{"id":113058,"date":"2020-06-01T23:30:26","date_gmt":"2020-06-02T02:30:26","guid":{"rendered":"https:\/\/duploexpresso.com\/?p=113058"},"modified":"2020-11-08T18:44:02","modified_gmt":"2020-11-08T21:44:02","slug":"expresso-da-meia-noite-caderno-mensal-01-06-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/duploexpresso.com\/?p=113058","title":{"rendered":"Expresso da Meia-Noite \/ Caderno Mensal (01.06.2020)"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400\">Caros Expressonautas,<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Essa \u00e9 a segunda edi\u00e7\u00e3o do Caderno Mensal do Expresso da Meia-Noite. Na presente publica\u00e7\u00e3o, apresentamos um artigo formatado a partir de abordagens e publica\u00e7\u00f5es sugeridas pelos participantes do Grupo D.E. no <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Telegram<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> quanto a possibilidades de desenvolvimento e alternativas para a organiza\u00e7\u00e3o da vida social em pa\u00edses capitalistas perif\u00e9ricos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Esperamos que fa\u00e7am uma boa leitura.<\/span><\/p>\n<p><b>MARX, A\u00a0 ORGANIZA\u00c7\u00c3O DE UM MODO PR\u00d3PRIO DE DESENVOLVIMENTO E A TRANSI\u00c7\u00c3O PARA O SOCIALISMO NOS PA\u00cdSES CAPITALISTAS PERIF\u00c9RICOS<\/b><\/p>\n<p><em><b>Por Ricardo Guerra; Jobson Lopes; Felipe Alves<\/b><\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Nenhuma sociedade humana deixou de sofrer com a investida da expans\u00e3o europeia em busca de novos mercados comerciais no final do s\u00e9culo XV e in\u00edcio do s\u00e9culo XVI.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Nesse per\u00edodo, sob a \u00e9gide da ideia de progresso, a burguesia europeia assumiu como leg\u00edtimo o papel que exerceu como emiss\u00e1ria e promotora de transforma\u00e7\u00f5es (auto) proclamadas de car\u00e1ter universal e sociedades foram sendo desestruturadas em decorr\u00eancia dessa necessidade de busca por um polo fornecedor de mat\u00e9rias primas e for\u00e7a de trabalho, para dar sustenta\u00e7\u00e3o a essa expans\u00e3o.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Ao se expandir para as demais regi\u00f5es, o sistema de produ\u00e7\u00e3o de mercadorias (que j\u00e1 existia antes do modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista) foi se generalizando e o produto do trabalho humano (antes destinado apenas ao uso do produtor, na maioria das regi\u00f5es) come\u00e7ou a escapar ao seu controle.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Dessa forma, a mercadoria, entendida como o que se produz para a venda e n\u00e3o mais para o uso imediato, fez o processo de produ\u00e7\u00e3o passar a dominar as pessoas e a amplia\u00e7\u00e3o do mercado, para as mais diversas \u00e1reas, levou a pr\u00f3pria vida humana a ser mercantilizada e a mercadoria a se transformar no princ\u00edpio organizador da vida social.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Compreendendo isso, Marx estabeleceu que o ponto de partida para entender a sociedade deveria ser a pr\u00f3pria mercadoria, e, analisando os fundamentos relacionados ao seu valor, desenvolveu o conceito da forma-mercadoria, que seria a chave necess\u00e1ria para esse entendimento.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">De acordo com o conceito da forma-mercadoria, as potencialidades das contradi\u00e7\u00f5es entre o valor de uso das mercadorias (seu valor natural enquanto objeto de uso) e que representa o que Marx chama de \u201ctrabalho concreto\u201d e o seu valor de troca (valor de uso social dessa mercadoria), que representa o por ele denominado \u201ctrabalho abstrato\u201d deram bases de sustenta\u00e7\u00e3o a esse processo de investida expansionista, visto que, o valor de toda mercadoria \u00e9 representado pelo \u201ctrabalho abstrato\u201d empregado na sua produ\u00e7\u00e3o e n\u00e3o mais se caracteriza apenas pelo trabalho realizado pelos indiv\u00edduos. Representa, tamb\u00e9m, o trabalho alienado pelo capitalista, atrav\u00e9s da destitui\u00e7\u00e3o do trabalhador do controle do trabalho e do produto gerado por esse trabalho.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O entendimento desse processo conduz a compreens\u00e3o que ele s\u00f3 pode ser concretizado a partir da opress\u00e3o de uma classe detentora dos meios de produ\u00e7\u00e3o (a burguesia capitalista) sobre outra, que vende sua for\u00e7a de trabalho para produzir as mercadorias (os trabalhadores).\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A for\u00e7a de trabalho, ao ser vendida, torna-se tamb\u00e9m uma mercadoria e isso cria a possibilidade para a acumula\u00e7\u00e3o de capital por parte do capitalista, decorrente da disparidade entre o valor pago ao trabalhador e o valor produzido pelo seu trabalho. Ou seja, o capitalista ganha a medida que o trabalhador perde.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Portanto, pensar\u00a0 na possibilidade de surgimento de uma nova din\u00e2mica de conviv\u00eancia humana, implica, necessariamente, que o componente organizador da vida social n\u00e3o seja mais &#8211; ou pelo menos, n\u00e3o seja apenas -a acumula\u00e7\u00e3o de capital e, t\u00e3o pouco, permane\u00e7a baseado na aliena\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica do trabalho.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Nesse sentido, ao propor a realiza\u00e7\u00e3o de um debate sobre o advento de uma nova sociedade, precisamos questionar a necessidade de aumento incessante na quantidade de mercadorias e de amplia\u00e7\u00e3o de espa\u00e7o geogr\u00e1fico em busca de mais riquezas e mais popula\u00e7\u00f5es para consumir, originada da expans\u00e3o do Capitalismo Europeu. Essa permanente obriga\u00e7\u00e3o pela cria\u00e7\u00e3o de novos bens e, consequentemente, de novas necessidades, fazem as mercadorias transcenderem o seu car\u00e1ter real e serem revestidas de um atributo fantasioso que realimenta todo esse processo, que \u00e9 estruturado a partir de uma rela\u00e7\u00e3o desigual de poder orientada pelo e para o lucro, e desencadeou um dos mais terr\u00edveis e perturbadores componentes sociais na rela\u00e7\u00e3o humana: a desigualdade social.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A contradi\u00e7\u00e3o indissoci\u00e1vel do capitalismo, caracterizada pela sua capacidade de fomentar condi\u00e7\u00f5es para um alto desenvolvimento das for\u00e7as produtivas mas n\u00e3o conseguir promover a elimina\u00e7\u00e3o da desigualdade social e da pobreza, \u00e9 a quest\u00e3o em torno da qual o debate sobre a possibilidade de transforma\u00e7\u00e3o social precisa tramitar, e, no caso do Capitalismo perif\u00e9rico, que \u00e9 o foco da nossa aten\u00e7\u00e3o nesse artigo, essa contradi\u00e7\u00e3o se torna ainda mais evidente pelo fato de, nesse contexto, n\u00e3o se ter conseguido estabelecer condi\u00e7\u00f5es para a promo\u00e7\u00e3o do desenvolvimento de for\u00e7as produtivas e remunera\u00e7\u00e3o capazes de garantir uma estabilidade e gerar condi\u00e7\u00f5es para seu aperfei\u00e7oamento, como ocorreu nos pa\u00edses centrais.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Na periferia do Capitalismo, grande parte da popula\u00e7\u00e3o sequer foi absorvida no quadro do proletariado industrial e uma enorme massa de despossu\u00eddos permanece imersa em uma constante luta pela sobreviv\u00eancia, o que denota a incapacidade do Sistema em generalizar os avan\u00e7os alcan\u00e7ados no centro. E \u00e9 essa inaptid\u00e3o estrutural do Sistema Capitalista &#8211; de generalizar suas promessas de homogeneiza\u00e7\u00e3o entre o centro e a periferia &#8211; a fissura por onde a possibilidade do novo poder\u00e1 emergir.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">E superar a vis\u00e3o euroc\u00eantrica de homogeneiza\u00e7\u00e3o \u00e9 o primeiro passo rumo \u00e0 transforma\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O princ\u00edpio organizador da vida social baseado na acumula\u00e7\u00e3o de capital e na forma-mercadoria, n\u00e3o consegue mais responder \u00e0s necessidade da humanidade e o desafio est\u00e1 posto: alterar estruturalmente a correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as entre as classes sociais, de forma a se edificar uma nova l\u00f3gica de funcionamento da organiza\u00e7\u00e3o social. Uma l\u00f3gica, que n\u00e3o gere riqueza em favor apenas de uma minoria e exclua a maioria, a for\u00e7a de trabalho que proporciona a possibilidade da acumula\u00e7\u00e3o capitalista &#8211; Uma l\u00f3gica Socialista.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">A luta de classes \u00e9 o componente necess\u00e1rio para criar condi\u00e7\u00f5es para a supera\u00e7\u00e3o do Sistema Capitalista e elimina\u00e7\u00e3o do processo de explora\u00e7\u00e3o no contexto do trabalho. E a hist\u00f3ria revelou duas importantes possibilidades de supera\u00e7\u00e3o desse modelo econ\u00f4mico, baseadas na vis\u00e3o euroc\u00eantrica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">De um lado, nos pa\u00edses centrais do ocidente, os trabalhadores se organizaram a partir de um modelo pautado na ideia de que o sistema pode ser superado atrav\u00e9s de reformas e baseado numa luta, essencialmente pac\u00edfica: A Social Democracia. Por outro lado, surgiu um modelo que apostou no confronto entre as classes, no qual um lado imp\u00f4s ao outro a pr\u00f3pria vontade: A Revolu\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">De acordo com os par\u00e2metros da Social Democracia, as reformas iriam produzir uma transforma\u00e7\u00e3o processual direcionada \u00e0 transi\u00e7\u00e3o do modelo econ\u00f4mico, dentro das regras do sistema democr\u00e1tico e regulado pela competi\u00e7\u00e3o eleitoral, que, associada \u00e0 press\u00e3o sindical, faria prevalecer os interesses da maioria. Essa estrat\u00e9gia se mostrou limitada, pois n\u00e3o conseguiu produzir uma sociedade nova, sem explora\u00e7\u00e3o, visto que as reformas nem sempre geram avan\u00e7os cumulativos e facilmente podem ser revertidas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">No caso da Revolu\u00e7\u00e3o, a estrat\u00e9gia de enfrentamento como uma \u201cvariante de guerra\u201d inicialmente vitoriosa, ao se estabelecer em torno de um modelo de organiza\u00e7\u00e3o, formatado nos par\u00e2metros de Capitalismo de Estado como uma proposta de oferecer resultados melhores que o Capitalismo de Mercado ofertava, caiu. Assim, a Revolu\u00e7\u00e3o, quando enfrentou a possibilidade de uma crise estrutural, perdeu a for\u00e7a que a sustentava (a mobiliza\u00e7\u00e3o popular) e a burguesia burocr\u00e1tica que se formou a partir desse modelo se viu obrigada a ceder e capitular, como visto na antiga URSS.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Dessa forma, os caminhos da Reforma ou da Revolu\u00e7\u00e3o, at\u00e9 ent\u00e3o propostos para superar o modelo capitalista de economia alicer\u00e7ados numa vis\u00e3o euroc\u00eantrica de mundo, mostraram-se limitados e\/ou problem\u00e1ticos e n\u00e3o foram capazes de resolver a crise do sistema, promover uma transforma\u00e7\u00e3o social consistente e cont\u00ednua, nem conseguiram realizar a desejada transi\u00e7\u00e3o para o Socialismo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Nesse contexto, o que se revela claro \u00e9 que o futuro para a transforma\u00e7\u00e3o social n\u00e3o passa pela subordina\u00e7\u00e3o ao sistema Europeu.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">\u00c9 necess\u00e1rio imaginar o futuro da organiza\u00e7\u00e3o da vida social pela \u00f3tica da supera\u00e7\u00e3o e n\u00e3o mais da uniformidade. S\u00f3 pensando na humanidade como um todo \u00e9 que teremos condi\u00e7\u00f5es de ver que o problema da supera\u00e7\u00e3o do capitalismo est\u00e1 colocado e pode ser resolvido. E n\u00e3o \u00e9 negando a possibilidade de que outros povos construam suas pr\u00f3prias variantes de organiza\u00e7\u00e3o social que isso ser\u00e1 poss\u00edvel.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O pr\u00f3prio capitalismo nos mostra essa necessidade produzindo contradi\u00e7\u00f5es e tend\u00eancias diferentes que surgem entre centro e periferia, nas quais a situa\u00e7\u00e3o de depend\u00eancia se auto-reproduz e configura-se como um c\u00edrculo vicioso, mas n\u00e3o como uma fatalidade, pois h\u00e1, maior ou menor, chance para o desenvolvimento aut\u00f4nomo de um pa\u00eds de acordo com a orienta\u00e7\u00e3o antiliberal e a agenda dirigida pelo Estado em situa\u00e7\u00e3o dependente. Taiwan, Coreia do Sul e o Brasil j\u00e1 nos deram exemplos dessa possibilidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Portanto, reconhecendo que o movimento hist\u00f3rico n\u00e3o foi o mesmo em toda parte, \u00e9 preciso compreender que a diferen\u00e7a \u00e9 um processo ativo de cria\u00e7\u00e3o e recria\u00e7\u00e3o no qual podem estar contidas as sementes do futuro. Arg\u00e9lia, Cuba, Coreia do Norte, China, Venezuela, com seus erros e acertos, indicaram que existe a possibilidade de se investir nesse caminho.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Um caminho, no qual o processo hist\u00f3rico da reorganiza\u00e7\u00e3o da vida humana\u00a0 seja orientado para a supera\u00e7\u00e3o do predom\u00ednio da esfera econ\u00f4mica dominada pelo valor de troca<\/span> <span style=\"font-weight: 400\">e abra espa\u00e7o cada vez maior, para a diversidade na experi\u00eancia do existir humano.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Uma experi\u00eancia que garanta aos povos que representam a maioria da humanidade, a oportunidade de constru\u00e7\u00e3o de suas pr\u00f3prias variantes hist\u00f3ricas, sem interfer\u00eancias externas, no sentido da transforma\u00e7\u00e3o social e transi\u00e7\u00e3o para a nova sociedade, como a queremos. No nosso desejo &#8211; Socialista!<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Refer\u00eancias:<\/span><a href=\"http:\/\/www.contrapontoeditora.com.br\/sobre\/artigos.php?id=109\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40141995000300007\"><span style=\"font-weight: 400\">Estrat\u00e9gias dos Estados Nacionais frente ao processo de globaliza\u00e7\u00e3o<\/span><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.contrapontoeditora.com.br\/sobre\/artigos.php?id=109\"><span style=\"font-weight: 400\">Marx e a Transforma\u00e7\u00e3o Social<\/span><\/a><\/p>\n<p>_______\u00a0 \u00a0________\u00a0 \u00a0________<br \/>\nCanal do DE no Telegram:\u00a0<a href=\"https:\/\/t.me\/duploexpresso\">https:\/\/t.me\/duploexpresso<\/a><br \/>\nGrupo de discuss\u00e3o no Telegram:\u00a0<a href=\"https:\/\/t.me\/grupoduploexpresso\">https:\/\/t.me\/grupoduploexpresso<\/a><br \/>\nCanal Duplo Expresso no 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href=\"https:\/\/t.me\/radioexpressa\">https:\/\/t.me\/radioexpressa<\/a><br \/>\nLink para doa\u00e7\u00e3o pelo Patreon:\u00a0<a href=\"https:\/\/www.patreon.com\/duploexpresso\">https:\/\/www.patreon.com\/duploexpresso<\/a><br \/>\nLink para doa\u00e7\u00e3o pela Vakinha:\u00a0<a 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