“A bem da verdade” – a verdadeira

Da Redação do Duplo Expresso
Publicado 3/mar/2018 – 13:08
Atualizado 3/mar/2018 – 19:01

Resposta do Duplo Expresso à nota publicada ontem à noite pelo Deputado Wadih Damous – e prontamente repercutida por seus canais na blogosfera. Ponto a ponto.

A BEM DA VERDADE

Eu e o deputado Paulo Pimenta, sem qualquer motivação aparente temos sido atacados, a partir de um determinado blog, ao nível da calúnia e da difamação.

“Ataques” é o que vem sofrendo o Duplo Expresso por parte de ambos os Deputados. E isso desde dezembro último. Para tais ataques, no entanto, bem conhecemos a motivação: o medo – paranoide – da exposição das pressões que fizeram sobre nós em favor de Eduardo Cunha e Sergio Moro.

Nos acusam de participar de um acordo envolvendo a mim, o deputado Pimenta, Sérgio Moro e Eduardo Cunha. Esse acordo teria resultado na exclusão do depoimento do advogado Tacla Duran na CMPI da JBS. A exclusão se deu, na verdade, por imposição do PMDB e do PSDB, então majoritários na CPMI. O nome disso é molecagem.

Os difamadores dizem mais: que Pimenta está escondendo um documento que estremeceria a República de Curitiba. Trata-se de uma carta rogatória intimando Tacla Duran a comparecer perante os procuradores da Lava Jato.

“Pimenta está escondendo um documento”? Aponte por favor, Deputado, onde teríamos feito tal afirmação. Respondo eu mesmo: em lugar nenhum. Não basta de apelar para confusionismo rasteiro, Deputado?

O tal delirante acordo configura simplesmente uma mentira escabrosa e sujeita seus autores a um processo judicial. Assim sendo, eles estão desafiados a provarem o que alegam.

Ora, fi-lo na manhã de ontem, Deputado, como o Sr. bem o sabe:

Linha do Tempo

(1) Publico o artigo que abalou o eixo Brasília-Curitiba:

(2) Chega o “esperto”

(seguiu-se ligação telefônica em que o Deputado insistiu em saber como chegara à informação de que houvera um acordo entre Sergio Moro e Eduardo Cunha. Evidentemente, desconversei.
Não é “inusitado”?
Um (i) representante do povo, (ii) com formação de jornalista, tentando levantar o sigilo de fonte?)

(3) Diante da minha insistência em dar sequência à pauta, chega dias depois o parceiro dele, (bem) menos “safo”: com termos mais comprometedores e usando intermediário, sem se preocupar com o número de pessoas que tomariam conhecimento dessas “gestões”:

(como anotei no artigo anterior, esperava não precisar publicar prints.
Pois agora suplico aos Deputados que reduzam o seu nível de exposição – já exacerbado – e não me façam publicar áudios!
Paramos por aqui?)

Mover processo aqui na Suíça – onde não haverá, é certo, “carteirada” de “Excelência” – é um direito que lhe assiste, Deputado. O desafio é arcar com a respectiva consequência: a exceção da verdade. Para além dos prints acima, de um processo constariam ainda áudios, é certo. Pois, havendo sigilo, não seria exposta a pessoa constrangida pelo Sr. a “nos enquadrar”.

O Sr. diz acima que “a exclusão (de Tacla Durán do Relatório da CPMI) se deu, na verdade, por imposição do PMDB e e do PSDB, então majoritários na CPMI”.

Causa estranheza portanto, para dizer o mínimo, que viessem a ser dois deputados do PT, Wadih Damous e Paulo Pimenta, aqueles que viriam nos pressionar para não dar sequência à pauta do acordo Cunha/ Moro. E também a outra, correlata, originada lá no nosso Rio de Janeiro natal, lembra?

Já a referida carta rogatória, que deitaria por terra a República de Curitiba, foi por nós juntada em dezembro e faz parte do acervo documental enviado à Procuradoria Geral da República. Esse “bombástico” documento segue anexado. Ninguém está escondendo nada.

Ora, o que segue “escondida”, de todos até aqui, é a boa-fé de ambos os Deputados!

Bem sabem os dois que apresentam documento que nada tem a ver com o que apresentamos no Duplo Expresso!

Mais grave ainda: o documento do Duplo Expresso colocaria Sergio Moro e os Procuradores na cadeia – hoje – cautelarmente. O documento apresentado pelos Deputados, ao contrário, fornece álibi (!) a esses criminosos! Isso porque reafirma a mentira de que Tacla Durán não teria sido ainda encontrado pelo Justiça Brasileira!

Aliás, desperta curiosidade as circunstâncias em que, primeiramente o GGN, do jornalista Luis Nassif, e na sequência o Deputado Wadih Damous obtiveram o documento que apresentaram. Isso porque o mesmo partiu do Ministério da Justiça – golpista – para o juiz Sergio Moro. Evidente: trata-se, afinal, do álibi (!) forjado (!) por ambos para dar cobertura ao crime de fraude processual cometido, de forma reiterada, pelo magistrado de Curitiba!

Sim, porque, por óbvio, um documento emitido pela Justiça espanhola atestando que, naquela oportunidade , Tacla Durán não fora encontrado para ser notificado não pode ter vindo do próprio, não é verdade, Deputado?

Portanto, é seguro afirmar que o Deputado “se equivoca” ao dizer que tal documento faz parte do dossiê que entregou à PGR contendo os documentos enviados por Tacla Durán à CPMI. Tacla, por definição, não poderia ter posse de um documento atestando a sua ausência!

Certo?

Caso tal documento de fato faça parte do dossiê entregue à PGR, fica a pergunta: de onde ele veio, Deputado? Do Ministério da Justiça (golpista)? Ou de Sergio Moro em pessoa?

De forma totalmente diversa, o Duplo Expresso publicou em 26 de fevereiro pedido anterior – secreto! – de cooperação internacional que, diferentemente do aludido pelo Deputado, frutificou! Afinal, graças a ele foi realizada audiência para a oitiva de Rodrigo Tacla Durán na Espanha por procuradores de Curitiba. Audiência essa frustrada, apenas, pela até aqui não explicada “ausência” de tais procuradores. Ou seja, com base no documento do Duplo Expresso Tacla Durán foi devidamente notificado e compareceu à Justiça espanhola!

É um grande desserviço à defesa do Presidente Lula gerar confusão entre uma prova documental de crime cometido por Sergio Moro e documento que visa a servir de álibi – forjado – para o mesmo! Vindo ou do Ministério da Justiça (golpista) ou do próprio Sergio Moro! Custa-me crer que tal grave prejuízo à causa que supostamente partilhamos, Deputado, possa não ser compreendido por jurista tão experiente, ex-Presidente da OAB-RJ.

Faço um apelo, Deputado: abstenha-se de usar a sua rede de comunicação, incluindo blogs amigos e a máquina da Liderança do PT na Câmara (!), para fazer algo que prejudica o Presidente Lula!

E que ajuda Sergio Moro!

E já que falamos do tema da viagem (frustrada?) dos procuradores à Espanha, pergunto ao Sr. se teve desdobramentos a dica que passei para o Sr. e para Paulo Pimenta ainda no ano passado a esse respeito:

O que explicaria a omissão dos Senhores em correr atrás de provas tão relevantes para configurar fraudes processuais em Curitiba, Deputado?

Será o mesmo que os leva a se omitirem com relação ao documento que o Duplo Expresso publicou?

De novo, para que não subsista “confusão” na cabeça dos Deputados:

Poderia nos contar?

Estamos todos curiosos…

A começar, creio, pelo Presidente Lula!

Ao contrário do que esses aventureiros dizem [??], elaboramos uma representação à senhora procuradora-geral da República, Raquel Dodge, exigindo uma ampla investigação sobre os fatos narrados por Tacla Duran. Na quarta-feira passada, juntamos, àquela representação, novos documentos.

Sim, foram à PGR – 3 meses (!) depois!

Em “pajelança”, munidos de câmeras (e sede por “curtidas” em redes sociais, posto que ninguém é de ferro).

Tudo isso em resposta apressada – diversionista! – ao vídeo, viral, que publicamos na manhã daquele dia, cobrando-os pela inação:

Quem revelou ao mundo a existência de Tacla Duran fomos eu e Pimenta.

Gozado… jurava que fora a jornalista Monica Bergamo, na Folha de São Paulo, vários meses antes da sua viagem…

Fui à Espanha às minhas próprias expensas, não para passear, mas para tentar demonstrar que a Lava jato é uma farsa. É inaceitável que indivíduos sem qualquer responsabilidade com algo sério, e da sua confortável segurança na Suíça e na Suécia…

Qual a relevância dos países em que habitamos, Deputado, para o tema ora em discussão?

Argumentum ad hominem?

Sabe bem o que isso indica, não é mesmo?

– … resolvam atacar gratuitamente [antes fosse, Deputado! Não cansa ser tão dissimulado?] os que sustentam um combate sem tréguas contra o estado de exceção e o sistema de justiça brasileiros.

O problema é justamente esse, Deputado: na CPMI houve “trégua”, sim…

E volta a haver “trégua” quando o Sr., ausente a boa-fé, esmera-se em confusionismo, tratando como iguais dois documentos severamente distintos. Com essa cortina de fumaça, parece querer enterrar o real fato novo. Aquele que, houvesse Lei no Brasil, engendraria graves consequências para Sergio Moro.

Por que, hein?

Fique claro que não somos office boys de pretensos detetives que acham que descobriram a pólvora.

Não mesmo: os senhores são mandatários da soberania popular. Ela, a mandante. À qual devem, sim, prestar contas. Espero que até o fim do mandato, que já se aproxima, o Sr. assimile tal lição. Caso ela ainda o incomode, sugiro que não faça mais gestões para ser elevado, novamente, da suplência à cadeira de Deputado Federal!

Em tempo: prestação de contas se faz especialmente oportuna diante das “obscuras” razões que levaram o Sr. e Paulo Pimenta a arremeterem contra o Duplo Expresso, de forma kamikaze, na última semana. Curiosamente, com ímpeto redobrado a partir do dia em que publicamos, com exclusividade, o documento que tanta serventia poderia ter ao Presidente Lula. E, por tabela, ao Brasil.

Documento esse que ambos seguem fingindo ignorar!

Pior, que – por motivos ainda mais “obscuros” – tentam desacreditar e enterrar!

 

O que que é isso, Wadih Damous & Paulo Pimenta?!

Avento hipótese decerto absurda: poderiam os Srs. ter colocado à frente dos interesses do Presidente Lula o medo – paranoide! – que alimentam desde dezembro após as pressões indevidas que tentaram exercer sobre nós?

A nossa luta envolve combatividade e coragem, mas também responsabilidade.

Sim, em especial responsabilidade pelas omissões – gravosas – que têm se acumulado até aqui!

Temos a confiança irrestrita do presidente Lula, do PT e da bancada de deputados federais do partido.

Deputado Wadih Damous, permita-me uma citação da Baronesa Margareth Thatcher:

“Ter poder [ou “confiança”!] é como ter reputação de moça honesta.
Quem realmente tem, não precisa afirmá-la.
Quem precisa é porque não a tem”.

Sobre isso: essa é talvez a questão mais importante!

Os dois deputados fazem questão de dizer que se baseavam e agiam na confiança de Lula. Em relação a outros temas, parabenizo-os por agir assim. Mas em relação à razão de toda essa discussão, a VALIDADE POLÍTICO (!) – JUDICIAL do pedido (secreto!) de cooperação, é IMPOSSÍVEL que estivessem falando em nome de Lula.

Explico: os dois deputados – poucas horas depois da publicação do documento pelo Duplo Expresso – já espalhavam ativamente em Brasília que seria “coisa antiga” ou, pior, “prova furada” (!). Mais: que “não convinha” à defesa de Lula. Eram taxativos: embarcar naquilo seria “perigoso”.

Ou seja, deliberadamente passavam aos interlocutores a impressão de falarem em apoio e, em termos práticos, em nome da defesa de Lula, o grande interessado. Ora, como poderiam ser tão assertivos em relação à posição da (verdadeira) defesa sobre o documento? E isso já um par de horas após a sua publicação? Como pretende-lo sem uma análise detida, pormenorizada, do documento e de suas implicações?

Temos certeza de que a defesa ainda não havia tido tempo de definir a estratégia de como usar o documento. Ou mesmo se conviria usá-lo diretamente. I.e., na esfera judiciária, para além do uso “moral”-político – evidentemente bem-vindo mesmo para a defesa processual.

O mais grave de tudo:

– Paulo Pimenta e Wadih Damous sequer entraram em contato com a defesa de Lula antes de sairem metralhando o documento em conversas de bastidores!

Sim, porque o Duplo Expresso teve acesso à defesa naquele dia. E membro da equipe transmitiu os “parabéns” pelo “belo trabalho”. Na própria terça-feira! Apenas 2h após a publicação!

De maneira “inexplicável”, Pimenta e Wadih partiram em uma maratona de demolição do documento – e do próprio Duplo Expresso! – usando todos os instrumentos ao seu alcance. O mais grave de tudo: alegavam, implicitamente ou não, agir em nome da defesa de Lula!

Afinal em nome de quem poderiam seus interlocutores pensar que agiam?

Na verdade, a defesa mal tomara conhecimento do documento! E, pelo pouco que vira, parabenizara o Duplo Expresso pelo “belo trabalho”!

O que poderia explicar tal comportamento, tão temerário, por parte de Wadih e Pimenta?

O que poderia explicar o empenho descomunal dos deputados para dinamitar prova documental que a defesa de Lula considerara bem-vinda, antes mesmo de qualquer um ter tido tempo de analisá-la em profundidade?

Ou seria a pressa justamente por isso?

Para que ninguém tivesse tempo de analisa-la – antes de ser descreditada por ambos os Deputados?

Bem, só Wadih Damous e Paulo Pimenta podem responder essas perguntas.

Mas uma coisa podemos certamente concluir: não estavam fazendo isso em nome da defesa de Lula!

Simplesmente porque essa não tinha tido tempo ainda de analisar o documento em profundidade – e todas suas possibilidades. Mais que isso: sua primeira análise havia sido muito positiva!

Notem que mesmo na nota ora respondida, de Wadih Damous, assim como Paulo Pimenta em vídeo da véspera, ambos querem fazer crer que agem, a todo momento, sob orientação do próprio Lula:

Confesso que já sou, por default, avesso a “carteirada”. Mas vocês hão de convir que essa, em particular, bate todos os recordes de indecência!

Espero que os democratas não se deixem levar por acusações irresponsáveis que lembram muito os métodos de Sérgio Moro e seus procuradores.

Wadih Damous

Já eu não apelarei para tal “reductio ad Hitlerum”. É pobre. Prefiro fazer votos para que os democratas não se deixem levar pelos tais “alertas” que o Sr. e Paulo Pimenta vêm, com insistência que beira o assédio, fazendo a nosso respeito. Instando-os a se afastarem, imediatamente, de gente “tão perigosa”. Tudo isso tão somente pelo que viemos, inadvertidamente, a conhecer dos Srs. em dezembro passado.

Quanto temor, Deputado!

Como defender o Presidente Lula – a contento – com tantas “preocupações paralelas” a ocupar o pensamento?

Saberá Eduardo Cunha a resposta?

*

Em tempo: toda essa discussão sobre “documento” revelando (ou escondendo, conforme o caso!) o conhecimento do endereço de Tacla Durán por Sergio Moro poderia ter sido superada – desde o ano passado! – caso os Deputados Federais Paulo Pimenta e Wadih Damous – que gozam, em virtude do cargo que ocupam, de fé pública! – tivessem oficiado o juiz Sergio Moro enviando ao mesmo o endereço de Tacla na Espanha. Isso porque, como o próprio Deputado Wadih lembra nessa mesma nota, ambos lá se encontraram com Tacla Durán!

Partindo da premissa de que tal ideia não tivesse, até hoje, ocorrido ao Deputado – e experiente advogado – Wadih Damous, no mínimo deveria provocar no mesmo uma grande reflexão. Reflexão essa que resultasse, oxalá, em mais humildade com relação a sugestões vindas de fora.

Certo, Deputado?

Accountability!

*

Em tempo (2): meu pai começou a trabalhar, aos 15 anos, como office boy em uma multinacional. Saiu diretor. E por isso acredita, equivocadamente, na falácia da “meritocracia”, tão cara a self-made men como ele. Como os leitores do Duplo Expresso já sabem, papai é tucano-raiz. Mas cresci com o contraponto já em casa: mamãe. Brizolista filiada ao PDT, empregada de estatal, que ia a todas as assembleias do sindicato. Era quebra pau todo dia! Na loteria da natureza, eu sai vermelho e minha irmã saiu azul.

Em vista disso tudo, o Duplo Expresso registra, por oportuno, a sua admiração pelo trabalho de todos os office boys do Brasil (como papai um dia foi!). Socialistas, não partilhamos da ideia de usar, em tom depreciativo, o nome da digna profissão de vocês!

*

Em tempo (3): o que fazem os Deputados para impedir a destruição das provas da inocência de Lula daqui a – apenas! – 3 meses?

(7) Bomba – de nêutron (!): a destruição – final! – de todas as provas, numa parceria Odebrecht/ Lava Jato (mais uma!)

(22/1/2018)

A mudança do sistema integrado de Oracle para o SAP é um álibi para destruir informações que comprometem a Odebrecht e também terceiros que a empresa – em conjunto com a Lava Jato – deseja proteger. Em junho deste ano, caso nada seja feito para impedir a migração, as provas de toda a corrupção – nacional e internacional! – da Odebrecht serão destruídas de forma definitiva. Inapelavelmente.

Notem bem: no verso da moeda, também serão destruídas as provas da inocência de Lula!

De forma “incidental” (!), serão destruídas ainda, pari passu, as provas da omissão – deliberada? – dos “investigadores” (?) da Lava Jato em favor de aliados, bem como a fabricação de provas falsas contra os alvos prioritários da operação – como Lula. E é exatamente por isso que a Lava Jato – i.e., o braço brasileiro, aquele com jurisdição sobre a holding e os acionistas controladores – nada faz para impedir a “migração”. Isto é, a queima do arquivo! Na verdade, a Lava Jato está nisso junta com a Odebrecht. Afinal, são cúmplices no(s) crime(s)!

O sistema Oracle é americano. O SAP é alemão. O SAP é imune ao acesso não autorizado por parte dos órgãos de inteligência americanos. Como o SAP é muito mais caro, o motivo para a migração não foi a economia de recursos, mas sim um álibi para, na fase de migração, sumir com dados “sensíveis”.

A versão da Odebrecht de que a Oracle não seria “confiável” para cumprir com as exigências de compliance é balela! Ora, quem não foi “confiável” foi a Odebrecht, corrompendo autoridades em 3 ou 4 continentes! O sistema Oracle nada tem a ver com o uso que a Odebrecht lhe deu! O sistema só faz aquilo que o gestor determina. O sistema não faz censura moral, ética ou penal! Fosse “problemático” diante de supostas exigências de compliance, o sistema Oracle não seria o mais utilizado no mundo, ora!

Repetindo: a migração da Oracle para a SAP – alerta: que será completada em aproximadamente 4 meses! – visa a destruir, de forma definitiva, todas as provas (i) da corrupção da Odebrecht; e (ii) da farsa que é a “investigação” (sic), combinada, Lava Jato/ Odebrecht. E, subsidiariamente, fugir do monitoramento pela inteligência dos EUA.

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Romulus Maya

Advogado internacionalista. 10 anos exilado do Brasil. Conta na SUÍÇA, sim, mas não numerada e sem numerário! Co-apresentador do @duploexpresso e blogueiro.