Haddad: a última pá de cal no PT

Os colaboracionistas infiltrados na oposição se comportarão do mesmo modo quando das reformas fiscal e política. Esperam retornar a uma maior integração à administração do Estado, seja ele qual for, e ao aumento das benesses correspondentes, é lógico, após o ataque geral do grande capital vergar os trabalhadores, despir de real poder as instâncias política, aniquilar a nação.
As próximas eleições devem servir para denunciar os responsáveis pelas terríveis condições de vida da população e lembrar que, sem abatê-los, não há salvação, mesmo parcial, para os ofendidos. Deve ser momento para chamar e organizar a luta contra o segundo governo golpista e a ordem ditatorial em construção, nas escolas, fábricas, associações, campos e quartéis. Deve ser o momento de organização das forças populares, em torno de um programa concreto, que tenha como mira sua emancipação social e política, no aqui, no agora, no após.

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Duplo Expresso 31/mai/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no Programa Duplo Expresso desta sexta-feira, 31/05, os seguintes destaques:
– O artista visual e ativista político Sama fala sobre: “Crises Infinitas”
– O historiador Mário Maestri comenta: “Fascismo e Bolsonaro”
– O servidor público federal e ativista político Cláudio Pacheco questiona: “‘Política e religião não se discutem’ Será mesmo?”
– O antropólogo João de Athayde comenta: “Discutindo a mídia OTAN (na definição de Roberto Lucena)”
– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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Duplo Expresso 23/mai/2019

Para assistir, curtir as páginas e compartilhar, temos no Programa Duplo Expresso desta quinta-feira, 23/05, os seguintes destaques:

– O politólogo e analista internacional Eduardo Jorge Vior comenta: “O processo político argentino e o futuro do Mercosul”

– O historiador Mário Maestri fala sobre: “A rendição histórica dos generais brasileiros”

– Romulus Maya e Carlos Krebs fazem a análise da conjuntura política.

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Zé Dirceu: memórias da amargura

O texto privilegia a descrição minuciosa dos fatos, no espaço e tempo em que ocorreram, sobretudo da vida interna petista. Peca, fortemente, pela falta de avaliação dos sentidos profundos dos sucessos vividos e protagonizados. Trata-se de espécie de história política do PT, bastante árida para os não enfronhados nos grupos, tendências, lideranças, etc. em eternas disputas. Sobretudo falta dimensão histórica nesse texto sempre instigante e informativo.

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