Onde vamos chegar?

Da Redação do Duplo Expresso

Todo o aparato do mercado financeiro internacional, que no Brasil é sustentado através do monopólio da Globo e por células corruptas e reféns da CIA no judiciário, na direita golpista e através de células com complexo de vira-lata que atuam cegamente como pró-imperialistas, já sabe que o Brasil vive uma crise que potencia o desencadear de revoltas e rebeliões sociais.

Ainda que o que mais seja dito hoje é que “o brasileiro é um povo pacífico”, quem estuda história sabe que durante séculos os franceses, por exemplo, também eram assim definidos. Uma revolução não é produto da cultura de um povo. Ao contrário disso, resulta da aversão do próprio povo ao que permitiu ser construído contra ele mesmo. E os golpistas sabem disso e temem a perda do controle.

A Globo, sem credibilidade após Gleisi Hoffmann ter orientado o boicote dos militantes a esta fábrica de mentiras e golpes, tenta se valer de alguns dos seus quadros para que, num monólogo disfarçado de diálogo, possam “acalmar as massas” com mensagens carregadas de desmotivação e o habitual “conformismo do pobre em ser inferior”. Não está funcionando mais!

Moro já não pode sair nas ruas, nem mesmo nos seus currais de bois adestrados e é chamado de golpista. Os políticos que representam a elite corrupta e golpista perderam a utilidade. Os empresários que apoiaram por ignorância política agora percebem que comentaram um erro grosseiro e serão engolidos por produtos importados pela nova FIESP: Federação dos Importadores de São Paulo. Presidida por um proprietário de galpões e que vive de alugá-los.

A política, por mais que Haddad e Dória disputem quem é o menos político, fica mais forte toda vez que uma crise, como esta vivida no Brasil, expõe as vísceras das desigualdades sociais e o aumento absurdo da concentração da riqueza. E é essa exposição dos cenários opostos na nossa sociedade que motiva a elite a querer Lula preso, pois Lula é a única ameaça real de inclusão do povo nas decisões políticas, econômicas e na construção de uma nação mais igual e soberana no concerto das nações.

Não há mais como disfarçar que estamos sob uma Ditadura da Toga, patrocinada por interesses antipovo e antinacionais (Finança e Deep State americano). Agora só há dois cenários possíveis para a elite: a) recuar e permitir que Lula acalme a fúria do povo; b) aumentar a repressão e assumir o ônus de uma guerra civil no nosso país.

É preciso lutar! Lula é um preso político e é perseguido pela Ditadura da Toga.

 

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Wellington Calasans

Jornalista, Radialista, Ativista Político, Sonha com um Brasil parecido com a Suécia e uma Suécia com o sol do Brasil, o sonho é livre.