{"id":115076,"date":"2020-09-19T16:25:00","date_gmt":"2020-09-19T19:25:00","guid":{"rendered":"https:\/\/duploexpresso.com\/?p=115076"},"modified":"2020-09-20T18:38:27","modified_gmt":"2020-09-20T21:38:27","slug":"como-xinjiang-interfere-no-acordo-ue-china","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/duploexpresso.com\/?p=115076","title":{"rendered":"Como Xinjiang \u201cinterfere\u201d no acordo UE-China"},"content":{"rendered":"<p><em><strong>Por Pepe Escobar<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Um \u201cEspecial\u201d Pequim-Bruxelas-Berlim: e que videoconfer\u00eancia!<\/p>\n<p>De Pequim, tivemos o presidente Xi Jinping. De Berlim, a chanceler Angela Merkel. E de Bruxelas, o presidente do Conselho Europeu Charles Michel e a presidente da Comiss\u00e3o Europeia Ursula von der Leyen. Os chineses definiram a reuni\u00e3o como a primeira c\u00fapula \u201cdesse tipo, na hist\u00f3ria\u201d.<\/p>\n<p>Na verdade, foi a segunda reuni\u00e3o de alto n\u00edvel de l\u00edderes chineses e europeus, em dois meses. E aconteceu apenas poucos dias depois do <em>tour<\/em> de alto n\u00edvel feito pelo ministro de Rela\u00e7\u00f5es Exteriores Wang Yi, por Fran\u00e7a, Alemanha, It\u00e1lia, Pa\u00edses Baixos e Noruega, e a visita, do poderoso \u201cYoda\u201d do Conselho de Estado, Yang Jiechi, a Espanha e Gr\u00e9cia.<\/p>\n<p>O Santo Graal, ao final desses encontros \u2013 presencial e virtual \u2013 \u00e9 o tratado China-Uni\u00e3o Europeia, para investimentos. A Alemanha preside atualmente a Uni\u00e3o Europeia, por seis meses. Berlim queria que o tratado fosse assinado em reuni\u00e3o de c\u00fapula em Leipzig, esse m\u00eas, com a presen\u00e7a dos 27 pa\u00edses da UE e de Pequim. Mas a Covid-19 tinha outros planos.<\/p>\n<p>Assim a reuni\u00e3o converteu-se nessa mini videoconfer\u00eancia. Ainda se espera que o tratado seja assinado antes do fim de 2020.<\/p>\n<p>Como nota intrigante, a minic\u00fapula aconteceu tamb\u00e9m um dia depois de o premier Li Keqiang participar de um Di\u00e1logo Virtual Especial com L\u00edderes de Empresas, promovido pelo F\u00f3rum Econ\u00f4mico Mundial (FEM). Ainda n\u00e3o se sabe se Li discutir\u00e1 com Klaus Schwab os meandros do <a href=\"https:\/\/asiatimes.com\/2020\/09\/from-9-11-to-the-great-reset\/\">Great <em>Reset<\/em><\/a> (<a href=\"https:\/\/bbacurau.blogspot.com\/2020\/09\/do-119-ao-grande-reset.html\">em port. aqui<\/a>) \u2013 muito menos, se a China subscreve o plano, ou n\u00e3o.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>\u201cContinuamos comprometidos\u201d<\/strong><\/span><\/p>\n<p>A mini videoconfer\u00eancia UE-China chama aten\u00e7\u00e3o pela divulga\u00e7\u00e3o muito discreta. A UE agora, oficialmente, considera a China ao mesmo tempo como parceira essencial e \u201crival estrat\u00e9gica\u201d. Bruxelas n\u00e3o abre m\u00e3o de \u201ccooperar\u201d, ao mesmo tempo em que defende seus not\u00f3rios \u201cvalores\u201d de direitos humanos.<\/p>\n<p>Quanto ao tratado para investimentos, o Santo Graal do <em>business<\/em>, em negocia\u00e7\u00e3o j\u00e1 h\u00e1 sete anos, Ursula von der Leyen disse que \u201cainda h\u00e1 muito por fazer\u201d.<\/p>\n<p>O que a UE deseja, essencialmente, \u00e9 tratamento igualit\u00e1rio para suas empresas na China, similar ao modo como empresas chinesas s\u00e3o tratadas dentro da UE. Fontes diplom\u00e1ticas confirmaram que s\u00e3o consideradas \u00e1reas chaves as telecomunica\u00e7\u00f5es, o mercado de autom\u00f3veis \u2013 que deve ser totalmente aberto \u2013 e o fim da concorr\u00eancia desleal do a\u00e7o chin\u00eas.<\/p>\n<p>Semana passada, o presidente da Siemens, Joe Kaeser, meteu um cavaco extra na engrenagem das negocia\u00e7\u00f5es, ao dizer a <em>Die Zeit<\/em> que \u201ccondenamos categoricamente todas as formas de opress\u00e3o, trabalhos for\u00e7ados e amea\u00e7a a direitos humanos\u201d \u2013 referindo-se a Hong Kong e a Xinjiang.<\/p>\n<p>Provocou grande agita\u00e7\u00e3o. Pelo menos 10% dos neg\u00f3cios da Siemens s\u00e3o gerados na China, onde a empresa est\u00e1 presente desde 1872 e emprega mais de 35 mil pessoas. A Siemens foi obrigada a declarar publicamente que \u201ccontinuamos comprometidos\u201d com a China.<\/p>\n<p>A China \u00e9 principal parceira comercial da Alemanha desde 2017 \u2013 \u00e0 frente da Fran\u00e7a e dos EUA. Assim, n\u00e3o surpreende que as sirenes de alarme tenham disparado sem descanso. Em janeiro do ano passado, pela primeira vez, a Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias da Alemanha (al. <em>BDI<\/em>) definiu a China como \u201cconcorrente sist\u00eamica\u201d, n\u00e3o como apenas \u201cparceira\u201d. As preocupa\u00e7\u00f5es giravam em torno de \u201cdistor\u00e7\u00f5es\u201d de mercado e de barreiras contra a concorr\u00eancia alem\u00e3, dentro da China.<\/p>\n<p>A reuni\u00e3o de c\u00fapula por mini videoconfer\u00eancia aconteceu ao mesmo tempo em que a guerra comercial lan\u00e7ada por Washington contra Pequim alcan\u00e7ava propor\u00e7\u00f5es de Guerra Fria 2.0. Diplomatas da UE, incomodados, <em>nos bastidores<\/em>, admitem que os europeus est\u00e3o sitiados no meio do conflito, e que a \u00fanica estrat\u00e9gica poss\u00edvel \u00e9 tentar promover os pr\u00f3prios interesses econ\u00f4micos, ao mesmo tempo em que insistem na mesma panaceia de direitos humanos.<\/p>\n<p>Da\u00ed a demanda oficial da UE nessa 2\u00aa-feira \u2013 n\u00e3o noticiada na m\u00eddia chinesa: queremos autoriza\u00e7\u00e3o para enviar \u201cobservadores independentes\u201d a Xinjiang.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><strong>Os tais jihadistas uigures<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Assim sendo, voltamos, inevitavelmente \u00e0 quest\u00e3o hiperincandescente dos \u201ccampos de concentra\u00e7\u00e3o\u201d em Xinjiang.<\/p>\n<p>O <em>establishment<\/em> atlanticista lan\u00e7ou campanha feroc\u00edssima, sem limites, no esfor\u00e7o para modelar a narrativa segundo a qual Pequim estaria cometendo nada menos que genoc\u00eddio cultural em Xinjiang.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da ret\u00f3rica do governo dos EUA, a campanha \u00e9 feita, na maior parte, por institutos e institui\u00e7\u00f5es (<em>think-tanks<\/em>) norte-americanos \u2018influenciadores\u2019 (<a href=\"https:\/\/www.csis.org\/analysis\/connecting-dots-xinjiang-forced-labor-forced-assimilation-and-western-supply-chains\">aqui, por exemplo<\/a>) que distribuem material que a m\u00eddia-empresa ocidental encarrega-se de viralizar.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.csis.org\/analysis\/addressing-forced-labor-xinjiang-uyghur-autonomous-region-toward-shared-agenda\">Um desses \u2018relat\u00f3rios\u2019<\/a> cita \u201cin\u00fameros relatos de primeira m\u00e3o colhidos entre os uigures\u201d que aparecem definidos como \u201cempregados\u201d para cumprir trabalhos for\u00e7ados. Resultado disso, toda a cadeia global de suprimento, segundo o relat\u00f3rio, est\u00e1 \u201caparentemente manchada com trabalho for\u00e7ado\u201d.<\/p>\n<p>A palavra-chave \u00e9 \u201caparentemente\u201d. Assim como a R\u00fassia estaria \u201caparentemente\u201d interferindo em elei\u00e7\u00f5es nos EUA, e vive, \u201caparentemente\u201d, a veracidade do que dizem as fontes citadas nesses relat\u00f3rios \u2013 que s\u00e3o convenientemente financiados por \u201cv\u00e1rios doadores com interesses comerciais na \u00c1sia.\u201d Quem s\u00e3o esses doadores? A favor de que agenda operam? Quem lucrar\u00e1 com o tipo de \u201cinteresses comerciais na \u00c1sia\u201d promovidos por esses doadores?<\/p>\n<p>Num plano pessoal, Xinjiang estava no alto das minhas prioridades de viagens esse ano \u2013 at\u00e9 que a Covid-19 parou tudo \u2013, porque quero verificar eu mesmo todos os aspectos do que est\u00e1 realmente acontecendo no Extremo Oeste da China.<\/p>\n<p>No ponto em que estamos, esses papagaios \u201cinfluenciadores\u201d norte-americanos t\u00eam plena liberdade para criar e impor a narrativa centrada no trabalho for\u00e7ado de uigures, repetindo sempre que as pr\u00f3prias roupas que os europeus vestem poderiam \u2013 e aqui a palavra-chave \u00e9 \u201cpoderiam\u201d \u2013 ser produzidas por trabalhadores condenados a trabalhos for\u00e7ados.<\/p>\n<p>Que ningu\u00e9m espere da rede atlanticista que algu\u00e9m se d\u00ea o trabalho de mostrar dados de contexto e noticie a luta que a China faz em Xinjiang contra o terrorismo.<\/p>\n<p>Nos idos anos da al-Qaeda, visitei e entrevistei jihadistas uigures trancafiados numa pris\u00e3o em expans\u00e3o constru\u00edda pelos <em>mujahideen<\/em> do comandante Masoud, no vale Panjshir, no Afeganist\u00e3o.<sup><a id=\"post-115076-footnote-ref-1\" href=\"#post-115076-footnote-1\">[1]<\/a><\/sup> Todos passaram por pesada doutrina\u00e7\u00e3o de im\u00e3s que pregavam em <em>madrassas<\/em> financiadas pelos sauditas por toda Xinjiang.<\/p>\n<p>Mais recentemente, jihadistas salafistas uigures estiveram muito ativos na S\u00edria: pelo menos 5.000 deles, segundo a embaixada s\u00edria em Pequim.<\/p>\n<p>Pequim sabe exatamente o que aconteceria se eles voltassem para Xinjiang, tanto quanto Moscou sabe o que aconteceria se jihadistas chechenos voltassem para o C\u00e1ucaso.<\/p>\n<p>Assim sendo, n\u00e3o surpreende que a China tenha de agir. Essa a\u00e7\u00e3o inclui fechar <em>madrassas<\/em>, deter im\u00e3s e prender \u2013 e \u201creeducar\u201d \u2013 poss\u00edveis jihadistas e suas respectivas fam\u00edlias.<\/p>\n<p>Que ningu\u00e9m espere que o ocidente ofere\u00e7a contexto e contraponto sobre o Partido Isl\u00e2mico do Turquist\u00e3o, o PIT [ing. <em>Turkistan Islamic Party (TIP)<\/em>], que declarou um Emirado Isl\u00e2mico ao estilo do <em>ISIS<\/em>-Daech em novembro de 2019 em Idlib, noroeste da S\u00edria. Esse PIT foi fundado em Xinjiang h\u00e1 12 anos e \u00e9 ativo na S\u00edria desde 2011 \u2013 exatamente o ano da opera\u00e7\u00e3o terrorista cuja autoria reivindicaram, em Kashgar, que fez 23 mortos.<\/p>\n<p>\u00c9 muito pat\u00e9tico que o ocidente, que assassinou multid\u00f5es de mu\u00e7ulmanos e arrancou-as das pr\u00f3prias terras \u2013 direta ou indiretamente \u2013 com a \u2018guerra ao terror\u2019, agora, depois do que fez, vire assim oh, t\u00e3o, t\u00e3o, preocupado com o sofrimento dos uigures.<\/p>\n<p>Muito mais esclarecedor \u00e9 relembrar a hist\u00f3ria. Como no outono de 821, quando a princesa Taihe, irm\u00e3 de um imperador da dinastia Tang, montou num camelo bactriano e, com seu s\u00e9quito de servas montadas em preciosos <a href=\"https:\/\/artsandculture.google.com\/asset\/cavalo-de-fergana\/QAFufrHqPSiP4A?hl=pt-BR\">cavalos de Fergana<\/a>, viajou, do pal\u00e1cio imperial em Chang\u2019an, at\u00e9 a terra dos uigures.<\/p>\n<p>A princesa Taihe viajava como presente vivo \u2013 para se casar com o <em>kaghan<\/em> uigure, e assim consagrarem a amizade entre seus dois povos. Taihe partiu do oriente, mas seu vestido e os ornamentos eram ocidentais, das estepes e desertos da \u00c1sia Central, onde viveria a nova vida.<\/p>\n<p>E, j\u00e1 que falamos nisso, uigures e a dinastia Tang eram aliados.*******<\/p>\n<ol>\n<li id=\"post-115076-footnote-1\"><span style=\"font-size: 10pt\">Aproveitando a deixa: imperd\u00edvel, como informa\u00e7\u00e3o e pelo valor hist\u00f3rico, o artigo-entrevista de Pepe Escobar, publicado em <em>Asia Times<\/em>, dia 12\/9\/2001, \u201cMasoud: From warrior to statesman\u201d (ing.) em <a href=\"https:\/\/web.archive.org\/web\/20010920024734\/http:\/www.atimes.com\/ind-pak\/ci12df01.html\">Internet Archive, de <em>Asia Times<\/em><\/a> [NTs]. <\/span><a href=\"#post-115076-footnote-ref-1\"><span style=\"font-size: 10pt\">\u2191<\/span><\/a><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Pepe Escobar<\/strong>\u00a0\u00e9 analista de Geopol\u00edtica e\u00a0<a href=\"https:\/\/asiatimes.com\/author\/pepe-escobar\/\">colunista do Asia Times<\/a>.<\/p>\n<p>*<span style=\"font-size: 10pt\">Com permiss\u00e3o do autor. Artigo originalmente publicado no <a href=\"https:\/\/asiatimes.com\/2020\/09\/how-xinjiang-is-holding-back-an-eu-china-deal\/\">Asia Times<\/a><i>,<\/i>\u00a0em 08 de setembro de 2020. Tradu\u00e7\u00e3o de <\/span><b><span style=\"font-size: 10pt\">Vila Mandinga<\/span><br \/>\n<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 10pt\"><strong><sup>**<\/sup><em>Foto:<\/em><\/strong><em> Uma pessoa da etnia uigur participa de um protesto, pedindo que Uni\u00e3o Europeia exija que a China a respeite os Direitos Humanos na regi\u00e3o chinesa de Xinjiang e pe\u00e7a o fechamento de &#8216;centros de reeduca\u00e7\u00e3o&#8217; onde Uigures s\u00e3o detidos. A manifesta\u00e7\u00e3o ocorreu nas proximidades do Parlamento Europeu, em Bruxelas, em 27 de abril de 2018. Foto: AFP \/ Emmanuel Dunand<\/em><\/span><\/p>\n<p>_____<\/p>\n<p><span style=\"color: #808080;font-size: 10pt\"><strong>Siga o Duplo Expresso em v\u00e1rias plataformas:<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #808080;font-size: 10pt\"><a style=\"color: #808080\" href=\"https:\/\/t.me\/duploexpresso\">Canal do DE no Telegram<\/a><\/span><br \/>\n<span style=\"color: #808080;font-size: 10pt\"><a style=\"color: #808080\" href=\"https:\/\/t.me\/grupoduploexpresso\">Grupo de discuss\u00e3o no Telegram<\/a><\/span><br \/>\n<span style=\"color: #808080;font-size: 10pt\"><a style=\"color: #808080\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/DuploExpresso\">Canal Duplo Expresso no YouTube<\/a><\/span><br \/>\n<span style=\"color: #808080;font-size: 10pt\"><a style=\"color: #808080\" href=\"https:\/\/twitter.com\/romulusmaya\">Romulus Maya no Twitter<\/a><\/span><br \/>\n<span style=\"color: #808080;font-size: 10pt\"><a style=\"color: #808080\" 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