{"id":97487,"date":"2018-08-16T18:51:05","date_gmt":"2018-08-16T21:51:05","guid":{"rendered":"https:\/\/duploexpresso.com\/?p=97487"},"modified":"2018-08-16T18:52:01","modified_gmt":"2018-08-16T21:52:01","slug":"ue-caiu-na-armadilha-de-washington-para-a-guerra-comercial-anti-china","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/duploexpresso.com\/?p=97487","title":{"rendered":"UE caiu na armadilha de Washington, para a guerra comercial anti-China"},"content":{"rendered":"<p><strong>Da Reda\u00e7\u00e3o do Duplo Expresso<\/strong><\/p>\n<p><strong>10\/8\/2018, F. William Engdahl, <a href=\"http:\/\/www.williamengdahl.com\/englishNEO10Aug2018.php\"><em>New Eastern Outlook, NEO<\/em><\/a><\/strong><\/p>\n<p><strong>Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu<\/strong><\/p>\n<p>Embora muitos na Uni\u00e3o Europeia (UE) tenham respirado aliviados ante o aparente sucesso das recentes conversa\u00e7\u00f5es sobre tarifas comerciais entre Juncker, presidente da Comiss\u00e3o da UE, e o governo Trump, na realidade parece que Washington conseguiu arrastar ardilosamente a UE, especialmente a Alemanha, a fechar a porta contra qualquer poss\u00edvel colabora\u00e7\u00e3o com a China para o desenvolvimento comercial e econ\u00f4mico. Apesar de haver problemas com a pol\u00edtica econ\u00f4mica da China, os recentes desenvolvimentos sugerem que se criou algum consenso na UE para dar as costas aos monumentais potenciais do espa\u00e7o econ\u00f4mico eurasiano com centro na China, a favor de uma alian\u00e7a com EUA e com o Jap\u00e3o \u2013 ambos pa\u00edses hostis ao desenvolvimento da China. \u00c9 desdobramento que pode ferir gravemente o desenvolvimento da economia da UE.<\/p>\n<p>Durante semanas antes das recentes conversas Washington-UE, Pequim procurou criar uma frente unida, come\u00e7ando por obje\u00e7\u00f5es formais legais na OMC, al\u00e9m de outros modos de contestar as tarifas unilateralmente impostas pelos EUA a produtos chineses e da UE. Antes da reuni\u00e3o de 16 de julho entre Pequim e UE, funcion\u00e1rios chineses mantiveram conversa\u00e7\u00f5es com v\u00e1rios de seus contrapartes na UE. Ao que se sabe, estavam dispostos a fazer concess\u00f5es no sentido de abrir o mercado interno chin\u00eas a empresas da UE, em troca de a\u00e7\u00e3o conjunta unificada contra Washington. A ag\u00eancia oficial de not\u00edcias Xinhua disse que China e Europa, &#8220;devem-se dar as m\u00e3os para resistir contra o protecionismo.<\/p>\n<p>China e pa\u00edses europeus s\u00e3o parceiros naturais&#8221;, disse o \u00f3rg\u00e3o oficial do governo chin\u00eas. &#8220;Todos esses creem firmemente que o livre com\u00e9rcio \u00e9 motor poderoso para o crescimento econ\u00f4mico global.&#8221;<\/p>\n<p>Um dos objetivos estrat\u00e9gicos da Iniciativa Cintur\u00e3o e Estrada (ICE), chamada tamb\u00e9m Rota Econ\u00f4mica da Seda, \u00e9 criar uma rede de infraestrutura de transportes que, no futuro, ligue diretamente a China aos grandes mercados europeus. At\u00e9 agora, Bruxelas resistiu, e estados individuais, principalmente nas regi\u00f5es orientais da UE, como Hungria, Gr\u00e9cia ou Rep\u00fablica Tcheca, abriram-se para os investimentos chineses em infraestrutura. Depois que Trump aplicou tarifas unilaterais contra produtos de alum\u00ednio e a\u00e7o de pa\u00edses da UE, em semanas recentes, ao mesmo tempo em que Washington iniciou uma s\u00e9rie pesada de san\u00e7\u00f5es tarif\u00e1rias e amea\u00e7as de que outras san\u00e7\u00f5es viriam contra a China, acabaram-se quaisquer aberturas que a China tivesse obtido para acordos mais amplos com a Alemanha e com a Uni\u00e3o Europeia como bloco.<\/p>\n<p>A evid\u00eancia de que Washington atirava ao mesmo tempo contra China e UE alimentou esperan\u00e7as (ing\u00eanuas) em Pequim de que seria poss\u00edvel alguma coopera\u00e7\u00e3o \u00edntima com a UE, contra Washington.<\/p>\n<p><strong>Verdadeiro alvo \u00e9 a alta tecnologia chinesa<\/strong><\/p>\n<p>Enquanto o presidente dos EUA tuitava caudal infinito de mensagens sobre o tamanho do d\u00e9ficit comercial entre EUA e China, e posta amea\u00e7as de que impor\u00e1 novas tarifas sobre mais $200 bilh\u00f5es de importa\u00e7\u00f5es chinesas, a verdadeira estrat\u00e9gia dos EUA estava sendo desenvolvida com precis\u00e3o milim\u00e9trica no gabinete do Representante Comercial dos EUA [ing. <em>US Trade Representative<\/em>] Robert Lighthizer. Lighthizer, experiente negociador para quest\u00f5es de com\u00e9rcio, veterano do governo Reagan, supervisionou a elabora\u00e7\u00e3o do <a href=\"https:\/\/ustr.gov\/about-us\/policy-offices\/press-office\/press-releases\/2018\/march\/following-president-trump\u2019s-section\">&#8220;Section 301 Report into China&#8217;s Acts, Policies, and Practices Related to Technology Transfer, Intellectual Property, and Innovation&#8221;<\/a> (ing.).<\/p>\n<p>O grupo de Lighthizer atacou diretamente os dez setores industriais listados no documento &#8220;Made in China: 2025&#8221;. N\u00e3o \u00e9 guerra em torno de d\u00f3lares comerciais, mas guerra pelo controle global das tecnologias dominantes.<\/p>\n<p>A China, compreensivelmente, visa a atualizar sua base tecnol\u00f3gica com vistas a alcan\u00e7ar patamares de estado da arte global; e Washington, apoiada nas gigantes norte-americanas de tecnologias, quer impedir essa atualiza\u00e7\u00e3o e a correspond\u00eancia concorr\u00eancia. A guerra de tarifas \u00e9 o artif\u00edcio usado para destruir um concorrente potencial.<\/p>\n<p>Fato interessante a considerar \u00e9 o contraste entre (i) o articulad\u00edssimo trabalho produzido pelo grupo Lighthizer contra a China e (ii) a fragilidade pat\u00e9tica das declara\u00e7\u00f5es, acusa\u00e7\u00f5es e &#8216;provas&#8217; coletadas pelos setores da chamada &#8216;comunidade de intelig\u00eancia dos EUA&#8217; sobre uma suposta &#8216;interfer\u00eancia&#8217; dos russos nas elei\u00e7\u00f5es de 2016, aparentemente a favor de Trump. As acusa\u00e7\u00f5es chaves que levaram \u00e0s severas san\u00e7\u00f5es financeiras contra a R\u00fassia e empresas russas foram baseadas num muito d\u00fabio e vago &#8216;dossi\u00ea&#8217; entregue ao senador John McCain por um agente do MI6 brit\u00e2nico, cujos motivos permanecem absolutamente nebulosos.<\/p>\n<p>A batalha da intelig\u00eancia dos EUA contra Trump \u00e9 completamente diferente da batalha Trump-China. A batalha contra a China \u00e9 resultado de um consenso estrat\u00e9gico de todas as institui\u00e7\u00f5es dos EUA. N\u00e3o \u00e9 coisa da min\u00fascula pol\u00edtica dom\u00e9stica dos EUA. Impedir a China de alcan\u00e7ar status industrial compar\u00e1vel ao dos EUA \u00e9 projeto crucialmente decisivo para os EUA profundos.<\/p>\n<p>O documento &#8220;China 2025&#8221; lista dez setores tecnol\u00f3gicos chaves como priorit\u00e1rios, incluindo intelig\u00eancia artificial e computa\u00e7\u00e3o qu\u00e2ntica; m\u00e1quinas ferramentas e rob\u00f3tica; equipamento aeroespacial e aeron\u00e1utico; navega\u00e7\u00e3o (embarque e desembarque) de alta tecnologia; equipamento ferrovi\u00e1rio de alta performance; ve\u00edculos movidos por outras formas de energia; equipamento agr\u00edcola; novos materiais; biofarma (incluindo organismos geneticamente modificados) e produtos m\u00e9dicos avan\u00e7ados.<\/p>\n<p>O New York Council on Foreign Affairs, em relat\u00f3rio recente sobre &#8220;China: 2025&#8221;, alertava que &#8220;a inten\u00e7\u00e3o da China com &#8216;Made in China 2025&#8217; n\u00e3o \u00e9 alcan\u00e7ar o patamar de economias de alta tecnologias como Alemanha, EUA, Coreia do Sul e Jap\u00e3o: o objetivo do projeto \u00e9 deslocar e substituir todas essas economias.&#8221;<\/p>\n<p>O que Washington est\u00e1 fazendo agora, ante o mais impressionante crescimento do primeiro grande desafio no campo da tecnologia industrial desde a 2\u00aa Guerra Mundial \u00e9, em certo sentido, a\u00e7\u00e3o completamente sem precedentes \u2013 raz\u00e3o pela qual \u00e9 t\u00e3o frequentemente mal compreendida. Alemanha e Jap\u00e3o n\u00e3o configuraram verdadeiros desafios \u00e0 hegemonia dos EUA como superpot\u00eancia. Gra\u00e7as \u00e0 OTAN e outros meios, aqueles pa\u00edses foram contidos na posi\u00e7\u00e3o de estados vassalos dependentes de Washington, como Zbigniew Brzezinski os apresenta em seus escritos. Mas a China de hoje, muito evidentemente, n\u00e3o se v\u00ea como estado vassalo dependente de Washington.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o fato de a China estar atraindo para sua \u00f3rbita praticamente toda a Eur\u00e1sia, incluindo R\u00fassia, Ir\u00e3, Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es do Sudeste Asi\u00e1tico [ing. ASEAN] e potencialmente tamb\u00e9m a \u00cdndia, para rela\u00e7\u00f5es de coopera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica mais \u00edntimas, faz de &#8220;China: 2025&#8221; prioridade existencial, quest\u00e3o de vida ou morte, o suficiente para que Washington e Wall Street arrisquem tudo para tentar fazer a semente gorar antes de brotar. Problema, a\u00ed, \u00e9 que o plano do &#8216;ocidente&#8217; pode dar em nada. Fazer a moderniza\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica da pr\u00f3pria ind\u00fastria \u00e9 campo leg\u00edtimo de a\u00e7\u00e3o para qualquer pa\u00eds, mesmo que seja pa\u00eds gigante, como a China.<\/p>\n<p><strong>EUA e UE vs &#8220;China 2025&#8221;<\/strong><\/p>\n<p>O medo de ser sobrepujado por uma China em ascens\u00e3o \u00e9 a mensagem que Washington e seus <em>think-tanks<\/em> privados estrat\u00e9gicos como o CFR desenvolveram para construir uma frente unida global para enfrentar a China. Num certo n\u00edvel, est\u00e1 dando resultados.<\/p>\n<p>A t\u00e1tica de negocia\u00e7\u00e3o de Washington \u00e9, claramente, sancionar e amea\u00e7ar seus mais antigos aliados da UE na OTAN, para uni-los numa frente econ\u00f4mica anti-China. \u00c9 uma variante do m\u00e9todo cl\u00e1ssico de porrete e cenoura. Depois das amea\u00e7as do presidente dos EUA de impor san\u00e7\u00f5es ao a\u00e7o e ao alum\u00ednio da UE, Washington p\u00f4s-se a falar da possibilidade de acrescentar carros europeus \u00e0 lista das san\u00e7\u00f5es. A ind\u00fastria automobil\u00edstica \u00e9 o cora\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria alem\u00e3. Trump at\u00e9 tuitou que a UE, no com\u00e9rcio, se tornara inimiga dos EUA. Depois das conversa\u00e7\u00f5es, quando Trump chegou a tuitar que havia &#8220;amor&#8221; entre EUA e UE, Washington claramente j\u00e1 havia conseguido o que queria: a UE concordou com n\u00e3o se alistar ao lado da China contra a guerra econ\u00f4mica de Washington, mas com Washington contra a China. Geopol\u00edtica de equil\u00edbrio de poder brit\u00e2nica cl\u00e1ssica.<\/p>\n<p>O conselheiro econ\u00f4mico de Trump Larry Kudlow confirmou a trama, em entrevista posterior ao programa Fox Business, onde disse que &#8220;Estamos nos unindo \u00e0 Uni\u00e3o Europeia para um acordo com eles, de modo que teremos uma frente unida contra a China.&#8221; Kudlow acrescentou que quando o [acordo] NAFTA estiver finalizado, EUA, Europa, Canad\u00e1, M\u00e9xico e Jap\u00e3o estar\u00e3o unidos aos EUA, deixando a China isolada: &#8220;a China est\u00e1 cada vez mais isolada, com economia fraca.&#8221;<\/p>\n<p>O governo alem\u00e3o agiu prontamente. Dia 1\u00ba de agosto anunciou que bloquear\u00e1 a compra planejada por investidores chineses da Leifeld Metal Spinning AG, empresa alem\u00e3 de alta tecnologia. O Minist\u00e9rio da Economia da Alemanha tamb\u00e9m est\u00e1 revisando a compra proposta, pelos chineses, de um fornecedor da ind\u00fastria aeroespacial, Cotesa. \u00c9 consider\u00e1vel mudan\u00e7a de pol\u00edtica. No in\u00edcio desse ano, quando a fabricante chinesa de carros Geely anunciou que comprara 9% da alem\u00e3 Daimler, e outra empresa chinesa comprou a f\u00e1brica alem\u00e3 de maquin\u00e1rio para fabricar ferramentas, Kuka, o governo alem\u00e3o recusou-se a intervir.<\/p>\n<p><strong>Ampliam-se os la\u00e7os Alemanha-Jap\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Ao ligar mais firmemente a Alemanha e a UE numa coalis\u00e3o anti-China, em vez de aceitar as ofertas dos chineses e colaborar numa frente unida contra a guerra de tarifas dos EUA, agressiva, mas n\u00e3o ilegal, a UE assinou um acordo amplo de livre com\u00e9rcio com o Jap\u00e3o que, implicitamente visa a construir aliados asi\u00e1ticos que fa\u00e7am oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 China.<\/p>\n<p>Pouco depois, o ministro de Rela\u00e7\u00f5es Exteriores da Alemanha Heiko Maas anunciou que Berlim iniciara um &#8220;di\u00e1logo estrat\u00e9gico&#8221; com o Jap\u00e3o para criar uma &#8220;firme alian\u00e7a&#8221; para uma n\u00e3o especificada &#8220;nova ordem internacional&#8221;.<\/p>\n<p>Em maio, o primeiro-ministro da China Li Keqiang foi a T\u00f3quio para convencer o Jap\u00e3o a cooperar com a China contra as san\u00e7\u00f5es comerciais impostas pelos EUA e convidou o Jap\u00e3o a integrar-se \u00e0 Iniciativa Cintur\u00e3o e Estrada, a nova Rota Econ\u00f4mica da Seda. A resposta do Jap\u00e3o foi fria e clara, com o subsequente acordo de livre com\u00e9rcio com a UE. Desde 2017 o governo Trump vem estimulando, discretamente, um renascimento do &#8220;Quad&#8221; Asi\u00e1tico \u2013 Jap\u00e3o, \u00cdndia, Austr\u00e1lia e EUA \u2013, como contra-ataque impl\u00edcito \u00e0 crescente influ\u00eancia econ\u00f4mica da China. O &#8220;Quad&#8221; come\u00e7ou h\u00e1 uma d\u00e9cada, com o primeiro-ministro Abe, para tentar fazer frente \u00e0 crescente influ\u00eancia da China na regi\u00e3o do Pac\u00edfico Asi\u00e1tico.<\/p>\n<p>As gigantescas placas tect\u00f4nicas da geopol\u00edtica global est\u00e3o em movimento e ainda n\u00e3o se v\u00ea com clareza se da\u00ed resultar\u00e1 uma deriva continental ou colis\u00f5es severas. Tanto China como R\u00fassia muito apreciariam um reaquecimento de rela\u00e7\u00f5es com a UE, por raz\u00f5es \u00f3bvias \u2013 precisamente o que Washington n\u00e3o tem qualquer interesse em permitir que aconte\u00e7a.<\/p>\n<p>Ao revelar o grande plano de infraestrutura global em 2013 e em seguida, dois anos depois, o plano &#8220;Made in China: 2025&#8221;, a China deu aos advers\u00e1rios, especialmente em Washington, a chance de jogar com os medos de aliados potenciais \u2013 Jap\u00e3o por um lado e Uni\u00e3o Europeia, por outro. Agora, a China precisar\u00e1 de diplomacia econ\u00f4mica sofisticada e aberta, para impedir que as crescentes diferen\u00e7as entre UE e Eur\u00e1sia convertam-se em fendas profundas. Se acontecer, perdem todos: Uni\u00e3o Europeia, China e R\u00fassia.*******<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u2028Embora muitos na Uni\u00e3o Europeia (UE) tenham respirado aliviados ante o aparente sucesso das recentes conversa\u00e7\u00f5es sobre tarifas comerciais entre Juncker, presidente da Comiss\u00e3o da UE, e o governo Trump, na realidade parece que Washington conseguiu arrastar ardilosamente a UE, especialmente a Alemanha, a fechar a porta contra qualquer poss\u00edvel colabora\u00e7\u00e3o com a China para o desenvolvimento comercial e econ\u00f4mico.<br \/>\nApesar de haver problemas com a pol\u00edtica econ\u00f4mica da China, os recentes desenvolvimentos sugerem que se criou algum consenso na UE para dar as costas aos monumentais potenciais do espa\u00e7o econ\u00f4mico eurasiano com centro na China, a favor de uma alian\u00e7a com EUA e com o Jap\u00e3o \u2013 ambos pa\u00edses hostis ao desenvolvimento da China. \u00c9 desdobramento que pode ferir gravemente o desenvolvimento da economia da UE.<\/p>\n","protected":false},"author":30,"featured_media":97503,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[977,2,20,6],"tags":[1170,827,1075,67,1592,1593,828],"class_list":["post-97487","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia","category-home","category-politica-internacional","category-redacao","tag-alemanha","tag-china","tag-coletivo-vila-vudu","tag-eua","tag-japao","tag-tecnologia-chinesa","tag-uniao-europeia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/duploexpresso.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/97487","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/duploexpresso.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/duploexpresso.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/duploexpresso.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/30"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/duploexpresso.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=97487"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/duploexpresso.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/97487\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/duploexpresso.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/97503"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/duploexpresso.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=97487"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/duploexpresso.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=97487"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/duploexpresso.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=97487"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}