“Direito ao ponto” #9 – Sequestro da (nossa!) Soberania Popular

Nesta semana, Maria Eduarda Freire trata da soberania popular, fundamento do Estado – democrático – de direito, nos termos da Constituição de 1988. A criminalização da política, em tempos de Lava Jato, é a tática adotada pela Finança – por meio da mídia – para alienar o povo do seu poder sobre decisões de Estado. Para tanto, a mídia, a boca do capital financeiro, reforça o complexo de vira-latas: “entreguemos tudo para os EUA pois, diferentemente de nós, eles são honestos, capazes e trabalhadores”; “privatize-se tudo para acabar com a roubalheira (dos nossos representantes… eleitos!)”.

Isso, na base. No topo, a Justiça – a outra “operadora” da Finança – sequestra os políticos, criminalizando a sua atividade. Para chegar a esse fim a Justiça, suposta guardiã da Lei, nada menos que rasga a mesma. Destrói (i) direitos e garantias individuais, tais como a presunção de inocência e o devido processo legal; e (ii) a própria organização do Estado, fundada na separação e independência entre os 3 Poderes.

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