A fézinha do voto – TSE, Jogo do Bicho e a ética dos contraventores

O que joga, sem trocadilho, contra o TSE neste momento é a constatação de que a credibilidade do Jogo do Bicho decorre da crença que as pessoas depositam nele. No caso do sistema eleitoral brasileiro, a despeito da legalidade a ele atribuída, os cidadãos não confiam mais em algo rejeitado em todo o mundo e que não pode ser submetido a uma auditoria, tal qual o papelzinho do Jogo do Bicho.

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Segurança Eleitoral – STF e o apego às trevas

Os Ministros do STF tentaram sufocar a fala do advogado Alberto Emanuel, desviaram para os “testes das urnas” (que também já foram provadas inseguras) e tentaram ocultar os problemas da totalização dos votos, a verdadeira “farra” que permite ao TSE a escolha, principalmente, dos deputados e vereadores. Mais uma vergonha que precisamos lutar para desfazer. Confira o vídeo.

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Fraude eleitoral: partes da máfia, STF e PGR fazem confissão ao mentirem para negar impressão do voto

É certo que a fraude nas urnas eletrônicas não é feita de forma amadora e displicente. As fraudes nas urnas eletrônicas brasileiras acontecem principalmente no voto proporcional, o voto para deputados e vereadores. Como não há pesquisas, em especial pesquisas de boca de urna para voto proporcional, os fraudadores deitam e rolam.
Mas isso não significa que não haja fraude em eleição majoritária. Apenas, nessa hipótese, ela não pode afrontar em demasia as pesquisas de boca de urna, indo muito além das suas margens de erro. Caso contrário, levantar-se-iam suspeitas gravíssimas, conduzindo necessariamente à impressão do voto.
Nesse caso, um salto muito maior do que as pernas poderia colocar em risco o multimilionário mercado de compra e venda – pela Justiça Eleitoral – de cadeiras nas Câmaras e Assembleias Legislativas Brasil afora.

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Registro físico do voto: uma imposição republicana e constitucional

Quanto mais estudo a matéria, mais me convenço da iniquidade, irracionalidade e inconstitucionalidade do sistema de votação e apuração exclusivamente eletrônica do voto. O sistema atual é incompatível com a República e sua Constituição. Trata-se de uma vergonhosa jabuticaba brasileira, que somente se mantém em pé pela tirania do Tribunal Superior Eleitoral e do Supremo Tribunal Federal e pela pusilanimidade do Congresso Nacional e dos partidos políticos.

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