Duplo Expresso 3/out/2018

Destaques:
– O advogado e candidato a Deputado Federal pelo PDT-PR Samuel Gomes fala sobre: “Uma frente nacionalista, que reúna patriotas e democratas, para salvar o Brasil!”
– A arquiteta, Mestra em Engenharia Civil e Doutora em Administração de Empresas Patrícia Vauquier comenta: “Terceirização Público-Privada: isso é futuro para o Brasil?”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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99%, UNÍ-VOS! III – Os Dez Anos da Crise de 2008

Não se deixe levar pelas sucessivas mensagens veiculadas na mídia corporativa sobre a nobreza do austerícidio praticado pelo Ocidente. Isso serve apenas para que nós – os 99% – continuemos a engordar aquele 1% sob um discurso de que o baixo crescimento é parte de um “novo normal  secular” depois de passados dez anos da crise global de 2008. Nada disso! Vamos romper essas ideias olhando o formato de desenvolvimento impulsionado e conduzido pela mão estatal no Oriente, e como isso tem produzido resultados muito mais relevantes do que aqueles observados nos meridianos de cá da esfera terrestre.

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Banquete de Horrores

Você que ainda assiste boquiaberto as farpas entre os membros da banca togada suprema do país, poupe espanto e saliva. Eles estão apenas fazendo jogo de cena. “Hoje você diz A para que eu diga B, e amanhã fazemos o contrário”, sempre sob o verniz da Lei. Pense assim: assistimos a sucessivos blefes que não passam de um mero “…me passe o sal, por gentileza” enquanto mordem nossa carótida.

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Duplo Expresso 2/out/2018

Destaques:
– O cientista político Felipe Quintas comenta: “A eleição não encerra o golpe”
– O doutor em Economia Gustavo Galvão fala sobre: “A geopolítica da próxima grande crise global”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Eletrobrás: que o próximo Presidente reveja o desmonte

Na última quinta-feira foi realizado o leilão, sem base legal, que visava a vender 71 participações da Eletrobrás em Sociedades de Propósito Específicos. No entanto, nem todas foram vendidas. Como o edital do leilão não atendeu aos procedimentos previstos na Lei nº 9.491/1997, deve ser considerado ilegal. Foi obtido apenas R$ 1,3 bilhão dos R$ 3,1 bilhões pretendidos no leilão. O leilão foi marcado pela baixa concorrência. Em apenas dois houve disputa entre os interessados. Os demais foram negociados ao preço mínimo estabelecido pelo edital.
Que o próximo Presidente da República reveja o programa de desinvestimentos da Eletrobrás.

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Pré-sal: nem mercado acreditou no nível do entreguismo do Regime Temer

Já foram realizadas cinco rodadas de licitações no Pré-Sal, sob o regime de partilha de produção. A última, na sexta-feira passada. A exemplo do que ocorreu em rodadas anteriores, o “mercado” corrigiu parcialmente, por meio de elevados ágios em determinados blocos, os baixíssimos excedentes em óleo para a União exigidos pelo Regime Temer. Mais uma vez, os resultados evidenciaram a falta de compromisso com o País.
Essa “correção” feita pelo “mercado” não pôde ocorrer, contudo, em relação aos baixos índices de conteúdo local, o que impede o desenvolvimento correspondente na indústria nacional.

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Duplo Expresso 1/out/2018

Destaques:
– O especialista em Minas e Energia, PhD em Engenharia na área do petróleo, Paulo César Ribeiro Lima fala sobre os resultados dos leilões da Eletrobras e 5a Rodada do Pré-Sal.
– A Economista, doutora em Políticas Públicas e mestre em Planejamento e Desenvolvimento Econômico Ceci Juruá comenta: “Ameaças neoliberais à social democracia”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Lula, a face do povo: “voltará para de onde nunca deveria ter saído”?

É com profunda tristeza e imenso estarrecimento que assisto às manifestações públicas de amigos íntimos e não tão próximos assim, às de ex-professores de graduação e pós-graduação de uma das universidades federais mais antigas do Brasil, de eleitores de esquerda, do PT. Em muitos momentos, buscava compreender os reais motivos de todos os que se dizem de esquerda e que, até há pouco tempo defendiam a liberdade de Lula, como em um passe de mágica, cegos, agarrarem-se à candidatura de Haddad como tábua de salvação. Talvez por ser doloroso demais compreender a gravidade da situação de nosso país? Ou talvez porque não consigam ter uma visão mais complexa da realidade mundial? Foram essas e tantas as perguntas que me fiz. Não deixam de ser, até certo nível, aceitáveis. Coube-me, como louca, bradar nas redes sociais: “É golpe ou não é golpe?”, “Rasgaram ou não a nossa Constituição?”. Daí, o mais perverso e cruel, entre os que me cercam, revelaram-se, nos inúmeros comentários, postagens dia a dia, e era eu quem não queria enxergar o que, de fato, está por trás da não luta por Lula. E, nesse caso especificamente, recai uma singularidade da construção histórica e sociocultural do Brasil.

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A raposa que nos falta em 2018: como Getúlio, malandro, passou todos para trás

Em um dos cenários para o futuro imediato do Brasil possíveis traçados usamos como referência a grande trapaça de que Vargas se valeu para poder estar em posição de dar o bote na República Velha em 1930. Contudo, fatos anteriores à etapa “nacional” de Vargas, ainda no RS, dão conta, igualmente, da capacidade que tinha de sublimar as pulsões oriundas da vaidade e do ego, permitindo que “camuflasse” a sua genialidade de todos. E assim, por não darem muito por ele, ficou livre para se acercar. E armar os seus botes, todos eles fatais.

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Questões Transversais e a Banca

Poderíamos simplificar este conceito didático para um conceito social restrito, ou seja, as questões transversais dizem respeito a igualdade de gênero, opções sexuais, aceitação de raças não predominantes e a proteção da natureza e defesa ambiental.
As questões econômicas, exceto pela generalidade da luta contra miséria, não ocupam as questões transversais, assim como as questões político-ideológicas. Busca-se colocá-las como questões civilizacionais. Ironizando, de “boas maneiras”, bom senso e bom gosto, uma Questão Coimbrã, surgida quase um século depois, sem os talentos literários de António Feliciano de Castilho e Antero de Quental.

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Duplo Expresso 28/set/2018

Destaques:
– O artista visual e ativista Sama comenta: “Guerras Narrativas”
– O politólogo e analista internacional Eduardo Jorge Vior fala sobre: “A guerra comercial entre os EUA e a China e o rol de países envolvidos”
– O jurista Luiz Moreira comenta: “E ainda assim, no Supremo, você tem gabinete distribuindo senha para soltar corrupto. Sem qualquer forma de direito e numa espécie de ação entre amigos.” (Luís Roberto Barroso)
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Pássaro Barroso

Nos salões da justiciaria nacional há uma fauna complexa desfilando incólume entre holofotes, refletores, câmeras e microfones. Nela, há uma ave narcísica e berbigada muito espaçosa. Sozinha, ela ocupa uma área equivalente de quase três milhões e meio de eleitores. Você sabe quem é. Todos sabem quem é. Mas ninguém faz nada por medo do maior de todos os crimes inafiançáveis: o da interpretação subjetiva da Constituição Federal.

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Duplo Expresso 27/set/2018

Destaques:
– O escritor, sociólogo e analista internacional Lejeune Mirhan fala sobre: “As razões do golpe contra Dilma e por que Haddad vai vencer as eleições”
– O Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães comenta a atualidade política do Brasil e do mundo.
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 26/set/2018

Destaques:
– O professor de Direito da UFSC, Doutor em Direito pela UFSC, advogado e Conselheiro Estadual da OAB-SC José Sérgio Cristóvam e o advogado e candidato a Deputado Federal pelo PDT-PR Samuel Gomes falam sobre: “Abuso de autoridade aos pés da esfinge: discuta-me ou te devoro”
– A arquiteta, mestra em Engenharia Civil e doutoranda em Administração de Empresas Patrícia Vauquier comenta: “Por que #EleNão não é a bandeira da nossa luta”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Sobre a Pesquisa Globo/IBOPE

Breves apontamentos sobre o que se está dizendo e o que deveríamos questionar dentro do processo eleitoral. Será que a esquerda continuará abanando o rabinho cada vez que a Globo acenar com um osso, ou será que continurá com ele entre as pernas por medo que seja varrida do cenário político? Aliás, talvez fosse melhor escrever: cenário “eleitoral”…

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Duplo Expresso 25/set/2018

Destaques:
– O doutor em Economia Gustavo Galvão comenta: “O Brasil na nova crise mundial”
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 24/set/2018

Destaques:
– O especialista em Minas e Energia, PhD em Engenharia na área do petróleo, Paulo César Ribeiro Lima fala sobre o leilão da Eletrobras.
– A Economista, doutora em Políticas Públicas e mestre em Planejamento e Desenvolvimento Econômico Ceci Juruá comenta: “Afinal, o que é neoliberalismo e o que é esquerda no Brasil?”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Privatizações nas Centrais Elétricas Brasileiras – Eletrobras

O Programa de Desinvestimento do Sistema Eletrobras – PDSE tem como objetivo propor a alienação de ativos e abordar os pontos necessários para que o processo de desinvestimento seja implementado.
A sua finalidade é desenvolver o processo de alienação de ativos, apresentar as metas de desinvestimento, os segmentos prioritários da operação, a oportunidade e a conveniência da alienação de ativos, suas razões, seu escopo e o arcabouço legal que ampara a atividade de desinvestimento de ativos.
O foco da estratégia do desinvestimento, segundo o PDSE, é a redução da relação entre dívida líquida e Ebitda.¹ Essa relação representa a geração de caixa versus o total da dívida a ser paga. Quanto maior a relação, mais endividada está a empresa.

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99%, UNÍ-VOS! II – O setor financeiro quer os recursos da Previdência (Parte III de III)

Este é o encerramento da série “99%, UNÍ-VOS II”. os autores questionam a tese vendida pelo Mercado que somente o investimento em fundos de capitalização privados garantirão o sucesso da previdência… pública. Será que o sistema financeiro não quer apenas mais uma polpuda fatia dos recursos públicos para transformar os direitos garantidos em (qui)mera expectativas de direito? Leia e permaneça atento ao cardápio que os candidatos estão oferecendo nestas eleições presidenciais, porque ou viveremos sob o domínio do medo imposto por um teto de gastos que atende os interesses do 1%, ou retomaremos o projeto de desenvolvimento nacional para levar ao poder os 99%. Escolha!

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Direito ao Ponto – “Pautas Identitárias e Sistema Penal: Um Paradoxo”

Maria Eduarda Freire aborda neste vídeo um paradoxo imposto através de uma tática de guerra muito antiga. A do “dividir para conquistar”. Quem nos divide? O que nos governa? De qual forma o sistema penal vigente proporciona e estimula isso?
Há uma grande contradição quando somos estimulados em defender pautas identitárias: a propalada antidiscriminação/inclusão que se pretende esbarra-se na armadilha fomentada pela desigualdade do sistema capitalista. É esta armadilha que nos força a ver as árvores uma a uma, ao invés de termos a real dimensão da (força da) floresta.
Falar SOBRE algo ou alguém, não significa falar EM NOME de algo ou alguém. Quando pensamos e agimos como seres políticos, temos que levar nossas experiências individuais para uma reflexão coletiva e plural. Ou seja, a busca pela empatia, pela posição do outro, será aquela capaz de romper as barreiras que estabelecem os rótulos em nossa sociedade. Será assim que oderemos romper com a trágicadivisão que nos é imposta: a de sermos cada um A, B, C, …, Z antes de sermos todos… humanos!

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99%, UNÍ-VOS! II – Não temos dinheiro para investir (Parte II de III)

Se é tão fácil fazer investimento público, por que o governo não o faz? Porque ele está há 35 anos dominado pela lógica liberal (desde o acordo com o FMI) de perseguir o equilíbrio fiscal e, ao consolidar o “rentismo” desnecessário, os 1% que dominam as finanças e o Governo não querem altas taxas de crescimento. Uma Economia crescendo forte desfaz-se da dívida pública e do “rentismo”, e isso tiraria o poder político e o ganha-pão seguro dos 1%! Não?

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Duplo Expresso 21/set/2018

Destaques:
– O artista visual e ativista Sama fala sobre o impacto do neoliberalismo na cultura.
– O jurista Luiz Moreira comenta a atualidade jurídica e política.
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Pesquisas eleitorais: sua história, validade e importância

Foram dois os eminentes matemáticos franceses os precursores da fundamentação teórica que sustentam a validade científica das pesquisas de opinião. Ambos viveram no século XVII. Foram eles Blaise Pascal (1623-1662)³ e Pierre Fermat (1608-1665)⁴. Ambos matemáticos brilhantes, Pascal em particular, entre tantos atributos e invenções, ele desenvolveu as bases da Lei das Probabilidades, que seria aperfeiçoada posteriormente por Pierre Simon Laplace (1749-1827).
A regra geral da teoria, pode-se resumir, é que se uma pequena amostra de qualquer coisa estiver bastante semelhante a um todo, há uma grande probabilidade de que ela reflita esse todo, esse geral.

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La Jetée a Rio…

Em tempos de bilhetes (e “biletes”) para lá e para cá, na maravilhosa ciranda encantada das eleições vermelhas, segue uma micro-crõnica-sci-fi de autoria do ativista Sama. Ela trata de uma carta escrita no passado que poderia ser escrita hoje. Ou que foi escrita hoje para ser lida naquela época.

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Duplo Expresso 20/set/2018

Destaques:
– O escritor, sociólogo e analista internacional Lejeune Mirhan comenta: “Pesquisas eleitorais: como são feitas, seu significado e o que elas estão nos dizendo no momento?”
– O Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães fala sobre a atualidade política do Brasil e do mundo.
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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Mais uma Observação sobre a MP 838/2018

O especialista em Minas e Energia, PhD em Engenharia na área do petróleo, Paulo César Ribeiro Lima faz mais uma breve observação sobre a Medida Provisória 838/2018. Ele toma por base uma uma nota divulgada na mídia corporativa sobre a política de subvenção dos preços do diesel no país e mostra o tamanho do saque ao bolso do dono do petróleo brasileiro: o povo!

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