Democracia e Ditaduras No Cardápio Eleitoral

No Brasil, já fragilizado pelas ações do Governo Temer e pelas ações parlamentares e da própria Dilma Rousseff, em seu segundo e incompleto mandato, com reservas em dólares estadunidenses, que deverão ser desvalorizadas no curso da crise, com qualquer dos dois grupos no comando da Nação, só poderá naufragar. Antevejo ondas de desempregados e saques e violência urbana aumentando. Uma insegurança de toda ordem: pessoal, patrimonial, jurídica, econômica e social. Pois, como ficou óbvio, nenhum dos litigantes no campo do Bolsonário tem projeto para a Pátria Brasileira.

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Um guia prático nacionalista para o momento pós-eleitoral

O momento pós-eleitoral virou uma lavanderia. A melhor forma de autocrítica é andar para a frente em direção um objetivo definido, ainda que com o retrovisor sempre disponível. Lanterna na popa, mas olho na bússola. A bússola é o projeto nacional. Autocrítica para a ação é autocrítica na ação. Mãos em atividade construtiva mais que lábios ansiosos e estressados.
Não é que o passado não conte. Conta muito. As ações passadas são o critério legitimador da ação presente. A isso se dá o nome de coerência.

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Planos dos presidenciáveis na área de energia

As últimas gestões provocaram grave crise setorial, com judicialização causada por decisões arbitrárias, sucateamento da Eletrobras e subsidiárias, conflitos de interesses, ineficiências na geração, excessivos encargos tributários e influência política. Além de tudo isso, o setor é extremamente centralizado e dependente de ações e decisões do governo. É preciso um choque liberal no setor.

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Dany Robert Dufour – Na encruzilhada Filosofia / História / Economia

No Brasil sentíamos que estava ocorrendo algo diferente na sociedade e no interior de cada indivíduo.  Por um lado era visível a substituição do sentimento de solidariedade humana e familiar pelo egoísmo individualista.  Que cada um trate de sua vida e ocupe-se da sua felicidade, era e é o pensamento dominante sobretudo nas grandes cidades brasileiras.  Algo distinto de meu tempo de criança quando cada pessoa era portadora de deveres e obrigações, e ser feliz era um estado de espírito de ocorrência eventual. Momento raro e desejável, ser feliz era quase uma graça dos céus!

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A indústria da morte – Mesmo morto, brasileiro segue explorado e humilhado

Não nos cabe aqui fazer juízo de valor sobre as crenças de cada um, cremar ou enterrar – temos apenas essas duas opções. Cada indivíduo deve ter o direito de escolher o que acha ou acredita ser o mais digno para fazer com  os restos mortais dos seus entes queridos. Do jeito que as coisas estão, o que vai restar às famílias é comprar terreno no céu na mão de algum “pastor bem intencionado”, registrar um imóvel por lá e pedir aos cemitérios que enviem as faturas para aquele “endereço celestial”. Vai que algum anjo sensibilizado pague a conta…

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Economista considera urgente a necessidade de tirar Temer do poder

A Redação do Duplo Expresso recebeu com muita satisfação este vídeo primoroso do jornalista e economista José Carlos de Assis.
Assis considera urgente a necessidade de derrubar o governo Temer, aqui no Duplo Expresso conhecido como “Regime Temer”. Para este economista, é preciso que os economistas pensem no Brasil e não no “mercado”.

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Liberalismo: “fake news” ou “bad news”?

O Estado, por ter a prerrogativa de captador de rendas, emissor de meio circulante, além de indutor e criador de rendas pela sua capacidade de investir ou induzir investimentos, é sempre eficaz no longo prazo e fundamental na solução dos riscos sistêmicos. É conhecida sua atuação anticíclica nas crises capitalistas, sendo exemplos expressivos “a queima de café” por Vargas e o “New Deal” de Roosevelt.
Na crise de 2008, a intervenção do Estado – resgatando da quebra em série os grandes bancos privados – salva o mundo do colapso financeiro especulativo. Ou seja, mais uma vez o Estado (“mínimo”?), como em 1929, intervém, reduzindo a tese do liberalismo/neoliberalismo, novamente, a uma “fake news”.

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