Duplo Expresso 4/out/2018

Destaques:
– O escritor, sociólogo e analista internacional Lejeune Mirhan fala sobre: “Barrar o fascismo nas eleições: as tarefas da esquerda para 2019”
– O Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães comenta a atualidade política do Brasil e do mundo.
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 3/out/2018

Destaques:
– O advogado e candidato a Deputado Federal pelo PDT-PR Samuel Gomes fala sobre: “Uma frente nacionalista, que reúna patriotas e democratas, para salvar o Brasil!”
– A arquiteta, Mestra em Engenharia Civil e Doutora em Administração de Empresas Patrícia Vauquier comenta: “Terceirização Público-Privada: isso é futuro para o Brasil?”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 2/out/2018

Destaques:
– O cientista político Felipe Quintas comenta: “A eleição não encerra o golpe”
– O doutor em Economia Gustavo Galvão fala sobre: “A geopolítica da próxima grande crise global”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 1/out/2018

Destaques:
– O especialista em Minas e Energia, PhD em Engenharia na área do petróleo, Paulo César Ribeiro Lima fala sobre os resultados dos leilões da Eletrobras e 5a Rodada do Pré-Sal.
– A Economista, doutora em Políticas Públicas e mestre em Planejamento e Desenvolvimento Econômico Ceci Juruá comenta: “Ameaças neoliberais à social democracia”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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A barganha do PT com a Finança e os EUA: foi-se o projeto nacional?

A seguir, republicamos texto seminal que saiu aqui no Duplo Expresso em fevereiro deste ano, sob o título “Golpe do Judiciário e invasão americana: por que o PT não dá nome aos bois?”. Sete meses depois nos ajuda a compreender melhor a barganha que o “PT jurídico” e seu expoente Fernando Haddad tentam fechar com a Finança transnacional e o Deep State americano, abdicando definitivamente de um projeto nacional para o Brasil. Projeto ao qual, como se vê, o Partido dos Trabalhadores, dadas as suas contradições ideológicas internas, nunca chegou a ser aferrado. O texto foi elaborado por observador privilegiado, e qualificado, da política nacional. Um economista desenvolvimentista sênior que trabalhou no Governo Lula. Mesmo que se discorde das teses que apresenta, são um excelente ponto de partida para o “que fazer?” de 2018 – e, principalmente, além.
No fim, as (sempre) sábias palavras do Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, na sua participação semanal no Programa Duplo Expresso.
Mene mene tekel upharsim: estava escrito na parede. E teve profeta que avisou.

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Exclusivo: Lula recusa encarnar cabo eleitoral “fake” e Golpe salva “PT Jurídico” calando ex-Presidente

Lula não vê como provável, no contexto do Golpe, a hipótese de Haddad vencer a “eleição”. Acreditaria, ao contrário, que o afunilamento na “reta final” da campanha haverá de revelar que Haddad teria sido usado – assim como Bolsonaro – como um cavalo paraguaio. Ambos seriam em realidade instrumentos, deliberadamente ou não, da mais escancarada fraude eleitoral da História: a “vitória” do – sem voto – Geraldo Alckmin.
Ao longo do dia de ontem passou a haver a desconfiança de que, nas entrevistas que fora autorizado a conceder, Lula não interpretaria o papel que esperavam dele: o de cabo eleitoral. Mais do que isso, o de um cabo eleitoral crédulo, estilo Poliana, apto a contribuir para o esforço – notem: “suprapartidário”! – de normalização destas “eleições 2018” (sic). O “PT jurídico” e o Golpe (i.e., a sua face mais ostensiva) passaram a temer que, ao contrário, transparecesse a ideia de que Lula não acredita em uma disputa honesta, em que o PT pudesse, de fato, sair vitorioso.
Uma entrevista de Lula com tal conteúdo – a poucos dias do pleito – seria nitroglicerina pura.
O esforço para apagar tal incêndio potencial foi, uma vez mais, “suprapartidário”. Com uma mão o “PT jurídico” deu – através do “bom policial” Ricardo Lewandowski. E, com a outra, o Golpe (i.e., a sua face mais ostensiva) tirou – com o “mau policial” Luis Fux. No final, na foto saíram bem tanto o “mocinho” como o “bandido”: de novo!

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#EuNão: manifesto contra o fascismo-chic que deu certo

Quando um movimento político se diz apartidário já é uma construção ideológica. A quem serve o movimento #elenão? O “ele” é uma fulanização que pode ser apontada a qualquer um. Dessa forma, pode ser instrumentalizado por qualquer interesse em disputa que “não” quer perder. Quem ganha com o movimento #elenão? A Rede Globo, o Mercado, e a Direita Fascista.
“PT JURÍDICO”: O FASCIMO-CHIC QUE DEU CERTO: Não é “nós” contra “ele”, mas muito de “nós”, “nele”. O terreno do fascismo já está pavimentado, o “coiso” não precisará fazer nada para que essas “coisas” continuem acontecendo. Deve ser por isso que estarão “todos” juntos, de mãos dadas, “contra” “ele”. NÃO CONTEM COMIGO. #EUNÃO

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Confirmado: caminhamos para maior fraude eleitoral de todos os tempos

Possibilidade de cenário com “empate quádruplo” – ou próximo disso, replicando primeiro turno da eleição francesa de 2017. Assim, não seriam originais em nada na operação “Macron Brasil 2018”. Nesse caso, restaria à Finança/ Globo/ Juristocracia, o triunvirato não eleito que substituiu a soberania popular, escolher qual segundo turno prefere: Haddad vs. Bolsonaro; Alckmin vs. Bolsonaro; Haddad vs. Alckmin. E o vencedor, obviamente. Em leilão reverso: quem dá mais… à Finança. Ou melhor, quem for capaz de criar as condições, no arranjo político de 2019, para que Finança extraia mais. Quem? Alckmin ou Haddad?

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A raposa que nos falta em 2018: como Getúlio, malandro, passou todos para trás

Em um dos cenários para o futuro imediato do Brasil possíveis traçados usamos como referência a grande trapaça de que Vargas se valeu para poder estar em posição de dar o bote na República Velha em 1930. Contudo, fatos anteriores à etapa “nacional” de Vargas, ainda no RS, dão conta, igualmente, da capacidade que tinha de sublimar as pulsões oriundas da vaidade e do ego, permitindo que “camuflasse” a sua genialidade de todos. E assim, por não darem muito por ele, ficou livre para se acercar. E armar os seus botes, todos eles fatais.

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Duplo Expresso 28/set/2018

Destaques:
– O artista visual e ativista Sama comenta: “Guerras Narrativas”
– O politólogo e analista internacional Eduardo Jorge Vior fala sobre: “A guerra comercial entre os EUA e a China e o rol de países envolvidos”
– O jurista Luiz Moreira comenta: “E ainda assim, no Supremo, você tem gabinete distribuindo senha para soltar corrupto. Sem qualquer forma de direito e numa espécie de ação entre amigos.” (Luís Roberto Barroso)
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Haddad: um desastre na Comunicação (testado e reprovado)

Em 2013, com apenas 11 meses com Haddad à frente da Prefeitura de SP, querendo ajudar, o jornalista Rodrigo Vianna (Rede Record; Blog “Escrevinhador”) elencou graves deficiências políticas e administrativas, especialmente no que toca a comunicação, que iam ficando bastante aparentes já ali. Tivessem sido corrigidas, tempestivamente, talvez Haddad não tivesse legado à política brasileira, com o seu fracasso, a figura de João Dória.
Pobre Brasil: esta, a (pretensa) “civilização” a enfrentar a “barbárie”…
Quem haverá de nos defender?
O Cabo Daciolo, “Nação Brasileira”?
Rir para não… desesperar!

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Duplo Expresso 27/set/2018

Destaques:
– O escritor, sociólogo e analista internacional Lejeune Mirhan fala sobre: “As razões do golpe contra Dilma e por que Haddad vai vencer as eleições”
– O Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães comenta a atualidade política do Brasil e do mundo.
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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“Civilização contra a barbárie”: a versão 13.0 do Golpe

Índice:
(I). “Civilização contra a barbárie”: a versão 13.0 do Golpe
(II). Desfechos possíveis para o “Golpe 13.0”
(III). Como a “Mensagem ao Partido”/ “PT Jurídico” tomou a sigla de Lula; e o que isso prenuncia de um governo Haddad
(IV). Como evitar o golpe militar já depois do Carnaval
(V). Resumo audiovisual

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Duplo Expresso 26/set/2018

Destaques:
– O professor de Direito da UFSC, Doutor em Direito pela UFSC, advogado e Conselheiro Estadual da OAB-SC José Sérgio Cristóvam e o advogado e candidato a Deputado Federal pelo PDT-PR Samuel Gomes falam sobre: “Abuso de autoridade aos pés da esfinge: discuta-me ou te devoro”
– A arquiteta, mestra em Engenharia Civil e doutoranda em Administração de Empresas Patrícia Vauquier comenta: “Por que #EleNão não é a bandeira da nossa luta”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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O canto da sereia e a sua responsabilidade nas urnas

Escrevo este texto após ter participado no final da tarde do domingo (23) de um bom debate onde os juristas Luiz Moreira e Romulus Maya (meu parceiro no projeto Duplo Expresso) convidaram a nossa comentarista Maria Eduarda Freire e falaram de uma maneira inquestionável: Haddad representa a vitória do PT Jurídico. Foi assessor de Tarso Genro no Ministério da Justiça e, também por isso, assim como Cardozo e Dilma se comporta como um “vaselina” nas questões delicadas. Tem como filosofia a substituição da soberania popular pelos plenos poderes punitivistas dos quadros da justiça.
Não falo da pessoa Fernando Haddad. Não tenho nada contra ele, pois sequer sei quem ele é como pessoa. Como político ele está exposto.

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Duplo Expresso 25/set/2018

Destaques:
– O doutor em Economia Gustavo Galvão comenta: “O Brasil na nova crise mundial”
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 24/set/2018

Destaques:
– O especialista em Minas e Energia, PhD em Engenharia na área do petróleo, Paulo César Ribeiro Lima fala sobre o leilão da Eletrobras.
– A Economista, doutora em Políticas Públicas e mestre em Planejamento e Desenvolvimento Econômico Ceci Juruá comenta: “Afinal, o que é neoliberalismo e o que é esquerda no Brasil?”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Finança joga Bolsonaro ao mar – e nós avisamos!

Aos poucos vão se somando novos indícios de que a hipótese levantada pelo Duplo Expresso há uma semana pode estar mesmo se concretizando: o (zero vírgula) 1% global, que patrocinou junto com o Deep State americano o Golpe no Brasil, não quer Bolsonaro na presidência.
Mas quem ele quer?
E quer Bolsonaro onde?
As duas matérias dedicadas ao tema na revista The Economist ajudam a responder essas perguntas.
Houve muito provavelmente algum grau de coordenação entre a revista, dos Rothschild, e a campanha de Haddad. Possivelmente essa última fora informada antes de que a matéria jogando Bolsonaro ao mar seria publicada. Inclusive sobre o conteúdo da mesma, opondo (ultra) “liberalismo” e protofascismo. Isso porque…

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Duplo Expresso 21/set/2018

Destaques:
– O artista visual e ativista Sama fala sobre o impacto do neoliberalismo na cultura.
– O jurista Luiz Moreira comenta a atualidade jurídica e política.
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 20/set/2018

Destaques:
– O escritor, sociólogo e analista internacional Lejeune Mirhan comenta: “Pesquisas eleitorais: como são feitas, seu significado e o que elas estão nos dizendo no momento?”
– O Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães fala sobre a atualidade política do Brasil e do mundo.
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 19/set/2018

Destaques:
– O advogado e candidato a Deputado Federal pelo PDT-PR Samuel Gomes comenta: “A chance do trabalhador, na urna, resgatar o trabalhismo”
– A arquiteta, mestra em Engenharia Civil e doutoranda em Administração de Empresas Patrícia Vauquier faz um paralelo entre a construção civil no Brasil e na França.
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 18/set/2018

Destaques:
– O doutor em Economia Gustavo Galvão comenta: “A crise do mundo americano”
– Wellington Calasans, Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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Cassino Brasil: por que, depois de escondido, Bolsonaro volta à mídia

Pois eis que a Finança, igualmente cortejada pelos gorilas e pelo Plano B, parece estar namorando a ideia de casar-se com ambos, adotando conformação de tal bigamia que lhe permitisse extrair os maiores retornos. E com os menores riscos. Inclusive de imagem:
– O Plano B na Presidência, tão sitiado e disposto a fazer “concessões” (mais para “convicções”) quanto Dilma Rousseff em 2015.
– Com os gorilas providencialmente fungando no seu cangote, na qualidade de chefes da oposição. E líderes, em potencial, de um novo golpe.
Note-se que esse desenho é bom para todos eles: (i) a Finança consegue o que quer; (ii) os gorilas conseguem poder – e sem responsabilidade; e (iii) o Plano B, “legitimado pelo voto”, consegue o álibi para dar seguimento à “Ponte para o Futuro” de Marcos Lisboa et al.: “se não der para eles por bem, vai ter que dar por mal: olha o golpe militar aí na esquina, gente!”. Ainda, com a caneta na mão, o Plano B terá facilidade para cooptar a ala fisiológica do PT (abstêmica desde 2016), bem como a “Blogosfera (dita) progressista”. Ambas seriam encarregadas de amansar – e passar vaselina – nas bases.
O fantasma Bolsonaro/ Mourão seria, assim, o pé de cabra com que o Plano B – e a Finança – manteriam o Brasil arrombado. Note-se que ambos já se escolheram, reciprocamente, como “adversários” (aspas). Estão, na verdade, mais para duas faces da mesma… moeda.

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Duplo Expresso 17/set/2018

Destaques:
– A Economista, doutora em Políticas Públicas e mestre em Planejamento e Desenvolvimento Econômico Ceci Juruá fala sobre a Constituição de 1988.
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso de Domingo 16/set/2018

Destaque:
– O Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães e o jurista Luiz Moreira comentam: “As esquerdas e as eleições presidenciais de 2018”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem análise da conjuntura política.

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