O Memorando, os Generais e o Acobertamento de Assassinatos por parte dos EUA

Março de 1973. O recém empossado presidente Geisel recebe três generais assessores que lhe informam sobre a execução sumária de 104 pessoas no Centro de Informações do Exército – CIE durante o governo Médici. Depois, o grupo pede autorização para continuar com esses assassinatos no governo que iniciava. Geisel mostra desconforto e pede um tempo para responder. No dia seguinte, Geisel sinaliza a Figueiredo para seguir adiante, mas com duas condições: (1) Que “apenas subversivos perigosos” deveriam ser executados. (2) Que o CIE não mataria ninguém sem que o próprio Figueiredo – representando o Planalto –, aprovasse, analisando caso a caso.

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“Maio de 1968”: a primeira “Primavera”… made in CIA?

– Terá sido o “Maio de 1968” em Paris – aquele do “é proibido proibir”… o que derrubou o General de Gaulle… – (em parte) impulsionado pelos EUA? Teria ele sido a primeira “Primavera”? A primeira “revolução colorida” da estudantada… made in CIA?
– Fatos: (1) De Gaulle tinha TIRADO França da OTAN; (2) visitado a URSS; e (3) gritado “vive le Québec libre!” no quintal dos EUA (Canadá).
– Mais: sabemos agora – como fato histórico – que a CIA bancava quase toda a intelectualidade de esquerda francesa? Especialmente a crítica do Partido Comunista Francês? E os filósofos “pós-modernos”? Aqueles cujos “filhos” e “netos” intelectuais (bastardos?) hoje tanto dificultam a unidade da esquerda com o “identitarismo” radical?
– Com direito a depoimento de quem estava lá, na “Paris que queimava”!

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