Exclusivo! Importante quadro aposentado envia texto após publicação do Duplo Expresso sobre “morte de Moro”

Nenhum estrangeiro que tenha sido cooptado pela CIA ficou vivo até hoje para contar sua história. As mortes estranhas, nas formas mais variadas se contam às centenas. Arquivos vivos são evitados e passados à condição de inativos por meio de atropelamentos, acidentes de trânsito, envenenamentos, infecções mortais, etc.
A agencia não sanciona (termo técnico para eliminação física, segundo Carlos Costa, ex-chefe do FBI no Brasil numa entrevista à Carta Capital em 2002) apenas seus contratados, é bem verdade. 
Líderes e presidentes rebeldes aos seus comandos também são assassinados, inclusive estando no cargo, principalmente por meio de “acidentes” de aviação, tais como Omar Torrijos do Panamá, Jaime Roldós do Equador, Lech Kaczynski da Polônia; Francisco Sá Carneiro de Portugal, Dag Hammasjold, secretário geral da ONU, Enrico Mattei, ministro do petróleo da Itália (atingido por um míssil), Samora Machel de Moçambique, Zia Ul Aki do Paquistão, entre muitos outros.

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O assassinato de Moro – “A fila anda”

A abertura de investigação da Polícia Federal, lá no Paraná, sobre as alegadas “publicações em rede social, feitas a partir do domingo, hostilizam e buscam intimidar o magistrado” (by PIG) nada mais é do que a preparação para que no imaginário do povo nenhuma associação seja feita entre a morte de Moro e os verdadeiros assassinos.

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Odebrecht: 15 dias para provas da inocência de Lula serem destruídas

Faz 6 meses (final de 2017) que o Duplo Expresso revelou, com base em depoimento exclusivo de fonte no TI da Odebrecht, que em junho de 2018 – ou seja, já no mês que vem – as provas da inocência do Presidente Lula seriam destruídas. Vimos cobrando, desde o ano passado, parlamentares a esse respeito. Diante de uma (até ali) inexplicável inação, às vezes – exasperados – fizemos isso até mesmo publicamente. De nada adiantou.
Nesta oportunidade, num último apelo aos parlamentares (nominalmente) “lulistas”, publicamos os requerimentos que fizemos (até aqui sozinhos), Provitimas e Duplo Expresso, não só à Procuradoria Geral da República mas também ao Ministério da Justiça. Neles pedimos (i) providências quanto ao documento que prova fraude processual por parte do esquema Moro; e também (ii) a sustação imediata do processo que culminará na destruição das provas que inocentam Lula.

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