Exclusivo: a quem serve a militância – paga – de Paulo Pimenta, Wadih Damous e Eugenio Aragão

Publicado 1/jun/2019 – 19:55
Atualizado 2/jun/2019 – 13:15 – prints com os recibos passados (final) e depoimento-bomba de Tacla Durán, comentado

  • “De graça, por ‘amor à causa’, não tem nenhum ali, não…
  • Para sermos exatos, R$ 19.902,20 de salário mais mil para alimentação.
  • Fora auxílio para transporte, plano de saúde, etc.
  • E, também, um virtual ‘imóvel funcional’, já que o cúmplice deve continuar tendo à sua disposição a ‘República’ (mais para garçonnière) que manteria em Brasília em parceria com outros deputados.
  • Aliás, ‘República’ essa bem ‘movimentada’ (e alcoolizada), como sabem todas as ‘Marias-gabinete’ do circuito Brasília-Gama…
    (com direito até a cena pública, de esposa ciumenta, de vez em quando…)”
  • Tirem as crianças da sala antes de abrir o link. 

Exclusivo: a quem serve a militância – paga – de Paulo Pimenta, Wadih Damous e Eugenio Aragão

Por Romulus Maya, para o Duplo Expresso

De graça, por “amor à causa”, não tem nenhum ali, não…

Tempos atrás revelamos, aqui no Duplo Expresso, que Eugênio Aragão emitiu contra o PT – simplesmente – a quarta fatura mais cara da campanha presidencial do ano passado. Para que você tenha uma noção, leitor, o partido gastou (de financiamento público…) mais com Eugênio Aragão – para que esse “perdesse” no TSE na “defesa” (sic) da candidatura de Lula – do que com gráfica imprimindo santinho (!) de Haddad.

 

Recém-aposentado do MPF, Aragão chegou tomando o lugar de advogados que vinham trabalhando há anos, muitas vezes de graça, por amor à causa, para o partido. Aceitavam trabalhar pro bono por comprometimento, mas também por compreensão diante da difícil situação financeira da sigla.

Já Aragão, que não ganha pouco como aposentado do MPF, não viu problema em cobrar – i.e., por dentro – quase 1 milhão de Reais do PT.

Mais: cobrar isso para “perder”!

*

Bem, na verdade, para ganhar, já que o seu objetivo (sequer disfarçado) era tirar a legenda de Lula e passa-la a Fernando Haddad – ambos, Aragão e Haddad, mancomunados com o TSE na trampa. Mais: queriam fazê-lo o quanto antes, abrindo mão, inclusive, de prazos processuais que beneficiariam a (suposta) “defesa” (!).

*

Dessa perspectiva, a quarta fatura (por dentro) mais cara da campanha poderia ter sido uma espécie de cala-boca?

Bem, seja o que fosse, imaginem como devem ter ficado os tantos otários que vinham advogando, de graça, para o partido… havia anos…

Pior: sem que nenhum deles gozasse da generosa aposentadoria com que contam os juristocratas no Brasil…

Juristocratas como… Eugenio Aragão.

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Mas Aragão não é o único cujo “amor à causa” é calculado às centenas de milhares de Reais. Outro que não faz nada de graça é o ex-deputado (viva!) Wadih Damous. Não tendo sequer direito a aposentadoria especial pelo curto período na Câmara (apenas metade do mandato de outro), a perda da boquinha deve ter sido ainda mais dolorida.

Que fazer?

Voltar a trabalhar, advogando, para se bancar?

Para quê?

Ora, isso é para os otários!

Desconfiados, nós do Duplo Expresso, já desde o ano passado, imaginávamos que o cúmplice de Wadih no crime, Paulo Pimenta (vulgo “DJ Paul Pepper”) viria a quebrar esse galho pra ele.

Não com o seu próprio bolso, mas, sim, com dinheiro público, bem entendido.

Estávamos de olho:

(de dentro da bancada)

 

Pois dito e feito!

Lembrei-me dessa desconfiança quando fui informado, nesta semana, de que Wadih Damous estava por lá, à toa, fazendo live no Facebook ao lado de quem?

Ora, do seu cúmplice no crime, o DJ Paul Pepper, é claro:

*

Pois fui lá eu fuçar e…

– … dito e feito!

 

E logo no dia da mentira, hein?

Haja ironia!

Pois saiba você leitor que, nesse cargo, Wadih não precisa sequer aparecer na Câmara.

Não bate ponto.

Quer dizer…

Até precisa, de vez em quando, fazer uma live no Facebook com o DJ, não é mesmo?

Ora, para isso, o cúmplice alocou até um caixinha de…

– … 21 mil Reais.

– Mensais!

 

Para sermos exatos, R$ 19.902,20 de salário mais mil para a alimentação.

Fora auxílio para transporte, plano de saúde, etc.

E, também, um virtual “imóvel funcional”, já que Wadih deve continuar tendo à sua disposição a “República” (mais para garçonnière) que manteria em Brasília em parceria com outros deputados.

Aliás, “República” essa bem “movimentada” (e alcoolizada), como sabem todas as “Marias-gabinete” do circuito Brasília-Gama…

(com direito até a cena pública, de esposa ciumenta, de vez em quando…)

*

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Nota (1): sim, é vida privada, sim… mas é, também, mais material para rechear dossiê e servir a chantagem, não é mesmo? Pois aguardem que vem muito mais…

Nota (2): a bem da verdade, no “trem da alegria” de Pimenta, Wadih não foi o único contemplado. Teve até ex-motorista tornado chefe de gabinete, sem nível superior, entrando na festa também…

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Mas voltando: como vemos, nenhum deles faz nada de graça…

É preciso notar, contudo, que isso é apenas o “troco”.

Embora esse salário – para não fazer nada (quer dizer, fora lives de Facebook) – seja muito mais do que ganha a imensa maioria dos brasileiros (i.e., daqueles que tem emprego!), para ambos os malandros na Câmara, Pimenta e Wadih, trata-se de “caixinha de cerveja”.

Afinal, Paulo Pimenta, na qualidade de “empresário”, entre outros rolos teria destaque no “inovador” setor de “exportação” – fantasma! – “de arroz”. Operação fraudulenta que visaria a esquentar dólares (que dólares??) vindos do Uruguai (opa!), conhecido paraíso fiscal, terra de doleiros (como, p.e., o pai de #DarioMesser), que faz fronteira, justamente, com o Rio Grande do Sul. Tudo isso conforme denuncia o seu próprio primo (!) e ex-sócio, Antonio Mario… Pimenta!

O parente acrescenta, ademais, que a rede de postos de gasolina do deputado no RS seria utilizada para lavar dinheiro oriundo desse e de outros crimes.

De notar, ademais, que a própria operação de “exportação fantasma” já seria, ela mesma, mecanismo para possibilitar o ingresso de dólares frios no Brasil. Ou seja, também lavagem de dinheiro.

Dólares esses, frios, oriundos de que tipo de atividade clandestina, hein?

(coisa muuuito mais cabeluda, segundo relatos…
E você, aí, falando de “Queiroz”… de drogas… de armas…
Cuidado, hein…)

Ou seja, trata-se apenas da ponta de um iceberg que possibilitaria puxar todo um novelo.

Ou melhor, possibilitaria caso a atuação de Pimenta constituísse, de fato, ameaça ao Golpe e à Juristocracia, que tem o Deputado em suas mãos (inclusive com a Lei da Ficha Limpa).

Mas ele não é ameaça.

Ao contrário: é, na verdade, o cara deles nas “nossas” trincheiras.

Ou melhor: um dos!

Revelador depoimento do primo, feito laranja:

 

– “Empresário” (oculto)…

– Operação fraudulenta de “exportação” – fantasma – “de arroz”…

– Em grandes extensões de terra…

– Uso do próprio primo como laranja…

– Pequenos agricultores lesados…

– “Uruguai”…

– Propriedade de “rede de postos de gasolina”…

–  Rede essa usada para lavar dinheiro…

–  “Lobista de Brasília” (quem?)…

*

– E, no mesmo dia, esse verdadeiro “capitalista ‘vermelho'”, “transnacional”, “diversificado”, vai e…

– … visita assentamento do MST (!)

– É isso mesmo, João Pedro Stédile?!

Ora!

Partido dos…

– … “trabalhadores”?!

Tem algum “trabalhador” naquela bancada ainda?

*

Passeio pelo RJ da notória era Cabral-Cunha (Wadih)

Já Wadih Damous, para além de “rolos” na advocacia e na passagem pela presidência da (rica…) OAB-RJ, em dobradinha com o notório Sergio Cabral no governo do Estado, é alguém que ademais conhece bem o esquema do “Caixinha Unificado Suprapartidário” da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Até por conhece-lo bem, tentou me impedir (ainda em 2017) de revelar a sua existência ao público:

    • “Prisão” fake de Eduardo Cunha – mensagem de Wadih Damous, via Miguel do Rosário:

    • “Caixinha da ALERJ” – áudio de Miguel do Rosário, mais uma vez – certamente – passando recado de Damous:

(tem mais de onde vieram esse print e esse áudio. Mas, como um deles envolve terceira pessoa ainda preservada – alucinada gritando ao fundo –, prefiro guardar por ora)

Quanta “previdência” jornalística! Imagino o tipo de “documento” que Wadih e Rosário exigiam para a publicação dessas importantes denúncias. Isso, na iminência de Lula ser preso pelo mesmo Sergio Moro (!)

– Ata lavrada em cartório do pacto?

– Com as firmas de Eduardo Cunha, Sergio Moro, Paulo Pimenta e Wadih Damous reconhecidas?

– A avença dos termos da traição a Lula e o que os dois “petistas” (?) receberiam em troca?

– Os recibos, assinados, dos pagamentos do “Caixinha” aos deputados da ALERJ?

– E também a deputados FEDERAIS (opa!) do Rio de Janeiro?

Ora, por favor…

Só trabalhamos com fontes seguras, sérias. Nunca demos um tiro n’água aqui. E não foi diferente dessa vez. No Duplo Expresso, a verdade chegou primeiro: um ano antes. Não apenas com relação à situação “prisional” (sic) de Eduardo Cunha, mas também com relação ao Caixinha da ALERJ. Se o “enrolado” Wadih Damous queria “documentos”, o COAF chegou agora para ajudar – ainda que apenas um ano depois do Duplo Expresso.

E, convenientemente, com (i) Lula já preso; (ii) Bolsonaro já eleito; e (iii) o corrupto Sergio Moro ocupando o Ministério da Justiça (!)

Chave “Elisângela” – a “Queiroz” do PT do Rio de Janeiro (de Wadih Damous):

 

Ou seja, os dois malandros, Paulo Pimenta & Wadih Damous, têm extensa capivara. E, por isso, rabo preso. Como resultado, os dois são há muito reféns dos operadores diretos do Golpe no Brasil: a Juristocracia. E, por essa razão, negociaram com ela o pescoço de Lula, a quem diziam “defender”.

Eis prova, cabal, do rabo preso de ambos, exposto por não outro que o próprio Rodrigo Tacla Duran, ex-advogado da Odebrecht:

(e também pelo “doleiro dos doleiros”, #DarioMesser, in absentia)

  • Depoimento comentado, com a contextualização das perguntas e respostas:

 

  • Depoimento sem comentário:

 

Nada de que o Duplo Expresso já não soubesse bem antes.

E, inclusive, que não tivesse feito chegar ao conhecimento do ex-Presidente Lula, que recebeu, em mãos, ainda em março de 2018 (mais de um mês antes da sua prisão portanto), memorando bem recheado:

(emails criptografados, claro)

*

Bem, como você, leitor, pode ver, a nossa parte nós fizemos.

E, exatamente por isso, vínhamos sendo atacados nos bastidores por ambos os malandros, Pimenta e Wadih, desde o final de 2017.

Ora, eles sabiam que nós… sabíamos.

Quando – depois de três meses correndo atrás – conseguimos, em fevereiro de 2018, prova do crime de fraude processual por parte de Sergio Moro, ou seja, o batom na sua cueca de batman…

 

– … o (agora) ex-“juizeco” acionou os seus dois reféns no PT para que tocassem verdadeira operação de erradicação do (perigoso) Duplo Expresso.

Foi apenas a partir desse momento que o público tomou conhecimento – ainda que parcial – sobre o que nos levou a nos afastarmos dos dois malandros, a quem tanto ajudávamos, com dicas quentes (ah, ingenuidade!), ao longo de 2016 e 2017.

Testemunhos insuspeitos da parceria, ainda em 30/mai/2017:

Paulo Pimenta: “o Romulus, nosso camarada, que nos acompanha e tem um trabalho maravilhoso nas redes sociais pergunta…”

Wadih Damous: “Romulus, um abração para você…”

*

Ilustração (entre tantas possíveis): farta troca de mensagens, com ambos, nos dias que antecederam e mesmo em pleno depoimento do ex-advogado da Odebrecht Rodrigo Tacla Duran à CPMI da JBS, em 2017. Mandamos material e perguntas, usados por ambos, durante todas as (longas) 4h do depoimento-bomba.

E no final…

*

Cai a ficha

Tudo isso mudou repentinamente quando, semanas depois, tomamos conhecimento de algo explosivo: o acordo secreto que Pimenta e Wadih haviam celebrado com Eduardo Cunha (que estava, então, solto, clandestino em Brasília!)…

 

– … e Sergio Moro (representado na capital federal pela esposa, em pessoa!) para que ambos os deputados do PT traíssem o interesse de Lula e retirassem esse mesmo depoimento, o de Tacla Duran, do Relatório Final da referida CPMI.

Veja, leitor, a preocupação do malandro-mór quando publiquei artigo denunciando o acordo. Com centenas de milhares de acessos, abalou o eixo Brasília-Curitiba. Pimenta, partindo para a contenção de danos, faz abordagem para tentar (sem sucesso) descobrir a fonte do vazamento:

 

 

Como já esperávamos, de nada adiantou tirar daquele texto qualquer menção à participação dos dois deputados no acordo secreto Cunha-Moro.

Eles sabiam que nós sabíamos.

E isso bastava.

*

Passa o tempo

Contra todos os prognósticos, o Duplo Expresso, “Davi”, sobrevive ao ataque de vários Golias reunidos (os dois deputados, toda a máquina do PT (incluindo até o bravo MST!), escalando mais a Blogo$fera “amiga” e suas penas alugadas).

E sai mais forte.

Do outro lado, na eleição, Paulo Pimenta tem sua votação bastante reduzida, mas consegue ainda renovar o mandato.

Já Wadih conquista, apenas, a suplência. De novo. Suplência essa onde, desta vez, é obrigado a parar. Da outra, contou com intervenção direta de Lula para fazer a fila andar (com diversas nomeações) e, assim, ser feito deputado, pelas mãos do supliciado ex-Presidente.

A quem Wadih pagou, como diz o samba, com traição.

*

Pois agora, já em 2019, na nova legislatura, com o “trem da alegria” nas assessorias das bancadas, o Golpe volta a poder contar com ambos os seus reféns, Pimenta e Wadih, estrategicamente posicionados na liderança da…

– … “oposição” (sic) na Câmara!

(Rá-rá)

E com mais um adicional, como vimos: Pimenta ainda descolou para Wadih um “troco” de 21 mil Reais mensais, na Câmara, para o caixinha da cerveja na movimentada “República” dos deputados.

Maravilha, não?

*

E por falar em “oposição”…

(entre aspas mesmo)

Esse mesmo indivíduo, Paulo Pimenta, sai reconduzido à liderança da bancada do PT na Câmara.

Aliás, no mesmo dia 12 de dezembro (de 2018) em que ele logrou, horas mais cedo, criar o “cargo” (?) em que viria a alocar o (cúmplice) Wadih Damous:

 

Sim, Pimenta…

O mesmo “empresário” do “arroz” – fantasma! – “exportado”…

(#SóQueNão)

E “exportado” para o Uruguai, hein…

(opa!)

E que, segundo o seu próprio primo, lava dinheiro – sujo – em sua rede de postos de gasolina no RS…

(Pior: lembrem que isso era “apenas” o fio de todo um novelo – cabeludo – a ser puxado!)

Pois sai ele, Pimenta, reconduzido – e por aclamação! – à liderança do partido (!)

(de “trabalhadores”?)

*

Minha gente, o que é isso senão rabo preso?

E rabo preso coletivo?

De toda uma bancada?

*

Ah, a omertà

Um refém do outro, que é do outro, que é do outro, que…

*

E ainda tem gente que, diante desses flagrantes de crime e traição, segue pedindo, acriticamente, uma tal…

– … “união” (!)

Ora, pois a “esquerda” (?) brasileira deve ser o único lugar do mundo em que pretensos “estrategas” (sic) pregam união com…

– … traidor!

Aliás, mais que com traidor: com reféns do Golpe!

Indivíduos estrategicamente plantados do nosso lado que, em realidade, estavam – e seguem estando! – no bolso do inimigo.

É mole, minha gente?

Ora, é exatamente por essa razão que, até aqui, não houve e não há resistência ao Golpe, uai!

*

E concluo o artigo repetindo, uma vez mais:

– Está sobrando “PT Jurídico” e faltando o mais elementar de Sun Tzu na pretensa “resistência” ao Golpe no Brasil:

*

– Até quando, meu Deus?

*

*

*

P.S.: como bem retratado na Ilíada, ser Cassandra é maldição divina… e não dom!

Diante disso, súplicas aos Céus:

– Oh, Deus, haja viés e defeito de cognição!

– Haja dissonância cognitiva!

– Por que, Senhor, em dando a eles, e de maneira tão abundante, não deu também a mim?

– Esse – apaziguante – véu da ignorância?

– Seria tão mais fácil, oh, Senhor…

Ílio queima…

Cabelos para quê?

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Atualização 22:15: o “dono da bola” ($)

Da seção de comentários:

(…)

*

Notar: isso aí é apenas o “por dentro”, o “oficial”, o caixa 1…
Sobre um eventual “por fora”, caixa 2, talvez quem saiba e possa ajudar a esclarecer seja, justamente, o primo (laranja) Pimenta, não é mesmo?

*

De novo:

– Um verdadeiro “capitalista ‘vermelho'”, “transnacional”, “diversificado”…

 … visitando assentamento do MST (!)

E, portanto, a resposta à indagação supra seria “sim”:

– Trata-se, mesmo, de rabo preso.

Coletivo.

– De toda uma bancada.

(suspiro)

Despeço-me repetindo, fnalmente:

– Até quando, meu Deus?

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Atualização 23:59: a vida ingrata de tropa de choque (e a invertida)

Tropa de choque vê-se, em geral, forçada a atropelar, sem perder muito tempo, qualquer consideração sobre o chamado “paradoxo da limpeza (ou não) do coco de gato”: que fazer? Limpa-lo ou não? Afinal, como sabemos todos, em se tratando de dejetos de felinos, “quanto mais mexe, mais fede”.

Pois, desta feita, fedeu mesmo:

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A pergunta do trilhão: Lula vai, um dia, falar da traição?

(o referido texto de Piero Leirner comigo, aqui)

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Atualização 2/jun/2019: os recibos passados (e guardados)

Os protagonistas deste artigo, bem como as penas que alugaram na “Blogo$fera amiga”, tomaram todos ciência da sua publicação. Inclusive por mensagem direta, conforme abaixo. Para além das usuais manobras de bastidores atacando o mensageiro (e não a mensagem), ficamos todos na expectativa de um desmentido cabal de tudo o que vai acima por parte de Paulo Pimenta, Wadih Damous e Eugenio Aragão.

Para além desses, que esperar da bancada do rabo preso coletivo?

À guisa de ilustração, eis a parte que – metonimicamente – vale pelo todo, a cabeça que vale pelo rabo. Prints com:

  • Paulo Pimenta;

 

  • Wadih Damous; e

 

  • Eugenio Aragão.

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A pedidos: resumo, audiovisual, do rabo preso de Pimenta e Wadih, exposto por Tacla Durán:

 

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Continua em:

Urgente: blog “Duplo Expresso” obrigado a se retratar com membro do PT

Vimos, pelo presente, pedir – publicamente – desculpas. O site apresentou, dias atrás, informação inverídica sobre destacado membro do PT. Incumbe-nos, portanto, para além da presente retratação, o dever moral e ético de restabelecer a verdade. E pedir perdão.
(Atualizado 4/jun/2019 – 12:15 – Lula desmente Eugenio Aragão)

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Romulus Maya

Advogado internacionalista. 10 anos exilado do Brasil. Conta na SUÍÇA, sim, mas não numerada e sem numerário! Co-apresentador do @duploexpresso e blogueiro.