Dany Robert Dufour – Na encruzilhada Filosofia / História / Economia

No Brasil sentíamos que estava ocorrendo algo diferente na sociedade e no interior de cada indivíduo.  Por um lado era visível a substituição do sentimento de solidariedade humana e familiar pelo egoísmo individualista.  Que cada um trate de sua vida e ocupe-se da sua felicidade, era e é o pensamento dominante sobretudo nas grandes cidades brasileiras.  Algo distinto de meu tempo de criança quando cada pessoa era portadora de deveres e obrigações, e ser feliz era um estado de espírito de ocorrência eventual. Momento raro e desejável, ser feliz era quase uma graça dos céus!

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A indústria da morte – Mesmo morto, brasileiro segue explorado e humilhado

Não nos cabe aqui fazer juízo de valor sobre as crenças de cada um, cremar ou enterrar – temos apenas essas duas opções. Cada indivíduo deve ter o direito de escolher o que acha ou acredita ser o mais digno para fazer com  os restos mortais dos seus entes queridos. Do jeito que as coisas estão, o que vai restar às famílias é comprar terreno no céu na mão de algum “pastor bem intencionado”, registrar um imóvel por lá e pedir aos cemitérios que enviem as faturas para aquele “endereço celestial”. Vai que algum anjo sensibilizado pague a conta…

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Economista considera urgente a necessidade de tirar Temer do poder

A Redação do Duplo Expresso recebeu com muita satisfação este vídeo primoroso do jornalista e economista José Carlos de Assis.
Assis considera urgente a necessidade de derrubar o governo Temer, aqui no Duplo Expresso conhecido como “Regime Temer”. Para este economista, é preciso que os economistas pensem no Brasil e não no “mercado”.

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Liberalismo: “fake news” ou “bad news”?

O Estado, por ter a prerrogativa de captador de rendas, emissor de meio circulante, além de indutor e criador de rendas pela sua capacidade de investir ou induzir investimentos, é sempre eficaz no longo prazo e fundamental na solução dos riscos sistêmicos. É conhecida sua atuação anticíclica nas crises capitalistas, sendo exemplos expressivos “a queima de café” por Vargas e o “New Deal” de Roosevelt.
Na crise de 2008, a intervenção do Estado – resgatando da quebra em série os grandes bancos privados – salva o mundo do colapso financeiro especulativo. Ou seja, mais uma vez o Estado (“mínimo”?), como em 1929, intervém, reduzindo a tese do liberalismo/neoliberalismo, novamente, a uma “fake news”.

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