Tão perto da prosperidade universal, tão longe da sobrevivência assegurada

Tão perto da prosperidade universal, tão longe da sobrevivência assegurada

Por Gustavo Galvão.

A diferença entre a humanidade ser extinta ou vivenciar pela primeira vez na história uma prosperidade realmente universal e mais igualitária pode estar em uma teoria econômica.

Isso parece papo furado de economista. Não é. Essa teoria é real, relativamente antiga – tem quase 80 anos -, não tem nada de revolucionária e já fora comprovada na prática em dezenas de países e por muitas décadas de aplicação bem sucedida, mostrando-se capaz de gerar o verdadeiro desenvolvimento econômico e justiça social.

Você provavelmente não sabe, mas as mais duradouras experiências já verificadas de progresso einclusive de progresso com busca de igualdadeno Planeta se basearam nessa Teoria. Por isso a chamamos de Teoria da Prosperidade. Nada mais prático do que uma boa teoria.

Por causa da pandemia, esta teoria já está sendo discutida por todos os grandes economistas do mundo e já está sendo parcialmente implementada em vários países. Mas, as pessoas ainda não foram informadas.

O projeto: muito por muito pouco

Por isso, pedimos sua contribuição para ajudar a financiar a publicação de 7 livros que explicarão essa teoria de forma didática, agradável, pragmática e livre de economês.

Aliás, a Teoria já está explicada em essência no primeiro livro, o qual já está pronto para ser impresso. Os três seguintes também estão em fase de finalização, faltando apenas revisão e diagramação. O quinto, o sexto e o sétimojá começaram a ser escritos.

Falta muito pouco para que eles sejam publicados. Por isso, podemos garantir que serão todos publicados em no máximo 12 meses. O primeiro deve ser publicado até maio de 2020, a depender dos recursos arrecadados. Mas, em razão da grande crise vivida pelo mercado editorial brasileiro desde 2015, com a falência de diversas editoras e livrarias, não tem sido fácil publicar livros, pois não é barato.

Não é barato para um trabalhador comum. Mas conseguimos um acordo com uma gráfica e um ótimo diagramador que acreditaram em nosso projeto e ofereceram um preço quase de custo. E como nosso objetivo não é ter lucros financeiros com os livros, mas principalmente levar esse novo conhecimento para as pessoas, vamos pedir apenas R$ 3.571 por livro ou R$ 25 mil pelos 7 livros. Claro que isso é suficiente apenas para uma tiragem pequena, mas acreditamos que com o crescimento gradativo da demanda pelos livros após a publicação, não será tão difícil financiar tiragens maiores quanto tem sido no pontapé inicial.

R$ 3.571 por livro pode parecer muito pouco, é verdade, mas para nós será de imensa valia.Contamos com sua ajuda nesse projeto, que você verá, é belíssimo.

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Vamos explicar abaixo o que nos diz essa teoria e o que pretende cada livro proposto.

Contexto

Estamos vivendo ao mesmo tempo diversas mudanças de eras históricas. Os esotéricos dizem que estamos exatamente no ponto de mudança entre aEra de Peixes, que durou mais de 2 mil anos, para a Era de Aquário. Muitos cristãos acreditam que chegamos ao momento do Apocalipse, do arrebatamento.

Mas não precisamos acreditar em nada transcendental para perceber que o mundo está em um momento único na história.

A mãe de todas as crises

É inédita uma quarentena simultânea global com bilhões de pessoas presas dentro de casa sem trabalhar. O PIB mundial terá em 2020 a maior queda da sua história para o período de um ano.

Esses bilhões de trabalhadores em casa não poderão produzir plenamente. Pior, eles não poderão ser sustentados pelo próprio trabalho e correm o risco de passar fome, se não puderem contar com a ajuda do Estado para sua sobrevivência. E como os Estados vão poder pagar o salário de centenas de milhões, se as despesas aumentarão muito, em muitos casos em torno de 50%? Como fazer isso se a arrecadação de impostos deve entrar em colapso com a economia afundando por não haver pessoas para trabalhar e a maioria das empresas estará fechada? Esse excesso de gastos e a falta de produção não causarão inflação?

Essas são algumas das muitas perguntas que o primeiro livro poderá responder.

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A crise econômica que vivenciaremos nos próximos meses será a mais aguda em séculos. Será mais profunda do que a crise de 1929 que resultouna Grande Depressão, pois a economia desacelerou no primeiro bimestre da crise relativamente mais do que nos dois primeiros anos da crise de 29, que era, até hoje, considerada a pior crise econômica  já registrada.

A mãe de todas as guerras

A Grande Depressão criou as condições de incerteza e a rivalidade internacional necessária para a eclosão do conflito mais mortífero da história, a II Guerra Mundial. Não é improvável que essa crise também precipite uma guerra entre todas as atuais potências globais, com um risco ainda maior para o Planeta e a humanidade que na última Grande Guerra, visto quehoje temos mais armas de destruição em massa, como as bombas atômicas.

Aliás, por falar em armas de destruição em massa, as grandes potências estão se acusando nos bastidores de terem criado esse vírus como uma arma biológica. Se acreditarem nisso, essas potências – que já estão em conflito em diversos pontos do mundo como na Síria, Ucrânia, Irã, Afeganistão, Venezuela, Líbia – podem esperar por retaliações mútuas na mesma proporção. Isso somaria catástrofe sobre catástrofe. Uma vez iniciado um conflito desse tipo, o fim da humanidade poderia estar próximo.

O lado positivo

Por outro lado, ao colocar bilhões em quarentena, descobrimos muitas coisas:

  • A sociedade, a economia e o Estado podem funcionar com a maior parte da população em casa em quarentena.Portanto, depois da crise, saberemos que não precisamos trabalhar tanto e mesmo o desemprego não precisaria levar as pessoas à pobreza, pois poderiam ter renda mínima garantida pelo Estado por exemplo fazendo trabalhos comunitários ou culturais socialmente úteis.
  • Aprendemos também que o Estado pode financiar sem dificuldade a maior parte das pessoas, mantendo seguro seu consumo de bens essenciais sem que precisem trabalhar e sem causar inflação.
  • Aprendemos que o mercado e o individualismo não podem nos salvar. Nossa sociedade e nossa economia funcionam basicamente por cooperação: quanto mais cooperação,melhor. Há décadas, boa parte da sociedade ocidental é doutrinada para acreditar no contrário, isto é, que o egoísmo ou a ganância de todos somadatraria o bem da coletividade. Chamam isso de a “mão invisível do mercado”. Poucas fantasias foram mais destrutivas do que essa.

Compreendemos também que só o Estado tem capacidade e legitimidade para coordenar essa cooperação social e econômica de forma eficiente.

Se tantos podem ficar em casa sem trabalhar sendo sustentados pelo Estado sem riscos de alimentar uma inflação indomável, porque, quando tudo estiver funcionando normalmente com a máxima capacidade de produção, não podemos também usar essa capacidade de financiamento não-inflacionário do Estado para promover o progresso material de todas as pessoas, sem que ninguém fique de fora? Por exemplo, porque para pagar os R$ 180 em média por família aos atendidos pelo Programa Bolsa Família há quem alegue escassez ou desperdício de recursos, mas o governo pode agora pagar aproximadamente R$ 1200 reais para um número muito maior de famílias para ficarem em casa sem trabalhar, sem que ocorram as mesmas preocupações?

Como podem explicar que diversos países consigam gastar em média 50% mais de seus orçamentos em iniciativas de combate à crise do Covid-19sem que ninguém se preocupe muito com inflação, juros altos ou qualquer outro problema atribuído ao aumento dos gastos públicos? Como o governo pode aplicar tal aumento de gastos públicos em poucas semanas de crise, mesmo com a maior parte das pessoas impossibilitadas de trabalhar e, portanto, de contribuir?

Porque então não usar essa enorme capacidade de gasto não inflacionário para promover as melhorias das condições de vida de um país ano após ano como fez a China nos últimos 40 anos e como fizeram todos os países desenvolvidos após a II Guerra Mundial, até que ele se torne desenvolvido e universalmente próspero como a Suécia, a Finlândia e a Dinamarca?

Quem será, depois da crise, o novo exemplo a ser seguido pelos países em desenvolvimento, o Estado atuante sueco, finlandês, chinês ou o Estado liberal? A China, que tinha renda per capita inferior à da África nos anos 80, hoje mostra sinais de superioridade em relação aos EUA em diversos campos, inclusive na saúde. Como eles conseguiram alcançar esse feito em tão pouco tempo?

O mundo poderá escolher a prosperidade para todos

O mundo poderá mudar para melhor se prestarmos atenção no que está acontecendo, abandonarmos velhas teorias que não estão funcionando e compreendermos porque as ações econômicas dos governos poderiam ser muito mais amplas no combate à pobreza e no estabelecimento de investimentos sociais e tecnológicos em geral, como foi feito em todos os milagres econômicos e sociais, da Escandinávia e o Japão à China.

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As pré-condições das guerras

As guerras são causadas pelo desejo das elites políticas de certas nações de dominar e subjugar outras nações para uso e abuso de seus interesses particulares.

Isso não esconde que seja considerada horrível e contrária aos valores da maioria das pessoas. Especialmente, não impede que ela seja sentida como traumática até mesmo para as Nações vencedoras, em especial, se impingida contra um país que tenha capacidade de se defender.

Portanto,aspopulações e a própria elite econômicadas nações agressoras só aceitam uma situação de guerrapotencialmente traumática quando estão em condições econômicas deploráveis, precisando de um bode expiatório para seus problemas ou capazes de aceitar qualquer sugestão que possa aliviar seu sofrimento.

Além disso, para que uma população e uma elite econômica aceitem apoiar uma guerra é preciso que não existam fortes relações econômicas e sociais com o país alvo da agressão.

Essa aceitação da guerra geralmente é maior quando o país a ser agredido é relativamente pequeno ou pobre, sendo, portanto, além de indefeso, pouco importante como consumidor de suas exportações ou como fonte de importações essenciais. Ainda, a pobreza de um país está geralmente associada à falta de educação pública e àexistência de costumes arcaicos e peculiares que não estimulem a sensação de igualdade, admiração ou solidariedade, permitindo a associação dessa população à condição de “bárbaro”, “inferior” e que necessite ser “civilizado”.

Como acabar com as guerras

Nada disso aconteceria se esse país-alvo estivesse empreendendo a Teoria da Prosperidade, que faria com que ele alcançasse a prosperidade universal, aumentando, portanto, seu comércio exterior, relações mútuas de turismo e investimento, tornando fortes as relações mútuas de dependência e solidariedade com os países potencialmente agressores.

Além disso, seguindo a Teoria da Prosperidade, a educação, a produção culturale as grandes realizações coletivas seriam consideradas admiráveis por outros países, criando assim compartilhamento de hábitos culturais e de consumo com os países mais poderosos.

Além disso, a prosperidade material faria com que esse país fosse capaz de desenvolver Forças Armadas com poderio de autodefesa, contra-ataque, e de atração de alianças com outras potências que pudessem ajudá-la a se defender de um possível agressor. Dessa forma, seria muito difícil para qualquer país reunir disposição para agredir outro que adotasse seriamente a Teoria da Prosperidade, por mais que desejem suas elites políticas.

Sob esta lógica, a Grande Depressão acabou por criar condições que levaram à II Guerra mundial. As populações em condição miserável apoiaram líderes oportunistas que ofereciam saídas da crise por meio da agressividade militar e do racismo nacional, colocando outras nações como “inferiores” ou “bárbaras”.

Neste sentido, pode-se inferir que, se o país potencialmente agressor e o país potencialmente agredido estiverem colocando em prática a Teoria da Prosperidade, eles nunca entrarão efetivamente em guerra entre si.

Finanças Funcionais

Essa que chamamos aqui de Teoria da Prosperidade é na verdade uma velha teoria, criada no início dos anos 40, por um economista judeu russo imigrado para a Inglaterra, Abba Lerner. Ele batizou essa teoria de Finanças Funcionais por buscar entender cada instrumento da administração da política econômica a partir das suas funcionalidades para o bem da sociedade, o que permanece uma visão heterodoxa das chamadas Ciências Econômicas.

Uma das principais conclusões dessa teoria é que não há necessidade de preocupação real com a dívida pública nacional ou com o déficit público. Sempre que houver desemprego, ele pode ser combatido com investimentos públicos e sociais através da pura e simples emissão monetária epor meio do aumento dos gastos públicos. Isso nunca causaria inflação ou aumento dos juros da dívida pública, se executado da forma correta. Portanto, nunca faltaria dinheiro para acabar com a pobreza.

Essa teoria foi uma das principais influências econômicas para formulação de políticas públicas entre o final dos anos 40 e início dos anos 60 na Europa, no Japão e nos Estados Unidos, que pela primeira vez na história da humanidade acabaram efetivamente com a pobreza materialem suas jurisdições.

A partir dos anos 60 e 70, a teoria das Finanças Funcionais passou a ser combatida e escondida pelos próceres do setor financeiro, que não viam com bons olhos o alto grau de igualitarismo atingido nesses países e o pouco poder político que tinham os banqueiros naquelas sociedades altamente democráticas que tributavam lucros financeiros com impostos de renda acima de 50%, podendo alcançar em alguns casos mais de 80%.

As Finanças Funcionais chegaram praticamente a desaparecer como objeto de estudo acadêmico a partir da revolução neoliberal implantada por Margaret Thatcher e Ronald Reagan a partir dos anos 80, até ser resgatada no final dos anos 90.

Teoria da Moeda Moderna – MMT

Também chamada de Teoria Monetária Moderna (MMT na sigla em inglês), foi desenvolvida pelo economista norte-americano RandallWray. Ela é um resgate das Finanças Funcionais.

Nos últimos anos, os adeptos dessa teoria cresceram tanto nos EUA que a maioria dos candidatos do partido Democrata está prometendo adotá-la  novamente, como foi feito entre os anos 40 e 60 do século passado, época em que o American Way of Lifeganhou a admiração do mundo.

Nos últimos 2 meses, com a emergência da mega crise econômica do coronavírus, a teoria passou a ser discutida muito seriamente em todos os espaços públicos nos Estados Unidos e na Europa como saída.

No Brasil, o economista André Lara Resende é considerado como o introdutor dessa teoria em razão de diversos artigos publicados por ele no jornal Valor Econômico em 2019.

Uma tese de doutorado

Entretanto, o doutor em economia Gustavo Antônio Galvão dos Santos publicou a primeira tese de doutorado sobre o assunto no Brasil, e provavelmente na América Latina, no ano de 2005,tendo sidocitada em diversos trabalhos acadêmicos e artigos científicos.

Muitas pessoas pediram que essa tese fosse publicada como livro em razão da importância da temática, da qualidade e da originalidade do trabalho. Finalmente, a crise atual mostrou a urgência dessa publicação com as atualizações necessárias.

Por isso, pedimos seu apoio. Precisamos de recursos para viabilizar a publicação o quanto antes. O Brasil precisa entender que pode e deve agir com muito mais vigor contra a crise de saúde pública, bem como contra as crises econômicas e sociais decorrentes. É possível ampliar, sem consequências negativas, em 10 vezes o investimento públicodestinado ao combate ao coronavírus hoje no país. É possível salvar as empresas e a renda das pessoas de forma integral. Provamos essa afirmação em nossos livros.

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O Brasil não pode se manter ignorante nesta matéria

O senhor Ministro da Economia está equivocado.O Brasil precisa despertar para o fato de que podemos fazer muito mais contra essa crise. Podemos sair  muito melhor do que entramos. É necessário entender as verdadeiras possibilidades da economia e não cair em limitações ideológicas que amarram nossos governos à mediocridade e ao fatalismo frente à tragédia.

É por isso que precisamos da sua ajuda. É por isso que temos urgência.

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Atualizamos essa tese de doutorado. O texto se tornou acessível a qualquer leitor, não apenas a economistas. Afinal, a economia é importante demais para ser matéria de debate reservada aosacadêmicos da área.

Essa tese vai muito além das Finanças Funcionais originais, ultrapassa inclusive aTeoria da Moeda Moderna, já que busca aplicar a teoria em camposque vão além da política monetária e fiscal.

Reformulamos toda a Teoria das Finanças Funcionais para a situação de países em desenvolvimento, onde as versões originais, formuladas na Inglaterra e nos EUA, não funcionam a contento.

Ainda, desenvolvemos uma nova Teoria do Desenvolvimento, a qual chamamos de Teoria Funcional do Desenvolvimento, marcando a fusão das Finanças Funcionais com nosso velho Nacional-Desenvolvimentismo.

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Finanças Funcionais para países em Desenvolvimento

7 livros em série

Livro 1: Finanças Funcionais e a Teoria da Moeda Moderna

­Entenda como funcionam a Teoria da Prosperidade, a Moeda, os Juros, a Dívida, as Finanças Públicas hoje.

Ainda:

  • Como resolver a crise econômica do Covid-19
  • Como financiar a conversão da economia para salvar o Planeta do aquecimento global
  • Qual o impacto e papel das Criptomoedas na economia do futuro
  • Como resolver o problema das novas tecnologias e o fim do emprego
  • Razões e consequências dos juros negativos
  • Por que os governos nunca imprimiram tanto dinheiro e isso não está causando inflação

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Livro 2: Finanças Funcionais para países em Desenvolvimento  – Inflação, âmbio,emprego, capacidade produtiva e de infraestrutura

Entenda as limitações e oportunidades da Teoria das Finanças Funcionais para países em desenvolvimento, uma teoria inédita.

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Livro 3: Finanças Funcionais – Câmbio, juros e especulação decifrados

Entenda como funcionam e como superar os maiores desafios das políticas de bem-estar social e de desenvolvimento: a relação entre câmbio, juros e especulação financeira.

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Livro 4: A Teoria Geral das Finanças Funcionais para política econômica e de Desenvolvimento

Uma teoria completa sobre o funcionamento das políticas fiscais, monetárias, sociais, industriais, cambiais, financeiras, comerciais, de infraestrutura e desenvolvimento sob os parâmetros das Finanças Funcionais.

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Livro 5: Manual e modelo de Finanças Funcionais para políticas econômicas

Nesse livro é apresentado um manual e um modelo de equações prático para ensino de alunos de economia e treinamento de técnicos do governo para gestão de política econômica sob preceitos das Finanças Funcionais. O modelo usado será uma adaptação para condições de Finanças Funcionais do mais conhecido modelo econômico já criado e mais usado até hoje no ensino de macroeconomia nas universidades de todo mundo, o IS-LM.

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Livro 6: Teoria Geral do Desenvolvimento Funcional integrado à Biosfera

Nesse livro, não pretendemos fazer nenhuma ironia com o vírus que conseguiu criar a mais aguda crise econômica da história.

De fato, ampliamos o escopo tradicional da teoria econômica para compreender os processos econômicos não apenas em analogia aos processos biológicos, mas principalmente como parte funcional ou disfuncional de processos biológicos ou dependentes da vida na biosfera. Ou seja, vamos pensar os processos econômicos como processos biológicos ou processos ecossistêmicos. Mas também faremos o inverso, vamos analisar boa parte dos processos naturais típicos da Biosfera como processos econômicos. Como se existisse uma economia da Biosfera.

É evidente que a economia estuda as condições materiais da sociedade humana, que é formada por seres biológicos, que se alimenta de seres biológicos e que depende de energia e matérias primas que são muitas vezes de origem biológica.

Muitos economistashistoricamente já tentaram, mas ainda não conseguiram explicar teoricamente as relações entre a economia, a biologia, a física e o espaço que ocupamos no Planeta. E isso é uma das razões pelas quais os economistas teóricos mantêm um nível de abstração e às vezes de fantasia tão elevados que tornam as teorias da Ciência Econômica tão distantes de uma verdadeira ciência quanto próximas a uma religião ou uma doutrina manipuladora.

Neste livro, vamos propor uma nova forma de entender a economia e o desenvolvimento como parte de um processo de organização de uma espécie animal que consome energia e recursos dentro de um ecossistema global integrado. Muitos pesquisadores já tentaram fazê-lo, até então sem muito sucesso,sem muitos resultados práticos. Acreditamos que fomos capazes do feito, integrando na teoria de gestão da política econômica diversas comparações com o funcionamento de organismos e ecossistemas a partir de uma perspectiva funcionalista que aprendemos com Abba Lerner e suas Finanças Funcionais. Com isso, conseguimos organizar diversas sugestões práticas para a gestão de políticas públicas em prol de um desenvolvimentoeconômico e social verdadeiramente sustentável.

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Livro 7: Aplicações práticas da Teoria do Desenvolvimento Funcional

Este livro será uma coletânea de artigos. Cada um deles analisando uma situação específica de aplicação prática da teoria em temas importantes. Por exemplo:

  • Reorganização do espaço urbano e a rede de cidades
  • Reestruturação energética global
  • Superação do aquecimento global
  • Mobilidade, trabalho e energia
  • Geopolítica dos alimentos
  • Geopolítica da energia
  • Geopolítica dos materiais
  • Água, dinheiro, ecossistema e infraestrutura econômica
  • Como será a vida social após a 4ª revolução industrial
  • Estado e Mercado funcionais

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Tudo isso poderá ser oferecido à sociedade brasileira graças a sua ajuda.

A hora é agora! Agradecemos pela sua contribuição para acelerar a publicação desses 7 livros em 12 meses. O primeiro até o próximo mês de maio.

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Sumário

Tão perto da prosperidade universal, tão longe da sobrevivência assegurada_ 1

O projeto: muito por muito pouco_ 1

Contexto_ 2

A mãe de todas as crises 2

A mãe de todas as guerras 3

O lado positivo_ 3

O mundo poderá escolher a prosperidade para todos 4

As pré-condições das guerras 4

Como acabar com as guerras 5

Finanças Funcionais 6

Teoria da Moeda Moderna – MMT_ 6

Uma tese de doutorado_ 7

O Brasil não pode se manter ignorante em relação a isso_ 7

– 7 livros em série_ 8

Livro 1: Finanças Funcionais e a Teoria da Moeda Moderna_ 8

Livro 2: Finanças Funcionais para países em Desenvolvimento  – Inflação, câmbio, emprego, capacidade produtiva e de infraestrutura_ 8

Livro 3: Finanças Funcionais – Câmbio, juros e especulação decifrados 8

Livro 4: A Teoria Geral das Finanças Funcionais para política econômica e de Desenvolvimento  9

Livro 5: Manual e modelo de Finanças Funcionais para políticas econômicas 9

Livro 6: Teoria Geral do Desenvolvimento Funcional integrado à Biosfera_ 9

Livro 7: Aplicações práticas da Teoria do Desenvolvimento Funcional 10

k original: https://monitordigital.com.br/a-mao-invisivel-e-a-energia-no-seculo-xxi

Gustavo Galvão – Doutor em Economia.

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