ainda em julho: “veremos, como em TODAS as eleições desde 2002, os institutos de pesquisa (do esquema) relatarem uma alegada ‘disparada na reta final’ do candidato tucano nas últimas semanas antes do primeiro turno, que vai casar, ‘providencialmente’, com a dianteira – ‘surpreendente’ – que o candidato do PSDB ‘vai abrir’ – i.e., na apuração – com relação ao ‘terceiro colocado’ (entre aspas mesmo)”.
Pois adivinhem?
Desta vez, como o salto a “ser dado” por Alckmin é grande demais e a eleição mais curta, os defraudadores resolveram começar a tal “subida” ainda antes do início do – “redentor” (sic) – horário eleitoral gratuito (o álibi a que os “analistas” sempre recorrem para explica-la).
Registrem: no dia de ontem foi dada a largada da fraude 2018. E nas páginas da Veja!
Mas e o PT, hein? Que papel desempenhará em toda essa farsa?
Haddad contraria PT e adota discurso da direita sobre Venezuela. Sobre os EUA? Nada diz
Impressiona a falta de traquejo político – e até de sagacidade – daquele que almeja substituir (não outro que…) Lula (!) como o candidato do PT à Presidência da República. A quantidade de tiros no pé disparados em pouco mais de 1 semana por Fernando Haddad, o “FH” desta geração, é fabulosa. Imaginemos o que ocorreria numa campanha em plena marcha, com escalada da tensão.
Na redução que o “globalismo progressista” promove da política a uma oposição entre (pós-) “modernos” e “reacionários”, o conflito capital vs. trabalho, fundamental desde sempre no ideário de esquerda, passa a um segundo plano. Mais que isso, suprime-se o outro eixo definidor no mapeamento (geo-) político: o conflito, dentro da lógica de “império”, entre os interesses do centro e da periferia do capitalismo.
Quando perguntado sobre se a Venezuela e a Nicarágua não seriam “ditaduras”, Fernando Haddad tenta ensaiar um murismo. Acaba, contudo, entregando-se e dizendo, por exemplo, que o “regime” (sic) venezuelano, com uma “sociedade conflagrada” (sic), não seria uma democracia. Repete ainda a asneira plantada pelos EUA de que a Nicarágua viveria uma “guerra civil”. Isso quando, na realidade, tenta-se uma nova “primavera”: o pequeno país centro-americano é a bola da vez nas operações de desestabilização patrocinadas pelos EUA.
Duplo Expresso 14/ago/2018
Destaques:
– O especialista em Minas e Energia, PhD em Engenharia na área do petróleo, Paulo César Ribeiro Lima comenta: “Pré-sal: Regime Temer também erra. Ainda podemos reverter”
– O doutor em Economia Gustavo Galvão fala sobre: “Crise econômica da Turquia”
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.
O genocídio de uma população inteira e a “Guerra às Drogas” como pano de fundo
No vídeo de hoje, Maria Eduarda Freire, expõe o pretexto da “Guerra às Drogas” para uma política de Estado de Extermínio através da associação de determinadas drogas tornadas ilícitas a grupos sociais, os marginalizados, os inimigos dessa guerra.
Maria Eduarda fala da necessidade da legalização e consequente regulação e controle da produção, do comércio e do consumo de todas as drogas, para que se ponha fim à essa política penal que pune apenas a ponta mais frágil do tráfico e está completamente fadada ao fracasso.
Confira o vídeo!
Regime Temer perde a lanterna nas profundezas do pré-sal, mas a luz ainda existe
A Lei nº 12.276/2010 autorizou a União a ceder onerosamente à Petrobras o exercício das atividades de pesquisa e lavra de petróleo e gás natural em áreas não concedidas localizadas no Pré-sal. A estatal tem a titularidade dos volumes de petróleo e gás cedidos pela União, sendo o exercício das atividades de pesquisa e lavra realizado apenas pela Petrobras, por sua exclusiva conta e risco, nos termos do Contrato de Cessão Onerosa.
O Projeto de Lei – PL nº 8.939, de 2017, de autoria do Deputado José Carlos Aleluia, que deu origem ao PLC nº 78, de 2018, em tramitação no Senado Federal, modifica a Lei nº 12.276/2010 e permite que a Petrobras negocie e transfira a titularidade desse Contrato, desde que seja preservada uma participação de, no mínimo, 30%.
Exclusivo: “Mercado”, lá fora, não dá Lula como morto!
O Duplo Expresso é, e seguirá sendo, “Lula de A a Z”; “Lula até as últimas consequências”. Para o Duplo Expresso, não se troca de palavra de ordem como se troca de roupa íntima usada, de um dia para o outro. Portanto, eleição sem Lula é – e continuará sendo – fraude.
Mais do que por Lula, por quem temos enorme respeito e gratidão, mantemos a nossa palavra pensando no Brasil. O país – e os seus pobres – têm na sua única liderança popular a sua, também única, esperança de derrotar o Golpe. Seja na sua vertente mais ostensiva (Globo/ Judiciário/ direita/ EUA/ Finança), seja na sua vertente intra-PT.
O Duplo Expresso é Lula. Se de todo impossível, defendemos uma anti-candidatura. Uma que chame a farsa pelo que ela é – fraude –, adotando uma tática de empate.
Em ambos os casos, defendemos que se promova uma totalização paralela à do TSE, baseada nos boletins em papel emitidos por cada urna eletrônica. Exatamente como fez Brizola no RJ em 1982.
Maria Eduarda Freire denuncia o Estado de Exceção que vivemos no Brasil
Maria Eduarda Freire em seu comentário denuncia o Estado de Exceção que vivemos no Brasil relativamente ao sistema carcerário que funciona como instituição de exclusão dos grupos humanos em situação de vulnerabilidade social, os jovens pobres negros moradores das favelas.
Ela denuncia o maior crime contra a humanidade que é o genocídio dessa população inteira pelo Estado aplaudido por uma sociedade punitivista que tem a mídia como mentora de incitamento do ódio contra os marginalizados.
A quem interessa a ignorância política do militante “de esquerda”?
O certo é que a visão da sociedade com o que é ser “de esquerda” deve ser comparada à “treva” a ser desvelada e iluminada. É preciso que seja resgatado – ainda que com a necessária modernização – a identidade do cidadão/eleitor consciente e crítico, pois – a despeito dos 13 anos que o “campo progressista” esteve no poder – a maioria dessas pessoas foi destituída da capacidade de conhecer a própria realidade.
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