Lula convida Moro a ir prendê-lo e devolve o poder ao povo

Por Wellington Calasans, Para o Duplo Expresso

No país dos rábulas, onde para falar sobre política qualquer cidadão precisa definir o embargo do embargo do embargo…, renasce com Lula o resgate da política. Ao não se entregar a Sérgio Moro, como se cordeiro pronto para o abate fosse, o político mais popular do Brasil devolveu ao povo o papel de agente da política.

A soberania popular, prevista na Constituição, é a única capaz de banir de uma vez a “Ditadura da Toga” vigente no Brasil. Lula, com o louvável apoio de políticos e partidos de diferentes correntes ideológicas, mostrou que está mais forte do que nunca. Com um gesto digno de resistência política informou ao mundo onde está e convidou o seu algoz a ir busca-lo.

Com uma multidão de plantão em sua defesa, da democracia, da soberania nacional e contra o arbítrio imposto pelos EUA e Globo, através de células podres da justiça, Lula devolve à política o poder de definir os destinos de um país silenciosamente solapado por uma guerra híbrida sem precedentes.

Lula e os democratas brasileiros têm ao seu favor o curto tempo que separa o arbítrio de Moro e o novo julgamento no STF da presunção de inocência, uma cláusula pétrea da Constituição brasileira, sob ameaça, que é decisiva para oficializar ou rejeitar o atual estado de exceção.

Protestos e uma crescente onda de revolta dos cidadãos, em todo o Brasil, são os primeiros sinais de que Lula soube usar a popularidade que possui para o resgate democrático. Nada é tão difícil para um cidadão como o fato de ser vítima da injustiça. Lula soube, mais uma vez, demonstrar a sua força e também ciência do importante papel que cumpre na nossa história.

Frustrar uma pequena, mas barulhenta, onda fascista, que baba de ódio pela sua prisão, e evitar a humilhação de se entregar como criminoso a um juiz criminoso é um gesto de grandeza política que merece o apoio de todos aqueles que amam a democracia e a liberdade.

Este apoio a Lula, nas ruas e em todos os setores da sociedade, é o impulso necessário para barrar os ataques contra o Brasil e os brasileiros, sob a liderança dos EUA e Globo. Um sentimento verdadeiramente nacionalista, ameaçado pelo urro do fascismo, renasceu e, desde ontem, dá sinais de que a máxima “o povo unido jamais será vencido” é muito mais do que um mero grito de guerra rimado.

Lula devolveu a Moro o direito de usar a força, mas publicamente, diante de milhares de pessoas no local (onde sempre esteve) e de milhões de pessoas, através da imprensa de todo o mundo. Acuado, o criminoso juiz de primeira instância tenta transferir para a Polícia Federal as consequências de um provável confronto com a multidão. Ato mais do que esperado em se tratando de um refém dos próprios crimes e que precisa cumprir as ordens dos seus padrões, EUA e Globo, para salvar a própria pele.

Lula precisa do apoio do povo. Lula carrega nos ombros um peso enorme de devolver aos brasileiros a esperança que Moro e a Ditadura da Toga, sob ordens alheias aos interesses do Brasil, teimam em querer destruir. A guerra está em curso e esta batalha é uma das mais importantes. A hora de lutar pelos nossos interesses é agora.

Lula é o povo e o povo é Lula.

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Wellington Calasans

Jornalista, Radialista, Ativista Político, Sonha com um Brasil parecido com a Suécia e uma Suécia com o sol do Brasil, o sonho é livre.