Etapas da tecnologia social do genocídio em tempos de Bolsonaro

Neste texto Luiz Ferreira Jr apresenta as várias fases do processo de genocídio como tecnologia social e alguns vestígios de seu desenvolvimento no atual cenário brasileiro. Não deixe de ler.

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Nacionalismo é o caminho da unidade nacional e reconstrução pós-guerra híbrida

O elo para acabar com a estratégia do entretenimento da “direita” e da “esquerda”, aquela bobagem da “civilização contra a barbárie”, é o nacionalismo. O eleitor arrependido de Bolsonaro ou o militante de esquerda que está cansado das micaretas e cirandas precisam dialogar sem intermediários. Precisamos construir um autêntico movimento nacionalista (sem xenofobia), capaz de colocar o Brasil dos (e para os) Brasileiros acima de todos os outros interesses. Temos um país rico e estamos a testemunhar uma rendição que inclui as Forças Armadas na condição vergonhosa de “porteiro de puteiro”. Precisamos resgatar o Brasil e construir uma sociedade consciente das suas responsabilidades em relação ao próprio futuro e ao futuro do nosso país.

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O que Mao diria dos Coletes Amarelos

Slavoj Žižek acredita que o movimento francês dos Coletes Amarelos expõe um problema no coração da política de hoje. Excessiva adesão/aderência à “opinião” popular e insuficientes inovação e ideias frescas. Qualquer rápido exame do imbróglio já deixa ver claramente que fomos apanhados em múltiplas lutas sociais. A tensão entre o establishment liberal e o novo populismo, a luta da ecologia, os esforços em apoio ao feminismo e à libertação sexual, mais as batalhas religiosas e étnicas e o desejo por direitos humanos universais. Para não mencionar que tentamos resistir contra o controle digital sobre a vida de cada um. Assim sendo, como por juntas todas essas lutas, sem simploriamente privilegiar uma delas como a “verdadeira” prioridade? Porque esse equilíbrio nos dá a chave para todas as outras lutas.

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