{"id":108066,"date":"2019-10-09T16:53:16","date_gmt":"2019-10-09T19:53:16","guid":{"rendered":"https:\/\/duploexpresso.com\/?p=108066"},"modified":"2019-10-09T17:04:27","modified_gmt":"2019-10-09T20:04:27","slug":"preparando-o-estado-para-soberania-as-informacoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/duploexpresso.com\/?p=108066","title":{"rendered":"Preparando o Estado para Soberania &#8211; As Informa\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p>O mais relevante fator que surge no mundo, para a sociedade humana, ap\u00f3s a II Grande Guerra, \u00e9 a apropria\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o. Esta se desdobra em dois conjuntos: o meio f\u00edsico da mensagem e os conte\u00fados destas mensagens. O entendimento da import\u00e2ncia da informa\u00e7\u00e3o pelo poder financeiro e sua capacidade para operacionaliz\u00e1-la o tornar\u00e1 capaz de dominar e at\u00e9 destruir o poder produtivo, industrial, no s\u00e9culo XX.<\/p>\n<p>Dada a senioridade do linguista su\u00ed\u00e7o Ferdinand de Saussure (1857 &#8211; 1913), iniciemos com sua nomenclatura no Curso de Lingu\u00edstica Geral (Editora Cultrix, SP, 1969, tradu\u00e7\u00e3o de Ant\u00f4nio Chelini, Jos\u00e9 Paulo Paes e Izidoro Blikstein para a obra p\u00f3stuma (1916) publicada por Payot, Paris).<\/p>\n<p>Saussure distingue no signo um conceito e uma imagem ac\u00fastica. &#8220;N\u00e3o \u00e9 o som material, coisa puramente f\u00edsica, mas a impress\u00e3o ps\u00edquica desse som&#8221;. O conceito \u00e9 o significado, a imagem (sonora, gr\u00e1fica, t\u00e1til) \u00e9 o significante.<\/p>\n<p>Louis Couffignal (1902 &#8211; 1966), matem\u00e1tico franc\u00eas, estudando a informa\u00e7\u00e3o (Les Notions de Base, Gauthier-Villars, Paris, 1958), denominar\u00e1, para seu trabalho sobre cibern\u00e9tica:<br \/>\n&#8220;Informa\u00e7\u00e3o &#8211; o conjunto de um suporte e de uma sem\u00e2ntica;<br \/>\nsuporte (ou forma) de uma informa\u00e7\u00e3o, um estado f\u00edsico associado a uma sem\u00e2ntica;<\/p>\n<p>sem\u00e2ntica de uma informa\u00e7\u00e3o, o efeito de ordem psicol\u00f3gica que a informa\u00e7\u00e3o pode produzir&#8221;.<br \/>\nV\u00ea-se, portanto, que a informa\u00e7\u00e3o, tratada na linguagem ou nos equipamentos para sua operacionalidade (armazenamento, transporte, controle, codificador\/decodificador e meio f\u00edsico) sempre acarretar\u00e1 um significado para um suporte.<\/p>\n<p>Willian Ross Ashby (1903 &#8211; 1972), neurologista ingl\u00eas (An Introduction to Cybernetics, John Wiley &amp; Sons, NY, 1956), discorrendo sobre os conceitos de Norbert Wiener (1894 &#8211; 1964), matem\u00e1tico estadunidense, fundador da cibern\u00e9tica, e Karl Ludwig von Bertalanffy (1901 &#8211; 1972), bi\u00f3logo austr\u00edaco, criador da teoria dos sistemas gerais, acrescentou a possibilidade de um suporte dar lugar a mais de uma sem\u00e2ntica, ou seja, a &#8220;ubiquidade de uma codifica\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Tratemos, inicialmente, dos suportes ou significantes<\/strong><br \/>\nSe h\u00e1 possibilidade de associar um suporte a mais de uma sem\u00e2ntica e sabemos que a teoria da informa\u00e7\u00e3o \u00e9 uma teoria probabil\u00edstica, abrem-se numerosas quest\u00f5es e usos na produ\u00e7\u00e3o e no transporte ou transfer\u00eancia de suportes.<\/p>\n<p>Apenas como exemplo, a cria\u00e7\u00e3o de um suporte &#8211; o voto no candidato x em urna eletr\u00f4nica &#8211; n\u00e3o necessariamente ir\u00e1 ser computado para x, pois o meio \u00e9 sens\u00edvel a toda sorte de ru\u00eddos e redund\u00e2ncias. Basta que se adotem as possibilidades descortinadas pela teoria matem\u00e1tica da informa\u00e7\u00e3o, como apresentadas por Claude Shannon (1916 &#8211; 2001), matem\u00e1tico e cript\u00f3grafo estadunidense, &#8220;o pai da teoria da informa\u00e7\u00e3o&#8221;.<br \/>\nA gest\u00e3o e o controle desta cria\u00e7\u00e3o, apropria\u00e7\u00e3o, armazenamento, transmiss\u00e3o, sistemas para processamento\/utiliza\u00e7\u00e3o da mensagem s\u00e3o hoje ferramentas de poder que superam armamentos e for\u00e7as militares.<\/p>\n<p>Em 04, 05 e 07\/abril\/2012, o site Din\u00e2mica Global divulgou artigos do jornalista e escritor argentino Adrian Salbuchi, onde se l\u00ea:<br \/>\n&#8220;O Hostis (inimigo) da humanidade tornou-se demasiado complexo, muitas vezes sutis e desafiando a simples identifica\u00e7\u00e3o se por na\u00e7\u00e3o, ra\u00e7a, credo, geografia, l\u00edngua ou qualquer outras caracter\u00edsticas f\u00e1ceis de perceber. O Hostis hoje est\u00e1 em toda parte e em lugar nenhum, isso exige a nossa busca refinada, identificando-o mais pelos seus sinais que \u2018conta-sua-hist\u00f3ria\u2019, impress\u00f5es digitais, o \u201cDNA\u201d por assim dizer, do que diretamente percebendo ele (ou ela).<\/p>\n<p>Os l\u00edderes nacionais j\u00e1 n\u00e3o podem reunir o suporte popular de massa a \u201ccombater os sovi\u00e9ticos ou os alem\u00e3es, ou os japoneses.\u201d Uma d\u00e9cada atr\u00e1s, eles tiveram que recorrer a abstra\u00e7\u00f5es mais d\u00e9beis, como a \u201cguerra ao terrorismo\u201d de Bush, que \u00e9 sem sentido at\u00e9 que voc\u00ea de fato defina o que \u00e9 o \u201cterrorismo\u201d.<\/p>\n<p>O que temos hoje \u00e9 basicamente um inimigo invis\u00edvel p\u00fablico que \u00e9 muito dif\u00edcil de apontar especificamente, mas os efeitos de cujas a\u00e7\u00f5es cada vez mais sofremos em todo lugar. Possivelmente \u2018a Elite do Poder Global\u2019 seja o mais pr\u00f3ximo do que podemos chegar a descrever esse inimigo global verdadeiro, cujos interesses planet\u00e1rios e os objetivos correm em maior parte contr\u00e1rios aos interesses comuns de \u201cN\u00f3s o Povo\u201d em todo lugar, mesmo que tamb\u00e9m ainda esteja bastante abstrato e sem rosto&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Prossegue Salbuchi no Din\u00e2mica Global:<\/strong><br \/>\n&#8220;Romas\/COIN\u201d \u00e9 uma super vigil\u00e2ncia hi-tech militar em massa de civis e projeto de coleta de dados apoiado por empreiteiros da defesa privada dos EUA (notavelmente a Northrop Gruman), think tanks, e a comunidade de intelig\u00eancia militar e civil dos Estados Unidos, com recursos eletr\u00f4nicos para monitorar e analisar milh\u00f5es e milh\u00f5es de conversas, classificar dados-chaves e, em seguida, reconstru\u00ed-los para refletir padr\u00f5es de comportamento espec\u00edficos entre indiv\u00edduos e grupos de pessoas, que permita projetar os seus futuros planos, paradeiro, metas e a\u00e7\u00f5es. Isso far\u00e1 a \u201cguerra preventiva\u201d e as \u201cpris\u00f5es preventivas\u201d muito mais f\u00e1ceis.<\/p>\n<p>Por enquanto, grande parte desta massa de vigil\u00e2ncia e minera\u00e7\u00e3o de dados objetivando povos de l\u00edngua \u00e1rabe, n\u00e3o apenas no Oriente M\u00e9dio\/\u00c1frica do Norte, mas em todo o mundo, amarra-se muito bem com a intermin\u00e1vel \u201cguerra global ao terrorismo\u201d.<\/p>\n<p>Isso representa um salto quantitativo pela elite do poder global que, at\u00e9 recentemente, tal espionagem hi-tech global s\u00f3 era feito pela Ag\u00eancia de Seguran\u00e7a Nacional (NSA), CIA, FBI, MI6 ou Mossad (que sempre podem ser demonizadas como entidades parecidas a uma moderna Gestapo); agora, por\u00e9m, temos \u201camig\u00e1veis\u201d nomes conhecidos como Apple, Google, Facebook, Twitter, Microsoft, Pixar\/Disney, PointAbout, fazendo toda a espionagem para a Elite. Esta rede corporativa privada \u00e9 parte do la\u00e7o invis\u00edvel que estamos colocando no nosso pesco\u00e7o&#8221;.<\/p>\n<p><strong>E pergunta ent\u00e3o Adrian Salbuchi:<\/strong><br \/>\n&#8220;Quem est\u00e1 no comando? Quem realmente dirige a Austr\u00e1lia, a Gr\u00e3-Bretanha, a Fran\u00e7a e a Alemanha? O Jap\u00e3o, a \u00cdndia e o Brasil? Os EUA e o Canad\u00e1? A Argentina e a \u00c1frica do Sul? At\u00e9 mesmo Israel?<br \/>\n\u00c9 melhor encontrar as respostas rapidamente, porque n\u00f3s estamos rapidamente chegando a uma bifurca\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica de propor\u00e7\u00f5es mundiais na estrada do destino humano. Nos elevamos sobre o alto caminho que leva a evolu\u00e7\u00e3o humana o que implica necessariamente a destrui\u00e7\u00e3o dolorosa, mas necess\u00e1ria da Elite do Poder Global e todos os que a apoiam, consolidam, fortalecem e d\u00e3o combust\u00edvel ao seu crescimento, ou\u2026 vamos cair estrada abaixo em um abismo escuro de morte, destrui\u00e7\u00e3o, hipnose em massa, e no fim do esp\u00edrito humano, uma vis\u00e3o muito pr\u00f3xima do que os homens ao longo dos tempos t\u00eam descrito como o Inferno\u2026&#8221;<\/p>\n<p><strong>Vamos refletir agora sobre a sem\u00e2ntica.<\/strong><br \/>\nAs percep\u00e7\u00f5es as quais nos induzem as mensagens.<br \/>\nEm 1962, o pensador franc\u00eas Edgar Morin, ent\u00e3o com 41 anos, preocupado com a avalanche produzida pela &#8220;cultura de massa&#8221;, escreveu L&#8217;Esprit de Temps, publicado no Brasil pela Editora Forense com o t\u00edtulo &#8220;Cultura de Massas no S\u00e9culo XX&#8221;.<\/p>\n<p>Est\u00e1vamos ainda vivendo os denominados &#8220;anos gloriosos&#8221; de desenvolvimento industrial, gera\u00e7\u00e3o de emprego, aumento de renda, e do surgimento de novos Estados, com as liberta\u00e7\u00f5es pol\u00edticas das col\u00f4nias europeias na \u00c1frica e na \u00c1sia, iniciados em 1945 que durariam at\u00e9 as crises do petr\u00f3leo, nos anos 1970.<br \/>\nNo campo psicossocial do lazer, da cultura, do esporte, a televis\u00e3o, o cinema, as grava\u00e7\u00f5es em longplays faziam surgir novas celebridades, novos her\u00f3is: a mitologia moderna.<\/p>\n<p>Em abril de 1974, Morin escreve que &#8220;a sociedade industrial&#8221; se tornava cada vez mais &#8220;sens\u00edvel \u00e0s press\u00f5es dos ciclones&#8221;. Quem eram estes ciclones? Aqueles que denominamos a banca, o sistema financeiro internacional, articulador das crises do petr\u00f3leo que iriam alterar o poder mundial.<br \/>\nUma importante quest\u00e3o \u00e9 o tempo. Hoje a sequ\u00eancia de mensagens nas redes sociais, a velocidade proporcionada pelos diversos meios, praticamente impedir\u00e1 a reflex\u00e3o. Entraremos no dom\u00ednio das emo\u00e7\u00f5es produzidas por mensagens curtas, tecnicamente produzidas em laborat\u00f3rios, desenvolvidas em centros de pesquisas em sociologia, psicologia, culturas para a m\u00e1xima efic\u00e1cia em nos distrair, &#8220;fazer nossas cabe\u00e7as&#8221;.<br \/>\nE, no \u00e1pice das desconstru\u00e7\u00f5es\/constru\u00e7\u00f5es de valores e identidades, estar\u00e3o rob\u00f4s, equipamentos cibern\u00e9ticos diuturnamente a emitir mensagens para doutrinar popula\u00e7\u00f5es inteiras. A pedagogia colonial dos sistemas educacionais e das antigas m\u00eddias, apenas servir\u00e1 de refor\u00e7o para as mentes tomadas pela ideologia da banca.<\/p>\n<p>E Edgar Morin escrever\u00e1, ent\u00e3o, um segundo volume da Cultura de Massas que ter\u00e1 o subt\u00edtulo &#8220;Necrose&#8221; (1975). H\u00e1 uma profunda regress\u00e3o cognitiva e dos valores sociais. &#8220;A Idade M\u00e9dia moderna j\u00e1 teria come\u00e7ado&#8221;, afirma Morin na &#8220;Necrose&#8221;, &#8220;e, como para qualquer nova fase hist\u00f3rica, sem que se possa fixar uma data de come\u00e7o&#8221;.<\/p>\n<p>O Brasil do capit\u00e3o de pijama \u00e9 n\u00e3o s\u00f3 uma demonstra\u00e7\u00e3o, mas uma caricatura permanente do poder da banca e dos efeitos mais danosos da informa\u00e7\u00e3o por ela dirigida.<br \/>\nVejam caros leitores, a entrega, com corrup\u00e7\u00e3o expl\u00edcita, de bens, patrim\u00f4nios, recursos que n\u00e3o podem ser repostos, da riqueza natural e intelectual brasileira, na &#8220;venda&#8221; da Petrobr\u00e1s Distribuidora BR.<br \/>\nNoticia a Folha de S. Paulo (24\/07\/2019): a Petrobr\u00e1s fechou a venda de cerca de 350 milh\u00f5es de a\u00e7\u00f5es da BR por R$ 24,50 cada. Reduz a participa\u00e7\u00e3o que, em 2017, era de 100%, para 41,25%. Nova venda, com a mesma transpar\u00eancia, ou seja, nenhuma, reduzir\u00e1 ainda mais a participa\u00e7\u00e3o da Petrobr\u00e1s na maior distribuidora de combust\u00edveis do Brasil. N\u00e3o pode ser simples coincid\u00eancia a presen\u00e7a de todos os bancos operadores da venda, na reuni\u00e3o privada, em 13 de junho de 2018, organizada pela XP Investimentos, com o procurador do Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal Deltan Dallagnol.<\/p>\n<p>Ainda mais que os bancos originalmente convidados eram nove, mas o &#8220;estilo pr\u00e1tico&#8221; do presidente Roberto Castello Branco, conforme justificou seu auxiliar, eliminou o Banco do Brasil, o Bradesco e o HSBC do butim. Ficaram o JP Morgan Chase, o Citigroup, o Credit Suisse, o Santander, o Bank of America e o Itau (que o mercado vem afirmando j\u00e1 ter sido assumido pelo Bank of America).<\/p>\n<p>N\u00e3o se trata como se v\u00ea de um desinvestimento ou de uma privatiza\u00e7\u00e3o, mas da aliena\u00e7\u00e3o ao estrangeiro de importante empresa nacional, para a defesa, para a integra\u00e7\u00e3o territorial, para a unidade nacional. Aliena\u00e7\u00e3o que priva as gera\u00e7\u00f5es brasileiras atuais e as vindouras dos frutos do trabalho coletivo de seus antepassados, empobrecendo o pa\u00eds e rompendo os elos que vinculam a na\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s dos tempos, sem os quais a cidadania \u00e9 impens\u00e1vel.<\/p>\n<p>A informa\u00e7\u00e3o da banca tratar\u00e1 de demonstrar o contr\u00e1rio, que ningu\u00e9m do governo &#8211; executivo, judici\u00e1rio e legislativo &#8211; recebeu comiss\u00f5es, pela venda por valor rid\u00edculo de t\u00e3o significativo patrim\u00f4nio.<br \/>\nMais perigosas do que esta corrup\u00e7\u00e3o de varejo, no entanto, s\u00e3o as legisla\u00e7\u00f5es antiterror, iniciadas pelos governos de FHC e continuadas pelos do PT, que dar\u00e3o a cobertura jur\u00eddica, formal, ao controle de todos os atos do cidad\u00e3o comum. Como estilha\u00e7o do 11 de setembro de 2001 no Brasil, o US Patriot Act tupiniquim est\u00e1 sendo gestado pelos projetos de lei PL 2418, PL 1595 e PL 443, todos de 2019, que correm nas sombras do legislativo federal.<br \/>\nA distopia de Geoge Orwell, &#8220;1984&#8221;, nunca esteve t\u00e3o real e presente, aqui e em todo mundo submetido \u00e0 banca e ao Imp\u00e9rio Estadunidense.<\/p>\n<p><em><strong>Felipe Quintas, doutorando em Ci\u00eancia Pol\u00edtica pela Universidade Federal Fluminense<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>Gustavo Galv\u00e3o, doutor em economia e autor de \u201cAs 21 li\u00e7\u00f5es das Finan\u00e7as Funcionais e da Teoria do Dinheiro Moderno (MMT)&#8221;<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>Pedro Augusto Pinho, administrador aposentado<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>(Publicado em \/2019 no jornal Monitor Mercantil)<\/strong><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O mais relevante fator que surge no mundo, para a sociedade humana, ap\u00f3s a II Grande Guerra, \u00e9 a apropria\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o. 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