PRÉ-SAL: De ‘Inviável’ em 2007 a ‘Queridinho’ em 2018!

O PRÉ-SAL , na época da descoberta de Lula/Guilherme Estrella/Petrobras, era dito como delírio, devaneio, mico, imprestável, impensável, inviável por estar a 7 km de profundidade e ter custos mais altos que o “promissor shale gás”.
Verdade???
Agora na época da doação, é super cobiçado pelo seu enorme potencial, custos baixos e alta produtividade.
“Inocentemente” nós os BRASILEIROS, em 2008, achávamos que junto com o acordo institucional BNDES/TESOURO estávamos rumo a Soberania/Pleno Emprego e Cidadania.

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Cassino Brasil: por que, depois de escondido, Bolsonaro volta à mídia

Pois eis que a Finança, igualmente cortejada pelos gorilas e pelo Plano B, parece estar namorando a ideia de casar-se com ambos, adotando conformação de tal bigamia que lhe permitisse extrair os maiores retornos. E com os menores riscos. Inclusive de imagem:
– O Plano B na Presidência, tão sitiado e disposto a fazer “concessões” (mais para “convicções”) quanto Dilma Rousseff em 2015.
– Com os gorilas providencialmente fungando no seu cangote, na qualidade de chefes da oposição. E líderes, em potencial, de um novo golpe.
Note-se que esse desenho é bom para todos eles: (i) a Finança consegue o que quer; (ii) os gorilas conseguem poder – e sem responsabilidade; e (iii) o Plano B, “legitimado pelo voto”, consegue o álibi para dar seguimento à “Ponte para o Futuro” de Marcos Lisboa et al.: “se não der para eles por bem, vai ter que dar por mal: olha o golpe militar aí na esquina, gente!”. Ainda, com a caneta na mão, o Plano B terá facilidade para cooptar a ala fisiológica do PT (abstêmica desde 2016), bem como a “Blogosfera (dita) progressista”. Ambas seriam encarregadas de amansar – e passar vaselina – nas bases.
O fantasma Bolsonaro/ Mourão seria, assim, o pé de cabra com que o Plano B – e a Finança – manteriam o Brasil arrombado. Note-se que ambos já se escolheram, reciprocamente, como “adversários” (aspas). Estão, na verdade, mais para duas faces da mesma… moeda.

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O traço comum entre Tancredo, Lula, Bolsonaro (e outros!): “Vice Lobisomem” vs. “Vice Pirigueti”

O Brasil de 2018 periga viver uma militarização do regime de exceção, ainda que dissimulada. Trata-se, com efeito, do pior dos mundos: desta feita os “gorilas” fardados são, além de tudo, entreguistas!
Como revelamos no Duplo Expresso de ontem, temos administrado há meses relatos, vindos de fontes em agências de inteligência estrangeiras, sobre planos para a inoculação de agentes tóxicos nos – poucos – quadros nacionalistas brasileiros que restam. Imaginem o nosso desespero.
Tanto com relação a Lula como a Bolsonaro, golpeados pelos respectivos Vices na semana que passou, o Duplo Expresso avisou. E com meses de antecedência. Para eles não há mais tempo. Para outras lideranças, esperemos que sim. Isso porque, tal qual Cassandra, é sem nenhum regozijo que vimos a saber o que haveria de acontecer – sem, contudo, poder evitar o pior. Muitas vezes, tal qual a amaldiçoada princesa troiana, resta apenas arrancar os cabelos e rasgar as vestes, enquanto Ílio queima ao fundo.
Aconselhamos aos (poucos) nacionalistas que restam: sigam a tática Requião – “Vice Lobisomem”!

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Por que elegeremos o presidente da República e faremos um terço da Câmara dos Deputados

Como sempre venho dizendo, analistas políticos – sejam eles nacionais ou internacionais – jamais devem fazer afirmações peremptórias como essa que aparece no título acima. Mas, vou arriscar. Eleições tem sempre três componentes: ciência (pesquisas, análise de dados e inteligência), política (programa e propostas) e… o imponderável. Cabe a nós, estudiosos do fenômeno do voto, minimizar ao máximo o imponderável e valorizar ao máximo a ciência (quanto ao programa, deixo isso para os partidos e os candidatos). Este artigo pretende mostrar que o sistema como estamos estruturados para eleger representantes na proporcionalidade impede, objetivamente, que a esquerda conquiste maioria no legislativo (diferente do senado, onde isso até poderia ser possível, por serem eleições majoritárias). Vamos ao texto.

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Jeremy Corbyn Crucificado

O líder dos Trabalhistas Britânicos, Jeremy Corbyn, tem sido alvo de violento e continuado fogo, porque é o primeiro líder de grande partido político, em muitos anos, que resiste às instruções para pôr Israel num pedestal. Corbyn é realmente homem da esquerda que se opõe firme e consistentemente ao racismo, ao nacionalismo xenófobo, ao colonialismo e ao intervencionismo militar. O crime de Corbyn é ter criticado o Estado Judeu e ter exigido “o fim da repressão do povo palestino.” Como recompensa, tem sido furiosamente caçado por judeus britânicos, muitos dos quais membros de seu próprio partido, já há mais de dois anos.

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Não sangra! Eis o “milagre” do novo (Jair) “Messias” (Bolsonaro). Seus “evangelistas”? Globo e… Blogosfera (!)

Atualizado 10/set/2018 – 10:30
Poxa, família Bolsonaro: nos ajudem a ajudar vocês!
– Filho de Bolsonaro apresenta, 2 dias depois!, a tal “camisa”. Agora devidamente “ensaguentada”. E também “perfurada”, é claro.
– Probleminha No. 1: “facada”, se houve, não pegou na palavra “Brasil”, na camisa. Se pegou, foi abaixo. E à esquerda. De toda forma, bem distante do espaço entre as letras “A” e “S” da palavra “Brasil”. Sim, nós sabemos, Bolsonaros: não teria o mesmo efeito dramático se o “esfaqueado” não fosse o “Brasil”, não é mesmo?
– Probleminha No. 2: não há a formação, em nenhum momento, de pregas em forma de raios com centro no local da suposta “estocada”, como deveria ocorrer em virtude da pressão de um golpe na “entrada”. Tampouco, na “saída”, a faca puxa o tecido.
Tirem a prova no vídeo em câmera lenta e ampliado.
*
Embora não seja possível “profetizar” resultados imediatos para a “novela” do “Messias exangue”, e sua “paixão”, já é possível observar o caráter pós-moderno de seu enredo e elencar algumas peças soltas que serão encaixadas nos próximos dias.

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99%, UNÍ-VOS! II – A Previdência “quebrada” (Parte I de III)

O discurso oficialista do atual Governo repercute os interesses financistas, alegando que para o ajuste das suas contas, há necessidade de corte dos gastos públicos essenciais. O fazem como oportunidade para tentar implantar “reformas” que atingem diretamente os direitos dos assalariados, tais como: a trabalhista e a previdenciária! Medidas como estas não só alongam a crise e o desalento, como induz a perdas de direitos consolidados.
Nesse texto analisaremos um caso particular – a Previdência Social. Aproveitando a crise conjuntural, o setor financeiro avança para tentar capturar os recursos previdenciários para aplicá-los sob o regime de capitalização, em benefício próprio, ops…, corrigindo, “em benefício dos velhinhos e desvalidos”!

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“Es-fake-ado”: quantos gumes tem a faca de Bolsonaro?

Atualizado 8/set/2018 – há esperança! Apesar dos esforços, “pinça” Globo/ “Blogosfera (dita!) progressista” falhou fragorosamente na sua tentativa de interditar o questionamento ao teatro de Bolsonaro.
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Anotemos algumas sincronicidades, já que o velho Tancredo nos ensinou há muito que, em política, não há coincidências. Numa mesma semana: (i) Bolsonaro e seu guru, Paulo Guedes, reúnem-se com os donos da maior fábrica de dramaturgia – e fake news – da América Latina, a Rede Globo; (ii) a disparada de Lula nas intenções de voto é tamanha, que Ibope e Datafolha decidem esconder os resultados de suas respectivas pesquisas. Em reflexo, o “mercado” desaba; (iii) Temer – e a Lava Jato – dão o beijo da morte no rival de Bolsonaro na direita, Geraldo Alckmin; (iv) Bolsonaro, na véspera do 7 de setembro!, quando são esperadas paradas (de) militares em todo o Brasil, é “esfaqueado”. Veste camisa – verde e amarela – com os dizeres “meu partido é o Brasil”; (v) já precificando a performance de Bolsonaro, o “mercado” vai à euforia no encerramento antes do feriadão. Seria interessante anotar quem comprou na baixa com a subida de Lula e vendeu na alta com o “tombo” (pra cima!) de Bolsonaro. Será que o Paulo Guedes sabe a resposta?
O pior de tudo é constatar que, definitivamente, no Brasil atual não há mais espaço para a sutileza. Na distorção provocada pela vida que se “vive” em pixels e likes, paradoxalmente hoje apenas a canastrice, o overacting, a caricatura, é crível!

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Duplo Expresso 6/set/2018

Destaques:
– O sociólogo, escritor e analista internacional Lejeune Mirhan volta sua atenção ao Brasil e comenta:
“O comportamento eleitoral brasileiro nas 11 eleições majoritárias entre 1945 e 2014 – abstenções, brancos e nulos”
– O embaixador Samuel Pinheiro Guimarães comenta a atualidade política do Brasil e do mundo.
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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Lula candidato: o drible da vaca dele – e de Gleisi – no Golpe (e no Plano B!)

Destaques: (i) os recibos passados – no PIG e na ‘GloBosfera’ – de que Lula é, sim, o candidato do PT – viva!; (ii) a volta do “documento-bomba do Duplo Expresso” incriminando Sergio Moro; mas agora – 190 dias depois! – na mão de site da ‘GloBosfera’ que, comprovadamente, combina publicações com o… Antagonista (?!); (iii) o drible da vaca que Lula e Gleisi deram ontem no Golpe – e no Plano B: nomeada advogada do ex-Presidente no TSE e no STF, Gleisi não só (A) by-passa a “juizeca” (apud Renan Calheiros) do Paraná como (B) passa a ser os olhos de Lula tanto nas Cortes Superiores como, tão importante quanto, também sobre a equipe de “defesa” (?) que lá atua; e (iv) o rio de dinheiro – não declarado? – em que nadam certas candidaturas da corrente “Mensagem ao Partido”, do PT.

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Alta nos Preços do Óleo Diesel e da Gasolina

Este artigo apresenta as decisões da ANP face à elevação dos preços do diesel no mercado internacional e a desvalorização do Real frente ao dólar, além de informações referentes à política de exploração das jazidas petrolíferas nacionais frente resoluções da mesma agência que afastam a necessidade de conteúdo nacional no processo.

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“Juristocracia”: o novo regime vai se impor por W.O.?

Se estivesse atrás de curtidas, de “lacrar” nas redes sociais, ela não entraria em dividida. Bastaria a Maria Eduarda Freire seguir expondo, da forma competente que o faz, a escalada do estado de exceção comandado pelo Juristocracia…
MAS SEM estender a mesma visão crítica – e lógico-sistêmica – a quem, como resposta, está pronto para se “HaddaPTar” a uma… ditadura.
Como sua luta pela democracia e pelo Estado de direito segue encadeamentos lógicos, leva pedradas – inclusive de baixíssimo nível (ver prints) – de quem, em vez disso, escolheu ficar anestesiado até chegar a sua vez na fila do abate no matadouro, num transe permitido pela flauta mágica da vez:
– “Sim, é Golpe. Mas esse mesmo Golpe, que é Golpe, vai organizar, realizar, apurar e julgar ‘eleições’ em que, de forma magnânima, permitirá a própria derrota” (!)

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Na Suécia – Duplo Expresso denuncia a “Ditadura da Toga” e perseguição a jornalistas

Na segunda edição do programa Duplo Expresso no Öppna Kanalen (Canal Aberto) da Suécia, falamos sobre dois temas de grande importância da atualidade brasileira e que constituem verdadeiras ameaças à democracia no Brasil: perseguição aos jornalistas e a politização da justiça, aqui carinhosamente chamada de Ditadura da Toga.

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“Bom policial, mau policial”: TSE revelou querer “Plano B”. Em “eleição” normalizada. E aí?

O resultado da encenação que o Brasil – e o mundo, neste caso – testemunharam ontem era esperado por todos. Afinal, todos lêramos, com antecedência, a sinopse do espetáculo. No entanto, como em outras etapas determinantes do processo do Golpe, que é continuado e gradual, certas adaptações, improvisos e lapsos – em cima daquele roteiro há tanto traçado – acabaram por revelar bem mais do que os produtores do espetáculo gostariam de entregar.
O timing era fundamental. E os agentes trabalharam bem. Assim como na antevéspera do registro da candidature de Lula – e Vice! –, a dobradinha Golpe + agentes (“da” vítima) agiu para impor o Plano B a Lula e ao PT. Ontem tentaram repetir a dose com uma reprise da operação “choque e terror” (shock and awe) – devidamente combinada com o outro lado.
Há entre os agentes (“da” vítima), inclusive, alguém que vendeu a alma por uma cadeira no STF. Ontem, presente no Plenário do TSE, entregou mais uma parcela da mercadoria. E a entes bem mais terrenos que “Mefistófeles”, digamos.

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Como as falhas de jornais e jornalistas complicam as conversações nucleares com a Coreia do Norte

Recentemente a Coreia do Norte novamente pediu que o governo Trump mantenha-se no marco dos três passos acordados na Declaração de Cingapura.


Para Josh Rogin, colunista do Washington Post o pedido da Coreia do Norte seria “beligerante”.
Reuters amplificou a suposta “beligerância”, ao manchetar: “Trump cancela viagem de Pompeo à Coreia do Norte, depois de carta beligerante”
Reuters sabe evidentemente que Josh Rogin não “noticia”. Não é jornalista. Não passa de preposto neoconservador, com acesso direto a John Bolton. Publica seus chiliques na seção de Opinião do jornal, não nas páginas de notícias.



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Rússia: Estado retomará tudo que lhe roubaram


Em 2014, depois de introduzidas as sanções que os EUA impuseram à Rússia depois da reintegração da Criméia, duas coisas aconteceram: o rublo caiu e o mercado russo de ações recuou consideravelmente.


Como as ações da bolsa são negociadas em rublos, o efeito da queda do rublo e do recuo da bolsa foi multiplicar o valor do dólar, e o preço das ações caíram ainda mais. 


Diferente porém do que acontecera na década dos 90s, quando os que mais se beneficiaram foram os “santos de 1990”, em 2014 quem se beneficiou de as ações estarem baratas não foram “empresários privados eficientes” da categoria dos Berezovsky ou Khodorkovsky. Foi o Estado russo.

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Seita, ligada à CIA, para a que trabalha marido de Raquel Dodge: Baha’i

Extrato do Duplo Expresso de hoje, com comentário do Prof. Lejeune Mirhan, analista de política internacional especializado em Oriente Médio.

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