A estrutura da ditadura digital brasileira: “Patriot Act” Tabajara (ou “Novo AI-5”)

Nós, do Duplo Expresso, este novo movimento, nacional, popular e digital, chamamos as organizações e militantes que gritam contra o “fascismo”, genérico, que se juntem a nós no combate a esses projetos de lei: o fascismo na prática. Pois, se demorarmos demais, estaremos condenados a ficar gritando “No Pasarán”, enquanto que efetivamente eles já terão passado por cima de nossas cabeças e vidas.

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Glauber Braga: deputados se vendem por proteção – D.E. 18/out/2019

Destaques:
(i) O Duplo Expresso hoje recebe o Deputado Glauber Braga, que nesta semana fez revelação que confirmou tudo para o que o D.E. vinha alertando: Rodrigo Maia é o corretor dos militares na Câmara; vende proteção diante do fechamento do regime em troca de os mesmos votarem a pauta de destruição do Brasil, tocada pela Finança transnacional.
(ii) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(iii) O advogado e comunicólogo Luiz Ferreira Jr. comenta o plano de genocídio do brasileiro.
(iv) O antropólogo João de Athayde comenta: “Rádio Independência : Lutanálise e Enfrentamento”.
(v) O analista político popular Claudio Pacheco passa a semana em revista.

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O “neoliberalismo” para o grande capital

Os Estados Unidos, sufocados pelos gastos na Guerra do Vietnam, acabaram com os acordos de Bretton Woods em 1971 e, do dia para a noite, abandonaram a conversibilidade do dólar para o padrão ouro. A crise mundial do petróleo, de 1974, colocou em xeque as políticas keynesianas. O neoliberalismo, que tinha sido uma corrente econômica ultra minoritária até a década de 1970, foi catapultado ao primeiro plano da política econômica, em cima dos fartos recursos de Wall Street e da City de Londres.
Leia e compartilhe.

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Confirmado: o preço dos deputados vendidos – D.E. 17/out/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) O historiador Mario Maestri comenta: “Hong Kong & Taiwan: A Direção Chinesa Choca o Ovo da Serpente Imperialista”.
(iii) A socióloga Angelica Lovatto comenta: “FHC e a teoria da dependência associada: um engodo teórico-político a ser superado”.

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Militância Z – Descobrindo a política contra a Doutrinação da TV – (Parte2)

Não acredito no voto. O grande acordo nacional agigantou-se de tal modo que não enxergo possibilidade. Posso estar errada e quero estar errada. Mas estamos às margens do Ipiranga e nunca brilhou nenhum sol da liberdade. O aprisionamento mental que permite acreditar nas mentiras usadas como justificativas para a prisão de inocentes, para legislar, para julgar e matar. Para eleger em nome de Deus. Tanta informação disponível e tanta crença no primeiro clique. Não se pergunta! PERGUNTEM! É VERDADE? Existe um Plano de Governo de um presidente visto como Messias por ter sido mergulhado no Jordão por um líder religioso duvidável quanto aos seus atos. Um Plano que se cumpre. Sem sustos. Eu li. 
Convidamos você para mais uma leitura e divulgação.

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América Latina em chamas. E o Brasil? – D.E. 15/out/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) O economista Nildo Ouriques comenta: “Rebelião e pacto no Equador”.
(iii) Alejandro Acosta, editor do jornal “Gazeta Revolucionária”, comenta os entraves para uma ação política efetiva no aparelho sindical e no partidário no Brasil. Mais: as eleições no Uruguai.

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Como o neoliberalismo destruiu a economia norte-americana

O “sonho americano” ainda habita a mente de inúmeros brasileiros, principalmente jovens e adolescentes. Ir para outro país, e em suas falas principalmente para os Estados Unidos da América após ter adquirido sucesso na carreira. O desfrute de uma vida melhor, moradia, emprego e melhores salários, no imaginário ainda mora na USA. 
Caos Soberano adverte: ENTENDA A CRISE ENQUANTO É TEMPO!

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Genocídio tupiniquim e o comportamento de indiferença e anestesia 

Época da eliminação. É possível pensar que passamos por um tempo assim: tempo de precariedade material, simbólica e nas relações humanas, seria melhor para entender o tema. Tratemos desse tema delicado para evitar que seus vestígios agora presentes se convertam em uma triste tragédia. Neste artigo apresenta-se a noção de genocídio como técnica social de construção, destruição e reorganização das relações sociais como base para o domínio político e para a constituição de novas formas de hegemonia e de organização do espaço de trabalho.
Não deixe de ler, debater e compartilhar.

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OCDE: vergonha! (de todos os lados) – D.E. 11/out/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) O advogado e comunicólogo Luiz Ferreira Jr. expõe o manual que será aplicado para realizar o “genocídio brasileiro”.
(iii) O antropólogo João de Athayde comenta: “O vingador de Lampião”.
(iv) O analista político popular Claudio Pacheco passa a semana em revista.

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A China, Hong Kong e a esquerda de que a direita gosta

A direção do PSOL, partido que se propõe à esquerda do PT, emitiu declaração de apoio irrestrito às mobilizações “democráticas” em Hong Kong contra o governo chinês. Militante do partido protestou, com razão, contra uma declaração que jamais foi discutida no partido e defendeu, sem razão, as maravilhas do atual socialismo chinês, construído com a exploração capitalista de sua população, aumentando assim a confusão sobre o tema.
Mais uma crítica cortante de Mário Maestri, não deixe de ler e compartilhar.

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Áudio do caixa 2 de Bolsonaro: D.E. estava certo! – D.E. 10/out/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) O historiador Mario Maestri comenta: “A China, Hong Kong e a esquerda como a direita gosta”.
(iii) A socióloga Angelica Lovatto comenta: “Colapso do populismo ou revolução brasileira? Para uma crítica das teorias hegemônicas paulistas”.

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Preparando o Estado para Soberania – As Informações

O mais relevante fator que surge no mundo, para a sociedade humana, após a II Grande Guerra, é a apropriação da informação. Esta se desdobra em dois conjuntos: o meio físico da mensagem e os conteúdos destas mensagens. O entendimento da importância da informação pelo poder financeiro e sua capacidade para operacionalizá-la o tornará capaz de dominar e até destruir o poder produtivo, industrial, no século XX.
Leia, debata, compartilhe.

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Bolsa: gringos metem o pé. D.E. avisou… – D.E. 9/out/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) O cientista político Eduardo Jorge Vior comenta, direto de Buenos Aires, as semanas decisivas para a eleição argentina e a crise no Equador.
(iii) Alejandro Acosta, editor do jornal “Gazeta Revolucionária”, comenta a paralisia do movimento sindical diante da perspectiva de privatização das nossas grandes estatais: Petrobras, Correios, Eletrobras, BB, CEF e mais educação e saúde públicas. O que está acontecendo?

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(Des)caminhos da crítica autonomista ao marxismo

Neste artigo, a autora analisa a corrente autonomista, que existiu no Brasil, ao longo da década de 1980, e tinha o objetivo de revisar o marxismo, especialmente na revista Desvios. Esta revisão crítica se deu a propósito do que, à época, ficou conhecido como a emergência de “novos” movimentos sociais. Dentre os principais participantes desta corrente, destacavam-se o sociólogo Eder Sader e a filósofa Marilena Chauí, cujas formulações, no período, serão privilegiadas aqui.
(Des)caminhos da crítica autonomista ao marxismo é a segunda parte do artigo, aqui publicado pelo Duplo Expresso. Não deixe de ler para entender as limitações atuais da esquerda partidária.

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Crime e sua relação complementar com as atividades estatais – elementos históricos

Quando se considera a existência de ação e coordenação de setores de inteligência (obtenção de dados, investigação, avaliação de cenários e soluções) de outros países, ou de organizações internacionais, a colaborar com negócios ilícitos em nossa região, sobretudo em um cenário de submissão de nossa soberania e fragilização institucional no mesmo tempo em que se observa o avanço de facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho (por todo o país e sub região continental), há que se considerar que o narcotráfico regulado pelo Estado já foi, no passado, ferramenta utilizada pelo Reino Unido para equilibrar sua balança comercial frente a China. Em 1839 e entre 1856 e 1860, foi estabelecida uma política com duplo efeito e que fazia utilização do narcotráfico como ferramenta geopolítica de guerra para provocar tensões internas sem o controle dos governos, e ao mesmo tempo como ferramenta de pressão política e de comércio exterior.
Neste ensaio trataremos sobre o narcotráfico e sua relação complementar (inclusive oficialmente em alguns casos) com as atividades estatais , como também, casos históricos em que ele foi parte do manejo de ações de guerra econômica.

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A grande manipulação – D.E. 7/out/2019

Destaques:
(i) Romulus Maya faz a análise da conjuntura política.
(ii) O cientista político Felipe Quintas faz um balanço geral da política brasileira.
(iii) O veterano da indústria do petróleo e analista político Rubem Gonzalez chega entrando de sola.

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