Qualquer lugar deveria ser um Jardim de Rosas

Na primeira parte publicada, procurei fazer um pequeno paralelo entre políticas habitacionais implementadas no mesmo ano de 1964 na Suécia (Miljonprogrammet – Programa do Milhão) e no Brasil (BNH/SFH – Banco Nacional de Habitação / Sistema Financeiro de Habitação). Usei dois conjuntos habitacionais daquela época para isso: o distrito de Rosengård, em Malmö (SWE) e o bairro Cidade 2000, em Fortaleza (BRA). Hoje vamos retroceder um pouco mais no tempo para poder avançar mais adiante, passando pelos conjuntos do IAPI (Porto Alegre) e Pedregulho (Rio de Janeiro), além de alguns exemplos internacionais contemporâneos.

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Quando Rosengård não é um Jardim de Rosas

Art. 6º da Constituição Federal (dos Direitos Sociais): “São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição”. Qualquer pessoa precisa de um teto. Eu, você que está lendo, e principalmente aqueles a quem este texto não alcança. Com base nessa premissa pretendo apresentar um breve comparativo de um modelo local com aquele que se observa no Brasil. Serão duas partes, começando neste texto por uma visão mais crítica em relação aos dois modelos. Em um próximo, vamos expor um pensamento de como poderia ser diferente.

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