DSP – A opção de voltar ao poder pela via democrática

Quando quiseres falar da política moderna na Guiné Bissau, há um nome incontornável: Domingos Simões Pereira. Um politico jovem e bastante popular que já ocupou cargos de topo naquele país, tal como primeiro-ministro, e actualmente é o presidente do partido que já foi liderado pela “lenda” Amilcar Cabral que neste dia 20 é lembrado pelos 45 anos da sua morte por assassinato.

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O elo entre Eduardo Cunha, Paulo Pimenta, Wadih Damous e Luis Nassif: xeque do Duplo Expresso

– Tudo começou quando, no final de 2017, Wellington Calasans e Romulus Maya abordaram com bastante ceticismo um pequeno “artigo” de Luis Nassif publicado com toda a discrição (sem qualquer destaque em seu site) em que esse reforçava algo que ambos os apresentadores sabiam – e provaram (com documentos e imagens) – ser mentira: Eduardo Cunha estaria, naquele momento, “preso” em Curitiba. Mais que isso, “humilhado e ofendido”, não mandaria mais nada na política brasileira (segundo Nassif!).
– Foi justamente diante de pressões – vindas de onde menos esperávamos! – para que não mais abordássemos o tema da “prisão” (fake) de Eduardo Cunha – e também o “Caixinha unificado suprapartidário da ALERJ” – que Wellington Calasans e Romulus Maya, um par de semanas depois, criaram página própria: este Duplo Expresso. Com total independência e ausência de rabo preso.
– E, nessa mesma pegada, que venha 2019! Estamos todos juntos, na mesma trincheira. E já sabemos quem, nela, está na realidade trabalhando para o outro lado. Pelo menos para isso valeu 2018, não é mesmo?

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Documento da ONU sepulta Luis Nassif: o caso Duplo Expresso/ Romulus Maya

– Agora é de papel passado: Luis Nassif é o rei das fake news no Brasil. E quem é que diz isso? “Apenas” a ONU!
– Ao longo de meses o Duplo Expresso foi a Genebra, Lisboa e Luanda para desmontar uma das mais vis tentativas de assassinato de reputação da história do jornalismo brasileiro na era digital: aquela dirigida por Luis Nassif – a mando de Paulo Pimenta – contra Romulus Maya, editor do Duplo Expresso.
– Começamos pelo final, apoteótico: o pronunciamento, por escrito, de funcionário das Nações Unidas em Genebra encarregado de comunicação e relações exteriores chamando Luis Nassif do que ele é, um mentiroso, caluniador.
– Na sequência rememoramos como chegamos até aqui. E contextualizamos o episódio Luis Nassif/ Romulo Brillo – nome de batismo por trás do pseudônimo “Romulus Maya” – no roteiro que nos levará, em breve, ao ano 4 do Golpe no Brasil.
– Aprenda, Luis Nassif: dossiê se faz com documento. Se for da ONU, melhor ainda!

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Exclusivo: Muniz Sodré fala ao D.E. sobre necessidade de debater as redes sociais

O editor e apresentador do Duplo Expresso Wellington Calasans reuniu na mesma live o jornalista angolano Wilson dos Santos e o filósofo brasileiro Muniz Sodré para uma conversa sobre fake news, redes sociais e muitas outras variações em torno da comunicação atual.
Assista ao vídeo e conheça um pouco mais sobre a nova forma de comunicar e sobre um tema que sequer é comentado na imprensa brasileira, o ataque da imprensa europeia com fake news contra Angola e a tentativa de promoverem um desgaste entre Angola e Congo Democrático.

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O retorno à antiga Idade Moderna II – Angola: A Rainha Nzinga e a Resistência

O retorno à antiga Idade Moderna segue. Por um lado, querem empurrar o Brasil para os tempos-sem-direitos de antes da queda da Bastilha, e por outro, certos temas sobre a Idade Moderna (1453-1789) estão muito em dia. Mas a história do Brasil não tem fundo só europeu e mesmo que o atual ministério deseducativo no poder não tenha a isso nenhuma afeição, insistimos em trazer Brasil e África para o centro da discussão.
Nzinga não era abolicionista, idéia que não existia naquele momento e contexto local, parte de sua luta era efetivamente pelo controle de rotas de comércio de escravos. Ela foi uma rainha resistente contra a expansão portuguesa e contra o fato que os povos liderados por ela fossem escravizados e enviados para o Brasil.

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O estranho caso do jornalista – tucano – que virou ídolo petista

Paulo Pimenta – Líder da bancada do PT na Câmara! – é o mandante da tentativa – vã – de assassinato da reputação de Romulus Maya, com o “dossiê” fajuto.
O que terá oferecido a Luis Nassif para esse destruir a própria credibilidade? Aliás, ela sempre esteve à venda?
Na hipótese de “cooptação por inteligência estrangeira”, será que o Deputado Paulo Pimenta bateu – ele – a carteira e grita “pega ladrão”?

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