A aposta: Cordão humano para desmoralizar os empregados dos EUA e da Globo na “justiça”

Por Wellington Calasans, Para o Duplo Expresso

Como deveria ser, as horas posteriores ao estupro da democracia, praticado por alguns empregados dos EUA e da Globo no STF na quarta-feira (4), são muito intensas e prometem ainda mais intensidade nas próximas horas.

Na noite de ontem (quinta-feira, 5) uma multidão esteve reunida dentro e fora da sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo em apoio a Lula e contra o arbítrio da Ditadura da Toga que tenta levar à prisão, sob ordens da Globo e dos EUA, o maior líder político do Brasil.

Apressado em agradar os patrões, criminoso juiz de primeira instância de Curitiba – capacho da Globo e dos EUA, Sérgio Moro determinou já na quinta-feira (5) a prisão do mais forte candidato na preferência popular para ocupar pela terceira vez a cadeira de Presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva.

Decididos, militantes e políticos do PT e partidos da oposição prometem resistência à prisão. “Cordão humano” para impedir que seja realizado o sonho da elite brasileira de ver Lula preso e humilhado, mesmo que por um crime praticado por quem o condenou sem crime.

O ofício do empregado da Globo e dos EUA na justiça de Curitiba, Moro, ordena que Lula se apresente até às 17h de hoje. Se Lula concordar com a proposta dos correligionários, simpatizantes e aderentes à formação do “cordão humano” dará início à primeira revolução legitimamente popular no Brasil.

Globo, EUA e o juiz adestrado de Curitiba sabem que, se houver tempo, a capacidade de mobilização de Lula, dada a sua incontestável popularidade, será forte o suficiente para que em todo o Brasil sejam montadas verdadeiras fortalezas em defesa da democracia.

A pressa é inimiga da perfeição e avançar contra Lula neste momento em que toda a militância está com “sangue nos olhos” será o passo que sempre faltou na história do Brasil para que seja consumada a verdadeira “Independência do País”. Globo, EUA e Moro serão revelados, aos olhos do mundo, os verdadeiros criminosos nesta perseguição insana a Lula.

Lula tem algumas horas para decidir se vai permitir que a sua popularidade seja usada para libertar o Brasil e os brasileiros ou se, sem a máquina de comunicação, tentará sair vitorioso através da compaixão de uma sociedade que será ainda mais manipulada pela Globo e pelas redes sociais norte-americanas no incitamento ao ódio e à distorção da verdade.

Hoje é o dia em que vamos saber se é verdade que “todo poder emana do povo” ou se a Constituição é apenas mais um daqueles livros que não servem para nada. Condenar sem provas e prender o mais querido político do Brasil, à frente em todas as pesquisas da sucessão presidencial, é um crime que não podemos deixar “passar em branco”.

No nosso entendimento (Duplo Expresso), Lula deveria ir para uma Embaixada e liderar de lá, sem mortes e livre das humilhações desejadas pela elite raivosa, a mesma revolução popular que terá início hoje às 17h quando ele decidir não se render ao criminoso Moro.

Lula não é mais Lula. Agora, Lula é a esperança do povo. Lula é a sede por justiça de milhões de pessoas que lutaram e acreditaram na democracia, no voto e na Constituição como pacto social. Por isso, Lula é a revolução popular contra a ingerência estrangeira e a rendição que tenta ser normalizada por uma imprensa corrupta e quadros entreguistas da justiça e da política.

Os culpados por este crime de criminalizar Lula e os partidos políticos progressistas precisam ser punidos. A exposição ao mundo de que o Brasil não é um país democrático e que vive sob uma “Ditadura da Toga”, orquestrada pelos EUA e Globo, é um passo muito importante para que possamos, com Lula Presidente, legitimar a revogação dos atos recentes na política e na “justiça”.

À Luta!

Lula agradece solidariedade popular no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. #LulaLivre

Slået op af Lula i 5. april 2018

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Wellington Calasans

Jornalista, Radialista, Ativista Político, Sonha com um Brasil parecido com a Suécia e uma Suécia com o sol do Brasil, o sonho é livre.