Quem derrubou o D.E.? Cui bono? Com Pepe Escobar, Piero Leirner, Requião e Glauber

Destaques:

Diretamente da Suíça, Romulus Maya, Editor-chefe do Duplo Expresso, recebe Pepe Escobar, Piero Leirner, Roberto Requião e Glauber Braga, no dia em que o site do Duplo Expresso é hackeado e derrubado – pela segunda vez neste ano.
O que as duas ocasiões tinham em comum?
Avanços importantes nas revelações sobre o Caso Banestado – e artigos com denúncias que… viralizavam.
Quem ganha com a impossibilidade de acesso ao artigo sobre os furos nas “explicações” dadas pelo Min. Luis Roberto Barroso para seu o nome constar da Lista do Banestado?
Artigo esse que já passara dos 230 mil acessos (!), antes de o site ser derrubado, ontem à tarde?
Cui bono?
Barroso, que conhece expressões latinas, pode tentar responder mais essa questão em aberto, quem sabe…
Na abertura, panorama completo da economia, no Brasil e no mundo, com os economistas Paulo Gala, da FGV, André Roncaglia, da UniFESP, Elias Jabbour, da UERJ, Uallace Moreira, da UFBA, e Eduardo Costa Pinto, da UFRJ.
Imperdível!

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Minutagem inteligente:

Links — diretos — para cada tema, com redirecionamento instantâneo para o respectivo minuto no vídeo

Vídeo 2: Pepe Escobar & Piero Leirner

0:00:00 – Glauber Braga conclui sua participação.

0:02:05 – Glauber responde sobre manifestação na Câmara quanto ao nome do Barroso constar nas CC5

0:05:15 – Glauber, sobre o Messer: “não tenho nenhuma dificuldade de apresentação, com os elementos que justifiquem o processo de apresentação de convocação” e fala de “alguns poréns”

0:06:34 – Glauber, sobre a cobrança pública ao Lula: “eu coloco as minhas energias pra cobrança pública daqueles que são os meus adversários políticos, mas respeito quem o faz”

0:08:16 – Requião diz que não é mais necessária a cobrança do Lula (sobre os docs da Odebrecht)

0:11:07 – Piero Leirner ressalta que tem que ficar mais claro que o Duplo Expresso não é um veículo de impressa tradicional: “as regras ‘off the record’ e ‘on the record’ talvez não funcionem no DE da mesma maneira”; “É preciso que os personagens [públicos] comecem a repensar um pouco suas atuações em função do contexto em que estamos, não são mais as regras políticas como eram antes; o pessoal tem que entender que estamos no limite, na beira do abismo”

0:21:14 – Piero fala das críticas ao DE: “O nosso problema é achar que a gente vai conseguir resolver as coisas mantendo o status de uma situação passada que já foi corrida faz tempo”; “Não é ser contra a esquerda, a gente não faz o jogo da direita, pelo contrário: o que a gente quer é propiciar as condições para a esquerda entrar no jogo de novo”

0:30:14 – Entrada do Pepe Escobar. Comentários sobre os ataques ao DE

0:33:53 – Pepe começa com a pauta dos 19 anos do “9/11” e o “Great Reset”; “COVID instrumentalizado para o Great Reset”

0:41:09 – Pepe tece comentários sobre o livro do Piero: “Tudo o que ele falava do ‘big picture’ era o que eu tinha vivido; Eu fiquei muito impressionado” – também cita que o Piero foi o primeiro a ter escrito algo do gênero

0:51:13 – Romulus ressalta que no Brasil há certas figuras públicas que o Deep State dobra com um telefonema. Pepe continua com outros comentários sobre o livro de Piero

0:55:56 – Romulus comenta que o DE furou a bolha antes de o site ser atacado

0:58:12 – A respeito de contra insurgências, Piero fala do uso de antropólogos pelos batalhões. Fala que tentou publicar algo sobre HTS (human terrain system) no Brasil mas as publicações aqui foram muito refratárias. Comenta quem foi o responsável por fazê-lo voltar a tocar no assunto

1:05:17 – Pepe narra um episódio em que foi preso por portar uma câmera e conta outros ocorridos em Bagdá

1:11:55 – Piero fala que as baixas dos EUA teriam diminuído muito depois do HTS e Pepe comenta, fala das milícias em Bagdá; aborda o apoio aos democratas para as eleições de 2020

1:18:58 – Piero lembra que o General Mattis esteve no Brasil recentemente numa conferência para a Escola Superior de Guerra para os generais. Pepe fala o papel dele em Falujah

1:27:03 – Piero levanta hipótese do hipertrofismo da máquina militar dos EUA, em que poderia haver muita competitividade interna e possíveis reflexos no Brasil

1:31:05 – Continuação de comentários sobre o livro: “Eles [militares] controlam a chave criptográfica e os ciclos de guerra híbrida no Brasil” – Pepe sobre o livro: “Eu acho essa definição 100% perfeita!”

1:36:36 – Outros comentários sobre guerras híbridas, no Brasil e fora

1:43:31 – Romulus pede que comentem sobre Belarus, onde ainda manda a KGB

1:47:24 – Romulus e Pepe comentam o caso do envenenamento do dissidente russo com novichok

1:54:44 – Pepe diz como as pessoas no Brasil são incapazes de fazer essas análises profundas porque estão preocupadas em sobreviver e não perder o emprego

1:58:38 – Piero fala sobre a similaridade das estratégias de contra guerrilhas

2:02:36 – Romulus traz o assunto do Evangelistão do Pó, ressaltando que decisões domésticas no Brasil não alterarão o cenário ruim

2:10:53 – Piero diz que no Brasil acredita-se muito nos “freios e contrapesos”, para as pessoas em geral a questão de guerras híbridas seria tudo teoria da conspiração. Pepe complementa com o Black Lives Matter

2:21:15 – “Como assim acabou a Lava Jato?!” Romulus traz o texto “A manipulação – grosseira e interessada – do “fim da Lava Jato” (“reabilitando o Lula a gente ganha as eleições em 2022?”)

2:30:24 – Piero fecha com um fato: dia primeiro o Comando Militar do Sul do Exército Brasileiro distribuiu várias medalhas a… juristocratas. “A Lava Jato tem que ser compreendida como um método que persiste”

2:35:57 – Romulus fala da formação do Deep State Tabajara

2:38:29 – Pepe faz a prévia do que falará na próxima semana: a queda da hegemonia inconteste dos EUA

2:42:17 – Recomendação de lição de casa: “9/11 Loose Change” https://youtu.be/xDGl3-Lbz4c 2:46:49 – Comentários sobre o julgamento de Julian Assange

 

Vídeo 1: Requião, Glauber, André Roncáglia, Eduardo Costa Pinto, Uallace Moreira, Elias Jabbour

00:00:00 – Abertura: Grade do DE lotada; Debate 1ª linha de Economia; a guinada de Luís Roberto Barroso; Barroso é o homem de lava jato no STF; Barroso e a “refundação da república”/ Janot e “A lava jato é o fim da escravidão”; a lista VIP do BANESTADO some; STF diz que Moro e MPF são um só; 50 mil dólares de Dário Messer; Ato de ofício e vantagem indevida; o Requerimento de Glauber Braga; O site do DE sofre sofisticado ataque hacker; por que derrubaram?/ cui bono?; artigo viral do DE sobre Barroso;

00:25:41 Apresentação dos convidados; RM fala de sua experiência no curso de economia;

28:58 UM introduz os dados da economia para os demais convidados comentarem; falta de dinâmica da taxa de investimento no BR; baixo consumo das famílias; RM fala da dificuldade de convencer a população; a “esquerda” tem que apoiar a manutenção do auxílio; Paulo Guedes (PG) que tirar os direitos sociais;

38:15 EC comenta os índices econômicos; queda do PIB e queda do desemprego, queda do consumo no contexto do auxílio; precisamos entender o Brasil Profundo; as exportações continuaram em alta; processo de concentração do capital comercial; quem ganha e quem perde na pandemia?; como voltar a crescer?; o preconceito com o populismo; o BR está se desmanchando

50:28 RM pede a AR para comentar os números e introduzir a história da fadinha – reforma administrativa; AR fala do “apelo” de PG; a “saída” de PG; AR fala dos dados da semana; Dívida e déficit do PIB; necessidade de desmitificar o “penhasco fiscal”; PG (só) “olha para baixo”; os privilegiados continuam intocados; necessidade de planejamento estatal mesmo para a redução do estado; reforma tributária é “meia boca”;

1:00:15 RM discorre sobre as reformas administrativas; UM comenta a tese do Estado mínimo; as reformas já feitas; mudança estrutural no mercado de trabalho; vulnerabilidade da classe trabalhadores; as reformas convenientes a certas classes sociais; fala do novo Sec. de desestatização

1:07:10 EC comenta as colocações dos participantes; PEC do TETO; defesa profunda do preço dos ativos; o mecanismo dos fundos de investimentos; RM fala dos ganhos da Globo com especulação financeira; EC fala das riquezas financeiras; RM e EC discutem as remessas financeiras para o exterior; EC explica a política econômica para proteger os preços dos ativos financeiros; a “porta giratória”; a convergência de diferentes setores com a política econômica; a “esquerda” chama os militares de desenvolvimentistas;

1:22:45 RM pergunta a AR sobre os ganhos da especulação financeira; AR comenta os interesses das grandes empresas; os servidores viraram a “geni” da economia; RM comenta o mecanismo para ajudar a desova dos ativos financeiros; AR fala da sanha desestatizante; analogia do corpo humano com a economia; o poder não respeita a razão econômica.

1:30:16 UM comenta as colocações: o debate ideológico da inflação; forma da condução da reforma administrativa pela impressa; RM lembra as classes poupadas da reforma; AR fala da “maquiagem” dos dados para manipular a opinião publicada; UM comenta a demonização do servidor público; UM relembra o discurso da reforma trabalhista;

1:39:08 Entrada Elias Jabbour (EJ); RM fala de Emmanuel Macron; EC fala da recuperação da taxa de lucros das grandes empresas; destruição da relação publico-privado da Era Vargas; os mecanismos que propiciaram o aumento da taxa de lucros; o processo de desindustrialização;

01:47:09 RM lembra “o que tá ruim pode piorar”; Jornalista da CNN “lambe os beiços” com a delação de Dário Messer; RM “provoca” EJ, com “possível” incorporação do PCdoB pelo PT; EJ diz que o problema do Brasil é político e não econômico;

01:52:32 RM pergunta a AR sobre Emmanuel Macron recriar órgão de planejamento; quando se viu um debate sobre a (re-)estruturação do capital no BR; RM traz “à baila” o papel de Modesto Carvalhosa; AR fala que o BR é viciado em extrativismo;

1:57:40 RM dá encaminhamento às considerações finais; UM diz que economista “é um sujeito perigoso; comenta a fala de EJ de que a crise é política; nada restou para a retomada do crescimento; PEC do teto insana; falta de dinamismo da economia; EJ “trolla” UM “cidadão de bem não dá” rsrs; a aparição do bebê “Johnson”.

2:04:10 EC faz os seus comentários finais; EC crise institucional; a LJ usou a instabilidade como instrumento de poder; democracia restrita; o imperialismo “operou” o caos; campo de LIBRA – pré-sal; o complexo “vira-lata”; é necessária um projeto ousado; RM comenta John Harry Dunning; EJ comenta a falência da nação;

2:20:10 RM dá o “teaser” de participação de Pepe;

2:22:40 RM explica o ataque ao site do DE; e pergunta a R. Requião o porquê?; Requião ressalta que o ataque se deve o nível extraordinário do programa; entrada de Glauber Braga; RM questiona os motivos do ataque;

2:27:57 RM pergunta a Requião sobre o requerimento de Glauber Braga (GB); Requião relata o histórico; acordão para manter as privatizações; a Lista Vip do Banestado; delação de Dario Messer; “por que o Glauber está sozinho nessa”

2:32:57 RM ler trechos, sobre BANESTADO, da autobiografia de Zé Dirceu; e questiona a GB sobre a importância do requerimento;

2:35:30 GB responde aos supostos “ataques” do DE, retomando o “affair” Jones Manoel; RM tenta fazer réplica à fala do deputado; GB retoma o microfone e repete o relato; RM explica “forçação de barra” com publicação de mensagens com GB; GB diz rejeitar “intimidação”/ pressão do DE; GB fala em “ataques” do DE, defende Wadih Damous; RM lembra a cronologia: Glauber já não vinha ao DE antes da publicação das mensagens; RM explica o “online shaming”.

3:05:47 Glauber comenta seu pedido dos documentos do Banestado na mesa do Senado Federal

3:09:12 Requião fala dos documentos do Banestado e de um possível “acordão” feito durante a troca de governos; ressalta a extrema importância da revelação dos documentos

3:17:23 Romulus lembra que Maia foi vice-presidente da CPMI do Banestado e pergunta a Glauber qual seria o caminho para continuar tentando acessar os documentos caso fosse rejeitado o pedido no Senado. Glauber responde citando a aliança da direita

3:23:50 Romulus ressalta que é importante cobrar explicações sobre o nome do Barroso nas CC5, dado ao cargo chave que ocupa; Requião comenta que muitos parlamentares tem rabo preso dado os meios de financiamento de campanha e trocas de favores

3:34:28 Requião: “Esse trabalho que o Duplo Expresso começou, agitando essa questão, está sacudindo o Brasil”

3:35:04 Romulus reitera sobre a divulgação dos documentos originais da Odebrecht; Requião fala que quem demorou com o pedido dos #Odebrechtpapers foi o conjunto dos defensores do governo Lula, pensando no “acordão” de governabilidade

3:39:46 Romulus pergunta a Glauber se ele acha importante a divulgação na integralidade dos documentos da Odebrecht e sobre Rodrigo Maia, se ele ainda tem o bordão “ou vota isso ou vai ter golpe militar no Brasil”

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Vídeo integral:

Parte 1

 

Parte 2

 

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Os que nos atacam:

Aqui, aqui, aqui e aqui, a ficha dos que nos atacam, na figura de Leonardo Attuch “Dantas Nahas”, levantada por, entre outros, Paulo Henrique Amorim — e estranhamente deletada de seu site após a sua morte.

DOSSIÊ LEONARDO ATTUCH – VOL. 1: SUPOSTO LARANJA DE DANIEL DANTAS, REFÉM DA JURISTOCRACIA “VIRA A CASACA” 180 GRAUS….

Posted by Romulus Maya on Tuesday, August 11, 2020

 

 

 

 

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O que temem:

FINALMENTE: baixe as CC5 do Banestado, depois de quase 30 anos!

#BanestadoLeaks: o escândalo de lavagem de dinheiro no Brasil dos infernos

? #BANESTADOleaks: “a lista”, finalmente! ?

 

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Governo Dilma operando para os EUA (ver os respectivos fios no twitter):

 

 

 

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NÃO TEM IDEIA DO QUE FOI O ESCÂNDALO DO BANESTADO?
Eis resumão fornecido por Romulus Maya no distante mês de janeiro do Ano do Senhor de 2018, em seu antigo blog:

As contas “CC5” foram criadas em 1969 pelo Banco Central para permitir a estrangeiros não residentes a movimentação de dinheiro no Brasil. Essas contas também eram o caminho para multinacionais remeterem lucros e dividendos ou internar recursos para o financiamento de suas atividades. Por dispensarem autorização prévia do BACEN, as CC5 viraram o canal ideal para a evasão de divisas e lavagem de dinheiro. A movimentação ilegal usando as CC5 somou 179 BILHÕES. De dólares! Ajustando pela inflação em dólar do período (1998-2020), o equivalente a 281 BILHÕES DE DÓLARES em valores atuais. De longe, o maior escândalo de evasão de divisas e lavagem de dinheiro de todos os tempos.

Uma vez estourado o escândalo Banestado, a operação abafa para encerrar de vez os trabalhos de investigação começou em 2001. Durante esse período, milhares de inquéritos foram abertos em todo o País. Contudo, nenhum político importante ou dirigente de grande empresa foi condenado de forma definitiva. A maioria das empresas envolvidas conseguiu negociar com a Receita Federal o pagamento de impostos devidos e, assim, encerrar os processos tributários e penais abertos contra si.

Em relação às empresas de mídia que usaram as contas CC5 para praticar evasão de divisas e lavagem de dinheiro, não se tratou apenas da Globo e dos Marinho. A quebra dos sigilos bancários revelou que o Grupo Abril fez uso frequente das contas CC5, tendo movimentado um total de 60 milhões de Reais. Já o Grupo SBT, do empresário Silvio Santos, movimentou 37,8 milhões de Reais segundo a investigação.

Se na esfera judicial o caso Banestado teve o seu fim escrito pelas mãos do juiz Sergio Moro, no Parlamento a apuração conduzida pela CPI do Banestado teve o mesmo destino. De maneira totalmente inabitual, essa Comissão Parlamentar encerrou os seus trabalhos sem sequer votar a minuta de relatório final!

Explica-se: o esquema das CC5 pegava de A a Z do sistema político, embora em proporções bastante diferentes. O maior implicado, evidentemente, era o PSDB. Afinal, desde 1994 o partido tomara conta da máquina federal bem como de várias máquinas estaduais relevantes, como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Isso sem contar grandes municípios. No que tange ao PT, que acabara de chegar ao poder na esfera federal, o partido administrara até ali algumas prefeituras relevantes, como a de São Paulo, bem como os Estados do Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Acre. Portanto, embora com graus bastante diferentes de exposição ao escândalo das CC5, ambos, PSDB e PT, acabaram atuando no sentido de enterrar, o mais breve possível, os trabalhos da investigação.

O que se viu nessa CPI foi a tentativa de se proteger os cardeais de ambos os partidos, bem como de blindar aliados citados na investigação. Por fim, registre-se que o encerramento da apuração se deu em dezembro de 2004. Já no ano seguinte, em 2005, surge o “escândalo” seguinte, o caso do “Mensalão”. Na prática, em termos editoriais, tratou-se de uma tentativa bem-sucedida da Globo de fazer “subir a pauta”, sepultando de vez o interesse em se investigar as contas CC5. Afinal, como dito acima, esse sistema fora utilizado pelos próprios irmãos Marinho para retirar dinheiro “frio” do grupo, como caixa dois, do Brasil.

(artigo completo, atualizado, aqui)

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