Proposta política, marketing eleitoral e o Brasil pós-eleitoral

Páginas na internet que se apresentam como “de esquerda” estão perdidas. Não sabem como tratar de um “Haddad Tucano” e um “Bolsonaro Comunista”. Esquecem que numa eleição fake a lógica é não ter lógica. Falam da “importância de derrotar o fascismo”, mas batem firme em Ciro Gomes que, segundo todas as pesquisas, seria uma garantia de vitória contra Bolsonaro. Isso apenas mostra que a luta de muitos é pelas “oportunidades de uma eventual vitória”.

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Rejeição a Haddad provoca debandada pró-Ciro e “racha” do PT na reta final

A impossibilidade de transferir votos de Lula para Haddad e o crescimento do número de pobres de direita, eleitores de Bolsonaro, na população pobre nos permite afirmar que sem Lula o pobre migra o seu voto. Dessa forma, Bolsonaro, mesmo escondido para não abrir a boca e botar tudo a perder, é visto como alguém que assumirá a pauta moralista e conservadora.

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Coiso x Coisa? O debate é sobre Pré-sal, Eletrobrás, CLT, 13° Salário, Aposentadoria, Democracia…

O novo desvio de foco é a (não)“entrevista de Lula” que os atores com toga do STF fingem ter travado. Um finge que é bonzinho e outros são os demônios. Fica cada vez mais claro que Lula queria falar o que realmente pensa e barraram as entrevistas. Por isso, a IstoÉ (via Record) inventou uma jabuticaba jornalística, onde Lula é pintado como alguém que “comanda a campanha de dentro do presídio”.

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#EuNão: manifesto contra o fascimo-chic que deu certo

Quando um movimento político se diz apartidário já é uma construção ideológica. A quem serve o movimento #elenão? O “ele” é uma fulanização que pode ser apontada a qualquer um. Dessa forma, pode ser instrumentalizado por qualquer interesse em disputa que “não” quer perder. Quem ganha com o movimento #elenão? A Rede Globo, o Mercado, e a Direita Fascista.
“PT JURÍDICO”: O FASCIMO-CHIC QUE DEU CERTO: Não é “nós” contra “ele”, mas muito de “nós”, “nele”. O terreno do fascismo já está pavimentado, o “coiso” não precisará fazer nada para que essas “coisas” continuem acontecendo. Deve ser por isso que estarão “todos” juntos, de mãos dadas, “contra” “ele”. NÃO CONTEM COMIGO. #EUNÃO

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Duplo Expresso 28/set/2018

Destaques:
– O artista visual e ativista Sama comenta: “Guerras Narrativas”
– O politólogo e analista internacional Eduardo Jorge Vior fala sobre: “A guerra comercial entre os EUA e a China e o rol de países envolvidos”
– O jurista Luiz Moreira comenta: “E ainda assim, no Supremo, você tem gabinete distribuindo senha para soltar corrupto. Sem qualquer forma de direito e numa espécie de ação entre amigos.” (Luís Roberto Barroso)
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Sobre a Pesquisa Globo/IBOPE

Breves apontamentos sobre o que se está dizendo e o que deveríamos questionar dentro do processo eleitoral. Será que a esquerda continuará abanando o rabinho cada vez que a Globo acenar com um osso, ou será que continurá com ele entre as pernas por medo que seja varrida do cenário político? Aliás, talvez fosse melhor escrever: cenário “eleitoral”…

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O canto da sereia e a sua responsabilidade nas urnas

Escrevo este texto após ter participado no final da tarde do domingo (23) de um bom debate onde os juristas Luiz Moreira e Romulus Maya (meu parceiro no projeto Duplo Expresso) convidaram a nossa comentarista Maria Eduarda Freire e falaram de uma maneira inquestionável: Haddad representa a vitória do PT Jurídico. Foi assessor de Tarso Genro no Ministério da Justiça e, também por isso, assim como Cardozo e Dilma se comporta como um “vaselina” nas questões delicadas. Tem como filosofia a substituição da soberania popular pelos plenos poderes punitivistas dos quadros da justiça.
Não falo da pessoa Fernando Haddad. Não tenho nada contra ele, pois sequer sei quem ele é como pessoa. Como político ele está exposto.

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Duplo Expresso 5/set/2018

Destaques:
– A arquiteta, mestra em Engenharia Civil e doutoranda em Administração de Empresas Patrícia Vauquier comenta: “Lula e Gleisi resistem e levantam a militância”
– O advogado e candidato a Deputado Federal pelo PDT-PR Samuel Gomes trás o jurista Luiz Moreira, que debatem: “Os prefeitos e o novo Estado que o Brasil precisa”
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso de Domingo 26/ago/2018

Destaques:
– O Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães e o jurista Luiz Moreira comentam: “A vinculação do TSE e do STF à medida acautelatória do comitê de Direitos Humanos da ONU”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 8/ago/2018

Destaques:
– O advogado e candidato a Deputado Federal pelo PDT/PR Samuel Gomes fala sobre a resistência contra a entrega do Pré-sal.
– O jurista Luiz Moreira comenta: “Uma agenda jurídica de desenvolvimento para o Brasil”
– A arquiteta e mestra em Engenharia Civil Patrícia Vauquier fala sobre: “O Brasil que dava certo e o golpe matou”
– Wellington Calasans e Romulus Maya fazem a análise da conjuntura política.

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Debate de gigantes: Luiz Moreira e Pedro Pinho e as ideias sobre “Alterações Constitucionais na Organização do Estado”

O Duplo Expresso tem a honra de apresentar um debate de elevadíssimo nível que reforça o compromisso da nossa página de trazer ao público um material capaz de contribuir para a politização e poder de argumentação na luta contra o Regime Temer e outras anomalias existentes no nosso país.

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O “Petismo Jurídico” e o próximo Presidente da República

A agenda do petismo jurídico foi gestada nos Ministérios da Justiça e da Casa Civil, com repercussão e engajamento no Congresso, de todos os Governos do PT, especialmente no de Dilma Rousseff.
Nesses Governos, foram atendidas e fomentadas todas as pretensões punitivistas da PGR, de Cláudio Fonteles a Rodrigo Janot, inclusive a compra do sistema de monitoramento “Guardião”, financiado com recursos do BNDES, além do estabelecimento da ENCCLA e do INOVARE.

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Sobre a confusão em torno da liberdade de Lula

Os Tribunais no Brasil funcionam em determinadas ocasiões em regime de plantão (finais de semana, feriados etc.). Para que sejam evitados casuísmos e direcionamentos, isto é, seja recepcionado o princípio do juiz natural, há escala de plantonistas, na qual os desembargadores e ministros se revezam no serviço e, nessas ocasiões, decidem as questões pelo respectivo Tribunal.
Foi o que ocorreu com o Desembargador Rogério Favreto, decidindo Habeas Corpus que lhe foi regularmente distribuído pelo TRF 4ª Região. Logo, o Desembargador Rogério Favreto é o juiz natural do TRF 4. Região durante o plantão, sendo assim, são inquestionáveis sua competência e sua jurisdição em todas as ações criminais que lhes forem confiadas, como é o caso do Habeas Corpus do Presidente Lula.

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Luiz Moreira e a receita para o resgate da política

Devemos resgatar a política e a soberania popular. A política não pode ser substituída pela justiça, pois cidadão não vota em juizes e desembargadores. A soberania popular jamais poderá ser negligenciada em um estado que se pretenda democrático. O que temos assistido é uma adaptação das leis para que a política seja esvaziada e dê lugar ao perigoso regime da toga.

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O papel da jurisdição constitucional na consolidação do Brasil como colônia dos EUA

No governo, o petismo jurídico tratou de consolidar essa dominação, com a promulgação de legislações que culminaram com a prisão do Presidente Lula.
Desse modo, estão equivocadas tanto as considerações que pleiteiam o retorno ao constitucionalismo inaugurado em 1988, quanto os que propugnam, com as operações existentes com o golpe à Dilma Rousseff, pela existência de estado de exceção.

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