Trump: O Impeachment Faz de Conta e a Briga de Foice no Coração do Império

O grande cavalo de batalha da oposição democrata tem sido a jamais comprovada intervenção da Rússia de Putin nas eleições estadunidenses de 2016, sobretudo através do fornecimento de informações, via WikiLeaks, para o candidato republicano – os e-mails privados de Hillary; a sabotagem da campanha de Bernie Sanders pelo partido democrata, etc. As investigações sobre a intervenção arrastaram-se procurando sangrar Trump e sua imobilizar e determinar sua administração. John Brennan, o ex-diretor da CIA em 2013-17, durante a administração democrata e começos da republicana, acusou Trump de bordejar a traição, quando da coletiva de imprensa concedida em Helsinque, após reunião privada com Putin, em 16 de julho de 2018.
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A década de “novos” movimentos sociais no Brasil

Neste artigo, a autora analisa a corrente autonomista, que existiu no Brasil, ao longo da década de 1980, e tinha o objetivo de revisar o marxismo, especialmente na revista Desvios. Esta revisão crítica se deu a propósito do que, à época, ficou conhecido como a emergência de “novos” movimentos sociais. Dentre os principais participantes desta corrente, destacavam-se o sociólogo Eder Sader e a filósofa Marilena Chauí, cujas formulações, no período, serão privilegiadas aqui (primeira parte).
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Começou: o “genocídio brasileiro” – D.E. 4/out/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) O advogado e comunicólogo Luiz Ferreira Jr. expõe, em primeira mão, o manual que será aplicado para realizar o “genocídio brasileiro”.
(iii) O analista político Claudio Pacheco passa a semana em revista.

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Preparando o Estado para Soberania – História de Terror do Século XXI

“Hoje, à medida que a falência de nosso sistema financeiro atual se torna cada vez mais aparente, um número crescente de críticos ataca o que eles chamam de “transformação de nosso sistema financeiro em uma economia de cassino”. Muitos se opõem à recente farra de especulação financeira e aos excessos de globalização para o que eles professam ser o funcionamento “normal” dos mercados financeiros e da economia. Mas eles estão errados. A especulação, os saques econômicos e a disseminação do trabalho escravo são a natureza do Império e sua representação moderna no sistema britânico de livre comércio”.
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Lava Jato no STF: a sacanagem (e o CQD) – D.E. 3/out/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) Alejandro Acosta, editor do jornal Gazeta Revolucionária, explica por que não testemunhamos até aqui as mais que necessárias greves.
(iii) O historiador Mario Maestri comenta: “Trump: O impeachment faz de conta e a briga de foice no coração do Império”.
(iv) A socióloga Angelica Lovatto comenta: “Crítica à teoria do autonomismo de Eder Sader: qual a alternativa para a classe trabalhadora?”.

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Lula: Generais tiram para fora os fuzis – D.E. 2/out/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) Maria Lucia Fattorelli expõe aquilo que a ninguém quer que você saiba: a tramitação de projetos lesa-pátria no Congresso. E as pressões sobre os parlamentares para aprova-los. Adivinha? Com ajuda da suposta “esquerda”!
(iii) O advogado e comunicólogo Luiz Ferreira Jr. mostra a complexidade dos processos políticos: o noite escura do Peronismo, no regresso do líder à nação. Lições a tirar? Para o Brasil de Lula? Bônus: que confusão é essa no Peru, hein?

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Militância Z – Descobrindo a política contra a Doutrinação da TV 

A Constituição Federativa do Brasil nasceu quando nasci. Eu nem sabia que o terror da ditadura estava colado ao nosso tempo. Parecia-me uma conquista antiga. Fotos e vídeos em preto e branco. Eu era uma criança com menos de 10. 
Eu ouvia sobre eleições não apenas na escola e em casa perguntas sobre aquele momento eram respondidas. Eu sentia no peito a esperança do Lula, como herança familiar, sim. Sem a menor vergonha de dizer. “Brilharia uma estrela”. Fui achincalhada na escola por dizer-me petista, ou nas minhas palavras da época, por dizer simplesmente que gostava de Lula e preferia ele a Collor.
Rememorem! Tragam a memória o que lhes foi dito. Fomos doutrinados pela televisão, mais tarde pela internet e sempre para o consumo.
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Preparando o Estado para Soberania – Uma Questão Psicossocial: A religião

Como apontamos, igrejas neopentecostais têm mais facilidade para se tornar, com sua teologia da prosperidade e desvinculação de questões nacionais e culturais, a igreja da banca. Dando assim um refúgio espiritual, na contraprestação financeira, ao desenraizamento desta nova classe. Estas igrejas pentecostais cultuam o individualismo e o egoísmo da auto salvação pelo trabalho e por mérito exclusivamente individual, assim como defendia Adam Smith quando formalizou o liberalismo econômico.
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Generais – e Dallagnol – derrotados! – D.E. 1/out/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) O economista Nildo Ouriques comenta a crise no Brasil.
(iii) O advogado e comunicólogo Luiz Ferreira Jr. mostra a complexidade dos processos políticos: o noite escura do Peronismo, no regresso do líder à nação. Lições a tirar?

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Preparando o Estado para a Soberania: Heróis e Ideologia nacional

Além dos pouco lembrados heróis da Independência e de lutas populares, temos os heróis do positivismo e do Varguismo. Vargas em primeiro lugar. Que herói norte-americano chegou aos pés do heroísmo de Vargas, que se matou quando tudo já estava perdido para poder dar a volta por cima e vencer, já morto, contra um aparentemente invencível ataque múltiplo oligárquico-estrangeiro sem que nenhum de seus liderados precisasse se sacrificar por ele? Que país pode se orgulhar de um herói de tamanha generosidade?
O verdadeiro arquétipo do herói moderno é latino, porque luta contra inimigos muito mais poderosos a favor dos mais fracos e se entrega mesmo de forma espontânea com toda sua alma, paixão e generosidade sem perder nada de sua humanidade tão humanamente falível… Mas admirável!
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A carta de Lula, a versão do 247, a correção do PCO e os vinte e três porquinhos

Entretanto, a carta de Lula da Silva do dia 12 de agosto e a proposta-interpretação de Mauro Lopes de abrir as portas da cidadela oposicionista já de muralhas instáveis foram coroadas por um enorme cereja, como todo o bolo que se preze. Para surpresa geral da nação e perplexidade dos ainda inocentes, no dia 14, quarta-feira, a MP denominada cinicamente de “Liberdade Econômica”, que propunha o fim do descanso dominical do trabalhador e a proteção do registro do ponto, entre outras barbaridades, foi aprovada pelos golpistas, na Câmara, em forma arrasadora, por 345 votos a favor e 76 contra. Dos 56 deputados do PT, apenas 33 votaram contra e 23 outros apoiaram a medida, se abstendo, por ausência. Um indiscutível sinal de boa vontade para com o Centrão, para com os golpistas, para com os generais vende-pátrias! E até agora não se escutaram sequer os muxoxos formais do PDT, para as arquibancadas, pela adesão de Tábata Amaral a praticamente todas as votações históricas contra os trabalhadores e a população.
Não deixe de ler mais um ensaio de crítica cortante de Mário Maestri.

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Exclusivo: o organograma do “Evangelistão do Pó” — do PCC a Bolsonaro

Desde junho, os — bem informados — gringos já tiraram da Bovespa mais de R$ 24 bilhões, enquanto jogadas mantêm artificialmente as cotações, como a brutal diferenças no tamanho do giro financeiro na desova (grande) e na recompra (bem menor). O que faz o cotação que forma o índice Bovespa é o preço de compra e de venda da ação. E não o volume que muda de mãos. Fácil, assim, mascarar a desova, com a manutenção dos preços (por ora). Fora isso, o desvio da classe média da renda fixa para a variável — com auxílio das “Betina da Empiricus” no Youtube — ajuda a manter esse “recorde de pontos da Bovespa” — enquanto os gringos vão, discretamente, embora. O problema é quando a música parar de tocar… aí as sardinhas, fritas, mais uma vez terão feito a festa dos tubarões.

Da frigideira para as chamas — É interessante considerar que as organizações criminosas mais poderosas na América Latina possuem organização complexa e descentralizada setorialmente, formalmente similar a operações de guerras não convencionais. O PCC, por exemplo, possui diferentes ‘sintonias’ (setores) descentralizados na execução (dos gravatas, de comunicação, de tráfico nas bocas, de logística), mas que respondem a um comando central verticalizado. É também bastante surpreendente verificar que nesse mesmo ano, o JP Morgan se viu implicado em uma situação bastante constrangedora: um flagrante de tráfico de drogas em um navio de sua propriedade. De “apenas” 1 bilhão de dólares em cocaína: 18 toneladas. Curiosamente, com poucos dias de diferença, deu-se a interceptação de droga dentro da comitiva presidencial de Bolsonaro, quando essa passava por território espanhol.

Tais elementos encontram relevância à medida em que se considere que um Estado fragilizado, como o brasileiro neste momento, pode gerar riscos de degeneração e infiltração de atividades fora de seu escopo normativo e constitucional, inclusive incorporando o crime organizado para fazer funcionar sua própria estrutura (legal e ilegal). Abaixo, gráfico detalha as dinâmicas de ações criminógenas incorporadas a atividades do sistema financeiro. Essa atuação dinamiza-se à medida em que o Estado se faça fragilizado em sua ação fiscalizadora. No cenário atual de crise institucional no país, e de vários indícios de fortalecimento e unificação de setores do crime organizado no Brasil, principalmente PCC e Comando Vermelho, parece ser mais que necessário que todos tenham entendimento desse processo.

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Bolsonaro foi à ONU, mas falaram o Olavo e os Evangélicos

No Brasil, país onde a população pratica ampla transigência em relação à religião, mudando de uma para outra sem grandes problemas, as religiões afro-brasileiras são o único credo religioso discriminado e objeto de perseguição. Elas são atacadas, sem punição, por setores pentecostais, uma das principais bases de apoio do bolsonarismo.
A fala do segundo presidente golpista destacou a perseguição sobretudo aos cristãos, retomando visões e propostas da extrema direita cristã estadunidense, que apoia Trump e financiou sua campanha.
Mais uma vez, elogiou indiretamente a ação e a excelência do exército nacional nas chamadas missões de paz da ONU. A mais recente e famosa deles é certamente o controle militar da população haitiana por fartas tropas brasileiras, a pedido dos USA. Durante essa operação, o general Heleno foi removido do comando, pois acusado de promover massacre em favela daquele país. Destacou os Estados Unidos, Israel, Chile, a Argentina de Macri, a quem fez um aceno, como parceiros internacionais. Terminou citando a Bíblia, proferindo preleção geral sobre o credo olavista-evangélico, agradecendo a “todos pela graça e glória de Deus!”

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Pacto com o diabo: na surdina, “esquerda” entrega a internet — e a SUA cabeça! — aos Generais

Incluindo:
— Partidos de “esquerda” no Congresso fazem pacto com o diabo: Generais do GSI assumem, publicamente, que controlarão a internet. E ninguém fala nada…
— A “polêmica” (sic) de Bolsonaro sobre “Malvinas” e “Alemanha”.
— Estamos “salvos” (!): Jandira Feghali (PCdoB), líder da “Oposição” na Câmara, troca um gringo pelo outro: Glenn Greenwald por Greta Thunberg. Ou seja, diversionismo — cúmplice — continua. Em compasso, mais uma vez, com os interesses dos Generais…
— “Estalinho” — desta semana… — lançado por “São Glenn da esquerda perdida”: “procuradores da Lava Jato teriam tido acesso — clandestino — a documentos na Suíça”.
Ahhhh tá…
O D.E. “só” contou isso — e provou — desde… 2017!
Mas é muito pior: Greenwald esconde, “casualmente”, a FALSIFICAÇÃO posterior dessas mesmas “provas”. Já nas mãos do MPF! Disso só o D.E. fala… por quê?
— Lava Jato chega finalmente aos últimos “campeões nacionais”: os bancos. Destruição — e entrega — parece começar pelo BB. “Lavagem de dinheiro”, dizem… chegará, é certo, a vez do Bradesco também. Quer apostar?
— E, para fechar, o simbólico do estado atual do Brasil: descendentes de Getúlio Vargas e de João Goulart, patronos do trabalhismo brasileiro, literalmente “uberizados”, ou seja, precarizados, na sua condição laboral: ambos atuam como motoristas do… Uber.
I.e., sem nenhum dos direitos trabalhistas legados por seus ilustres avós.

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Decifrado: o plano dos Generais – D.E. 27/set/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) O antropólogo João de Athayde comenta: “Cuidado com as entrelinhas do discurso: o deles e o seu também”.
(iii) O advogado e comunicólogo Luiz Ferreira Jr. decifra o plano — terrível — dos militares entreguistas para o Brasil, conforme confidenciado pelo General Mourão em convescote reservado com empresários. Importantíssimo!
Mais: possivelmente, ontem, esses mesmos Generais tentaram hackear (!) todo o Brasil, com uma vulnerabilidade (como, p.e., malware) instalada em não outro lugar que o próprio site do Palácio do Planalto! Temos print. Confira.
(iv) O analista político Claudio Pacheco passa a semana em revista.

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Preparando o Estado para Soberania – Da Senhoriagem à Moeda do Facebook

O lançamento da cripto moeda do Facebook, que se chamará libra – não se confunda com a libra-esterlina a moeda inglesa que, em inglês, chama-se pound – está previsto para breve. Desde seu anúncio, há poucas semanas, esse é um dos assuntos mais discutidos nos periódicos de economia.
Uma moeda do Facebook assusta a todos, desde políticos a intelectuais, que se preocupam com a soberania dos países, a bancos, que temem um concorrente mais poderoso, e, em especial, aos reguladores do sistema monetário.
E, quando se criam moedas virtuais, fora do controle de instituições públicas e sem referências materiais, a situação da economia complica ainda mais. Neste artigo iremos comentar a moeda, desde sua cunhagem pelo senhor das terras até a que se espera de uma empresa de relacionamento virtual transnacional: Facebook.
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Janaína, Freixo e o Copacabana Palace

Na celebração do natalício, botando dinheiro pela janela, Freixo viveu, fugazmente, um dos sonhos de sua vida. Ou seja, o de, nas suas palavras, “frequentar os espaços de elite”. Certamente pensou em um convívio mais intenso e mais longo, no futuro, com esses “espaços da elite”, ao promover o tête-à-tête indecoroso com a Janaína Paschoal. A noite de luxo no Hotel Copacabana Palace mostrou também como são diversos os seus objetos do desejos e os de enorme parte da população carioca, que sonha poder comprar um botijão de gás por mês.
Leia mais o texto e compartilhe para gerar debate.

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Prepare-se – D.E. 26/set/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) Direto de Buenos Aires, o analista internacional Eduardo Jorge Vior comenta: “a politica externa do futuro governo argentino, o Grupo de Lima, o TIAR, a crise venezuelano-colombiana, e o possível ‘impeachment’ a Trump”.
(iii) O historiador Mario Maestri lança a sua navalha, afiadíssima, sobre a política brasileira.
(iv) A socióloga Angélica Lovatto comenta: “Introdução crítica ao quarteto teórico da hegemonia paulista: é possível superá-lo?”.

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Haddad é a última pá de cal no PT

Atualmente, há quarenta anos daquele Ano Vermelho, os capas-pretas petistas pedem a cabeça de Gleisi Hoffman, propondo elevar o acadêmico Fernando Haddad à presidência do PT no congresso de novembro. Os mastodontes petistas – Washington Quaquá, Jaques Wagner, Tarso Genro – reclamam que a deputada federal fala sobretudo para a militância petista, procurando alianças com os partidos ditos – com boa vontade – de esquerda e centro-esquerda – PC do B, PSOL, PDT, Rede. Os sectários de Haddad sonham com alianças que perscrutem os extremos mais obscuros do arco-íris eleitoral e social. A pressa para conquistar o controle do aparato partidário se deve às eleições municipais de outubro de 2020. Gleise tem por ela sobretudo Lula da Silva, o ás petista, cada vez mais fora do baralho. O MST anda encolhido. A Articulação de Esquerda, que ninguém sabe onde se meteu.
Não há salvação fora da luta dura para derrubar o governo e o regime em consolidação. Para tal, a vanguarda e o movimento social devem passar por cima das políticas colaboracionistas e seus dirigentes. Trata-se de luta de longo fôlego, em que é necessário plantar agora para colher nessa e nas próximas safras. Os parlamentares e burocratas petista e associados vão seguir empurrando com a barriga a luta contra conclusão da destruição da Previdência. Para salvarem a cara, farão algumas mobilizações, sem muito alarde e organização. E para garantirem suas biografias e carreiras, farão discursos furibundos e inócuos no parlamento, rebatidos aos milhares em posts na internet. A caravana golpista seguirá tranquila, enquanto os gordos parlamentares oposicionistas se manterão ladrando em uníssono.
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