Entrega do Pré-sal e redução de danos – Emendas ao PLC 78/2018

O comentarista de Minas e Energia do Duplo Expresso, Paulo César Ribeiro Lima (Paulão), apresentou no programa de hoje destaques elaborados por ele e pelo nosso comentarista de economia Gustavo Galvão, tentando conter os danos do PLC 78/2018 que entrega o filé mignon do pré-sal.
Além dos destaques, assista ao vídeo com o comentário no Duplo Expresso de hoje.

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Reservas Internacionais e seu uso no Pré-Sal

O Fundo Monetário Internacional – FMI define, na sexta edição do Balance of Payments Manual, de 2013, que os ativos de reserva são os ativos externos que estão disponíveis e são controlados pelas autoridades monetárias para cumprir o financiamento do Balanço de Pagamentos, a intervenção no mercado de câmbio para afetar a taxa de câmbio e outros propósitos relacionados, como a manutenção da confiança na moeda e na economia e servir de base para empréstimos externos.
Esses ativos, denominados reservas, são formados por meio de compras de divisas pelos bancos centrais no mercado de câmbio junto a bancos comerciais. Os bancos comerciais compram, por exemplo, dólares americanos junto a exportadores ou investidores e os revendem aos bancos centrais.

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Com engenharia nacional já destruída, Golpe recria caixa preta ($$$) para contratação (de gringos) pela Petrobras

Na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei duplamente lesivo ao interesse nacional. Em primeiro lugar, entrega as jazidas de área que é o filé mignon do Pré-sal a petroleiras estrangeiras em um regime que paga menos ao Estado (“cessão onerosa”) do que aquele criado pelo pai da privataria nos anos 1990, Fernando Henrique Cardoso (“concessão”).
Mas isso não é tudo. Os deputados acabaram com a obrigação de a Petrobras ter de realizar licitações, transparentes e competitivas, para a contratação de bens e serviços a serem adquiridos para a exploração do Pré-sal. Agora passa a valer o “convite”, feito a meia dúzia de fornecedores já conhecidos – da Petrobras e/ ou de associadas estrangeiras – para a apresentação de propostas.
Ora, foi falta de controle e transparência parelha que deu à luz a Lava Jato, depois devidamente instrumentalizada politicamente por interesses anti-nacionais. Pois agora, com a engenharia nacional já devidamente destruída pela tal “Car Wash”, abolem-se novamente os controles republicanos adotados em 2016.
Sem problemas: agora com empresas americanas como fornecedoras, é certeza que o Departamento de Justiça dos EUA não mais voltará a nos perturbar. Afinal, como muito bem ensina Deltan Dallagnol, nos EUA, colonizado por pios peregrinos puritanos, nunca houve corrupção (!)

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