Plano B: por que Ciro não é opção em 2018

Mangabeira Unger é muito mais do que um agente da CIA. É um recrutador da inteligência dos EUA. E não é um recrutador, em Harvard, apenas para a “Brazilian desk”. Não há como postular a defesa do nacionalismo – com, p.e., a retomada do Pré-sal e da Embraer – e ter Mangabeira Unger como articulador chave no núcleo duro da candidatura. Além disso, iludido pelo canto de sereia do “Centrão”, sendo ele verdadeiramente de esquerda – ou não –, Ciro queimou todas as pontes com as bases do Lulismo (e.g., “Lula não é um preso político”). Como se crer viável com essa postura com o eleitorado anti-petista já dividido em (ao menos) duas – outras – candidaturas? Com eleitores “de centro”? Se encontrarem mais de dez na quadra atual, apresentem-me, por favor…

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