#LulaVivo – por que devemos seguir lutando pelo “cara”

Tenho plena consciência das melhoras sociais e econômicas que testemunhei na sociedade como um todo durante o período de governo dos presidentes Lula e Dilma. Também sei que mais de 60% da população brasileira pensa como eu e queria o presidente Lula de volta em 2018. E por isso temos que lutar pela vida e pela libertação do presidente Lula, pois é ele quem representa os anseios de todos nós, brasileiros.

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O Brasil é grande demais para um sistema de votação tão frágil

A festinha hacker na cobertura do homem mais poderoso do Brasil, será suficiente para que o TSE se curve ao povo, de onde todo o poder emana e em nome de quem será exercido?
Ou será necessário um levante armado com os fuzis do Bolsonaro? Ou será que o Bolsonaro, agora eleito, mudou de ideia quanto à imprestabilidade do escrutínio exclusivamente eletrônico – logo, secreto – dos votos?
Quem viver, verá.

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2018: “A Coalizão do Caos” | A fala de Felipe Quintas

A transcricão da fala de Felipe Quintas apresenta como os financistas, as forças armadas (FFAA), a Lava-Jato e evangélicos (ou uma parte expressiva de todos esses), fazem parte dessa grande coalizão que, no final das contas, está levando o Brasil ao caos. As forças que estão no governo Bolsonaro já estavam no governo Temer, e estão aí na política desde o impeachment. E todos ou foram aliados de governos do PT, ou foram favorecidos pelos governos do PT – como no caso da Lava-Jato –, ou então começaram como aliados do governo do PT mas progressivamente, por uma série de razões, se descolaram e tornaram-se oposição a eles.

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O Mercado Precisa Explicar

O mercado criou empresas de investimento, poderosos fundos de aplicação, coletando desde fortunas de famílias, lucro de traficantes, subornos de dirigentes privados e públicos, salários de magistrados e barnabés, e, se for possível, as esmolas caridosamente dadas, para estes trilionários, em dólares, fundos de investimentos.

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Duplo Expresso 8/nov/2018

Destaques:
– O escritor, sociólogo e analista internacional Lejeune Mirhan comenta: “Novas e velhas ordens internacionais: para onde vai o Brasil de Bolsonaro?”
– O Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães comenta a atualidade política do Brasil e do mundo.
– Romulus Maya e Patrícia Vauquier fazem a análise da conjuntura política.

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Bolsonaro, terrorismo e petismo jurídico

Na entrevista da Professora Maud Chirio há prognóstico sombrio sobre a democracia brasileira, em particular sobre o que será o governo Bolsonaro.
A Professora Chirio chega a projetar que MST e MTST serão declarados, já em janeiro de 2019, organizações terroristas e que haverá interdição do PT.
O que a Professora Maud Chirio não disse, entretanto, é como Bolsonaro declarará terroristas o MST e o MTST, ou seja, quais seriam os instrumentos jurídicos que permitirão a Bolsonaro criminalizar os movimentos sociais.

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Duplo Expresso 7/nov/2018

Destaques:
– A Senadora Lídice da Mata (PSB-BA) e o advogado Samuel Gomes comentam: “O Brasil que surge das urnas: o desafio nacionalista, popular e democrático.”
– Romulus Maya e Sama fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 6/nov/2018

Destaques:
– O cientista político Felipe Quintas comenta: “A Coalizão do Caos: a articulação entre financistas, Lava-Jato, militares e evangélicos para desmontar o país”
– A socióloga Thais Moya fala sobre: “Evangélicos: o que são, de onde vieram, o que querem e para onde vão nos levar?”
– Romulus Maya e Patrícia Vauquier fazem a análise da conjuntura política.

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A Autocracia Genocida de Witzel

No Rio de Janeiro, o governador eleito, Wilson Witzel, solicitou uma pesquisa às tropas das polícias do Estado que apresente o número de atiradores de elite a disposição para trabalhar no que ele chamou de “abate de criminosos”. Wilson Witzel pretende autorizar a policia a assassinar pessoas nas favelas que estejam portando fuzis, sem que os policiais respondam penalmente por homicídio, mas enquadrados na legítima defesa, resgatando a proposta de segurança pública feita pelo presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, que é “metralhar a favela inteira”.

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Segundo turno das eleições de 2018 e a legitimação do fascismo no Brasil

Dizer que esperávamos a vitória do fascismo nas eleições seria um erro. Muito ao contrário. Estávamos confiantes na virada, como apontavam todos os institutos de pesquisa, com a queda de Bolsonaro e a subida de Fernando Haddad. No entanto, a legitimação do fascista veio pelas urnas. Neste primeiro artigo sobre eleições, pretendo apenas apresentar dados numéricos sobre o resultado em si nas eleições presidenciais. Comentar sobre um tema que tenho introduzido na Sociologia que é a relação com a representatividade do eleito/a no conjunto dos eleitores inscritos. Ao final, algumas breves conclusões, tecendo comentários específicos sobre as formas de como um fascista ascende ao poder.

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Projeto de Lei da cessão onerosa pode causar grandes prejuízos ao Brasil

Pode ser votado no Senado Federal, na terça-feira, dia 6 de novembro de 2018, requerimento de urgência para votar o Projeto de Lei da Câmara – PLC nº 78, de 2018, que altera a Lei nº 12.276/2010 e viabiliza a licitação dos excedentes da cessão onerosa. Aprovada a urgência, a proposição não tramitará por nenhuma comissão de mérito do Senado, a exemplo do que já ocorreu na Câmara dos Deputados.
A Lei nº 12.276/2010 autorizou a União a ceder onerosamente à Petrobras o exercício das atividades de pesquisa e lavra de petróleo e gás natural em áreas não concedidas localizadas no Pré-Sal. A estatal tem a titularidade dos volumes de petróleo e gás cedidos pela União, sendo o exercício das atividades de pesquisa e lavra realizado apenas pela Petrobras, por sua exclusiva conta e risco, nos termos do Contrato de Cessão Onerosa.

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As diferenças entre Ciro e Haddad

As diferenças entre Ciro Gomes e Fernando Haddad podem ser sintetizadas em suas opiniões sobre a criminalização da política promovida por alguns dos membros do Judiciário.
Ciro sempre condenou a criminalização da política, referindo-se à necessidade de respeito à divisão dos poderes como retorno às respectivas atribuições, como retorno às “caixinhas”.
Bem, já Haddad não se limitou a elogiar Joaquim Barbosa, mas reiterou que ele, caso eleito, seria seu conselheiro. Ora, o que tornou Joaquim Barbosa célebre foi sua atuação contra quadros dirigentes de seu partido, inaugurando a narrativa segundo a qual seria o PT “organização criminosa”.

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Democracia e Ditaduras No Cardápio Eleitoral

No Brasil, já fragilizado pelas ações do Governo Temer e pelas ações parlamentares e da própria Dilma Rousseff, em seu segundo e incompleto mandato, com reservas em dólares estadunidenses, que deverão ser desvalorizadas no curso da crise, com qualquer dos dois grupos no comando da Nação, só poderá naufragar. Antevejo ondas de desempregados e saques e violência urbana aumentando. Uma insegurança de toda ordem: pessoal, patrimonial, jurídica, econômica e social. Pois, como ficou óbvio, nenhum dos litigantes no campo do Bolsonário tem projeto para a Pátria Brasileira.

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Duplo Expresso 5/nov/2018

Destaques:
– O especialista em Minas e Energia, PhD em Engenharia na área do petróleo, Paulo César Ribeiro Lima fala sobre a cessão onerosa de campos do Pré-Sal
– A Economista, doutora em Políticas Públicas e mestre em Planejamento e Desenvolvimento Econômico Ceci Juruá comenta: “Que tal revisitar as ferrovias? E constatar que sabemos pouco sobre elas”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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SamaathayDE – Driblando a democracia

Três recortes das participações da dobradinha Sama* + João de Athayde** no Duplo Expresso épico da sexta-feira 02 de novembro de 2018, onde a dupla começou debatendo sobre o documentário “Fake America Great Again” (Driblando a democracia), mas depois seguiu discutindo as consequências do uso de metadados e nossas informações para quem deseja manipular a forma como vemos a realidade.

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Brasil no Mundo Também Não É Pauta Eleitoral

A infelicidade brasileira é a elite que se acostumou pelos 400 anos de escravismo legal e pelo tempo restante, desde seu descobrimento, pelo escravismo não oficial, a não respeitar os pobres e, dentre estes, os negros. No País em que a maioria absoluta da população é formada de negros e mestiços de negros e de índios.

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A estreia do articulista Henrique Matthiesen, novo colunista do Duplo Expresso

Nada é mais importante, para a cúpula do partido da estrela, do que o seu projeto hegemônico e sua soberba com as forças progressistas.
Messiânicos, conjecturam ser uma organização casta, portadora da salvação nacional e da verdade absoluta no campo da esquerda.
Cobram, inadvertidamente, o que são incapazes de praticar; afinal, para alguns iluminados do ABC, eles são as gêneses da história, a reencarnação da virtude, e desta forma, aqueles que não entendem isso são condenados à rotulação de traidores e indignos de coexistir no debate nacional

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Painel (ilustríssimo) debate consequências de Bolsonaro

No último domingo, ao vivo durante a apuração da votação no segundo turno da “eleição” (?) presidencial, os apresentadores do Duplo Expresso Wellington Calasans, Romulus Maya e Carlos Krebs receberam para debate – no calor dos acontecimentos – o cientista político Felipe Quintas, a socióloga Thaís Moya, a comentarista de assuntos jurídicos Maria Eduarda Freire, o antropólogo João de Athayde, o artista visual e ativista Sama, o politólogo e analista internacional Eduardo Jorge Vior, a arquiteta Patrícia Vauquier, o advogado Samuel Gomes e o convidado especial Senador Roberto Requião.

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Um guia prático nacionalista para o momento pós-eleitoral

O momento pós-eleitoral virou uma lavanderia. A melhor forma de autocrítica é andar para a frente em direção um objetivo definido, ainda que com o retrovisor sempre disponível. Lanterna na popa, mas olho na bússola. A bússola é o projeto nacional. Autocrítica para a ação é autocrítica na ação. Mãos em atividade construtiva mais que lábios ansiosos e estressados.
Não é que o passado não conte. Conta muito. As ações passadas são o critério legitimador da ação presente. A isso se dá o nome de coerência.

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Sérgio Moro, ministro de Bolsonaro

Sérgio Moro viola os princípios mais elementares de uma democracia que se pretendeu constitucional.
No exercício do cargo de magistrado, viaja ao Rio de Janeiro para discutir sua lotação em cargo no Executivo.
Discute abertamente sua lotação como se pertencesse à iniciativa privada, sem observar nenhuma restrição por ser membro do Judiciário.
Trata-se de óbvio conflito de interesse entre a imparcialidade do Judiciário e adesão de juiz a programa de governo.

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Duplo Expresso 2/nov/2018

Destaques:
– O politólogo e analista internacional Eduardo Jorge Vior comenta: “Para onde vai a política internacional do Brasil? – Relacionamento Brasil – China e Brasil – Argentina”
– O artista visual e ativista Sama e o antropólogo João de Athayde falam sobre: “O filme ‘Driblando a Democracia’ e as utilizações do artístico na luta pela hegemonia”
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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Debate: documentário “Driblando a democracia” (com Steve Bannon)

Por sugestão do nosso comentarista João de Athayde, amanhã no Duplo Expresso discutiremos o documentário “Driblando a Democracia”, do canal franco-alemão “Arte”, tratando da eleição de Trump, Cambridge Analytica e Steve Bannon. Tudo isso, como sabemos, levado a novos extremos com a eleição de Jair Bolsonaro.

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Samuel Gomes: Decálogo do Brasileiro Nacionalista

Após a sua participação no programa Duplo Expresso (31/10), o advogado e assessor parlamentar, comentarista da nossa página, Samuel Gomes, elencou os “dez mandamentos” para que possamos enfrentar os anunciados “tempos difíceis”. A palavra de ordem é “nacionalismo”. O debate sobre este ou aquele espectro da política e as bandeiras identitárias ficam relegados ao segundo plano, pois a hora é de salvarmos o país e lutarmos por democracia. Confira os dez pontos sugeridos por Samuel Gomes.

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Duplo Expresso 1/nov/2018

Destaques:
– O escritor, sociólogo e analista internacional Lejeune Mirhan comenta: “O Brasil de Bolsonaro e as relações internacionais”
– O Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães comenta a atualidade política do Brasil e do mundo.
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Abestalipse

Um pastor grita na tv durante o horário nobre. Troca-se o canal e vê-se outro. E entende-se que o primeiro era, na verdade, um presidenciável. Os dois gritam, enquanto outros dois – um fardado e o outro engalanado – empurram os fiéis ao abismo. Todos justificam a cobrança do dízimo com um “estamos em obras” no fundo do poço. Deve ser para construir o buraco de Deus e salvar todos os ímpios que se arremessam. Que eles queiram se jogar em frenesi, tudo bem. Mas por que nós temos que ir juntos?

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Decreto 9.544/18

Sorria! A piada mortal começa a ser fotografada no estúdio, na padaria, na lojinha da esquina, no bar-restaurante, na escola do bairro, no centro de saúde e principalmente, na agência bancária mais próxima de você: seu bolso!

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Duplo Expresso 31/out/2018

Destaques:
– O advogado Samuel Gomes comenta: “Chegou a hora e a vez da Frente Ampla?”
– A arquiteta mestra em Engenharia Civil e doutora em Administração de Empresas Patrícia Vauquier fala sobre: “A dissonância cognitiva do regime Bolsonaro”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Bem-vindo à Selva

O Brasil é terra dilacerada. O ex-paraquedista Jair Bolsonaro foi eleito com 55,63% dos votos. Número recorde de 31 milhões de votos nulos ou ausentes. Nada menos de 46 milhões de brasileiros votaram no candidato do Partido dos Trabalhadores, PT, Fernando Haddad; professor e ex-prefeito de São Paulo, uma das megalópoles cruciais do Sul Global. O fato impressionante é que mais de 76 milhões de brasileiros não votaram em Bolsonaro.

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Direito ao Ponto – A Censura instaurada no Brasil

Fechando a segunda temporada do Direito ao Ponto, Maria Eduarda Freire, denuncia a censura instaurada no país, e seus sinais mais claros advém do nosso sistema de justiça.
Maria Eduarda Freire denuncia os recentes episódios de censura perpetrados pela Justiça Eleitoral, e a perseguição aos professores e faz uma reflexão sobre o fascismo da nossa Instituição de Justiça, funcionalmente autoritária e distante dos direitos e garantias cidadãs.

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