A importância estratégica do refino para o Brasil e para a Petrobras

Imaginar o Brasil com uma política de preços de combustíveis ditada por um “mercado perfeito”, no mesmo formato de preços praticado no setor dos combustíveis dos Estados Unidos, é um atentado a nossa inteligência. Lá existe uma quantidade enorme de empresas competindo entre produção, refino, distribuição e comercialização. Sem contar que há uma outra pequena diferença entre lá e cá: nós não imprimimos dólares na Casa da Moeda… Como seria possível transportar esse “mercado perfeito” para a realidade brasileira? Se comecássemos agora, neste instante, a investir na criação e empreendedorismo de novas companhias petrolíferas locais, talvez em 100 anos estivéssemos capazes de deixar que o mercado regulasse os valores aplicados. O problema é que o petróleo não durará tanto tempo (e talvez nem o Brasil)…

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Ilusionismo da imprensa para justificar a inexplicável política de Parente e seu “sucessor”

A queda do consumo de combustível e o aumento recente de capacidade de refino permitiriam ao Brasil quase a autossuficiência em diesel e certamente efetiva autossuficiência em diesel para transporte. O Brasil inexplicavelmente é o único país grande do mundo que usa grandes volumes de diesel para produzir energia elétrica. Mas isso é uma outra história, vamos agora falar sobre refino.
A turma do Parente na imprensa alega que o Brasil não tem condições de fazer o diesel de que necessita com o petróleo que temos.

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A produção e refino de petróleo como utilidade pública

Como bem estabelece a Constituição Federal, em seu art. 177, tanto a lavra quanto o refino são monopólios da União, que, por sua vez, pode contratar essas atividades com empresas estatais ou privadas.
Em resumo, a produção e refino de petróleo não podem ser tratados como um simples negócio privado com foco no lucro empresarial e no mercado como tem ocorrido, ilegalmente, no País.

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