Luta burocratizada é luta perdida. Ao ataque!

Por Wellington Calasans, para o Duplo Expresso

Em tempos em que os oprimidos brincam de xadrez e os opressores brincam de truco, convém aplicar a regra comprovadamente eficiente para todas as estratégias: “a melhor defesa é o ataque”.

Ainda que alguns filósofos ou alguns covardes tentem trazer como prioridade as exceções – que numa guerra devem ser vistas como as inevitáveis “baixas” -, é chegado o momento de partir para o ataque, ou contra-ataque se considerarmos os sucessivos golpes sofridos.

O campo progressista ficou limitado à narração dos episódios, como um observador distante. Ignorou o fato de que era, irremediavelmente, vítima do avanço sistemático, ainda em curso, desta perversa onda de destruição de todo e qualquer projeto de país ou de inclusão social.

Agora explícita, com direito à realização de encontros com portas fechadas do FBI em solo brasileiro, a conspiração contra o Brasil e o seu povo precisa ser parada. Não importa quantos são os brasileiros e os seus cargos, quem pratica crime lesa-pátria deve ser punido em conformidade com aquilo que está previsto na Constituição.

Burocratizar a luta é tentar industrializar ideias e sonhos. É preciso reagirmos com sabedoria, mas movidos pela indignação dos justos. Sabemos que defendemos o que no futuro chamarão de “o lado certo da história”. Por isso, temos que lutar, brigar e agir com a gana dos vencedores.

A Greve Geral anunciada para o dia 19 deste mês é a porta de entrada para o debate sobre “o Brasil que queremos”. A cada dia fica mais claro que somente o Referendo Revogatório dará ao Brasil a possibilidade de ser reconstruído. Este é o nosso ataque e esta deve ser a nossa luta.

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Wellington Calasans

Jornalista, Radialista, Ativista Político, Sonha com um Brasil parecido com a Suécia e uma Suécia com o sol do Brasil, o sonho é livre.