Bom Dia, Humanos!

Por Geuvar Oliveira, para o Duplo Expresso:

Felizes éramos cantando em ciranda a canção “Super-Homem” de Gilberto Gil. Talvez em 1979, quando Gil compôs a letra com base naquilo que Caetano lhe contara do filme lançado no ano anterior, ainda pudéssemos acreditar que alguém de fora…

“…viesse nos restituir a glória
Mudando como um Deus
O curso da história.”

Quase quarenta anos depois, estamos envolvidos em um outro tipo de regime antidemocrático. O tal Super-Homem de hoje ainda é um jornalista (da mídia corporativa) nas horas vagas, sempre alerta a defender os interesses do império que o sustenta…

Saudações kriptonianas…

 

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