Progressismo Brasileiro: Notas Preparatórias para uma Necessária Polêmica #1

Há inimigos e há adversários. Se os dois são analiticamente diferentes, ambos devem ser combatidos. Às vezes com a mesma agressividade. Às vezes ao mesmo tempo. Porque, como dizia um velho ex-seminarista, por entre seu largo bigode: “não me importa o que você diz de si mesmo ou o que os outros dizem de você; me importa o que você FAZ.”. E, no final das contas, pode ser que inimigos e adversários estejam, num dado momento histórico, contribuindo para a mesma catástrofe.
Quer conhecer mais sobre este debate? Leia, compartilhe. O texto acompanha video de debate sobre a questão de segurança Pública, o Duplo Expresso quer construir uma plataforma de soluções para com um coletivo forte, com qualidade critica e tolerância interna combater a Guerra Híbrida e dar uma opção de luta para o Brasil.

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Segurança: o enorme desafio político da esquerda – D.E. 24/set/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) O economista Nildo Ouriques comenta: “análise da economia latino-americana — os números da guerra de classes: visão geral da catástrofe burguesa”.
(iii) O penalista Fernando Nogueira comenta o enorme desafio político da esquerda no tema da segurança pública.

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Uma Breve História da Banca –  Fatos e Crítica

A banca, no atual cenário político brasileiro, é governo e oposição. A grande questão nacional que é a soberania brasileira não é pauta nem projeto. A geração de emprego, única maneira de sair da recessão e iniciar um processo virtuoso de desenvolvimento, também está ausente do governo e da oposição. Mas ambos concordam com as políticas econômicas contracionistas e desumanas da reforma da previdência e dos ajustes fiscais.
Não deixe de ler, compartilhar e debater.

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Trump recua no Irã

Durante o G20, o general Heleno, ministro-chefe do poderoso Gabinete de Segurança Institucional da Presidência declarou que o Brasil não tem “inimizade” ou “rivalidade” com o Irã e que a política externa brasileira é pragmática. Sem aviso prévio, em 19 de julho, a Petrobras negou-se a vender combustível a dois navios iranianos atracados, desde inícios de junho, no porto de Paranaguá. O Brasil vende sobretudo grandes quantidades de milho, de soja e de carne e compra principalmente uréia do Irã.
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USA -China: a guerra está próxima?

Analistas internacionais propõem comumente o confronto USA versus China como choque de duas super-nações, com os mesmos objetivos, mas de regimes políticos opostos. As contradições se agudizariam devido à incapacidade-resistência da direção chinesa de abraçar práticas liberal-globalizadas gerais, na economia e na política. Criticam um dirigismo que sequer aboliu os planos quinquenais [o 13º abrange 2016-20]. Em geral, não se ressalta a essência distinta entre esse confronto e aquele que opôs, após a II Guerra, os USA e a URSS, país de economia planificada e nacionalizada, rico em matérias primas. URSS que jamais disputou mercados com os USA e perseguiu a impossível convivência entre ordens econômico-sociais em oposição visceral, já que o modo de produção capitalista necessita, por sua natureza, expandir suas fronteiras econômicas, sobretudo em sua fase imperialista.
Neste artigo Maestri apresenta um mapa geral do cenário global que pensa encontrar resolução nos próximos anos, não deixe de ler, compartilhar, debater em diversas redes sociais.

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Uma Breve História da Banca – Ações atuais

O que é roubar um banco comparado a fundá-lo, se expressou o dramaturgo alemão Bertold Brecht (1898-1956). Longe de defender um crime, vamos refletir sobre a extensão dos males.

Trataremos de duas operações que, não sendo jabuticabas, são máscaras dirigidas para poucos no Brasil que, numa sociedade onde a banca não fosse o poder, seriam consideradas criminosas, lesivas ao patrimônio público e ao privado: operações compromissadas e operações de swap.
Não deixe de ler, debater e compartilhar. Conhecimento é arma contra a guerra híbrida no Brasil.

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Vivemos sob uma Democracia ou uma Ordem Autoritária em Construção?

A característica central de ordem ditatorial é a manutenção da população à margem da gestão política da sociedade, mesmo relativa, obedecendo às necessidades e exigências das classes proprietárias nacionais ou mundiais. As formas institucionais para impor a separação da população da participação no jogo político e reprimir sua organização são diversas e variam segundo a época e o momento. Durante o século 19 e começos do século 20, governos oligárquicos ou capitalistas foram mantidos, sem a necessidade da intervenção militar, através sobretudo do voto censitário, no qual apenas os ricos votavam nos ainda mais ricos. Foi o caso das grandes nações européias, antes da imposição do voto universal e o direito de organização pelos trabalhadores, e mesmo do Brasil, no Segundo Império e na República Velha.
Uma ditadura institucional que já é discutida nos seus detalhes e será consolidada através de reformas tributária, política, orçamentaria, judicial e por aí vai, que deixarão o mundo do trabalho e o país nas mãos do grande capital globalizado e do imperialismo, através de seus operadores locais – a grande mídia; a Justiça, a Polícia, o Congresso, as Forças Armadas, todos já sob controle do imperialismo e corrompidos até a medula dos ossos. Realidade consolidada pelo destruição de qualquer espaço de legalidade real e pela naturalização da lei do cão do grande capital na gestão da sociedade.
Leia, compartilhe, denuncie. A democracia brasileira depende de nós.

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Preparando o Estado para Soberania – Positivismo: Crítica ao Liberalismo Oligárquico da I República

O positivismo, tal como estabelecido por Augusto Comte, preconizava a necessidade de uma reorganização da sociedade em bases científicas, industriais, altruístas e progressistas, ou seja, positivas, partindo do material intelectual e institucional acumulado nas experiências históricas. O estudo dos fenômenos sociais, considerando a relatividade e as “leis naturais invariáveis” inerentes a eles, devia servir de base para uma ação sobre a realidade, dirigida por um governo forte e centralizado, de modo a impulsionar um conjunto de transformações que favorecessem o aperfeiçoamento coletivo e, portanto, moral, das sociedades e dos seus membros. A etapa definitiva de evolução da humanidade em que isso se daria, a positiva, sucederia a metafísica, que por sua vez havia sucedido a teológica.
Não é difícil verificar a incompatibilidade da doutrina positivista, largamente difundida no Brasil entre o final do século XIX e início do XX, com a organização social e institucional existente durante a Primeira República.

Republicanos e abolicionistas inveterados, os positivistas brasileiros não tiveram força política para converter a maior parte de seus ideais em realidade quando da Proclamação da República, ainda que muitos deles fossem presentes em instituições politicamente decisivas como o Exército e tivessem apoiado e mesmo participado da instauração republicana.
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Sim: Lava Jato usa Mantega para desnacionalizar petroquímica! (e o D.E. acerta mais uma, hein?)

Lava Jato rompeu pacto secreto com a Banca. Foi pra cima de Guido Mantega para forçar Bradesco e demais a aceitar perder garantia do empréstimo multi-bilionário à Odebrecht: a Braskem.
Ou seja, é a Lava Jato mais uma vez operando para os EUA para desnacionalizar um setor inteiro da economia brasileira: a petroquímica.
Previmos o movimento ainda em 22 de agosto. Chega a ser transparente quase. E é por isso que o D.E., infelizmente, não erra uma.

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Uma Breve História da Banca – As Transformações

Por todo século XIX, acompanhando a expansão inglesa, a banca dominou a economia. Porém as antigas 13 colônias do norte da América, independentes desde 1783, cresciam, incorporavam novos territórios, pelas armas e pelo dinheiro, e colocavam o Estado para suportar os custos e as perdas da industrialização.  Chegavam ao fim do século XIX avançando sobre as colônias asiáticas dos impérios europeus.
A queda da banca não está necessariamente associada ao encolhimento do Império Britânico, mas o acompanha, em grande medida, Os citados historiadores Cain & Hopkins consideram a chamada Crise Baring, de 1890, um ponto de inflexão. Não deixe de ler, compartilhar e debater.

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Uma Breve História da Banca – O Início

Se a banca foi criada pela nobreza inglesa, com apoio dos ricos judeus no ocidente europeu, sua trajetória ocorre com mudança de atores e ações, sem descuidar do empoderamento das finanças. Mas há fios condutores nesta história: a cupidez, a ganância sem limite, o desrespeito, o menoscabo pela pessoa, pela humanidade e a pasteurização, a homogeneização da vida. A banca internacional, com suas instituições bancárias, influência política histórica e sua atuação no presente deve ser observada a luz de sua história. Não deixe de ler, comentar, compartilhar.

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O imperialismo está dividido

O choque da política bolsonarista com a realidade interna e externa resultou em grandes derrotas. A atual reorientação de Trump aumenta a confusão dos aloprados no governo. O acordo do Mercosul com a União Européia, mais um passo na desindustrialização do país, é adesão ao globalismo -nesse caso- europeu, execrado por Trump. Também em Osaka, Bolsonaro abandonou a ladainha golpista contra a Venezuela e reafirmou a participação no Acordo de Paris [2015]. Deixou no Brasil o chanceler amalucado Ernesto Araújo e levou na mala o vice-chanceler, Otávio Brandelli, o queridinho do general Mourão. O conflito inter-imperialista influencia a política e a sociedade brasileiras, sem apresentar, por ele só, contribuição à solução da crise catastrófica que golpeia o país. Não há contradição entre a política Trump-protecionista, republicana, e a globalizadora, democrática. Leia o artigo completo, debata, compartilhe.

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Golpe na Mega-Sena, o PT e Lula

Segundo a Folha de S. Paulo, um motorista do PT – sozinho – teria levado R$ 15 milhões!
Só ele?
A matéria diz não ser possível saber se há deputados entre os sortudos…
Um dos assessores premiados já adiantou aos colegas: “doará tudo para a caridade” (!)
Viva o socialismo (!)

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Brasil salvo! Turma de Paulo Pimenta ganha na Mega-sena! – D.E. 19/set/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) O historiador Mario Maestri comenta: “O Bolsonarismo é um balão inchado?”.
(iii) A socióloga Angelica Lovatto comenta: “Consciência ingênua ou consciência crítica? Como transformar o Brasil, segundo o filósofo Álvaro Vieira Pinto”.
(iv) O cientista político Felipe Quintas comenta: “Mathusianismo renitente”.

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Morte na Amazônia brasileira antes da emissão do CO2

Sobrevoar a floresta e ver clareiras é assustador até para uma criança que vê terra seca no meio do verde. Sempre foi, porque fui uma criança assustada com isso há mais de 30 anos. Passear num barco em qualquer afluente do rio Amazonas e ver a madeira rolando aos montes puxada por barcos menores. Madeira de quem, pra quem, derrubada por quem a que custo? No barco de passeio, a pobreza, não a simplicidade, (a miséria mesmo) se mostra.
Na mãe que carrega crianças nuas e descalças, a criança praticando a mendicância, na prostituição perceptível, no alcoolismo como fuga, histórias trágicas contadas. Fome não é elemento cultural. Leia este vívido ensaio.

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USA: ganhar no Quintal o que perde no mundo

Há décadas os USA são incapazes de grandes empreendimentos internacionais, capazes de oferecer, mesmo para retirar ainda mais, como o plano Marshall que enquadrou a sociedade européia aos desígnios estadunidense. Exerce a diplomacia do bastão sem a cenoura, para enquadrar aliados e tributários na operação de desorganização das economias e sociedades chinesas e russas. Ofensiva que se serve de choques militares localizados terceirizados e, se necessário, diretos. O que pode levar a confronto mundial. A crise se instala no governo e enfraquece o próprio golpe. Generais, empresários, banqueiros apenas esperam que seja aprovado o arrasamento do sistema público e privado de pensões. O movimento social voltou às ruas, com vontade, revelando decisão de luta. Não deixe de ler mais uma análise de Maestri no Duplo Expresso.

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Segura a onda porque hoje tem polêmica! – D.E. 18/set/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) O jornalista Beto Almeida comenta: “Estilhaços do 11/09: teoria — e prática — da conspiração”.
(iii) O geólogo Geraldo Lino, autor do livro “A farsa do aquecimento global”, desafia esse quase consenso científico-político.

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Duplo Expresso 17/set/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) Nildo Ouriques comenta o quadro de crise no Brasil e na América Latina.
(iii) Piero Leirner comenta os últimos disparos na guerra híbrida.

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Sexta-feira 13! – D.E. 13/set/2019

Destaques:
(i) O antropólogo João de Athayde comenta: “O Telecatch entreguista, a Comuna de Paris e a traição das elites”
(ii) O advogado e comunicólogo Luiz Ferreira Jr. conclui hoje o comentário, direto da Argentina, sobre o sucesso de mobilização e ação do peronismo (que nos mata de inveja).
(iii) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.

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Lava Jato sai em socorro da mamãe: Dilma! – D.E. 12/set/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política, hoje com ênfase no álibi plantado pela Lava Jato para Dilma Rousseff (a sua orgulhosa mamãe), depois de o Duplo Expresso detalhar na segunda-feira a sua traição a Lula. Ontem foi dia de vez um “cozidão” requentado — ubíquo — no PIG e no “PIGuinho vermelho” (olha a pinça!), com um tal “Investigações da Lava Jato miram campanhas e núcleo de confiança de Dilma”. Nada de novo. Quer dizer, para além do recibo passado: sim, incomodamos!
(ii) O analista internacional Eduardo Jorge Vior comenta, direto de Buenos Aires: “A viagem de Alberto Fernández, o candidato de Cristina Kirchner, à Espanha e a política externa do peronismo”.
(iii) O historiador Mário Maestri comenta: “Brasil, um Chile Silencioso”.
(iv) A socióloga Angelica Lovatto comenta: “Política, nacionalismo de esquerda e primeira transição”.
(v) O advogado e comunicólogo Luiz Ferreira Jr. prossegue no comentário, direto da Argentina, sobre o sucesso de mobilização e ação do peronismo (que nos mata de inveja).

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Traíras no PT boladões com o D.E. (rs) – D.E. 11/set/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política, hoje com ênfase nos recibos passados pelos traíras no PT após a exposição da traição de Dilma a Lula. Que fazer se a verdade, que chegou primeiro no D.E., é confirmada por novos elementos? Mas tem muuuito mais…
(ii) O veterano jornalista Beto Almeida mexe no vespeiro: “o 11 de setembro, que se prolonga e se repete”.
(iii) o advogado e comunicólogo Luiz Ferreira Jr. conclui hoje o comentário, direto da Argentina, sobre o sucesso de mobilização e ação do peronismo (que nos mata de inveja).

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