“Gente como a gente”: como capitão fracassado virou “mito” popular

É patente que há uma produção com evidente intento de potencializar uma aparente faceta “gente como a gente” de Bolsonaro. Entender esse fenômeno é necessário pois o atual presidente tem ocupado o vácuo de liderança carismática, que cresce a cada dia que Lula passa isolado na prisão. Não se trata, obviamente, de uma simples substituição, até porque estão alocados como antagonistas no cenário político, o que torna a questão ainda mais intrigante, tendo em vista que uma parcela considerável de eleitores que votaria em Lula, até meados de setembro, ajudou eleger seu opositor quarenta e poucos dias depois.

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Duplo Expresso 11/dez/2018

Destaques:
– O cientista político Felipe Quintas comenta: “O fim há muito desejado do Ministério do Trabalho”
– A socióloga Thais Moya fala sobre: “70 anos da Declaração dos Direitos Humanos: Origens, demandas e desafios”

– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 04/dez/2018

Destaques:
– O cientista político Felipe Quinta comenta: “López Obrador, a retomada do nacionalismo popular no México e a esquerda latino-americana”
– A socióloga Thaís Moya fala sobre: “Pobres e negros limpam o chão enquanto herdeiros se formam bacharéis: a destruição do projeto lulista de Ensino Superior Público e Popular”

– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 27/nov/2018

Destaques:
– O cientista político Felipe Quintas comenta: “Populismo e social-democracia: o que esses rótulos escondem?”
– A socióloga Thais Moya fala sobre: “Pobres e negros limpam o chão enquanto herdeiros se formam bacharéis: a destruição do projeto lulista de Ensino Superior Público e Popular”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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O xeque de Cuba em Bolsonaro: A crise do Mais Médicos ameaça a agenda golpista

A partir do cancelamento da participação de Cuba no Programa Mais Médicos, desenvolve-se um caminho reflexivo por meio das problemáticas que levaram tanto a criação do programa, quanto ao desfecho citado. A reflexão intenta-se uma meta-análise por meio da constatação do contexto da guerra híbrida imposta ao Brasil e das suas táticas; por fim, propõe uma resistência que se liberta da condição reativa às emergências elaboradas pela agenda golpista que tem assolado os diretos sociais, políticos e civis dos brasileiros.

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Duplo Expresso 20/nov/2018

Destaques:
– O cientista político Felipe Quintas comenta: “Desenvolvimento e soberania: uma relação necessária”
– A socióloga Thais Moya fala sobre: “O xeque de Cuba em Bolsonaro: Crise do Mais Médicos ameaça agenda golpista”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 6/nov/2018

Destaques:
– O cientista político Felipe Quintas comenta: “A Coalizão do Caos: a articulação entre financistas, Lava-Jato, militares e evangélicos para desmontar o país”
– A socióloga Thais Moya fala sobre: “Evangélicos: o que são, de onde vieram, o que querem e para onde vão nos levar?”
– Romulus Maya e Patrícia Vauquier fazem a análise da conjuntura política.

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Painel (ilustríssimo) debate consequências de Bolsonaro

No último domingo, ao vivo durante a apuração da votação no segundo turno da “eleição” (?) presidencial, os apresentadores do Duplo Expresso Wellington Calasans, Romulus Maya e Carlos Krebs receberam para debate – no calor dos acontecimentos – o cientista político Felipe Quintas, a socióloga Thaís Moya, a comentarista de assuntos jurídicos Maria Eduarda Freire, o antropólogo João de Athayde, o artista visual e ativista Sama, o politólogo e analista internacional Eduardo Jorge Vior, a arquiteta Patrícia Vauquier, o advogado Samuel Gomes e o convidado especial Senador Roberto Requião.

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“Print-bomba”: Haddad tinha áudio incriminando Bolsonaro no Caixa 2 do WhatsApp. Cadê?

Conforme prometido na semana passada, caso Fernando Haddad e o seu staff decidissem proceder à traição – final – a Lula, ao Brasil e aos seus pobres, o Duplo Expresso não silenciaria. Como vimos dizendo desde o dia 19 de outubro, tanto a Folha de S. Paulo como a campanha de Fernando Haddad tinham em sua posse o batom na cueca de Bolsonaro. Ou seja, o áudio em que o (suposto) “Presidente-eleito” pede, de viva voz, a empresários que pagassem – com caixa 2 – pela contratação do envio de mensagens em massa pelo WhatsApp.
“Print-bomba”: na semana passada, exasperados, indagamos de representante da campanha de Fernando Haddad com quem mantivemos contato sobre por que não publicavam o áudio-bomba. A conversa abaixo, via WhatsApp – Ah, a ironia! –, deu-se na semana passada. Ou seja, a poucos dias da votação.

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Duplo Expresso de Domingo 28/out/2018

Destaque:
– Wellington Calasans, Romulus Maya, Carlos Krebs, o cientista político Felipe Quintas, a socióloga Thaís Moya, a comentarista de assuntos jurídicos Maria Eduarda Freire, o antropólogo João de Athayde, o artista visual e ativista Sama, o politólogo e analista internacional Eduardo Jorge Vior, a arquiteta Patrícia Vauquier, o advogado Samuel Gomes e o convidado especial Senador Roberto Requião debatem sobre o resultado das eleições 2018.

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Os primeiros passos da resistência ao Regime Bolsonaro

No esforço comum de articular a resistência, desde já, à iminente instauração do Regime Bolsonaro, a socióloga Thais Moya vem editando recortes do programa Duplo Expresso para facilitar a disseminação do conteúdo. Trata-se de pleito antigo dos “expressonautas” que é agora atendido. Isto é, tanto quanto possível. Portanto, pedimos a todos que ajudem a divulgar para “não iniciados” estes vídeos mais curtos, para que possamos avançar no esforço de articulação da resistência a esta nova fase do Golpe. Afinal, mais do que nunca precisaremos dela. E logo.

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2018: o que deu errado (e o que fazer)

– Dilema da esquerda em 2018: entre encontrar o seu rumo e a derrota total;
– “ZapGate”: com Bolsonaro eleito, Finança guarda prova para fazer chantagem;
– 2018: o que deu errado (e o que fazer).
3 trechos do Duplo Expresso de Domingo 21/out/2018. Com Romulus Maya, Carlos Krebs, a socióloga Thaís Moya e o cientista político Felipe Quintas.

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Acabou: Rosa Weber diplomou Bolsonaro ontem, que seguiu para festa na Paulista

O último domingo será considerado o ritual de passagem para o Regime Bolsonaro. A coletiva de imprensa das supostas “instituições”, acocoradas, com representantes do TSE, OEA, Polícia Federal, MPF, e Governo Federal – por de Raul Jungmann e do General Ecthegoyen – representou a diplomação de fato do ex-Capitão.
Nela ficou clara a tentativa de imposição de uma realidade paralela chancelada pelo “é o que afirmamos, cale a boca e ponto final”. Linha argumentativa explícita na fala firme do General Ecthegoyen de que “dia 29 teremos um presidente de todos” legítimo e isso é incontestável, “ponto final”.
Em síntese, a “coletiva sobre fake news” do TSE ontem foi, ela sim, a grande fake news! A tônica, geral, das falas foi o reenfoque do tema “fake news”. Ocultou-se o sofisticado e caro esquema empregado, clandestina e ilegalmente, em favor de Bolsonaro. E sua consequência jurídico-políticas óbvia: nulidade da “eleição” (sic).

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Duplo Expresso 22/out/2018

Destaques:
– O especialista em Minas e Energia, PhD em Engenharia na área do petróleo, Paulo César Ribeiro Lima comenta: “A importância do refino para a Petrobras e o plano de Bolsonaro de manter estatal o ‘miolo’ da empresa”
– A socióloga Thais Moya fala sobre: “O que nos restará em 29/10”
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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